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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201769 páginasCódigo CVM 14133Versão 1Recebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de TEC TOY S.A

TEC TOY S.A · CNPJ 22.770.366/0001-82

TEC TOY S.A
CNPJ 22.770.366/0001-82
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
TEC TOY S.A
CNPJ
22.770.366/0001-82
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
69
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total15.67028.299−44,6%
1.01Ativo Circulante7.25116.278−55,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa100955,3%
1.01.02Aplicações Financeiras10537183,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo10537183,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda10537183,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2.6646.702−60,3%
1.01.03.01Clientes2.6646.702−60,3%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes2.6838.004−66,5%
1.01.03.01.02Perdas em duplicatas a receber0−1.283100,0%
1.01.03.01.03Duplicatas descontadas00—
1.01.03.01.04Ajuste a valor presente−19−190,0%
1.01.03.01.05Prov. p/ duplicatas não expedidas00—
1.01.03.01.06Prov. p/ duplicatas devolvidas00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques3.2488.343−61,1%
1.01.04.01Produtos acabados e em elaboração4.9411.378258,6%
1.01.04.02Matérias primas5.3235.939−10,4%
1.01.04.03Importações em andamento8621.026−16,0%
1.01.04.04Provisão p/ ajuste a valor de realização00—
1.01.04.05Provisão p/ perdas nos estoques - mat. prima−6930—
1.01.04.06Provisão p/ perdas nos estoques-obsoletos−7.1850—
1.01.04.07Provisão p/ superavaliação do estoque00—
1.01.04.08Provisão p/ devolução00—
1.01.04.09Prov.Custo Fatur. não Expedido/Dev.Duplicatas00—
1.01.04.10Outros00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar666680−2,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar666680−2,1%
1.01.07Despesas Antecipadas196421−53,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes2720—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros2720—
1.01.08.03.01Seguros a receber00—
1.01.08.03.02Mútuo a Receber00—
1.01.08.03.03Outros valores a receber2720—
1.02Ativo Não Circulante8.41912.021−30,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.7465.487−13,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes4.7465.487−13,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depositos judiciais4.7465.487−13,5%
1.02.01.09.04Despesas a amortizar00—
1.02.01.09.05Outros00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado3.0715.561−44,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.0715.561−44,8%
1.02.03.01.01Máquinas e equipamentos7.8539.332−15,8%
1.02.03.01.02Instalações1.1841.1840,0%
1.02.03.01.03Acessórios e ferramentas1.0351.0320,3%
1.02.03.01.04Moldes e estampos4.3353.77214,9%
1.02.03.01.05Equipamentos de informática2.1632.1610,1%
1.02.03.01.06Móveis e utensílios2.2382.2380,0%
1.02.03.01.07Veículos2222220,0%
1.02.03.01.08Benfeitorias em prédios de terceiros1.5031.5030,0%
1.02.03.01.09Imobilização em andamento00—
1.02.03.01.10(-) Depreciação acumulada−15.291−15.8833,7%
1.02.03.01.11(-) Provisão p/ Perdas no Imobilizado−2.1710—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível602973−38,1%
1.02.04.01Intangíveis602973−38,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Marcas e patentes1911910,0%
1.02.04.01.03Software3.8073.8070,0%
1.02.04.01.04(-) Amortização acumulada−3.396−3.025−12,3%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAosAcionistas e Administradores Tectoy S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Tectoy S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações dos resultados, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Tectoy S.A., em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para a opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidade do auditor independente pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidencia de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Ênfase - Continuidade operacionalEm 31 de dezembro de 2017 a Companhia apresentou patrimônio líquido negativo no montante de R$ 50.312 mil (R$ 28.773 mil em 2016), e capital circulante líquido negativo no montante de R$ 48.634 mil (R$ 26.874 mil em 2016) na controladora e R$ 49.260 mil (R$ 26.989 mil em 2016) no consolidado. Uma parcela substantiva de suas obrigações é devida à parte relacionada, Eagle Brazil Investment LP no montante de R$ 46.309 mil (R$ 36.831 mil em 2016), com a qual possui um contrato de mútuo para fins de capital de giro e manutenção das operações. Esses eventos ou condições, juntamente com outros assuntos descritos na Nota Explicativa nº 1, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Assim, essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas no pressuposto de continuidade normal dos negócios considerando a geração de caixa operacional ou a manutenção do suporte financeiro da parte relacionada credora da Companhia e sua controlada e não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e classificação dos valores de ativos e passivos, que seriam requeridos no caso de descontinuidade de suas operações. