Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010113 páginasCódigo CVM 14362Versão 1Recebida em 18/02/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de COMPANHIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO

COMPANHIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO · CNPJ 10.835.932/0001-08

COMPANHIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO
CNPJ 10.835.932/0001-08
DFP 2010
Exercício 2010
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
COMPANHIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO
CNPJ
10.835.932/0001-08
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
113
Ano de referência
2010*
Publicado em
18/02/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total3.680.2153.535.9624,1%
1.01Ativo Circulante937.7171.091.893−14,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa40.87190.168−54,7%
1.01.02Aplicações Financeiras17.2748.272108,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado17.2748.272108,8%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento17.2748.272108,8%
1.01.03Contas a Receber734.279897.851−18,2%
1.01.03.01Clientes734.279897.851−18,2%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes e outros734.279897.851−18,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques4.7695.507−13,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar50.73721.519135,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar50.73721.519135,8%
1.01.06.01.01Impostso de contribuições a recuperar50.73721.519135,8%
1.01.07Despesas Antecipadas5.8527.970−26,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes83.93560.60638,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros83.93560.60638,5%
1.02Ativo Não Circulante2.742.4982.444.06912,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.138.743916.07024,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado61.56496.083−35,9%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento61.56496.083−35,9%
1.02.01.03Contas a Receber500.302226.710120,7%
1.02.01.03.01Clientes500.302226.710120,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos173.337197.436−12,2%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos173.337197.436−12,2%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes403.540395.8411,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e contribuições a recuperar10.35512.062−14,2%
1.02.01.09.04Benefício fiscal - Ágio incorporado da controladora232.884254.144−8,4%
1.02.01.09.05Depósitos judiciais22.57619.06418,4%
1.02.01.09.06Outros ativos não circulantes2.4086.579−63,4%
1.02.01.09.07Ativo indenizável (concessão)135.317103.99230,1%
1.02.02Investimentos1.8951.10272,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.601.8601.526.8974,9%
1.02.04.01Intangíveis1.601.8601.526.8974,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS AosAcionistas, Conselheiros e Diretores daCompanhia Energética de Pernambuco - CELPERecife - PEExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia Energética de Pernambuco - CELPE ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética de Pernambuco - CELPE em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standard Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Outros assuntosExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação àsdemostrações financeiras tomadas em conjunto.Recife, 25 de janeiro de 2011ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC-2 SP 015199/O-6-F-PE Paulo José Machado Shirley Nara S. SilvaContador CRC-1RJ 061.469/O-4-S-PE Contadora CRC-1BA 022.650/O-0-S-PE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES DA COMPANHIAOs diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Ernst & Young Terco referenciadas no relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado.Recife, 25 de janeiro de 2011Luiz Antônio Ciarlini de SouzaDiretor-PresidenteLady Batista de MoraisDiretora de Gestão de Pessoas e AdministraçãoPaulo Roberto DutraDiretor de Planejamento e ControleSolange Maria Pinto RibeiroDiretora de RegulaçãoErik da Costa BreyerDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES DA COMPANHIAOs diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Ernst & Young Terco referenciadas no relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado.Recife, 25 de janeiro de 2011Luiz Antônio Ciarlini de SouzaDiretor-PresidenteLady Batista de MoraisDiretora de Gestão de Pessoas e AdministraçãoPaulo Roberto DutraDiretor de Planejamento e ControleSolange Maria Pinto RibeiroDiretora de RegulaçãoErik da Costa BreyerDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalO Conselho Fiscal da COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE, dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163 de Lei nº 6404/76, e suas posteriores alterações, examinou o relatório da Administração e Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, compreendendo: Balanço Patrimonial, Demonstrações do Resultado, de Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado, complementadas por Notas Explicativas e Balanços Sociais.Com fundamento nas análises realizadas e no Parecer dos Auditores Independentes, este Conselho opina no sentido de que as Demonstrações Financeiras, acima referidas, estão em condições de serem submetidas à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas.Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2011.Carlos Alberto de AraújoPresidenteFrancesco GaudioRubens Cardoso da SilvaLuiz Felipe Monteiro Constantino

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.