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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016129 páginasCódigo CVM 19615Versão 1Recebida em 16/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de GRENDENE S A

GRENDENE S A · CNPJ 89.850.341/0001-60

GRENDENE S A
CNPJ 89.850.341/0001-60
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
GRENDENE S A
CNPJ
89.850.341/0001-60
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
129
Ano de referência
2016*
Publicado em
16/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total3.253.8203.045.6426,8%
1.01Ativo Circulante2.492.9791.908.66130,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa20.66321.285−2,9%
1.01.02Aplicações Financeiras1.288.070596.872115,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo483.659390.00424,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos ao Valor Justo Através do Resultado483.659390.00424,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado804.411206.868288,9%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento804.411206.868288,9%
1.01.03Contas a Receber845.170947.440−10,8%
1.01.03.01Clientes760.953854.991−11,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber84.21792.449−8,9%
1.01.04Estoques260.646261.462−0,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar33.02812.785158,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar33.02812.785158,3%
1.01.06.01.01Créditos Tributários29.34710.990167,0%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar3.6811.795105,1%
1.01.07Despesas Antecipadas3.6774.695−21,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes41.72564.122−34,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros41.72564.122−34,9%
1.02Ativo Não Circulante760.8411.136.981−33,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo342.916719.979−52,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado280.645663.723−57,7%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento280.645663.723−57,7%
1.02.01.03Contas a Receber070−100,0%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber070−100,0%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos53.93243.55423,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos53.93243.55423,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas6.73311.098−39,3%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.6061.5344,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais1.0739947,9%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar533540−1,3%
1.02.01.09.05Outros ativos não circulantes00—
1.02.02Investimentos4124120,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento4124120,0%
1.02.03Imobilizado387.071384.3380,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação365.238368.842−1,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento21.83315.49640,9%
1.02.04Intangível30.44232.252−5,6%
1.02.04.01Intangíveis30.44232.252−5,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasGrendene S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Grendene S.A (a "Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Grendene S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Grendene S.A. e da Grendene S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Subvenções governamentais para investimentos (notas explicativas 4(m) e 17)Porque é um PAA A Companhia é beneficiária de incentivos relativos ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), oriundos do Programa de Incentivo ao Funcionamento de Empresa - PROVIN e do Programa de Incentivos às Atividades Industriais e Portuárias do Ceará - PROAPI, sobre suas atividades localizadas no estado do Ceará, assim como do Programa de Incentivo ao Comércio Exterior - PROCOMEX e do Programa de Promoção de Desenvolvimento da Bahia - PROBAHIA, sobre suas atividades localizadas no estado no estado da Bahia. Esses incentivos representaram parcela significativa da receita líquida consolidada da Companhia e o seu reconhecimento decorre do cumprimento das condições estabelecidas nos respectivos convênios, dentre elas, o atendimento das cláusulas específicas relativas às contrapartidas exigidas e a vigência dos respectivos programas. Essa foi uma área de foco de nossa auditoria em virtude da relevância dos valores dos benefícios fiscais, quando comparado com o resultado das operações, bem como o rigor necessário ao cumprimento das exigências de cada um dos convênios.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossa abordagem de auditoria considerou, entre outros procedimentos: o entendimento e testes nos cálculos para apuração dos benefícios a análise da documentação para cumprimento das condições para fruição dos referidos incentivos fiscais o confronto das receitas reconhecidas com os respectivos controles auxiliares a verificação da razoabilidade dos impostos sobre vendas e dos benefícios fiscais reconhecidos na rubrica de receitas, em comparação à receita líquida de vendas e serviços.Consideramos que os procedimentos realizados pela administração e as divulgações nas demonstrações financeira estão consistentes com as informações analisadas em nossas auditoria. Gozo do benefício de imposto de renda com base no lucro da exploração e determinação da alíquota efetiva de imposto de renda(notas explicativas 24(m), 17 e 18) Porque é um PAAA Companhia é beneficiária de incentivo relativo à redução de 75% na alíquota do imposto de renda incidente sobre os lucros das operações localizadas nos estados do Ceará e da Bahia, apurados com base no lucro da exploração. A parcela incentivada corresponde a uma redução significativa no imposto de renda devido. Nesse contexto, consideramos essa uma área de foco de auditoria em função da relevância e do processo de apuração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica que demanda controles e critérios para o cumprimento da legislação vigente.