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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011143 páginasCódigo CVM 1325Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 05/04/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA

BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA · CNPJ 17.184.037/0001-10

Versões deste exercício: v1 (15/02/2012) · v2 (30/03/2012) · v3 (05/04/2012), esta

BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA
CNPJ 17.184.037/0001-10
DFP 2011 (V3)
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA
CNPJ
17.184.037/0001-10
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
143
Ano de referência
2011*
Publicado em
05/04/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total12.140.42711.043.6769,9%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.028.2463.037.861−0,3%
1.02Aplicações Financeiras374.694328.49814,1%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo369.102325.08513,5%
1.02.01.01Títulos para Negociação117.16592.35526,9%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda237.787232.0962,5%
1.02.01.03Instrumentos Financeiros Derivativos14.1506342.131,9%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado5.5923.41363,8%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento5.5923.41363,8%
1.03Empréstimos e Recebíveis7.791.5596.731.47915,7%
1.04Tributos Diferidos235.913177.88932,6%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos235.913177.88932,6%
1.05Outros Ativos592.341649.433−8,8%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda15.34410.28549,2%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.05.03Outros576.997639.148−9,7%
1.05.03.01Ativos Fiscais Correntes128.275297.274−56,8%
1.05.03.02Outros Ativos448.722341.87431,3%
1.06Investimentos00—
1.06.01Participações em Coligadas00—
1.06.02Outros00—
1.07Imobilizado77.73685.911−9,5%
1.07.01Imobilizado de Uso5.43536.750−85,2%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00—
1.07.03Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso35.96527.53130,6%
1.07.04Outros Imobilizados36.33621.63068,0%
1.08Intangível39.93832.60522,5%
1.08.01Intangíveis39.93832.60522,5%
1.08.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes Aos administradores e acionistasBanco Mercantil do Brasil S.A.Examinamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladas ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras consolidadasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo "International Accounting Standard Board - IASB".Outros assuntosInformação suplementar - demonstração do valor adicionadoExaminamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração do Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladas, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinão, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Belo Horizonte, 30 de março de 2012PricewaterhouseCoopersCarlos Augusto da SilvaAuditores IndependentesContador CRC 1SP 197007/O-2 "S" MGCRC 2SP000160/O-5 "F" MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm cumprimento ao disposto no art. 25, inciso VI da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, os Diretores do Banco Mercantil do Brasil S.A., declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras do Banco, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011. Belo Horizonte, 08 de fevereiro de 2.012.Diretor PresidenteMilton de AraújoVice-PresidentesHélio de AraújoLuiz Henrique Andrade de AraújoMarco Antônio Andrade de AraújoMauricio de Faria AraujoPaulo Henrique Brant de AraujoRenato Augusto de AraújoVice-Presidente ExecutivoAndré Luiz Figueiredo BrasilDiretores ExecutivosAthaíde Vieira dos SantosFernando Antônio Machado CarvalhoLauro Wilson da SilvaLuiz Carlos de AraújoLuiz Henrique Mungo NicácioTaise Christine da CruzValci Braga RezendeDiretor de Relações com InvestidoresAthaíde Vieira dos Santos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm cumprimento ao disposto no art. 25, inciso V da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, os Diretores do Banco Mercantil do Brasil S.A., declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, resultante do procedimento de auditoria realizado nas referidas Demonstrações Financeiras do Banco, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011. Belo Horizonte, 08 de fevereiro de 2.012.Diretor PresidenteMilton de AraújoVice-PresidentesHélio de AraújoLuiz Henrique Andrade de AraújoMarco Antônio Andrade de AraújoMauricio de Faria AraujoPaulo Henrique Brant de AraujoRenato Augusto de AraújoVice-Presidente ExecutivoAndré Luiz Figueiredo BrasilDiretores ExecutivosAthaíde Vieira dos SantosFernando Antônio Machado CarvalhoLauro Wilson da SilvaLuiz Carlos de AraújoLuiz Henrique Mungo NicácioTaise Christine da CruzValci Braga RezendeDiretor de Relações com InvestidoresAthaíde Vieira dos Santos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalOs membros do Conselho Fiscal do Banco Mercantil do Brasil S. A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, tendo examinado o Relatório da Administração, as demonstrações financeiras relativas ao segundo semestre de 2011 e o Estudo Técnico de Expectativa de Geração de Lucros Tributáveis Futuros, que tem como objetivo a realização dos Créditos Tributários, trazidos a valor presente, de acordo com a Instrução CVM nº 371/02, Resoluções nºs 3.059/02 e 3.355/06 do Conselho Monetário Nacional e Circular nº 3.171/02 do Banco Central do Brasil, são de opinião que as citadas peças, examinadas à luz da legislação societária vigente, refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Sociedade, opinando por sua aprovação pela Assembléia Geral. Belo Horizonte, 08 de fevereiro de 2012. CONSELHO FISCALJosé Regis da Silva PontesAfrânio Eustáquio RibeiroDionísio Leles da Silva FilhoElie LebbosEuler Luiz de Oliveira PenidoRELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAINTRODUÇÃOA