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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 20729Versão 1Recebida em 26/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de PARANA BANCO S/A

PARANA BANCO S/A · CNPJ 14.388.334/0001-99

PARANA BANCO S/A
CNPJ 14.388.334/0001-99
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PARANA BANCO S/A
CNPJ
14.388.334/0001-99
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
26/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total5.591.3625.459.0972,4%
1.01Ativo Circulante2.720.4072.549.0846,7%
1.01.01Disponibilidades52929380,5%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez1.322.694921.76343,5%
1.01.02.01Aplicações no mercado aberto1.322.391921.25543,5%
1.01.02.02Aplicações em depósitos interfinanceiros303508−40,4%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários236.815190.27524,5%
1.01.03.01Carteira própria156.178179.522−13,0%
1.01.03.02Instrumentos financeiros derivativos00
1.01.03.03Vinculados a compromisso de recompra24.0498.893170,4%
1.01.03.04Vinculados a prestação de garantia55.9391.1974.573,3%
1.01.03.05Títulos de capitalização649663−2,1%
1.01.04Relações Interfinanceiras00
1.01.04.01Pagamentos e recebimentos a liquidar00
1.01.04.02Depósitos no Banco Central00
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito1.073.2461.360.616−21,1%
1.01.06.01Operações de crédito - setor privado1.212.4941.531.804−20,8%
1.01.06.02Provisão para perdas com operações de crédito−139.248−171.18818,7%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00
1.01.08Outros Créditos87.12376.13714,4%
1.01.08.01Rendas a receber10.48913.357−21,5%
1.01.08.02Diversos91.54967.32436,0%
1.01.08.03Provisão para perdas outros créditos diversos−14.925−4.653−220,8%
1.01.08.04Negociação e intermediação de valores10100,0%
1.01.08.05Carteria de câmbio099−100,0%
1.01.09Outros Valores e Bens00
1.01.09.01Outros valores e bens00
1.01.09.02Despesas antecipadas00
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo2.225.7862.220.5240,2%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00
1.02.01.01Aplicações em depósitos interfinanceiros00
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários00
1.02.02.01Carteira própria00
1.02.02.02Viculados a compromisso de recompra00
1.02.02.03Vinculados a prestação de garantia00
1.02.03Relações Interfinanceiras00
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito2.118.5252.115.9990,1%
1.02.05.01Operações de crédito - setor privado2.175.7912.140.6591,6%
1.02.05.02Provisão para perdas com operações de crédito−57.266−24.660−132,2%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00
1.02.07Outros Créditos104.464100.0964,4%
1.02.07.01Diversos104.464100.0964,4%
1.02.07.02Provisão para perdas outros crédito diversos00
1.02.08Outros Valores e Bens2.7974.429−36,8%
1.02.08.01Outros valores e bens2.8044.540−38,2%
1.02.08.02Provsão para desvalorização−7−11193,7%
1.02.08.03Despesas antecipadas00
1.03Ativo Permanente645.169689.489−6,4%
1.03.01Investimentos635.990681.681−6,7%
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas635.934681.615−6,7%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos7383−12,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−17−170,0%
1.03.02Imobilizado de Uso9.1797.80817,6%
1.03.02.01Imóveis de uso1.8671.8670,0%
1.03.02.02Outras imobilizações de uso18.73015.24422,9%
1.03.02.03Depreciação acumulada−11.418−9.303−22,7%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00
1.03.04Intangível00
1.03.04.01Ativos intangiveis00
1.03.04.02Amortização acumulada00
1.03.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

