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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201164 páginasCódigo CVM 12220Versão 1Recebida em 01/07/2011valores em R$ mil

DFP 2011 de COSTA PINTO S.A.

COSTA PINTO S.A. · CNPJ 44.689.123/0001-57

COSTA PINTO S.A.
CNPJ 44.689.123/0001-57
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
COSTA PINTO S.A.
CNPJ
44.689.123/0001-57
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
64
Ano de referência
2011*
Publicado em
01/07/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201131/03/2010Var.
1Ativo Total1.162.672945.12523,0%
1.01Ativo Circulante64.80049.78830,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa48.96133.86744,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber13.13113.589−3,4%
1.01.03.01Clientes4.3208.086−46,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber8.8115.50360,1%
1.01.03.02.01Dividendos a Receber8.8114.80883,3%
1.01.03.02.02Adiantamento a Fornecedores0695−100,0%
1.01.04Estoques5200—
1.01.04.01Imóveis a Comercializar5200—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar2.1882.332−6,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2.1882.332−6,2%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante1.097.872895.33722,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo140.97247.621196,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber15.69420.217−22,4%
1.02.01.03.01Clientes15.60920.208−22,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber859844,4%
1.02.01.04Estoques6.5286.643−1,7%
1.02.01.04.01Imóveis a Comercializar6.5286.643−1,7%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas90.94912274.448,4%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas90.56612274.134,4%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores3830—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes27.80120.63934,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósito Judicial4.1391.193246,9%
1.02.01.09.04Certificato do Tesouro Nacional23.66219.44621,7%
1.02.02Investimentos955.949845.20113,1%
1.02.02.01Participações Societárias926.427844.4889,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas926.427844.4889,7%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento29.5227134.040,5%
1.02.03Imobilizado9512.515−62,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado02.515−100,0%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento9510—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

À Administração e acionistas da Usina Costa PintoS.A Açúcar e AlcoolPiracicaba - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Usina Costa Pinto S.A Açúcar e Alcool S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAISEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Usina Costa Pinto S.A Açúcar e Alcool em 31 de março de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADASEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Usina Costa Pinto S.A Açúcar e Alcool em 31 de março de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as páticas contábeis adotadas no Brasil.ÊNFASEConforme descrito na nota explicativa nº 2.3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Usina Costa Pinto S.A Açúcar e Alcool, essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins das IFRS seria custo ou valor justo.OUTROS ASSUNTOSDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de março de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAnteriormente, as demonstrações contábeis individuais (controladora) e consolidadas, da Usina Costa Pinto S.A Açucar e Alcool referentes ao exercício findo em 31 de março de 2010,compreendendo o balanço patrimonial, as demonstrações do resultado, das mutações dopatrimônio líquido, dos fluxos de caixa e os valores adicionados findos naquela data, foramauditadas por outros auditores independentes os quais emitiram parecer, datado de 24 dejunho de 2010. O parecer possuía menção ao fato de que a Companhia e sua controlada direta Santa Bárbara Agrícola S.A. apresentavam saldo a pagar relativo ao Programa de Recuperação Fiscal - Refis, no montante de R$126.263 mil, enquanto que a posição apresentada pelo Órgão Gestor do REFIS era de R$185.782 mil. Conforme comentado na nota explicativa 9, durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2010, a Usina Costa Pinto S.A. e sua controlada direta Santa Bárbara Agrícola S.A., optaram pela modalidade de parcelamento prevista na Lei 11.941/09 relacionados aos: (i) saldos remanescentes dos débitos parcelados anteriormente no REFIS e (ii) débitos relativos a tributos que estavam em discussão administrativa ou judicial. A confirmação do valor registrado na contabilizado em 31 de março de 2011 aguarda a consolidação dos débitos e respectiva homologação por parte da Receita Federal do Brasil - RFB e da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGNF.São Paulo, 27 de junho de 2011Esmir de Oliveira Sócio-contador CRC 1SP109628/O-1 BDO RCS Auditores Independentes S.SCRC2SP013.846/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 6º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de março de 2011.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 5º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com opiniões expressas no parecer dos auditores independentes emitido em 27 de Junho de 2011 pela BDO RCS Auditores Independentes S.S, CRC2SP013.846/O-1.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.