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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201392 páginasCódigo CVM 21040Versão 1Recebida em 24/02/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de SYN PROP E TECH S.A.

SYN PROP E TECH S.A. · CNPJ 08.801.621/0001-86

SYN PROP E TECH S.A.
CNPJ 08.801.621/0001-86
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
SYN PROP E TECH S.A.
CNPJ
08.801.621/0001-86
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
92
Ano de referência
2013*
Publicado em
24/02/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total3.123.3252.143.27545,7%
1.01Ativo Circulante588.930477.47723,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa149.25192.12162,0%
1.01.01.01Caixa e Bancos16.33812.94226,2%
1.01.01.02Aplicações financeiras132.91379.17967,9%
1.01.02Aplicações Financeiras115.152227.478−49,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado115.152227.478−49,4%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento115.152227.478−49,4%
1.01.03Contas a Receber75.67151.30647,5%
1.01.03.01Clientes75.67151.30647,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques208.51873.888182,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.3653.42727,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.3653.42727,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes35.97329.25723,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros35.97329.25723,0%
1.01.08.03.01Demais contas a receber18.22419.523−6,7%
1.01.08.03.02Adiantamento a fornecedores17.7499.73482,3%
1.02Ativo Não Circulante2.534.3951.665.79852,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.304.903549.490137,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber8.00520.462−60,9%
1.02.01.03.01Clientes8.00520.462−60,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques1.236.288476.966159,2%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas3.5123.522−0,3%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas3.5123.522−0,3%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes57.09848.54017,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Créditos com parceiros nos empreendimentos4.1325.106−19,1%
1.02.01.09.04Impostos a compensar50.11842.74117,3%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais97668342,9%
1.02.01.09.06Créditos diversos00—
1.02.01.09.07Adiantamento por aquisições de imóveis00—
1.02.01.09.08Adiantamento a fornecedores00—
1.02.01.09.09Demais contas a receber1.8620—
1.02.01.09.10Títulos e valores mobiliários10100,0%
1.02.02Investimentos1.227.4481.114.46710,1%
1.02.02.01Participações Societárias608.907504.90720,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas608.907504.90720,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento618.541609.5601,5%
1.02.03Imobilizado2.0441.84011,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.0441.84011,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível01−100,0%
1.02.04.01Intangíveis01−100,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Software01−100,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAos Acionistas, Conselheiros e Diretores da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações São Paulo - SPIntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações ("Companhia"), identificados como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no BrasilEm nossa opinião, as demonstrações financeiras, individuais (controladora) e consolidadas, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cyrela Commercial Properties S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC)Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).ÊnfasesReconhecimento de receitaConforme descrito na nota explicativa n° 2, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil (CPC 21 (R1)). As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRSs aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na nota explicativa n° 2. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Demonstrações financeiras individuaisConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações essas práticas diferem das IFRSs aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, em relação às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Reapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na nota explicativa n° 2.3, em decorrência da mudança de política contábil, os valores correspondentes, consolidados, relativos aos balanços patrimoniais em 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2012 e as demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto.Auditoria dos valores correspondentesOs valores consolidados relativos aos balanços patrimoniais de abertura em 1º de janeiro de 2012 (originalmente apresentados), foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 06 de março de 2012, sem qualquer modificação. Revisamos os valores dos ajustes apresentados para fins de comparação, ora reapresentados em decorrência dos assuntos descritos na Nota Explicativa 2.3. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), individual e consolid ada, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 24 de fevereiro de 2014DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Tarcisio Luiz dos Santos Auditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 207626/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, o Diretor de Relações com Investidores da Companhia declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013.São Paulo, 24 de fevereiro de 2014. Dani AjbeszycDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, o Diretor de Relações com Investidores da Companhia declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013. São Paulo, 24 de fevereiro de 2014. Dani AjbeszycDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

A Companhia declara não ter Conselho Fiscal.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.