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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010112 páginasCódigo CVM 14540Versão 1Recebida em 30/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de SINCRO PARTICIPACOES S.A. EM RECUPERACAO JUDICIAL

SINCRO PARTICIPACOES S.A. EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 00.095.147/0001-02

SINCRO PARTICIPACOES S.A. EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 00.095.147/0001-02
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
SINCRO PARTICIPACOES S.A. EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
00.095.147/0001-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
112
Ano de referência
2010*
Publicado em
30/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total5.835.7765.406.5407,9%
1.01Ativo Circulante998.498937.0326,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa400.800382.3154,8%
1.01.02Aplicações Financeiras10.86910.0568,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber464.080449.0663,3%
1.01.03.01Clientes464.080449.0663,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques6.4484.44745,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar50.26850.0790,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar50.26850.0790,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes66.03341.06960,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros66.03341.06960,8%
1.01.08.03.01Derivativos62204−69,6%
1.01.08.03.02Arrendamento1.21575660,7%
1.01.08.03.03Outros Créditos64.75640.10961,5%
1.02Ativo Não Circulante4.837.2784.469.5088,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.711.6431.607.7756,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado711.822666.5206,8%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber50.01957.614−13,2%
1.02.01.03.01Clientes50.01957.614−13,2%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos302.418329.667−8,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.02Créditos fiscais diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes647.384553.97416,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Derivativos212.019−99,0%
1.02.01.09.04Depósitos judiciais278.242251.76710,5%
1.02.01.09.05Tributos a compensar35.51229.01022,4%
1.02.01.09.06Arrendamento6.7245.44223,6%
1.02.01.09.07Ativo financeiro da concessão238.837172.68038,3%
1.02.01.09.08Entidade de previdência privada1.4822.491−40,5%
1.02.01.09.09Investimento ao custo29.81029.840−0,1%
1.02.01.09.10Outras contas a receber56.75660.725−6,5%
1.02.02Investimentos73.36691.482−19,8%
1.02.02.01Participações Societárias73.36691.482−19,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.478.6871.335.57010,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.274.9611.001.62827,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento203.726333.942−39,0%
1.02.04Intangível1.573.5821.434.6819,7%
1.02.04.01Intangíveis1.573.5821.434.6819,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Tipo não informado
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAo Conselho de Administração e aos Acionistas daVBC Energia S.A.São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da VBC Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da VBC Energia S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da VBC Energia S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relario financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da VBC Energia S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Campinas, 25 de março de 2011.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Jarib Brisola Duarte FogaçaContador CRC 1SP125991/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras da Companhia na base 31.12.2010, bem como com as opiniões expressas no Parecer emitido pela KPMG Auditores Independentes.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras da Companhia na base 31.12.2010, bem como com as opiniões expressas no Parecer emitido pela KPMG Auditores Independentes.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.