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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 23264Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 05/07/2018valores em R$ mil

DFP 2016 de AMBEV S.A.

AMBEV S.A. · CNPJ 07.526.557/0001-00

Versões deste exercício: v1 (02/03/2017) · v2 (05/07/2018) · v3 (05/07/2018), esta

AMBEV S.A.
CNPJ 07.526.557/0001-00
DFP 2016 (V3)
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
AMBEV S.A.
CNPJ
07.526.557/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
05/07/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total83.841.41890.176.234−7,0%
1.01Ativo Circulante23.886.85128.314.489−15,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa7.876.84913.620.161−42,2%
1.01.02Aplicações Financeiras282.771215.10631,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo282.771215.10631,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação282.771215.10631,5%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber4.368.0594.165.6704,9%
1.01.03.01Clientes4.330.8104.081.0466,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber37.24984.624−56,0%
1.01.03.02.01Contas a Receber de Partes Relacionadas00
1.01.04Estoques4.347.0524.338.1720,2%
1.01.04.01Produto Acabado1.445.4621.572.536−8,1%
1.01.04.02Produto em Elaboração328.453304.7267,8%
1.01.04.03Matérias Primas1.962.7311.857.3515,7%
1.01.04.04Materiais de Produção50.02650.542−1,0%
1.01.04.05Almoxarifado e Outros681.640659.7923,3%
1.01.04.06Provisão para Perdas−121.260−106.775−13,6%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar5.423.3103.194.97269,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar5.423.3103.194.97269,7%
1.01.06.01.01Imposto de renda e Contribuição Social a Recuperar4.693.7242.398.65595,7%
1.01.06.01.02Impostos Indiretos a Recuperar729.586796.317−8,4%
1.01.07Despesas Antecipadas771.2571.017.140−24,2%
1.01.07.01Despesas Antecipadas Marketing771.2571.017.140−24,2%
1.01.07.02Outras Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes817.5531.763.268−53,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.02.01Ativos Mantidos para Venda00
1.01.08.03Outros817.5531.763.268−53,6%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos196.6551.512.381−87,0%
1.01.08.03.02Juros a Receber18.98167.636−71,9%
1.01.08.03.03Outros ativos601.917183.251228,5%
1.02Ativo Não Circulante59.954.56761.861.745−3,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.743.5355.961.469−20,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.04Títulos mantidos até o vencimento00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado104.340118.628−12,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento104.340118.628−12,0%
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos2.268.1422.749.852−17,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.268.1422.749.852−17,5%
1.02.01.06.02Créditos Tributários com Reestruturação Societária00
1.02.01.07Despesas Antecipadas150.884119.15926,6%
1.02.01.07.01Despesas Antecipadas de Marketing150.884119.15926,6%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.220.1692.973.830−25,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais Compulsórios e de Incentivos571.305620.204−7,9%
1.02.01.09.04Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar4.493557.377−99,2%
1.02.01.09.05Demais impostos a Recuperar343.147335.3762,3%
1.02.01.09.06Superávit de Ativos - Instituto Ambev33.5038.637287,9%
1.02.01.09.08Instrumentos Financeiros Derivativos16.32651.376−68,2%
1.02.01.09.09Títulos a Receber899.1601.076.585−16,5%
1.02.01.09.10Outros352.235324.2758,6%
1.02.02Investimentos300.115714.925−58,0%
1.02.02.01Participações Societárias300.115714.925−58,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias300.115714.925−58,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado19.153.83619.140.0870,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação17.392.99916.988.2682,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado20.09819.1724,8%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.740.7392.132.647−18,4%
1.02.04Intangível35.757.08136.045.264−0,8%
1.02.04.01Intangíveis5.245.8815.092.1983,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Outros Intangíveis5.245.8815.092.1983,0%
1.02.04.02Goodwill30.511.20030.953.066−1,4%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTESOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daAmbev S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Ambev S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Ambev S.A.em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Receita de VendasPor que é um PAAEm virtude da relevância da receita líquida de vendas nas demonstrações financeiras da Companhia,bem comodarede de sistemas e processos que suportam seu reconhecimento há (i) o risco inerente de que a receita seja reconhecida sem quesejam atendidos todos os critérios mínimos necessários para seu reconhecimento (ii) o risco de que os sistemas utilizados na captura, processamento e interfaces que alimentarão os valores reconhecidos nos registros contábeis apresentem falhas e, consequentemente, não sejam reconhecidos de forma apropriada(iii) há também o risco presumido de reconhecimento de receita sem que haja um racional ou justificativa condizente com o curso normal dos negócios da Companhia.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaDessa forma, nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) Obtivemos o entendimento sobre o fluxo de reconhecimento de receitas considerando a natureza da venda, os canais utilizados, tipos de clientes, entre outros (ii) Avaliamos o desenho, a implementação e a efetividade doscontroles internos relevantes determinados pela Administração sobre o reconhecimento de receitas (iii) Obtivemos entendimento e aplicamos procedimentos de auditoria sobre os principais controles internos desenhados pela administração para prevenir ou detectar distorções no processo de reconhecimento de receita (iv) Obtivemos o entendimento dos principais sistemas utilizados no processo de vendas, precificação e descontos comerciais e a utilização de nossos especialistas em tecnologia da informação para examesnos controles automatizadosdos sistemas relevantes (v) Selecionamos transações de vendas ao longo do exercício com base em amostragem estatística, e confrontamos com a respectiva documentação suportepara verificar se representavam receitas válidas e condizente com o curso normal dos negócios da Companhia.O resultado de nossos procedimentos foi considerado adequado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Transação com parte relacionadaPor que é um PAAConforme descrito na nota explicativa 1(b), no exercício findo em 31 de dezembro de 2016, a Companhia concluiu uma transação com seu acionista controlador, AB InBev, através de acordo