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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010329 páginasCódigo CVM 2437Versão 4 · reapresentaçãoRecebida em 20/03/2012valores em R$ mil

DFP 2010 de AXIA ENERGIA S.A.

AXIA ENERGIA S.A. · CNPJ 00.001.180/0001-26

Versões deste exercício: v1 (13/05/2011) · v2 (18/05/2011) · v3 (09/11/2011) · v4 (20/03/2012), esta

AXIA ENERGIA S.A.
CNPJ 00.001.180/0001-26
DFP 2010 (V4)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
AXIA ENERGIA S.A.
CNPJ
00.001.180/0001-26
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
329
Ano de referência
2010*
Publicado em
20/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total146.901.002137.708.3766,7%
1.01Ativo Circulante32.805.94728.801.22713,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa11.278.3879.959.01313,2%
1.01.01.01Caixa9.220.1698.617.2947,0%
1.01.01.02Caixa restrito2.058.2181.341.71953,4%
1.01.02Aplicações Financeiras6.774.0737.662.640−11,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado6.774.0737.662.640−11,6%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento6.774.0737.662.640−11,6%
1.01.03Contas a Receber4.016.0063.102.07929,5%
1.01.03.01Clientes4.016.0063.102.07929,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques676.609675.1040,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas40.41858.765−31,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes10.020.4547.343.62636,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros10.020.4547.343.62636,5%
1.01.08.03.01Empréstimos e Financiamentos1.359.2691.926.193−29,4%
1.01.08.03.02Conta de consumo de combustível3.041.484877.833246,5%
1.01.08.03.03Remuneração dos Investimentos178.60478.726126,9%
1.01.08.03.04Direito de Ressarcimento324.451221.51946,5%
1.01.08.03.05Devedores diversos478.367602.731−20,6%
1.01.08.03.06Ativos diferidos1.825.9051.326.93337,6%
1.01.08.03.07Ativo financeiro de Itaipu997.015854.65616,7%
1.01.08.03.08Ativos financeiros d econtratos de concessão726.507715.7201,5%
1.01.08.03.09Instrumentos financeiros283.220227.54024,5%
1.01.08.03.10Diversos805.632511.77557,4%
1.02Ativo Não Circulante114.095.055108.907.1494,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo60.423.93759.996.7550,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado769.905687.18812,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento769.905687.18812,0%
1.02.01.03Contas a Receber1.470.2161.431.0802,7%
1.02.01.03.01Clientes1.470.2161.431.0802,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques799.556755.4345,8%
1.02.01.04.01Estoque de combustível nuclear799.556755.4345,8%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos4.338.6824.493.223−3,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos4.338.6824.493.223−3,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes53.045.57852.629.8300,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo financeiro de contrato de concessão24.995.62622.352.10211,8%
1.02.01.09.04Ativo dinanceiro de Itaipu15.648.08616.744.837−6,5%
1.02.01.09.05Financiamentos e empréstimos8.300.1719.839.828−15,6%
1.02.01.09.06Cauções e depósitos vinculados1.750.6781.521.31715,1%
1.02.01.09.07Conta de consumode combustível1.156.9261.173.580−1,4%
1.02.01.09.08Adiantamento para participação societária7.1414.00178,5%
1.02.01.09.09Instrumentos financeiros297.020228.02030,3%
1.02.01.09.10Diversos889.930766.14516,2%
1.02.02Investimentos4.724.6485.288.106−10,7%
1.02.02.01Participações Societárias4.724.6485.288.106−10,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas3.039.8673.691.020−17,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.684.7811.597.0865,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado46.682.49841.597.60512,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação36.374.97934.798.4514,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento10.307.5196.799.15451,6%
1.02.04Intangível2.263.9722.024.68311,8%
1.02.04.01Intangíveis2.263.9722.024.68311,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão932.509991.879−6,0%
1.02.04.01.02Outros1.331.4631.032.80428,9%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasCentrais Elétricas Brasileiras S.A. - EletrobrasExaminamos as demonstrações financeiras individuais das Centrais Elétricas Brasileiras S.A.- Eletrobras (a "Companhia" ou "Eletrobras") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas das Centrais Elétricas Brasileiras S.A.- Eletrobras e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Centrais Elétricas Brasileiras S.A.- Eletrobras em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis ado no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira das Centrais Elétricas Brasileiras S.A.- Eletrobras e suas controladas em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseAplicação do método de equivalência patrimonialConforme descrito na Nota 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso das Centrais Elétricas Brasileiras S.A.- Eletrobras, essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Continuidade operacional das empresas controladas da distribuiçãoChamamos a atenção para a Nota 16 às demonstrações financeiras, que descreve que as empresas controladas do segmento de distribuição tem apurado prejuízos repetitivos em suas operações e apresentaram excesso de passivos sobre ativos circulantes no encerramento do exercício no montante de R$ 554.323 mil. Essa situação suscita dúvida sobre a continuidade operacional destas empresas. As demonstrações financeiras não incluem quaisquer ajustes em virtude dessas incertezas. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAs normas de auditora anteriormente vigentes permitiam divisão de responsabilidade, portanto, os exames das demonstrações financeiras de determinadas empresas coligadas foram conduzidas sob a responsabilidade de outros auditores independentes. Nas demonstrações financeiras da Eletrobras, os investimentos destas empresas coligadas avaliados pelo método de equivalência patrimonial representam com base nas práticas contábeis vigentes na época, investimentos de R$ 6.359.637 mil em 31 de dezembro de 2009 e a participação nos resultados monta a R$ 1.383.048 mil no exercício findo em 31 de dezembro de 2009. As demonstrações financeiras da Itaipu Binacional, com ativos totais de R$ 9.865.700 mil em 31 de dezembro de 2009, incluídas nas informações contábeis consolidadas, foram também examinadas por outros auditores independentes. Nosso relatório, no que se refere aos valores gerados por estas empresas coligadas, estava fundamentado exclusivamente nos relatórios desses outros auditores e continha os seguintes parágrafos de ênfase relacionados com esses investimentos: (a) reembolso referente aos gastos com plano de complementação de aposentadoria pela Lei no. 4.819/1957 na empresa coligada CTEEP - Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (b) reconhecimento dos créditosd js e na Conta de Resultados a Compensar - CRC referente à complementação e suplementação de aposentadoria de seus funcionários ex-autárquicos conforme decisão judicial favorável das empresas coligadas CEEE - D - Companhia de Estadual de Distribuição de Energia Elétrica e CEEE - GT - Companhia Estadual de Geração e Distribuição de Energia Elétrica e (c) continuidade normal dos negócios da empresa coligada EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia.Auditoria dos valores correspondentes ao balanço patrimonial de 1º de janeiro de 2009O exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2008, cujo balanço patrimonial e as respectivas notas explicativas são apresentadas para fins de comparação, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria com data de 30 de março de 2009, sem ressalvas. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras de do exercício findo em 31 de dezembro de 2010, examinamos também os ajustes descritos na Nota 6 que foram efetuados para alterar o balanço patrimonial e as respectivas notas explicativas de 1º de janeiro de 2009. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2008 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras de 2008 tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 13 de maio de 2011.PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" RJGuilherme Naves ValleSergio Eduardo ZamoraContador CRC 1MG070614/O-5 "S" RJContador CRC 1SP168728/O-4 "S" RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos, em atendimento à Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia - PricewaterhouseCoopers, emitido sobre as Demonstrações Financeiras da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, em reunião realizada em 11 de maio de 2011.Rio de Janeiro, 13 de maio de 2011.Diretoria Executiva ColegiadaJosé da Costa Carvalho Neto - PresidenteArmando Casado de Araujo - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJosé Antonio Muniz Lopes - Diretor de TransmissãoValter Luiz Cardeal de Souza - Diretor de GeraçãoPedro Carlos Hosken Vieira - Diretor de DistribuiçãoMiguel Colasuonno - Diretor de Administração

