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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013103 páginasCódigo CVM 9393Versão 1Recebida em 26/02/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 60.398.369/0004-79

PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 60.398.369/0004-79
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
60.398.369/0004-79
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
103
Ano de referência
2013*
Publicado em
26/02/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total4.434.9694.186.6975,9%
1.01Ativo Circulante2.608.1192.543.2832,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa79.517195.529−59,3%
1.01.02Aplicações Financeiras310.668419.146−25,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo310.668419.146−25,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber603.738449.92334,2%
1.01.03.01Clientes603.738449.92334,2%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes00—
1.01.03.01.02Sociedades ligadas00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.375.1091.330.0143,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar184.360105.20375,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar184.360105.20375,2%
1.01.07Despesas Antecipadas3.7565.541−32,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes50.97137.92734,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros50.97137.92734,4%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos28.85919.47948,2%
1.01.08.03.02Outros Ativos Circulantes22.11218.44819,9%
1.02Ativo Não Circulante1.826.8501.643.41411,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo407.065237.99471,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo64.50220.121220,6%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber2.2422.810−20,2%
1.02.01.03.01Clientes2.2422.810−20,2%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos262.396141.72285,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos111.10893.94118,3%
1.02.01.06.02Impostos e Contribuições a Recuperar151.28847.781216,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes77.92573.3416,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda2.818726288,2%
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos de Demandas Judiciais60.42861.533−1,8%
1.02.01.09.04Outros Ativos Não Circulantes14.67911.08232,5%
1.02.02Investimentos10.54812.303−14,3%
1.02.02.01Participações Societárias6476460,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias6476460,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento9.90111.657−15,1%
1.02.03Imobilizado1.404.7981.387.9401,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.205.524884.58136,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento199.274503.359−60,4%
1.02.04Intangível4.4395.177−14,3%
1.02.04.01Intangíveis4.4395.177−14,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasConselho de Administração e aos Acionistas daParanapanema S.A.Dias D Ávila - BAExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da ParanapanemaS.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente,que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivasdemonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimôniolíquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumodas principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentaçãodas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadasno Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normasinternacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International AccountingStandards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil,assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitira elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante,independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeirascom base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que aauditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que asdemonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção deevidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstraçõesfinanceiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor,incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras,independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditorconsidera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentaçãodas demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos deauditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar umaopinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui,também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidadedas estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação daapresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentarnossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentamadequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira daParanapanema S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seusfluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeisadotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentamadequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidadada Paranapanema S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suasoperações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordocom as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo InternationalAccounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesAvaliação dos investimentos em controladasConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foramelaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da ParanapanemaS.A. essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somenteno que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalênciapatrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não estáressalvada em função desse assunto.Contribuição social sobre o lucroConforme descrito na Nota 16.2a, foi movida ação rescisória pela União com o objetivo derescindir o acórdão que declarou a inconstitucionalidade da contribuição social sobre o lucro daCompanhia controlada incorporada em 13 de novembro de 2009, a qual não tem sido recolhidadesde o exercício de 1989, tendo referida ação rescisória julgada procedente à União com oacolhimento do pedido e transito em julgado em 2010. A Administração da Companhia, combase na opinião de seus assessores jurídicos, acredita que a reversão da decisão não trará efeitoeconômico adverso, considerando que a decisão que desconstituiu o direito da Companhia emnão recolher a CSLL não pode retroagir seus efeitos desde o ano do surgimento da Lei, motivopelo qual a Companhia não registrou provisão. Ressaltamos que a Secretaria da Receita Federaldo Brasil lavrou cinco autos de infração relativos aos anos calendários de 1994 a 2008, sendoque três deles já são alvos de Execuções Fiscais, devidamente garantidas, por meio de apólicede garantia judicial, as quais foram aceitas pelo juiz competente. Em 31 de dezembro de 2013, aCompanhia estima os valores envolvidos em R$ 451.230 mil (R$418.814 mil em 31 dedezembro de 2012).. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado(DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, elaboradas sob aresponsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pelalegislação societária brasileira para companhias abertas, e como informaçãosuplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essasdemonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritosanteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seusaspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 26 de fevereiro de 2014.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Orlando Octávio de Freitas JúniorContador CRC 1SP178871/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTADECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/2009, os Diretores da Companhia Srs. Christophe Malik Akli, Diretor Presidente, Edson Machado Monteiro, Diretor Vice Presidente Mario Luiz Lorencatto, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Antônio Carlos da Rosa Pereira, Diretor de Logística Miguel Angelo de Carvalho, Diretor de Unidade de Produtos de Cobre e Paulo Sergio Navarro, Diretor de Controladoria declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no relatório emitido em 26 de fevereiro de 2014 pela KPMG Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia e de suas controladas, com relação às demonstrações financeiras da Companhia "controladora e consolidado", referentes o exercício social findo em 31 de dezembro de 2013 e (ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013Dias D'Ávila, 26 de fevereiro de 2014

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTADECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/2009, os Diretores da Companhia Srs. Christophe Malik Akli, Diretor Presidente, Edson Machado Monteiro, Diretor Vice Presidente Mario Luiz Lorencatto, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Antônio Carlos da Rosa Pereira, Diretor de Logística Miguel Angelo de Carvalho, Diretor de Unidade de Produtos de Cobre e Paulo Sergio Navarro, Diretor de Controladoria declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no relatório emitido em 26 de fevereiro de 2014 pela KPMG Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia e de suas controladas, com relação às demonstrações financeiras da Companhia "controladora e consolidado", referentes o exercício social findo em 31 de dezembro de 2013 e (ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013Dias D'Ávila, 26 de fevereiro de 2014

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTAPARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia, no desempenho de suas atribuições legais e estatutárias, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. Com base nos exames efetuados e tendo em vista o Relatório dos Auditores Independentes relativo às Demonstrações Financeiras acima referidas, datado de 26 de fevereiro de 2014, e elaborado pela KPMG Auditores Independentes, sem ressalvas, o Conselho Fiscal é de opinião que os referidos documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação pela Assembléia Geral.Santo André, 26 de fevereiro de 2014.Presidente do Conselho FiscalHumberto SantamariaConselheirosEdmundo de Macedo Soares e Silva FilhoJacy Afonso de MeloJoão Bosco de Oliveira SantosMarcos Reinaldo Severino Peters

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.