de permuta de participações societárias ("Permuta"). Como resultado da respectiva transação, a Ambev transferiu para a AB InBev a participação societária na Keystone Global Corporation - KGC, a qual era titular de participações em sociedades domiciliadas na Colômbia, Peru e Equador. Em contrapartida, a AB InBev transferiu à Ambev a participação na Cerveceria Nacional S. de R.L., uma subsidiária domiciliada no Panamá, a qual fora anteriormente adquirida de terceiro. A transação de permuta de negócios foi contabilizada pelo valor justo e resultou em ganho reconhecido no resultado do exercício no montante de R$1.239.900 mil. De acordo com os CPC e IFRS, não há um pronunciamento contábil especifico para transações sobre controle comum. Ao determinar a política contábil para essa transação, a Ambev identificou dois tratamentos contábeis alternativos. Embora ambos tratamentos envolvem a contabilização da transação pelo seu valor justo, diferentes alternativas foram identificadas para contabilização da diferença entre o valor justo dos ativos trocados. De acordo com a primeira alternativa a diferença é reconhecida no resultado do exercício enquanto a segunda alternativa a diferença seria reconhecida no patrimônio líquido como contribuição de capital.Este tema foi considerado um principal assunto em nossa auditoria pois: (i) trata-se de uma transação com parte relacionadacom troca de ativos (negócios) entre empresas sob controle comum (ii) a subjetividade e julgamento na determinação dos valores justos dos ativos trocados, (iii) Nas normas contábeis em vigor (IFRSs) não há determinação ou guia específico para contabilização de transações entre entidades sob controle comum e (iv) a determinação da política contábil utilizada requer julgamento, podendo existir mais de uma opção de contabilização.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram: (i) o envolvimento de nossos especialistas em normas técnicas e profissionais de contabilidade para auxiliar na avaliação e no desafio da literatura técnica e dos elementos utilizados para a conclusão de que se trata de uma transaçãoentre empresas sob controle comum (ii) a avaliação do desenho das atividades de controles internos relacionadasà preparação e aprovação da mensuração do valor justo, bem como do tratamento contábil dado à transação e (iii) a utilização de nossos especialistas de suporte financeiro na avaliação das premissas-chave e dos critérios adotados pela Companhia para mensuração do valor justo.Considerando os critérios e as premissas-chave adotados para avaliação e divulgação da transação, o resultado de nossos procedimentos foi considerado adequado no contexto das demonstrações fina nceiras tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas DVA foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o "Relatório da Administração" que deve ser disponibilizado após a data deste relatório. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o "Relatório da Administração" e não expressamos ou expressaremos nenhuma forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler as outras informações identificadas acima e, ao fazê-lo, considerar se essas outras informações estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcidas de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante nas outras informações obtidas antes da data deste relatório, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacionale o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhiae suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhiae de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza significativa, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhiae suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionam entos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 01 de março de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores Independentes CRC nº 2 SP 011609/O-8 Alexandre Cassini DecourtContadorCRC nº 1 SP 276957/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, o Diretor Geral e os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis e com as conclusões expressas no relatório dos auditores independentes.Composição da Diretoria:Bernardo Pinto Paiva - Diretor GeralRicardo Rittes de Oliveira Silva - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresPedro de Abreu Mariani - Diretor Jurídico e de Relações CorporativasRicardo Morais Pereira de Melo - Diretor de VendasFernando Dias Soares - Diretor de RefrigerantesMaurício Nogueira Soufen - Diretor Industrial e de LogísticaCassiano De Stefano - Diretor de BU Premium e High EndFabio Vieira Kapitanovas - Diretor de Gente e GestãoPaula Nogueira Lindenberg - Diretora de Marketing Gustavo Pimenta Garcia - Diretor de Tecnologia da Informação e Serviços CompartilhadosRodrigo Figueiredo de Souza - Diretor de Suprimentos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, o Diretor Geral e os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis e com as conclusões expressas no relatório dos auditores independentes.Composição da Diretoria:Bernardo Pinto Paiva - Diretor GeralRicardo Rittes de Oliveira Silva - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresPedro de Abreu Mariani - Diretor Jurídico e de Relações CorporativasRicardo Morais Pereira de Melo - Diretor de VendasFernando Dias Soares - Diretor de RefrigerantesMaurício Nogueira Soufen - Diretor Industrial e de LogísticaCassiano De Stefano - Diretor de BU Premium e High EndFabio Vieira Kapitanovas - Diretor de Gente e GestãoPaula Nogueira Lindenberg - Diretora de Marketing Gustavo Pimenta Garcia - Diretor de Tecnologia da Informação e Serviços CompartilhadosRodrigo Figueiredo de Souza - Diretor de Suprimentos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Ambev S.A. ("Companhia"), em conformidade com as atribuições dispostas no Estatuto Social da Companhia, em seu Regimento Interno e nos incisos do art. 163 da Lei nº 6.404/76, conforme alterada, examinou: (i) o relatório do auditor emitido sem ressalvas pela Deloitte Touche Tohmatsu e (ii) o relato sobre o desempenho da Companhia realizado pelo Diretor Financeiro e de Relações com Investidores. Com base nos documentos examinados e nos esclarecimentos prestados, os membros do Conselho Fiscal, abaixo assinados, opinaram pela aprovação em Assembleia Geral do Relatório Anual da Administração, das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016 e da destinação do lucro líquido do referido exercício e distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio na forma constante das Demonstrações Financeiras.São Paulo, 01/03/2017.James Terence Coulter WrightJosé Ronaldo Vilela RezendePaulo Assunção de SousaEmanuel Sotelino Schifferle (Suplente)Vinicius Balbino Bouhid (Suplente)

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.