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEm resposta a esse assunto, nossos procedimentos nesta área incluíram, entre outros: o entendimento e testes das principais atividades envolvidas no processo de apuração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) a análise dos procedimentos adotados na apuração da alíquota efetiva e do imposto devido, considerando a legislação vigente os testes para a conferência da metodologia de apuração do lucro da exploração o confronto das adições e exclusões temporárias e permanentes mais relevantes, procedidas pela Companhia na determinação do lucro real, com os correspondentes registros auxiliares.Em decorrência dos procedimentos executados, consideramos que os procedimentos realizados pela administração relacionados com o reconhecimento do benefício de imposto de renda com base no lucro da exploração e a determinação da alíquota efetiva de imposto de renda estão, no contexto de relevância das demonstrações financeiras, consistente com nossas expectativas.Corte no reconhecimento das receitas de vendas (notas explicativas 4(a) e 22) Porque é um PAAA Companhia produz diariamente e embarca grande quantidade de produtos encomendados pelos seus clientes, podendo ultrapassar, em um único dia, o despacho de mais de um milhão de pares de calçados, os quais são agrupados conforme os pedidos e transportados por centenas de caminhões de transportadoras independentes que são entregues em todas as regiões do país para cerca de 15 mil clientes diferentes e aproximadamente 65 mil pontos de venda. Tendo em vista esse grande volume e granularidade das vendas, a Companhia controla o acompanhamento e a confirmação da entrega desses produtos para registro da receita no correto período de competência. Em função desses aspectos, consideramos essa uma área de foco de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEm resposta a esse assunto, nossos procedimentos nesta área incluíram, entre outros: o entendimento e testes dos controles gerais relevantes sobre Tecnologia da Informação relacionados à gestão de mudança s, acessos e operações, bem como dos controles das transações relevantes referente ao processo de reconhecimento de receitas no correto período de competência. Adicionalmente, realizamos testes sobre transações de vendas realizadas no final do exercício visando confirmar a consistência da aplicação da política contábil de reconhecimento de receitas. Com base na combinação dos testes de controles e testes sobre as transações consideramos que o reconhecimento da receita no correto período de competência é razoável no contexto das demonstrações financeiras em seu conjunto.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunic amo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2017PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "S" CEFábio Abreu de PaulaContador CRC 1MG075204/O-0 "S" CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com a Instrução da CVM n° 480, de 07 de dezembro de 2009, Subseção III - Demonstrações Financeiras, inciso VI do artigo 25, a Diretoria Executiva da Grendene S.A., revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia e empresas controladas (Consolidado). Declarando que tais Informações refletem adequadamente a posição patrimonial e financeira correspondente aos exercícios apresentados.Sobral - CE, 15 de fevereiro de 2017.Rudimar Dall OnderDiretor Presidente Gelson Luis RostirollaDiretor Vice-PresidenteFrancisco Olinto Velo SchmittDiretor de Relações com Investidores, Financeiro e Administrativo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesEm conformidade com a Instrução da CVM n° 480, de 07 de dezembro de 2009, Subseção III - Demonstrações Financeiras, inciso V do artigo 25, a Diretoria Executiva da Grendene S.A., com base nas informações apresentadas pelos auditores sobre os resultados de auditoria e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício declara que revisou, discutiu e concordou com o conteúdo e conclusão expressa no Parecer dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia e empresas controladas (Consolidado), apresentado sem ressalvas, elaborado pela Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes.Sobral - CE, 16 de fevereiro de 2017. Rudimar Dall OnderDiretor Presidente Gelson Luis RostirollaDiretor Vice-PresidenteFrancisco Olinto Velo SchmittDiretor de Relações com Investidores, Financeiro e Administrativo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Grendene S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras Individuais da Companhia (controladora) elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e as Demonstrações Financeiras Consolidadas elaboradas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB todos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 e aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia em 16 de fevereiro de 2017. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda o Relatório de PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, sem ressalvas, datado de 15 de fevereiro de 2017, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas. Farroupilha, 16 de fevereiro de 2017. João Carlos SfreddoConselheiro Fiscal Eduardo Cozza MagrissoConselheiro Fiscal Herculano Aníbal Alves Conselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.