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos, em atendimento à INstrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Contábeis da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, tendo sido tomada a resolução no sentido de sua aprovação, sob o número 393/2011, em reunião do colegiado realizada, em 12 de maio de 2011.Riode Janeiro, 13 de maio de 2011Diretoria Executiva ColegiadaJosé da Costa Carvalho Neto - PresidenteArmando Casado de Araujo - Diretor Financeira e de Relações com InvestidoresJosé Antonio Muniz Lopes - Diretor de TransmissãoValter Luiz Cardeal de Souza - Diretor de GestãoPedro Carlos Hosken Vieira - Diretor de DistribuiçãoMiguel Colasuonno - Diretor de Administração

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras, no âmbito desuas atribuições legais e estatutárias, conheceu o Relatório de Administração e procedeu ao exame das Demonstrações Contábeis referentres ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, compostas do Balanço Patrimonial, da Demonstração do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado e das Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e seus anexos, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes, bem como se inteirou das proposta relativa à destinação do resutado do exercício.Considerando o trabalhoi de acompanhamento da Empresa desenvolvido pelo Conselho Fiscal ao longo do exerício, com base na análise da documentação apresentada, nas informações prestadas pelo Departamento de Contabilidade - DFCe no Parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, que declara que as Demonstrações Contábeis representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras em 31 de dezembro de 2010, o Conselho Fiscal da Eletrobras entende que as referidas Demonstrações Financeiras estão em condições de serem submetidas à deliberação da Assembléia Geral Ordinária de Acionistas da Empresa.É de parecer, ainda, que a proposta da Administração da ELETROBRAS, relativamente à destinaçãodo resultado do exercício de 2010, está amparada peas disposições legais e societárias vigentes.Rio de Janeiro, 12 de maio de 2001ÉDISON FREITAS DE OLIVEIRA - PRESIDENTECHARLES CARVALHO GUEDES - CONSELHEIRODANILO DE JESUS VIEIRA FURTADO - CONSELHEIROANA LUCIA DE PAIVA LORENA FREITAS - CONSELHEIRA

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.