KPMG Auditores Independentes Al. Dr. Carlos de Carvalho, 417 - 16º andar80410-180 - Curitiba/PR - BrasilCaixa Postal 13533 - CEP 80420-990 - Curitiba/PR - BrasilTelefone +55 (41) 3544-4747, Fax +55 (41) 3544-4750www.kpmg.com.brRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAoConselho de Administração e aos Acionistas doParaná Banco S.A.Curitiba - PROpinião Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Paraná Banco S.A. ("Banco" e "Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa individuais para o semestre e exercício, e consolidados para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada do Paraná Banco S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais para o semestre e exercício, e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - Bacen.Base para OpiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para créditos de liquidação duvidosa Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 3.g e nº 6, para fins de mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, o Banco classifica suas operações de crédito (que compreendem as operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito) em nove níveis de risco, levando em consideração fatores e premissas como atraso, situação econômico-financeira, grau de endividamento, setor de atividade econômica e características das garantias, e demais fatores e premissas previstas na regulamentação vigente, sendo "AA" o risco mínimo e "H" o risco máximo. O Banco aplica os percentuais de perda determinados pela regulamentação a cada nível de risco para fins de cálculo da provisão. A classificação das operações de crédito em níveis de risco envolve premissas e julgamento do Banco, baseadas em suas metodologias internas de classificação de risco, e a provisão para créditos de liquidação duvidosa representa a melhor estimativa do Banco, quanto às perdas da carteira. Devido à relevância das operações de crédito, ao alto grau de julgamento relacionado à estimativa de provisão para créditos de liquidação duvidosa e ao impacto que eventual alteração das premissas utilizadas para cálculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa poderia gerar nos valores registrados nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para a auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade operacional dos controles internos relevantes, manuais e automatizados, implementados pelo Banco e relacionados aos processos de aprovação, registro, classificação, atualização dos níveis de risco (ratings), comparação histórica da inadimplência do Banco com os dados disponíveis no mercado, das operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito. Avaliamos também, com base em amostragem, se o Banco atendeu aos requisitos mínimos estabelecidos pela regulamentação vigente, relacionados às premissas e a apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o nível de provisionamento no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018.Realização de ativos fiscais diferidosAs demonstrações contábeis individuais e consolidadas incluem ativos relativos a créditos tributários (Nota Explicativa nº 17) relativos as diferenças temporárias de provisão para crédito de liquidação duvidosa e provisão para contingências, cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura baseada no plano de negócios e em orçamento preparados pelo Banco e aprovados em seus níveis de governança. Para elaborar as projeções de resultados futuros para fins, entre outros, de verificar a realização desses ativos, o Banco adota premissas baseadas em suas estratégias corporativas e no cenário macroeconômico, considerando o desempenho atual e passado e o crescimento esperado no mercado de atuação. Devido à relevância dos saldos relativos a esses ativos (créditos tributários), por basearem-se em estimativas de rentabilidade futura e pelo impacto que eventuais alterações das premissas poderiam gerar nos valores registrados nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade operacional dos controles internos relevantes, implementados pelo Banco e referentes ao processo, de determinação e aprovação das premissas utilizadas para fins de elaboração de projeção de resultados a qual é base para a avaliação sobre a realização de ativos. Avaliamos a razoabilidade das premissas utilizadas pelo Banco, o recálculo das projeções baseadas em tais premissas e se atendiam às diretrizes da regulamentação vigente. Com o apoio dos nossos especialistas da área Tributária, avaliamos as bases de apuração em que são aplicadas as alíquotas vigentes dos tributos e o estudo de capacidade de realização dos ativos fiscais diferidos (créditos tributários). Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o valor dos créditos tributários no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto referentes ao semestre e exerício findos em 31 de dezembro de 2018.Provisões técnica s de seguros e resseguros registradas em empresas controladas em conjunto, mensuradas pelo método de equivalência patrimonialConforme mencionado na Nota Explicativa nº 3a, o Banco detém participações societárias em empresas controladas em conjunto do ramo de Seguros e Resseguros. Essas controladas em conjunto possuem passivos relacionados a contratos de seguros e resseguros denominados Provisões Técnicas. Em face do alto grau de julgamento e subjetividade inerentes aos passivos atuariais relacionados a contratos de seguros e resseguros, especificamente às premissas e metodologias adotadas no teste de adequação de passivos e na mensuração da provisão técnica de sinistros ocorridos e não avisados podem afetar o resultado apresentado nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de forma relevante. As investidas do Banco continuamente avaliam as metodologias e premissas, que incluem, entre outras, os critérios e parâmetros mínimos determinados pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) para cálculo de tais provisões técnicas, documentados em notas técnicas atuariais (NTA). Devido à relevância do investimento e resultado dessas investidas e, ao nível de julgamento envolvido na determinação dessas estimativas, que envolvem, entre outras, sinistralidade, taxas de juros, fluxos de pagamentos, e ao eventual impacto que mudanças nas premissas teriam no valor dessas Provisões Técnicas e, consequentemente, no resultado de equivalência patrimonial nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco, consideramos esse assunto relevante para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoOs nossos procedimentos de auditoria incluíram o planejamento e comunicação do escopo de nossos trabalhos para as controladas em conjunto, discussão dos riscos de distorção relevante e envio das instruções aos auditores das controladas. Realizamos reuniões com os respectivos auditores responsáveis pelas controladas em conjunto e efetuamos a avaliação do trabalho realizado que incluiu, entre outros aspectos, os assuntos destacados acima que podem afetar o resultado das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco de forma relevante. Avaliamos também as evidências de auditoria obtidas e a documentação dos especialistas atuariais envolvidos na auditoria das controladas em conjunto. Analisamos as comunicações e os relatórios enviados pelo auditor das controladas em conjunto, bem como os procedimentos realizados e as conclusões obtidas, especificamente a determinação da materialidade, o efeito de distorções não corrigidas e procedimentos de auditoria executados para responder aos riscos. Avaliamos também a adequação das divulgações feitas nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o nível de provisionamento nas investidas e, consequentemente, o valor do resultado de equivalência patrimonial no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para as companhias abertas, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente preparadas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos nenhuma forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco e as suas controladas continuarem operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco e as suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e das suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações contábeis das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do semestre corrente, e que, dessa maneira constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 22 de fevereiro de 2019KPMG Auditores IndependentesCRC PR-007945/F-7Eduardo Tomazelli RemediContador CRC 1SP-259915/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

