Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012139 páginasCódigo CVM 14869Versão 1Recebida em 27/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA

COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA · CNPJ 07.047.251/0001-70

COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA
CNPJ 07.047.251/0001-70
DFP 2012
Exercício 2012
Carregando…

Metadados

Empresa
COMPANHIA ENERGETICA DO CEARA
CNPJ
07.047.251/0001-70
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
139
Ano de referência
2012*
Publicado em
27/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total3.560.4883.352.9686,2%
1.01Ativo Circulante905.230928.557−2,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa152.71591.49066,9%
1.01.02Aplicações Financeiras62.315236.710−73,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo62.315236.710−73,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários62.315236.710−73,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber626.219542.14915,5%
1.01.03.01Clientes464.286418.45111,0%
1.01.03.01.01Consumidores, Concessionários e Permissionárias556.657502.83610,7%
1.01.03.01.02Provisão para créditos de liquidação duvidosa−92.371−84.385−9,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber161.933123.69830,9%
1.01.03.02.01Consumidores Baixa Renda50.19126.55189,0%
1.01.03.02.02Serviços em Curso45.53931.29545,5%
1.01.03.02.03Cauções e Depósitos21.63426.998−19,9%
1.01.03.02.04Créditos Luz para Todos00
1.01.03.02.05Outros Créditos34.96028.35423,3%
1.01.03.02.06Benefício fiscal - ágio incorporado9.60910.500−8,5%
1.01.04Estoques2.3263.761−38,2%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar56.74751.41810,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar56.74751.41810,4%
1.01.06.01.01Tributos a Compensar56.74751.41810,4%
1.01.07Despesas Antecipadas4.9083.02962,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante2.655.2582.424.4119,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo922.715525.90275,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber22.34523.255−3,9%
1.02.01.03.01Clientes23.68826.239−9,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber−1.343−2.98455,0%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos116.52174.80055,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos116.52174.80055,8%
1.02.01.06.02Pis/Cofins00
1.02.01.07Despesas Antecipadas1.4241.4240,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes782.425426.42383,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos vinculados a Litigio45.02346.076−2,3%
1.02.01.09.04Cauções e depósitos32.94947.668−30,9%
1.02.01.09.05Beneficio fiscal - ágio incorporado73.44983.059−11,6%
1.02.01.09.06Ativo indenizavel (concessao)606.556203.980197,4%
1.02.01.09.07Ativos relacionados ao plano de beneficios definidos00
1.02.01.09.08Tributos a compensar24.44845.360−46,1%
1.02.01.09.09Outros Créditos0280−100,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado37.41536.1553,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação37.41536.1553,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.695.1281.862.354−9,0%
1.02.04.01Intangíveis1.695.1281.862.354−9,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1.695.1281.862.354−9,0%
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daCompanhia Energética do Ceará - COELCEFortaleza - CEExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia Energética do Ceará - COELCE ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética do Ceará - COELCE em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseReapresentação das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2011Em 16 de março de 2012, emitimos relatório de auditoria sem modificações sobre as demonstrações financeiras da Companhia Energética do Ceará - COELCE. Conforme descrito na nota explicativa nº 2.22, essas demonstrações financeiras foram alteradas para corrigir a classificação de determinados instrumentos financeiros entre caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários, e estão sendo ora reapresentadas. Consequentemente, nossa opinião considera essas alterações e substitui a opinião anteriormente emitida.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes a 1 de janeiro de 2011Os valores correspondentes ao balanço patrimonial levantado em 1 de janeiro de 2011 (31 de dezembro de 2010), apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 25 de março de 2011, que não conteve qualquer modificação.Rio de Janeiro, 27 de março de 2013ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - CEMárcio F. OstwaldContador CRC - 1RJ 086.202/O-4 - S - CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores da CompanhiaApós examinadas, discutidas e revisadas as Demonstrações Financeiras da Companhia do exercício social findo em 31/12/2012, compreendendo o relatório da administração, o balanço patrimonial, as demonstrações de resultado, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa, e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas, bem como a proposta de destinação do lucro de 2012 e pagamento de dividendos, diante dos esclarecimentos prestados pelo controller da Companhia, Sr. Claudio Roberto de Azevedo Ferreira, foi, pela unanimidade dos presentes, declarado que tais documentos apresentam informações completas, precisas e verdadeiras, refletindo adequadamente a situação da companhia e de seus negócios e, que, portanto, concordam integralmente com os termos contidos nos referidos documentos, bem como que concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia, tudo nos termos da Instrução CVM nº 480, de 07/12/09. Assim sendo, recomendam a aprovação de tais documentos pelo Conselho de Administração da Companhia e pelos seus acionistas, reunidos em assembléia geral ordinária.Fortaleza, 11 de março de 2013.Abel Alves Rochinha - Diretor Presidente Olga Jovanna Carranza Salazar - Diretora Comercial José Nunes de Almeida Neto - Diretor de Relações Institucionais e Comunicação Aurelio Ricardo Bustilho de Oliveira - Diretor de Planejamento e ControleDavid Augusto de Abreu - Diretor FinanceiroTeobaldo José Cavalcante Leal - Diretor de Relações com InvestidoresCarlos Ewandro Naegele Moreira - Diretor de Recursos HumanosJosé Alves de Mello Franco - Diretor de RegulaçãoNelson Ribas Visconti - Diretor de Assessoria Tributária

