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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 5410Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 10/04/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de WEG SA

WEG SA · CNPJ 84.429.695/0001-11

Versões deste exercício: v1 (20/02/2019) · v2 (10/04/2019), esta

WEG SA
CNPJ 84.429.695/0001-11
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
WEG SA
CNPJ
84.429.695/0001-11
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
10/04/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total15.399.85013.981.14210,1%
1.01Ativo Circulante9.438.5819.415.6670,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.205.7003.162.685−30,3%
1.01.01.01Caixa e Bancos286.783224.24927,9%
1.01.01.02Aplicações Financeiras1.918.9172.938.436−34,7%
1.01.02Aplicações Financeiras1.324.1881.411.046−6,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber2.440.8442.242.6138,8%
1.01.03.01Clientes2.440.8442.242.6138,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques2.458.4101.852.26632,7%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar421.938419.8450,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar421.938419.8450,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes587.501327.21279,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros587.501327.21279,5%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos223.77411.8751.784,4%
1.01.08.03.02Outros363.727315.33715,3%
1.02Ativo Não Circulante5.961.2694.565.47530,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.178.926443.844165,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado562.7820
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo562.7820
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos142.669148.284−3,8%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos142.669148.284−3,8%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes473.475295.56060,2%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais58.36850.81514,9%
1.02.01.10.04Tributos a Recuperar167.6899.9411.586,8%
1.02.01.10.05Instrumentos Financeiros Derivativos166.922170.279−2,0%
1.02.01.10.06Outros80.49664.52524,8%
1.02.02Investimentos20.3622687.497,8%
1.02.02.01Participações Societárias20.3622687.497,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas19.9810
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos38126842,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado3.541.9543.160.11112,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.541.9543.160.11112,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.220.027961.25226,9%
1.02.04.01Intangíveis225.160142.68257,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Outros225.160142.68257,8%
1.02.04.02Goodwill994.867818.57021,5%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, Conselheiros e Diretores daWEG S.A.Jaraguá do Sul - SCOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da WEG S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da WEG S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaOs principais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Combinação de negóciosPorque é um PAAConforme descrito na nota explicativa nº 11.3 às demonstrações financeiras, em março de 2018, a Companhia concluiu a aquisição do controle da empresa TGM Indústria e Comércio de Turbinas e Transmissões Ltda. ("TGM"). Ao adquirir um negócio, a Companhia deve mensurar o valor justo dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, bem como o valor justo da contraprestação transferida. A Companhia deve também mensurar e reconhecer separadamente o ágio por expectativa de rentabilidade futura ("goodwill"). Este tema foi considerado um principal assunto em nossa auditoria, pois: (i) os valores envolvidos na aquisição da TGM foram materiais para a auditoria (ii) a mensuração dos valores justos de ativos, passivos e "goodwill" envolve a aplicação de metodologias e premissas de avaliação relevantes que são complexas e requerem alto grau de julgamento por parte da Administração e seus especialistas, tais como taxas de desconto e crescimento (iii) alterações nas premissas adotadas poderiam ter impactos relevantes nas demonstrações financeiras consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora e (iv) houve forte interação com a Administração da Companhia na avaliação do tema.