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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 94Versão 1Recebida em 26/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de PANATLANTICA S.A.

PANATLANTICA S.A. · CNPJ 92.693.019/0001-89

PANATLANTICA S.A.
CNPJ 92.693.019/0001-89
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PANATLANTICA S.A.
CNPJ
92.693.019/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
26/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total780.950753.7133,6%
1.01Ativo Circulante556.924536.1433,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa11.13710.5445,6%
1.01.02Aplicações Financeiras202.881221.167−8,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado202.881221.167−8,3%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento202.881221.167−8,3%
1.01.03Contas a Receber146.025112.74829,5%
1.01.03.01Clientes146.025112.74829,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques133.895127.3775,1%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar41.15048.098−14,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar41.15048.098−14,4%
1.01.07Despesas Antecipadas26321025,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes21.57315.99934,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros21.57315.99934,8%
1.02Ativo Não Circulante224.026217.5703,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo10.9509.76712,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes10.9509.76712,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais10.0708.71215,6%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar730905−19,3%
1.02.01.09.05Outros Créditos1501500,0%
1.02.02Investimentos26260,0%
1.02.02.01Participações Societárias26260,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias26260,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado209.869204.5812,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação199.833195.4222,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento10.0369.1599,6%
1.02.04Intangível3.1813.196−0,5%
1.02.04.01Intangíveis3.1813.196−0,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão3.1813.196−0,5%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daPANATLÂNTICA S.A.Opinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da PANATLÂNTICA S.A., ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Panatlântica S.A., em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento da Receita de VendaConsideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria, em virtude da relevância da receita liquida de vendas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, visto o risco de que o reconhecimento de receitas de vendas ocorra sem que sejam atendidos os critérios mínimos necessários exigidos pelas normas brasileiras de contabilidade. Como nossa auditoria conduziu esse assunto: Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e avaliação dos procedimentos e controles internos utilizados pela Companhia para prevenir ou detectar distorções relevantes, que possam existir, no processo de reconhecimento da receita o envio de cartas de confirmação para uma amostra de contas a receber de clientes, de forma a avaliar a sua existência.Empréstimos e financiamentosPela natureza relevante das operações financeiras individuais e consolidadas é de suma importância assegurar o reconhecimento dos encargos financeiros no exercício contábil apropriado, bem como a correta classificação contábil, visando atender as normas contábeis. Como nosso auditoria tratou este assunto: Nosso procedimento de auditoria incluíram entre outros, a validação dos lançamentos efetuados pela Companhia sua correta classificação contábil analises de todos os contratos existentes, bem como o envio de cartas de confirmações dos saldos para todas as instituições financeiras na qual a Companhia possui operação. O resultado de nossos procedimentos foi considerado adequado no contexto das Demonstrações Financeiras tomadas em conjunto.Outros AssuntosDemonstrações do valor adicionado: As demonstrações individuais e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas DVA foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o "Relatório da Administração" que deve ser disponibilizado após a data deste relatório. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o "Relatório da Administração" e não expressamos ou expressaremos nenhuma forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler as outras informações identificadas acima e, ao fazê-lo, considerar se essas outras informações estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcidas de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante nas outras informações obtidas antes da data deste relatório, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demon strações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada, de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria, realizada, de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza significativa, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócios do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas savalguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constitui os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinamos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Porto Alegre, 09 de fevereiro de 2018. Sérgio Feijó SoaresCRC-RS 044.940/0-7Sócio ResponsávelCRC (RS) nº 005864/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaro, na qualidade de Diretor Superintendente e de Relações de Mercado da Panatlântica S/A, sociedade por ações com sede na cidade de Gravataí, Estado do Rio Grande do Sul, na rua Rudolfo Vontobel, nº 600 - Distrito Industrial, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 92.693.019/0001-89 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revi, discuti e concordei com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017.Gravataí, 05 de fevereiro de 2018.José Antônio Silva VargasDiretor Superintendente e de Relações de MercadoKarl Ernst SteppeDiretor IndustrialEuclides H. Teixeira JardimDiretor Adjunto

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaro, na qualidade de Diretor Superintendente e de Relações de Mercado da Panatlântica S/A, sociedade por ações com sede na cidade de Gravataí, Estado do Rio Grande do Sul, na rua Rudolfo Vontobel, nº 600 - Distrito Industrial, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 92.693.019/0001-89 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revi, discuti e concordei com a opinião expressada no parecer dos auditores independentes, referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017.Gravataí, 09 de fevereiro de 2018.José Antônio Silva VargasDiretor Superintendente e de Relações de MercadoKarl Ernst SteppeDiretor IndustrialEuclides H. Teixeira JardimDiretor Adjunto

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.