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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 14923Versão 1Recebida em 19/02/2018valores em R$ mil

DFP 2016 de SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A

SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A · CNPJ 61.101.895/0001-45

SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A
CNPJ 61.101.895/0001-45
DFP 2016
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A
CNPJ
61.101.895/0001-45
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
19/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total965.8011.051.378−8,1%
1.01Ativo Circulante295.971422.156−29,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.73232.819−79,5%
1.01.02Aplicações Financeiras35.82668.056−47,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo35.82668.056−47,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos25.30127.212−7,0%
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras10.52540.844−74,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber109.220160.324−31,9%
1.01.03.01Clientes109.220160.324−31,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques99.595110.041−9,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar35.80036.045−0,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar35.80036.045−0,7%
1.01.07Despesas Antecipadas3.1889.488−66,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes5.6105.3834,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda2502500,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros5.3605.1334,4%
1.01.08.03.01Créditos com Partes Relacionadas00
1.01.08.03.02Outros Ativos5.3605.1334,4%
1.02Ativo Não Circulante669.830629.2226,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo277.870177.50456,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos49.79635.47340,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos49.79635.47340,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas12.15310.66014,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas12.15310.66014,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes215.921131.37164,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda47.2770
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos29.32923.20226,4%
1.02.01.09.04Depósitos Compulsórios Judiciais27.93422.20725,8%
1.02.01.09.05Outros Ativos3.9673.9480,5%
1.02.01.09.06Tributos a Recuperar107.41482.01431,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado388.179449.587−13,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível3.7812.13177,4%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAosAcionistas, Conselheiros e Administradores da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia.Reconhecimento de receita Parte substancial das receitas de vendas da Companhia são provenientes da venda de produtos no varejo, cuja entrega do produto não ocorre necessariamente na mesma data da emissão da fatura. A norma contábil CPC 30 (R1) - Receitas (equivalente à norma internacional IAS 18 - Revenues) determina que receitas de vendas somente devem ser reconhecidas quando os riscos e benefícios mais significativos inerentes à propriedade dos produtos vendidos tiverem sido substancialmente transferidos para o comprador, dentre outros critérios.Esse assunto foi considerado significativo para nossa auditoria, tendo em vista a relevância dos montantes envolvidos, a característica geográfica dos clientes da Companhia e a necessidade de manutenção de rotinas e controles internos eficazes para identificar e mensurar a receita de produtos faturados e não entregues, cuja receita poderia ser reconhecida na competência incorreta.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação dos controles internos chaves relacionados ao processo de vendas, envio de cartas de confirmação externa para uma amostra de clientes e análise dos documentos de venda visando confirmar a data da entrega dos produtos para uma amostra das receitas reconhecidas ao longo do exercício, considerando o risco adicional existente no período de encerramento do exercício. Ademais, efetuamos procedimentos analíticos sobre os saldos correspondentes, considerando as expectativas obtidas com base em nosso conhecimento histórico da Companhia, além de tendências e sazonalidade da operação aplicáveis ao setor.Adicionalmente, realizamos testes de auditoria sobre as devoluções e cancelamentos ocorridos subsequentemente a dezembro de 2016 visando confirmar a consistência da aplicação da política contábil de reconhecimento de receitas, tendo identificado ajuste de auditoria e indicando a necessidade de estorno de determinadas receitas e custos reconhecidos pela Companhia durante o período de corte, o qual não foi ajustado pela Companhia em decorrência da sua imaterialidade sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto.As deficiências no desenho dos controles internos relativos ao corte no reconhecimento das receitas que resultaram no ajuste identificado pela auditoria acima mencionado alteraram nossa avaliação quanto à natureza, época e ampliaram a extensão de nossos procedimentos substantivos planejados para obter evidências de auditoria suficientes e adequadas referentes às receitas da Companhia. Com base nos procedimentos executados e nos resultados obtidos, consideramos aceitáveis as estimativas preparadas pela Administração e as divulgações apropriadas no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Realização dos tributos diferidosConforme divulgado na Nota Explicativa nº 20, a Companhia possui registrado saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos ativo sobre diferenças temporárias e prejuízos fiscais no montante de R$79.308 mil em 31 de dezembro de 2016. A Companhia avaliou a recuperabilidade do saldo desse ativo com base em projeções de seu lucro tributável para os próximos anos. Consideramos este assunto um dos principais assuntos de auditoria tendo em vista que tal avaliação envolve alto grau de julgamento profissional por parte da Administração e premissas subjetivas que são afetadas pela expectativa futura de mercado e condições econômicas. Nossos procedimentos incluíram, entre outros, o envolvimento de profissionais especializados em avaliação e em impostos para nos auxiliar na conferência dos cálculos tributários e na avaliação das premissas e metodologia utilizadas pela Companhia, em particular aquelas relacionadas às projeções de lucros tributáveis futuros e taxas para cálculo do valor presente das respectivas projeções. As projeções de lucros tributáveis futuros foram baseadas no plano de negócios da Companhia. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a realização dos tributos diferidos, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de monetização adotados pela Administração são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Também avaliamos à adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre os tributos diferidos na nota explicativa 20 às demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionad oAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeirasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 9 de fevereiro de 2018.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Do uglas Travaglia Lopes FerreiraContador CRC-1SP218313/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nos termos da Instrução CVM no. 480/2009, os Diretores da Companhia declaram que revisaram, discutiram e concordam com estasDemonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nos termos da Instrução CVM no. 480/2009, os Diretores da Companhia declaram que revisaram, discutiram e concordam com estasDemonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Nos termos da Instrução CVM no. 480/2009, o Conselho Fiscal declara que revisou, discutiu e concorda com estas DemonstraçõesFinanceiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.