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e da implementação das atividades de controles internos relacionados à combinação de negócios (ii) a avaliação dos contratos que formalizaram a combinação de negócios e a análise da documentação-suporte para a transação e (iii) o envolvimento dos nossos especialistas em finanças corporativas para a avaliação das principais premissas e metodologias utilizadas pela Companhia na mensuração e no adequado reconhecimento do valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos e do ágio por rentabilidade futura. Conforme divulgado pela Companhia, em 31 de dezembro de 2018 a alocação do preço de compra da TGM é preliminar e refere-se à melhor estimativa da Administração. A alocação final deverá ser concluída no primeiro trimestre de 2019, quando finalizadas as aprovações dos órgãos de governança da Companhia.Nossos procedimentos de auditoria descritos e as evidências de auditoria obtidas que suportam os nossos testes revelaram a existência de ajuste imaterial de alocação entre o ágio, os ativos adquiridos e os passivos assumidos, o qual não foi registrado pela Administração e será refletido nas demonstrações financeiras da Companhia quando da conclusão da alocação do preço de compra. Consideramos o reconhecimento preliminar da combinação de negócios da TGM aceitável no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Avaliamos também a adequação das divulgações sobre combinações de negócios, as quais estão apresentadas nas notas explicativas nº 2.2 e nº 11.3 às demonstrações financeiras.Ágio em aquisições de controlePorque é um PAAConforme descrito na nota explicativa nº 13 às demonstrações financeiras, a Companhia possui saldos de ágios gerados na aquisição de controles de investidas no Brasil e no exterior, cujo valor pode apresentar riscos de realização e, consequentemente, perda do seu valor recuperável. Esses ativos devem ter o seu valor recuperável avaliado anualmente ou sempre que houver indícios de eventual perda de valor econômico. A avaliação e a consequente necessidade, ou não, de registro de provisão para não realização do ágio ("impairment") estão suportadas por estimativas de projeções futuras de fluxos de caixa descontados que levam em consideração o cenário econômico local e global e os planos de negócios e orçamento preparados pela Companhia e aprovados em seus níveis de governança. Adicionalmente, uma parcela representativa desses ágios é originária de aquisições de controladas no exterior por subsidiária da Companhia localizada no Brasil. Esses ágios, portanto, devem ser mantidos na moeda funcional do país de origem da aquisição e sujeitos a efeitos de variação cambial.Estes temas foram considerados significativos em nossa auditoria pois: (i) os valores registrados de ágio são considerados materiais para a auditoria (ii) a determinação das estimativas de fluxos de caixa futuros descontados a valor presente e a definição de premissas de taxas de desconto e de crescimento das vendas no período de projeção e na perpetuidade envolvem incertezas e alto grau de julgamento pela Administração (iii) conforme nota explicativa nº 2.28 às demonstrações financeiras, no segundo trimestre de 2018 foi identificado que os ágios gerados nas aquisições de controladas no exterior estavam sendo tratados como ativos na moeda funcional da empresa adquirente no Brasil e não na moeda funcional do país de origem da empresa adquirida. Dessa forma, os valores correspondentes do exercício anterior, apresentados para fins de comparação, foram alterados e reapresentados para refletir as variações cambiais de conversão e ajustes de "impairment" sobre esses ágios e (iv) houve forte interação com a Administração da Companhia na avaliação do tema.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relevantes determinados pela Administração com relação à análise do valor recuperável dos ágios (ii) a análise dos planos de negócios da Companhia por unidade geradora de caixa (iii) o envolvimento de nossos especialistas em finanças corporativas na avaliação e no desafio das premissas significativas, tais como as de crescimento das vendas e das taxas de desconto, bem como das metodologias utilizadas pela Administração (iv) o recálculo da conversão para o real (R$) dos ágios originados de aquisições no exterior e (v) a revisão adicional dos papéis de trabalho dos auditores anteriores em virtude da reapresentação dos valores comparativos. Nossos testes sobre a conversão dos ágios originados no exterior revelaram deficiência nos controles internos, que foi remediada, e ajustes que foram registrados pela Administração nas demonstrações financeiras, cujo impacto em anos anteriores foi motivo de reapresentação, conforme nota explicativa nº 2.28 às demonstrações financeiras. Em virtude disso, alteramos a extensão de nossos procedimentos substantivos para obtermos evidência de auditoria suficiente e apropriada quanto ao registro dessas transações e ao impacto dos efeitos identificados.Com base em nossos procedimentos de auditoria descritos e nas evidências de auditoria obtidas