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoria Principais assuntos de auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Reconhecimento de receita, custos dos produtos vendidos e despesas correlacionadasO reconhecimento da receita deve ocorrer quando for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a Companhia e esses benefícios possam ser confiavelmente mensurados e deve ser mensurada pelo valor justo da retribuição recebida ou a receber. Os custos e despesas correspondentes à mesma transação são reconhecidas simultaneamente. (CPC 30) Como esse assunto foi conduzido na auditoriaAvaliamos as premissas adotadas pela Companhia, levando-se em consideração as normas contábeis e atentando ao reconhecimento da receita. Os custos e despesas foram testados, atentando-se à competência da emissão do documento comprobatório, valor, classificação contábil e existência, além da correlação com o serviço prestado. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para o reconhecimento da receita existentes são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Valorização dos estoquesDetalhes sobre a política contábil relativa à valorização dos estoques estão descritos nas Notas "4.1-h.3 - Estoques" e "7 - Estoques" às demonstrações financeiras. A companhia, apesar de dispor de um sistema de gestão para suporte do processo de valoração de seus estoques, ainda depende em grande medida de planilhas eletrônicas ("Excel") para a realização de diversos cálculos, inclusive referente a rateios de gastos gerais de fabricação. Em 31 de dezembro de 2017, a administração da Companhia revisou o valor recuperável dos ativos acima referidos, e como resultado, foi identificada a necessidade de redução ao valor recuperável no montante de R$ 5.272 mil, o qual foi registrado nas demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Como esse assunto foi conduzido na auditoriaAvaliamos a consistência entre a política contábil relacionada com os estoques e os procedimentos e testes adotados pela administração para determinação do rateio de gastos ligados a produção e apuração do valor médio dos estoques, mediante testes realizados nas planilhas eletrônicas. Ademais, realizamos uma análise de sensibilidade acerca das principais premissas utilizadas pela administração com o objetivo de observar se essas premissas, individualmente ou coletivamente, requereriam necessidade de contabilização de impairment significativamente diferente do considerado e divulgado pela administração. Também consideramos a probabilidade de tais mudanças nas premissas ocorrerem. Avaliamos a sua adequada divulgação dos ativos não financeiros nas notas explicativas às demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo IASB. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonst ração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentadas para fins de comparação, foram auditadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório em 28 de março de 2017, com ressalvas relacionadas à ausência de relatório financeiro conciliado com as contas a receber, diferença não conciliada nos adiantamentos de clientes, bem como a ausência de recebimento de resposta de circularização de bancos, além de parágrafo de ênfase semelhante ao descrito acima.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas e outras informações que compreendem o relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o relatório da Administração e não expressamos de qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se este relatório está de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluímos que há distorção relevante no relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidade da administração e da governança sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada.Avaliamos a adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua controlada a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela Administração declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos e assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na a uditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que a lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinamos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de março de 2018.Crowe Horwath Macro Auditores IndependentesCRC 2SP033508/O-1Sérgio Ricardo de OliveiraContador - CRC1SP186.070/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração referente revisão, discussão e concordância com as demonstrações financeirasEm cumprimento ao inciso VI, do parágrafo primeiro, do artigo 25 da Instrução CVM 480 de 07 de dezembro de 2009, declaramos que revisamos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras datada de 31/12/2017. Atenciosamente, Tomás Diettrich - Diretor Presidente, Diretor Administrativo Financeiro e de Relação com InvestidorRoberto Fávero - Diretor Industrial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração referente relatório dos Auditores Independentes.Em cumprimento ao inciso V, do parágrafo primeiro, do artigo 25 da Instrução CVM 480 de 07 de dezembro de 2009, declaramos que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes. Atenciosamente, Tomás Diettrich - Diretor Presidente, Diretor Administrativo Financeiro e de Relação com InvestidorRoberto Fávero - Diretor Industrial

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.