PARANÁ BANCO S.A.Companhia Aberta de Capital AutorizadoC.N.P.J./M.F. n.º: 14.388.334/0001-99NIRE: 41.300.002.169DECLARAÇÃO DOS DIRETORESPelo presente instrumento, o diretor presidente e os demais diretores do Paraná Banco S.A., sociedade por ações de capital aberto, inscrita no CNPJ 14.388.334/0001-99, para fins do disposto nos incisos V e VI do art. 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, declaram que:(i) Reviram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações contábeis do Paraná Banco S.A., referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.(ii) Reviram, discutiram e concordaram com as demonstrações contábeis do Paraná Banco S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Curitiba, 22 de fevereiro de 2019Cristiano MalucelliDiretor Presidente André Luiz MalucelliDiretor Comercial Pessoa Jurídica Anilson Fieker PedrozoDiretor Operacional e AdministrativoLaercio Schulze de Sousa Diretor Financeiro e Relações com Investidores Nile MannrichDiretora Comercial Pessoa Física

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

PARANÁ BANCO S.A.Companhia Aberta de Capital AutorizadoC.N.P.J./M.F. n.º: 14.388.334/0001-99NIRE: 41.300.002.169DECLARAÇÃO DOS DIRETORESPelo presente instrumento, o diretor presidente e os demais diretores do Paraná Banco S.A., sociedade por ações de capital aberto, inscrita no CNPJ 14.388.334/0001-99, para fins do disposto nos incisos V e VI do art. 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, declaram que:(i) Reviram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações contábeis do Paraná Banco S.A., referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.(ii) Reviram, discutiram e concordaram com as demonstrações contábeis do Paraná Banco S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Curitiba, 22 de fevereiro de 2019Cristiano MalucelliDiretor Presidente André Luiz MalucelliDiretor Comercial Pessoa Jurídica Anilson Fieker PedrozoDiretor Operacional e AdministrativoLaercio Schulze de Sousa Diretor Financeiro e Relações com Investidores Nile MannrichDiretora Comercial Pessoa Física

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

PARANÁ BANCO S.A. (PRBC N1)Companhia AbertaC.N.P.J./M.F. n.º: 14.388.334/0001-99NIRE: 41.300.002.169RELATÓRIO SINTÉTICO DO COMITÊ DE AUDITORIA RELATIVO AO EXERCÍCIO SOCIAL FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2018O Comitê de Auditoria ("Comitê") do Paraná Banco S.A., ponderadas suas responsabilidades e limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, RECOMENDA a aprovação pelo Conselho de Administração das demonstrações financeiras auditadas do exercício social findo em 31 de dezembro de 2018. O Comitê desenvolveu os trabalhos conforme seu Regimento Interno e plano de atividades para o exercício de 2018. O Comitê atuou junto à Administração, Auditoria Interna e Auditoria Externa e ficou satisfeito quanto à abrangência, efetividade e conclusão dos trabalhos desenvolvidos, notadamente sobre a eficácia dos Sistemas de Controles Internos que asseguram que as operações são realizadas com observância das melhores práticas corporativas, ao Código de Ética e Conduta e às exigências dos órgãos reguladores.O relatório completo das atividades do Comitê encontra-se arquivado na sede da Companhia.Curitiba, 22 de fevereiro de 2019. Marcelo BrombergMembro Coordenador do ComitêEspecialista em Auditoria, Finanças e ContabilidadeValdeci PrestesMembro do ComitêAdrian Monje JaraMembro do Comitê

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.