que suportam os nossos testes, consideramos que as avaliações de valor recuperável dos ágios preparadas pela Companhia, bem como a conversão dos ágios originados de investimentos no exterior, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia sobre as práticas contábeis, os saldos de ágio e a reapresentação dos valores correspondentes, que estão apresentados, respectivamente, nas notas explicativas nº 2.9, nº 13 e nº 2.28 às demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, apresentados para fins de comparação, ora reapresentados em decorrência dos assuntos descritos na nota explicativa nº 2.28 às demonstrações financeiras, foram auditados por outro auditor independente, que emitiu relatório datado de 19 de fevereiro de 2019, sem modificação, contendo parágrafo de outros assuntos relacionado à reapresentação das demonstrações financeiras.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração". Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do qu e o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Joinville, 19 de fevereiro de 2019DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609/O-8 "F" SCOtavio Ramos PereiraContadorCRC nº 1 RS 057770/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Pelo presente instrumento, o Diretor Presidente Executivo e os demais Diretores da WEG S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida Prefeito Waldemar Grubba, nº 3.300, inscrita no CNPJ sob nº 84.429.695/0001-11, para fins do disposto nos incisos V e VI do §1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da WEG S.A. e Consolidado relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2018.Jaraguá do Sul (SC), 19 de fevereiro de 2019.Harry Schmelzer Junior - Diretor Presidente ExecutivoAndré Luis Rodrigues - Diretor Administrativo FinanceiroCarlos Diether Prinz - Diretor - Transmissão e DistribuiçãoDaniel Marteleto Godinho - Diretor de Estratégias CorporativasEduardo de Nóbrega - Diretor - EnergiaHilton José da Veiga Faria - Diretor de Recursos Humanos e Relações InstitucionaisLuis Alberto Tiefensee - Diretor - MotoresLuis Gustavo Lopes Iensen - Diretor InternacionalManfred Peter Johann - Diretor - AutomaçãoPaulo Geraldo Polezi - Diretor Financeiro e Relações com InvestidoresReinaldo Richter - Diretor - TintasSiegfried Kreutzfeld - Diretor - ChinaWandair José Garcia - Diretor de Tecnologia da InformaçãoWilson José Watzko - Diretor de Controladoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Pelo presente instrumento, o Diretor Presidente Executivo e os demais Diretores da WEG S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida Prefeito Waldemar Grubba, nº 3.300, inscrita no CNPJ sob nº 84.429.695/0001-11, para fins do disposto nos incisos V e VI do §1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, datado de 19 de fevereiro de 2019, relativamente as demonstrações financeiras da WEG S.A. e Consolidado, referente ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2018.Jaraguá do Sul (SC), 19 de fevereiro de 2019.Harry Schmelzer Junior - Diretor Presidente ExecutivoAndré Luis Rodrigues - Diretor Administrativo FinanceiroCarlos Diether Prinz - Diretor - Transmissão e DistribuiçãoDaniel Marteleto Godinho - Diretor de Estratégias CorporativasEduardo de Nóbrega - Diretor - EnergiaHilton José da Veiga Faria - Diretor de Recursos Humanos e Relações InstitucionaisLuis Alberto Tiefensee - Diretor - MotoresLuis Gustavo Lopes Iensen - Diretor InternacionalManfred Peter Johann - Diretor - AutomaçãoPaulo Geraldo Polezi - Diretor Financeiro e Relações com InvestidoresReinaldo Richter - Diretor - TintasSiegfried Kreutzfeld - Diretor - ChinaWandair José Garcia - Diretor de Tecnologia da InformaçãoWilson José Watzko - Diretor de Controladoria

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da WEG S.A., no desempenho de suas funções legais, tendo examinado o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras do Exercício Social encerrado em 31/12/2018, e as propostas dos órgãos de Administração para: (a) Destinação do Lucro Líquido e (b) Plano de Investimento/Orçamento de Capital, e, com base nos exames efetuados e considerando os esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia, pelos representantes dos Auditores Independentes e, ainda, com base no relatório emitido pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores sobre as Demonstrações Financeiras, sem ressalvas, datado de 19 de fevereiro de 2019, opina que os referidos documentos estão em condições de serem examinados e votados pela Assembleia Geral Ordinária.Jaraguá do Sul (SC), 19 de fevereiro de 2019.ALIDOR LUEDERSADELINO DIAS PINHOVANDERLEI DOMINGUEZ DA ROSA

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.