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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018117 páginasCódigo CVM 20885Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 17/04/2020valores em R$ mil

DFP 2018 de BANCO PLENO SA EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL

BANCO PLENO SA EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL · CNPJ 61.024.352/0001-71

Versões deste exercício: v1 (29/03/2019) · v2 (29/03/2019) · v3 (17/04/2020), esta

BANCO PLENO SA EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL
CNPJ 61.024.352/0001-71
DFP 2018 (V3)
Exercício 2018
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Metadados

Empresa
BANCO PLENO SA EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL
CNPJ
61.024.352/0001-71
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
117
Ano de referência
2018*
Publicado em
17/04/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total2.444.2892.668.055−8,4%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa7.1279.738−26,8%
1.02Ativos Financeiros1.478.9041.723.614−14,2%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado502.195740.652−32,2%
1.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes34.19541.959−18,5%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado942.514941.0030,2%
1.03Tributos Diferidos468.090415.69012,6%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.04Outros Ativos450.508442.1861,9%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda217.806243.016−10,4%
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros232.702199.17016,8%
1.05Investimentos31.91522.75940,2%
1.05.01Participações em Coligadas31.91522.75940,2%
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento00—
1.05.04Outros Investimentos00—
1.06Imobilizado2.2864.467−48,8%
1.06.01Imobilizado de Uso00—
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.07Intangível5.45949.601−89,0%
1.07.01Intangíveis00—
1.07.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Indusval & Partners S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Indusval & Partners S.A. ("Banco") e suas controladas ("Instituição"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Indusval & Partners S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2018, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas ". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria em 2018 foi planejada e executada considerando que as operações da Instituição não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados aqueles do ano anterior, exceto pela modificação do PAA relacionado a perdas por redução ao valor recuperável de empréstimos e adiantamentos em razão da alteração da política contábil nessa área e pela inclusão do PAA relacionado ao Limite operacional, capitalização e emissão de instrumento de dívida subordinada conversível por se tratar de um tema relevante de monitoramento dos órgão de governança e para a administração que, inclusive, divulga plano de ação nessas demonstrações financeiras consolidadas.Perdas por redução ao valor recuperável de empréstimos e adiantamentos (Notas explicativas 2.7.8, 3.2 e 10)Porque é um PAAA estimativa de perda por redução do valor recuperável de empréstimos e adiantamentos envolve julgamento e utilização de critérios na determinação do risco de crédito por parte da Administração, a qual é fundamentada na evidência objetiva de perda no valor recuperável desses ativos levando em conta as condições econômicas, atrasos e renegociações.A partir de 1º de janeiro de 2018 entrou em vigor a norma contábil IFRS 9 - Financial Instruments, que substituiu a IAS 39 - Financial Instruments, e estabelece novos requisitos de reconhecimento e mensuração dos instrumentos financeiros, dentre as quais um novo modelo de perdas por redução ao valor recuperável de empréstimos e adiantamentos que tem como base a perda esperada. O IAS 39 tinha como base a perda incorrida.O processo estabelecido busca capturar potenciais eventos futuros que possivelmente podem aumentar o risco de crédito por meio de fatores internos e externos, cenários econômicos, situação financeira da contraparte, níveis de inadimplência, fluxos de caixa futuros esperados, políticas de renegociação, valores estimados de recuperação e realização das garantias, bem como as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Tendo em vista esses aspectos, esta área foi considerada como uma área foco em nossa auditoria. Nossos procedimentos consideraram, entre outros, o entendimento dos critérios utilizados na apuração das perdas por redução ao valor recuperável que tratam da integridade da base de dados, processamento, contabilização das perdas e divulgações em notas explicativas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos consideraram, entre outros, o entendimento dos critérios utilizados na apuração das perdas por redução ao valor recuperável que tratam da integridade da base de dados, processamento, contabilização das perdas e divulgações em notas explicativas.Testamos a conciliação dos saldos contábeis com a posição analítica, bem como recalculamos, em base de testes, as perdas por redução ao valor recuperável de empréstimos e adiantamentos com base na política estabelecida.Consideramos que as premissas e critérios adotados pela Administração são razoáveis e consistentes com as informações divulgadas nas demonstrações financeiras consolidadas.Ativos não correntes mantidos para venda (Notas explicativas 2.8, 3.5 e 12)Porque é um PAAA Instituição possui registrado ativos não correntes mantidos para venda, correspondentes a imóveis, veículos e máquinas e equipamentos, que foram retomados ou recebidos em dação de pagamento de operações de crédito inadimplentes.Esses ativos são mensurados entre o menor valor entre o valor justo menos os custos de venda e o valor contábil, por meio de constituição de provisão que considera as características de cada classe de ativo.Pela subjetividade e pelas diversas premissas utilizadas pela Administração no processo de mensuração que podem afetar significativamente a apuração do valor recuperável desses bens, continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos consideraram, entre outros, o entendimento das metodologias de cálculo e análise das premissas utilizadas pela Administração para definição do valor recuperável dos bens, bem como realizamos análise da consistência