constituição de Comitê de Auditoria (Comitê) foi prevista pela Resolução BACEN nº 3.081, de 2003. De acordo com aquele normativo, as instituições que apresentarem, no encerramento dos dois últimos exercícios sociais, determinados requisitos lá previstos, ficam obrigadas a instalar o mencionado Órgão. Nessa hipótese, o Comitê deve ser posto em pleno funcionamento até 31 de março do ano subseqüente àqueles exercícios.O Banco Mercantil do Brasil S.A. (Banco) atingiu tais requisitos no encerramento do ano-calendário de 2011. Portanto, a instalação do Comitê de Auditoria poderia ser efetivada até 31 de março de 2012. Não obstante, com vistas à adequação às melhores práticas de governança, o Banco optou por se antecipar e instalou o referido Comitê ainda dentro do ano-calendário de 2011. O Comitê consiste em órgão estatutário de assessoramento permanente que se reporta diretamente ao Conselho de Administração. É composto por três membros e tem como coordenador um membro do Conselho de Administração, sendo que os demais integrantes, inclusive o profissional especialista, não participam de outros órgãos da Administração, possuindo todos mandato de um ano.De acordo com o estabelecido em seu Regimento, compete ao Comitê zelar pela qualidade e integridade das demonstrações contábeis do Banco, pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos das empresas de auditoria independente, da auditoria interna, pela qualidade e efetividade dos sistemas de controles internos e de administração de riscos. As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações recebidas da Administração, dos auditores externos, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento dos riscos e de controles internos e nas suas próprias análises decorrentes de observação direta.A Administração do Banco é responsável por elaborar e garantir a integridade das demonstrações contábeis, gerir os riscos corporativos, manter efetivos sistemas de controles internos e zelar pela conformidade com as normas legais e regulamentares.A auditoria interna tem como atribuição a realização de trabalhos periódicos com o objetivo de avaliar as ações de gerenciamento dos riscos, bem como a adequação e efetividade dos controles internos.À auditoria independente cabe opinar sobre a adequação das demonstrações contábeis em relação à posição financeira e patrimonial em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis à instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN). Avalia, também, a qualidade e adequação do sistema de controles internos no contexto dos trabalhos de auditoria sobre as demonstrações conábeis, inclusive sistema de processamento eletrônico de dados e gerenciamento de riscos e o cumprimento de dispositivos legais e regulamentares.ATIVIDADESNo exercício de suas atividades, o Comitê realizou reuniões com o Conselho de Administração e com os executivos responsáveis pelas principais áreas do Banco, enfatizando aspectos inerentes aos controles internos, gerenciamento de riscos e informações financeiras. Nas reuniões com as equipes de auditoria interna e independente, verificou o cumprimento dos planejamentos anuais substancialmente executados, conheceu as metodologias utilizadas, a qualificação do corpo técnico e examinou as conclusões e principais recomendações.Acompanhou, junto à Administração e à auditoria independente, o processo de preparação das demonstrações contábeis, avaliou os aspectos relevantes, a abrangência, conformidade e clareza das notas explicativas, examinou as práticas contábeis adotadas, conheceu e debateu o teor do parecer emitido pela auditoria independente.CONCLUSÕESCom base nas atividades desenvolvidas e tendo presente suas atribuições e as limitações inerentes ao escopo de atuação, o Comitê de Auditoria concluiu que:a)Os sistemas de controles internos são adequados ao porte e complexidade dos negócios do Banco e é estruturado de modo a garantir a eficiência das operações, a geração dos correspondentes relatórios financeiros e observância às normas internas e externas a que se sujeitam essas operações. Tais controles são objeto de constante atenção por parte da Administração e vêm sendo permanentemente aprimorados. O Comitê não tem conhecimento de deficiências relevantes que possam comprometer a efetividade destes controles.b)O Banco adota postura conservadora na avaliação de riscos e dispõe de instrumentos apropriados para sua gestão e mitigação. Desta forma, considera, inclusive, a opinião de advogados externos com capacitação para se pronunciar sobre o tema. Os riscos entendidos como prováveis, a partir daquela avaliação, foram refletidos nas demonstrações financeiras.c)O Comitê avalia positivamente a cobertura e a qualidade dos trabalhos realizados pelos auditores internos. Os resultados desses trabalhos não trouxeram ao conhecimento do Comitê a existência de riscos residuais que possam afetar a solidez e a continuidade do Banco.d)O Comitê avalia como plenamente satisfatórios o volume e a qualidade das informações fornecidas pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, sob os quais suporta sua conclusão acerca da integridade das demonstrações financeiras. O Comitê não tem conhecimento de situações que pudessem afetar a objetividade e independência dos auditores externos. e)As demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2011 foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Comitê não tem conhecimento de eventos relativos às empresas controladas pelo Banco que possam afetar a integridade destas demonstrações.6) O Comitê de Auditoria, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração das demonstrações contábeis consolidadas do Banco Mercantil do Brasil S.A. , para a data-base de 31 de dezembro de 2011.Belo Horizonte, 08 de fevereiro de 2012.DELSON DE MIRANDA TOLENTINOENIO DE MELO CORADIGLAYDSON FERREIRA CARDOSO

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.