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores da CompanhiaApós examinadas, discutidas e revisadas as Demonstrações Financeiras da Companhia do exercício social findo em 31/12/2012, compreendendo o relatório da administração, o balanço patrimonial, as demonstrações de resultado, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa, e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas, bem como a proposta de destinação do lucro de 2012 e pagamento de dividendos, diante dos esclarecimentos prestados pelo controller da Companhia, Sr. Claudio Roberto de Azevedo Ferreira, foi, pela unanimidade dos presentes, declarado que tais documentos apresentam informações completas, precisas e verdadeiras, refletindo adequadamente a situação da companhia e de seus negócios e, que, portanto, concordam integralmente com os termos contidos nos referidos documentos, bem como que concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia, tudo nos termos da Instrução CVM nº 480, de 07/12/09. Assim sendo, recomendam a aprovação de tais documentos pelo Conselho de Administração da Companhia e pelos seus acionistas, reunidos em assembléia geral ordinária.Fortaleza, 11 de março de 2013.Abel Alves Rochinha - Diretor Presidente Olga Jovanna Carranza Salazar - Diretora Comercial José Nunes de Almeida Neto - Diretor de Relações Institucionais e Comunicação Aurelio Ricardo Bustilho de Oliveira - Diretor de Planejamento e ControleDavid Augusto de Abreu - Diretor FinanceiroTeobaldo José Cavalcante Leal - Diretor de Relações com InvestidoresCarlos Ewandro Naegele Moreira - Diretor de Recursos HumanosJosé Alves de Mello Franco - Diretor de RegulaçãoNelson Ribas Visconti - Diretor de Assessoria Tributária

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalO Conselho Fiscal da Companhia Energética do Ceará - Coelce, reunido nesta data, no uso de suas atribuições legais, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras, complementadas por notas explicativas referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 e a proposta da Administração de distribuição do Lucro Líquido do exercício de 2012. Com base nos documentos examinados, nas análises levadas a efeito e nos esclarecimentos apresentados por representantes da Companhia, e tendo em conta o parecer, sem ressalvas, emitido pelos auditores externos, Ernst & Young Terco, e respectivos esclarecimentos prestados por seu representante, este Conselho Fiscal, por unanimidade de seus membros, opina favoravelmente aos referidos documentos que estão em condições de serem examinados e votados pela Assembléia Geral Ordinária de Acionistas.Fortaleza, 27 de março de 2013.Raimundo Francisco Padilha SampaioConselheiro FiscalSérgio Queiroz LyraConselheiro FiscalAntônio Cléber Uchoa CunhaConselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.