dessas premissas com as adotadas em períodos anteriores.Realizamos em base amostral o recálculo do valor recuperável de determinados itens selecionados considerando as premissas definidas pela Administração. Adicionalmente, realizamos a análise da consistência dos valores apurados em vendas realizadas com seus os valores recuperáveis estimados.Consideramos que as premissas e metodologias adotadas pela Administração são razoáveis e consistentes com as informações divulgadas nas demonstrações financeiras consolidadas.Créditos Tributários (Notas explicativas 3.6 e 15)Porque é um PAAA Instituição possui créditos tributários provenientes de adições temporárias nas bases de cálculo de imposto de renda e da contribuição social sobre lucro líquido e prejuízos fiscais de imposto de renda e bases de cálculo n egativas sobre contribuição social, reconhecidos até 31 de dezembro de 2018, cujo registro é suportado por estudo de projeção de lucros tributários para a realização desses créditos tributários. Essa projeção de lucros, aprovada pelo Conselho de Administração, envolve julgamentos e premissas subjetivas utilizadas pela Administração com base em estudo do cenário atual e futuro.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas na projeção do lucro tributário poderia modificar significativamente os prazos e valores previstos para realização dos créditos tributários com potencial impacto no registro e manutenção desses ativos nas demonstrações financeiras consolidadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEntre outros procedimentos, atualizamos o entendimento dos processos de apuração e registro nos termos das normas fiscais e contábeis relacionadas aos créditos tributários, bem como obtivemos o entendimento das premissas relevantes estabelecidas pela Administração para a estimativa de projeção de lucros tributários para realização dos créditos tributários. Analisamos a razoabilidade dessas premissas com as informações de projeções macroeconômicas divulgadas no mercado, quando aplicável. Também, realizamos análise da consistência dessas premissas com as adotadas em períodos anteriores.Adicionalmente, realizamos a consistência das informações divulgadas em notas explicativas com as informações auditadas.Consideramos que as premissas e critérios adotados pela Administração são razoáveis e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Limite operacional, capitalização e emissão de instrumento de dívida subordinada conversível (Notas explicativas 4.5, 39(a) e 39(b))Porque é um PAAO Indusval & Partners Consolidado em 31 de dezembro de 2018 apresenta limite operacional mínimo inferior ao estabelecido pela Resolução n° 4.193/13 do Banco Central do Brasil. O Banco está implementando um plano de ações para o reenquadramento aos limites mínimos acima mencionados. Como parte desse plano, destacamos: (i) conforme nota explicativa 1, em novembro de 2018, foi concluída a venda de ações de parcela de sua participação na Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores (ii) conforme nota explicativa 39(a), a Assembleia Geral de Acionistas aprovou um aumento de capital no valor de R$ 245 milhões e (iii) conforme nota explicativa 39(b), serão emitidas dívidas subordinadas conversíveis no valor de R$ 55 milhões, que deverão estar aptas a integrar o Patrimônio de Referência do Banco.As operações mencionadas nos itens (ii) e (iii) acima estão sujeitas à aprovação do Banco Central do Brasil.Consideramos essa área de foco de auditoria devido a relevância do tema.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos consideraram entre outros, a análise das premissas para cálculo dos limites operacionais e o confronto entre o demonstrativo de limite operacional efetuado pela Administração e o divulgado nas demonstrações financeiras.Em relação a operação de venda de parcela da participação na Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores, verificamos a liquidação financeira da operação de acordo com o estabelecido em contrato.Para o aumento de capital, efetuamos a leitura do fato relevante e da ata de aprovação de Assembleia Geral de Acionistas emitidos pelo Indusval & Partners e reuniões com a Administração do Banco para entendimento dos reflexos deste aumento de capital nas operações do Banco.Consideramos que as informações divulgadas nas demonstrações financeiras estão consistentes com as informações obtidas em nossa auditoria.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoA demonstração consolidada do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadas A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos contro les internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança, a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 29 de março de 2019PricewaterhouseCoopers Carlos Augusto da Silva Auditores Independentes Contador CRC 1SP197007/O-2CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Os abaixo subscritores, integrantes da Diretoria Executiva do Banco Indusval S.A., DECLARAM, nos termos do Artigo 25 parágrafo 1º item VI da Instrução CVM 480 de 07.12.2009, que reviram e discutiram este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 do Banco Indusval S.A. e concordam que tais Demonstrações Financeiras refletem adequadamente a posição patrimonial e financeira da Companhia no período. São Paulo, 29 de março de 2019. JAIR RIBEIRO DA SILVA NETOCPF/MF 022.718-058-56 LUIZ MASAGÃO RIBEIROCPF/MF 525.253.688-00 ANDRE JACINTHO MESQUITACPF/MF 071.767.968-31 CLAUDIO ROBERTO CUSINCPF/MF 051.156.318-30 JAIR DA COSTA BALMACPF/MF 783.929.188-00

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Os abaixo subscritores, integrantes da Diretoria Executiva do Banco Indusval S.A., DECLARAM, nos termos do Artigo 25 parágrafo 1º item V da Instrução CVM 480 de 07.12.2009, que, com base no seu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões posteriores sobre os resultados de auditoria, concordam com as opiniões expressas no relatório elaborado pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, não havendo qualquer discordância. São Paulo, 29 de março de 2019. JAIR RIBEIRO DA SILVA NETOCPF/MF 022.718-058-56 LUIZ MASAGÃO RIBEIROCPF/MF 525.253.688-00 ANDRE JACINTHO MESQUITACPF/MF 071.767.968-31 CLAUDIO ROBERTO CUSINCPF/MF 051.156.318-30 JAIR DA COSTA BALMACPF/MF 783.929.188-00

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.