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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201632 páginasCódigo CVM 23760Versão 1Recebida em 27/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BLUM SECURITIES S.A

BLUM SECURITIES S.A · CNPJ 20.451.953/0001-83

BLUM SECURITIES S.A
CNPJ 20.451.953/0001-83
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BLUM SECURITIES S.A
CNPJ
20.451.953/0001-83
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
32
Ano de referência
2016*
Publicado em
27/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total21.4545428.980,0%
1.01Ativo Circulante1.146522.820,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa25955.080,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber8870—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber8870—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante20.3080—
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo20.0620—
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber20.0620—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber20.0620—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2460—
1.02.03.01Imobilizado em Operação2460—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRASAos Acionistas e Administradores daREAG Securities - Securitizadora de Créditos S.A.São Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações financeiras da REAG Securities - Securitizadora de Créditos S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Base para Opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opiniãoPrincipal assunto de auditoriaPrincipal assunto de auditoria é aquele que, em nosso julgamento profissional, foi o mais significativo em nossa auditoria do exercício corrente. Esse assunto foi tratado no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esse assunto. Instrumentos financeiros representados pelos CRI - Certificados de Recebíveis ImobiliáriosA Companhia possui registrado em seu passivo circulante e não circulante, Certificados de Recebíveis Imobiliários ("CRI"), nos montantes de R$ 872 mil e R$ 20.062 mil respectivamente, os quais deverão ser pagos com base no fluxo de caixa gerado através do recebimento dos direitos creditórios oriundos do Instrumento Particular de Cessão de Créditos Imobiliários Representado por Cédula de Crédito Imobiliário e Outras Avenças, firmado em 20 de setembro de 2016, no âmbito da emissão de CRI da 2ª e 3ª Séries da 1ª Emissão da Companhia, como descrito nas Notas Explicativas 6 e 7.O monitoramento da capacidade de geração de caixa pela Companhia, através do recebimento dos direitos creditórios sobre os CRI foi considerado significativo para a nossa auditoria devido à relevância dessa dívida em relação ao total de passivo financeiro, bem como à correlação dos direitos creditórios em relação ao valor exposto dos CRI. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a análise da documentação suporte dos CRI, além de análise da relação entre os recebimentos dos direitos creditórios e os pagamentos de CRI futuros.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, foi submetida aos procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo está de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.  Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.  Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.  Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de março de 2017.Nova Master Auditores IndependentesCRC nº 2SP024315/O-6Haroldo Campello PasinSócio contadorCRC nº 1SP155773/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM 480/09ROBSON SHOITI SAKURAI, brasileiro, casado sob o regime de comunhão parcial de bens, administrador de empresas, portador da carteira de identidade nº 20.436.062-6, expedida pelo IIRGD/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 157.673.578-89, com endereço na cidade e Estado de São Paulo, na Rua Professor Aprígio Gonzaga, nº 435, apartamento 91, CEP 04303-001, na qualidade de Diretor de Relação com Investidores da REAG Securities - Securitizadora de Créditos S.A., sediada na cidade e Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 2.277, conjunto 1.701, Jardim Paulistano, CEP 01452-000., inscrita no CNPJ/MF sob nº. 20.451.953/0001-83 vem, nos termos do artigo 25, parágrafo 1°, incisos V e VI da Instrução da CVM n° 480/2009, expor e declarar que reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, e que todas as informações relevantes, e somente elas, estão sendo evidenciadas, tendo sido utilizadas pela Companhia na sua gestão.São Paulo, 24 de março de 2017.ROBSON SHOITI SAKURAIDiretor AdministrativoDECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM 480/09LEONARDO BARROS BRITO DE PINHO, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da carteira de identidade nº 9632835-53, expedida pela SSP/BA, inscrito no CPF/MF sob o nº 960.217.305-00, com endereço profissional na cidade e estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 2.277, conjunto 1.701, Jardim Paulistano, CEP 01452-000 , na qualidade de Diretor de Relação com Investidores da REAG Securities - Securitizadora de Créditos S.A., sediada na cidade e Estado de São Paulo, Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 2.277, conjunto 1.701, Jardim Paulistano, CEP 01452-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº. 20.451.953/0001-83 vem, nos termos do artigo 25, parágrafo 1°, incisos V e VI da Instrução da CVM n° 480/2009, expor e declarar que reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 ("Demonstrações Financeiras"), e que todas as informações relevantes, e somente elas, estão sendo evidenciadas, tendo sido utilizadas pela Companhia na sua gestão.São Paulo, 24 de março de 2017.LEONARDO BARROS BRITO DE PINHO Diretor de Relação com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM 480/09ROBSON SHOITI SAKURAI, brasileiro, casado sob o regime de comunhão parcial de bens, administrador de empresas, portador da carteira de identidade nº 20.436.062-6, expedida pelo IIRGD/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 157.673.578-89, com endereço na cidade e Estado de São Paulo, na Rua Professor Aprígio Gonzaga, nº 435, apartamento 91, CEP 04303-001, na qualidade de Diretor de Relação com Investidores da REAG Securities - Securitizadora de Créditos S.A., sediada na cidade e Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 2.277, conjunto 1.701, Jardim Paulistano, CEP 01452-000., inscrita no CNPJ/MF sob nº. 20.451.953/0001-83 vem, nos termos do artigo 25, parágrafo 1°, incisos V e VI da Instrução da CVM n° 480/2009, expor e declarar que reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes relativo às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, elaborado pela Nova Master Auditores Independentes.São Paulo, 24 de março de 2017.ROBSON SHOITI SAKURAIDiretor AdministrativoDECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM 480/09LEONARDO BARROS BRITO DE PINHO, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da carteira de identidade nº 9632835-53, expedida pela SSP/BA, inscrito no CPF/MF sob o nº 960.217.305-00, com endereço profissional na cidade e estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 2.277, conjunto 1.701, Jardim Paulistano, CEP 01452-000 , na qualidade de Diretor de Relação com Investidores da REAG Securities - Securitizadora de Créditos S.A., sediada na cidade e Estado de São Paulo, Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 2.277, conjunto 1.701, Jardim Paulistano, CEP 01452-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº. 20.451.953/0001-83 vem, nos termos do artigo 25, parágrafo 1°, incisos V e VI da Instrução da CVM n° 480/2009, expor e declarar que reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes relativo às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, elaborado pela Nova Master Auditores Independentes.São Paulo, 24 de março de 2017.LEONARDO BARROS BRITO DE PINHO Diretor de Relação com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.