Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010167 páginasCódigo CVM 20931Versão 9 · reapresentaçãoRecebida em 12/07/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de MINERVA S.A.

MINERVA S.A. · CNPJ 67.620.377/0001-14

Versões deste exercício: v1 (04/03/2011) · v2 (04/03/2011) · v3 (21/03/2011) · v4 (29/04/2011) · v5 (11/05/2011) · v6 (23/05/2011) · v7 (26/05/2011) · v8 (30/05/2011) · v9 (12/07/2011), esta

MINERVA S.A.
CNPJ 67.620.377/0001-14
DFP 2010 (V9)
Exercício 2010
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
MINERVA S.A.
CNPJ
67.620.377/0001-14
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
167
Ano de referência
2010*
Publicado em
12/07/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total2.628.3502.086.15626,0%
1.01Ativo Circulante1.292.4811.217.6036,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa151.855132.14514,9%
1.01.02Aplicações Financeiras424.609291.86445,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo424.609291.86445,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda424.609291.86445,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber79.780198.682−59,8%
1.01.03.01Clientes79.780198.682−59,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques163.571188.874−13,4%
1.01.05Ativos Biológicos69.80782.914−15,8%
1.01.06Tributos a Recuperar330.267304.4928,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar330.267304.4928,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes72.59218.632289,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros72.59218.632289,6%
1.01.08.03.01Tributos Diferidos a Recuperar00—
1.01.08.03.02Créditos Diversos72.59218.632289,6%
1.02Ativo Não Circulante1.335.869868.55353,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo203.31179.464155,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos62.5523.4451.715,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos62.5523.4451.715,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas6.24119.319−67,7%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas6.24119.319−67,7%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes134.51856.700137,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos Correntes a Recuperar109.10638.624182,5%
1.02.01.09.04Creditos Diversos12.0598.60640,1%
1.02.01.09.05Depositos Judiciais13.3539.47041,0%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado950.650773.33522,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação783.115560.42039,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento167.535212.915−21,3%
1.02.04Intangível181.90815.7541.054,7%
1.02.04.01Intangíveis181.90815.7541.054,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Àgio pago em aquisições180.83314.7201.128,5%
1.02.04.01.03Software1.0751.0344,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração e aos Acionistas daMinerva S.A.Barretos - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Minerva S.A. ("Companhia"), identificadas como "Controladora" e "Consolidado" respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Minerva S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Minerva S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo Internationalccounting Standards Board - IASB. e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseDiferença entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS Conforme descrito na nota explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Minerva S.A. essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método da equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes do exercício anteriorEm 4 de abril de 2011 a BDO Auditores Independentes, entidade legal estabelecida no Brasil e que detinha por contrato o uso da marca internacional BDO, passou a integrar a rede KPMG de sociedades profissionais de prestação de serviços com a nova denominação social de KPMG Auditores Associados. A BDO Auditores Independentes auditou as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2009, enquanto ainda detinha o direito de uso da marca BDO, tendo emitido relatório datado em 18 de fevereiro de 2010, que não conteve modificação.Reapresentação de informações nas demonstrações financeirasConforme descrito na nota explicativa 3(d), as demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010 foram alteradas em relação àquelas apresentadas anteriormente, inclusive seus valores correspondentes. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras de 2010, examinamos também as reclassificações descritas na nota explicativa 3(d) que foram efetuados para alterar certos saldos patrimoniais em 1º de janeiro de 2009 e referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre os saldos patrimoniais em 1º de janeiro de 2009 e referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009 da Companhia e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre esses saldos patrimoniais tomados em conjunto. São Paulo, 15 de junho de 2011.KPMG Auditores Associados (nova denominação social da BDO Auditores Independentes)CRC 2SP013439/O-5José Luiz SanchesContador CRC - 2SP013439/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DeclaraçãoBarretos, 03 de março de 2011Servimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso VI da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da MINERVA S.A., revisamos, discutimos e concordamos com as informações contidas nas demonstrações financeiras da MINERVA S.A., referentes aos exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2010. Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Atenciosamente,________________________Fernando Galletti de Queiroz Diretor Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DeclaraçãoBarretos, 03 de março de 2011Servimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso V da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da MINERVA S.A., nós revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes (BDO Auditores Independentes) relativo às demonstrações financeiras da MINERVA S.A., referentes aos exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2010. Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Atenciosamente,________________________Fernando Galletti de Queiroz Diretor Presidente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.