Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201678 páginasCódigo CVM 15636Versão 1Recebida em 15/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de COMPANHIA DE GAS DE SAO PAULO COMGAS

COMPANHIA DE GAS DE SAO PAULO COMGAS · CNPJ 61.856.571/0001-17

COMPANHIA DE GAS DE SAO PAULO COMGAS
CNPJ 61.856.571/0001-17
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
COMPANHIA DE GAS DE SAO PAULO COMGAS
CNPJ
61.856.571/0001-17
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
78
Ano de referência
2016*
Publicado em
15/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total8.668.7928.868.031−2,2%
1.01Ativo Circulante3.012.8362.789.9808,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.108.3361.967.6437,2%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa37.46030.42923,1%
1.01.01.02Aplicações Financeiras2.070.8761.937.2146,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber479.751513.981−6,7%
1.01.03.01Clientes479.751513.981−6,7%
1.01.03.01.01Contas a Receber639.910650.059−1,6%
1.01.03.01.02Perda estimada para crédito de liquidação duvidosa−160.159−136.078−17,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques114.745134.347−14,6%
1.01.04.01Materiais diversos114.745134.347−14,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar59.306117.064−49,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar59.306117.064−49,3%
1.01.07Despesas Antecipadas1.1751.1066,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes249.52355.839346,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.01.01Ativos destinados a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros249.52355.839346,9%
1.01.08.03.01Transporte pago e não utilizado00—
1.01.08.03.02Adiantamentos a fornecedores3.3403.369−0,9%
1.01.08.03.03Outros24.87824.2762,5%
1.01.08.03.04Instrumentos financeiros derivativos17.77126.954−34,1%
1.01.08.03.05Ativos com partes relacionadas1.0491.240−15,4%
1.01.08.03.06Títulos e Valores Mobiliários202.4850—
1.02Ativo Não Circulante5.655.9566.078.051−6,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.057.1001.531.660−31,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber33.67137.036−9,1%
1.02.01.03.01Clientes19.57821.047−7,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber14.09315.989−11,9%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos296.757593.443−50,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos296.757593.443−50,0%
1.02.01.06.02ICMS a recuperar00—
1.02.01.06.03Depósitos judiciais00—
1.02.01.06.04Outros00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes726.672901.181−19,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03ICMS a recuperar12.62413.540−6,8%
1.02.01.09.04Depósitos judiciais49.25543.49513,2%
1.02.01.09.05Instrumentos financeiros derivativos419.366638.078−34,3%
1.02.01.09.06Transporte pago e não utilizado244.006204.72519,2%
1.02.01.09.07Outros1.4211.3435,8%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4.598.8564.546.3911,2%
1.02.04.01Intangíveis4.598.8564.546.3911,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão4.185.3463.997.3334,7%
1.02.04.01.02Fidelização do cliente222.626280.231−20,6%
1.02.04.01.03Software e outros60.04543.71737,3%
1.02.04.01.04Intangível em andamento130.839225.110−41,9%
1.02.05Diferido00—
1.02.05.01Intangível em andamento00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores e Acionistas da Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁSSão Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Valorização de instrumentos financeiros (Nota explicativa 21)Para financiamento de suas operações e investimentos na infraestrutura de distribuição de gás, a Companhia capta empréstimos e emite debêntures, cujas condições a expõem a riscos relacionados à oscilações de moeda estrangeira e taxas de juros. De forma a mitigar tal exposição, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos, principalmente swaps de taxa de juros e câmbio. Os instrumentos financeiros derivativos, incluindo os instrumentos designados para proteção de risco (hedge de valor justo) e determinados instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado são valorizados utilizando técnicas de valorização que geralmente envolvem o exercício de julgamento, uso de premissas e estimativas. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram testes de controles internos sobre o processo de identificação, valorização e gerenciamento desses instrumentos financeiros. Obtivemos a lista das instituições financeiras com as quais a Companhia detém contratos de instrumentos financeiros e obtivemos carta de confirmação sobre os saldos em aberto em 31 de dezembro de 2016. Com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros, efetuamos recálculo independente do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado utilizando dados observáveis, como preços cotados em mercados ativos ou fluxos descontados com base em curvas de mercado. Avaliamos também a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras, em especial em relação as análises de sensibilidade, risco de taxas de juros e câmbio e a classificação dos instrumentos.Designação e efetividade dos instrumentos financeiros derivativos para contabilidade de proteção - hedge de valor justo (Nota explicativa 21)A Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos para gerir a sua exposição ao risco cambial e de taxa de juros, que surgem durante o curso normal do seu negócio. Quando apropriado, certos contratos de instrumentos financeiros derivativos de taxa de juros (swaps) são designados para a contabilidade de proteção (hedge de valor justo) com o objetivo de contrapor a exposição da Companhia a variação da taxa de juros. Devido à relevância dos instrumentos financeiros protegidos, ao alto grau de julgamento e estimativas utilizadas e os possíveis impactos sobre as demonstrações financeiras, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoriaComo nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram testes de controles internos sobre o processo de identificação, designação, valorização e gerenciamento desses instrumentos financeiros. Com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia para demonstrar a conciliação entre o objeto do hedge versus o instrumento designado para contabilidade de proteção e efetuamos o recálculo do teste de efetividade de cobertura prospectivo e retrospectivo preparados pela Companhia. Consideramos ainda a adequação e suficiência das divulgações feitas nas demonstrações financeiras. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração da companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 13 de fevereiro de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Rogério Hernandez GarciaContador CRC 1SP213431/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os abaixo assinados, Diretores da Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS ("Companhia") declaram, para todos os efeitos legais, que reviram, discutiram e estão de acordo com as demonstrações financeiras da Companhia do ano 2016 e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as mesmas.São Paulo, 13 de fevereiro de 2017.Nelson Roseira Gomes NetoDiretor Presidente e de Relações com InvestidoresJosé Carlos Broisler OliverDiretor de OperaçõesCarlos Eduardo Freitas BrésciaDiretor de Assuntos Regulatórios e InstitucionaisSérgio Luiz da SilvaDiretor de Marketing, Planejamento e Suprimento de GásFrederico Suano Pacheco de AraujoDiretor JurídicoRafael BergmanDiretor de Finanças e de Relações com InvestidoresPaula BenevidesDiretora de RH

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os abaixo assinados, Diretores da Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS ("Companhia") declaram, para todos os efeitos legais, que reviram, discutiram e estão de acordo com as demonstrações financeiras da Companhia do ano 2016 e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as mesmas.São Paulo, 13 de fevereiro de 2017.Nelson Roseira Gomes NetoDiretor Presidente e de Relações com InvestidoresJosé Carlos Broisler OliverDiretor de OperaçõesCarlos Eduardo Freitas BrésciaDiretor de Assuntos Regulatórios e InstitucionaisSérgio Luiz da SilvaDiretor de Marketing, Planejamento e Suprimento de GásFrederico Suano Pacheco de AraujoDiretor JurídicoRafael BergmanDiretor de Finanças e de Relações com InvestidoresPaula BenevidesDiretora de RH

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL DA COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁSOs membros abaixo assinados do Conselho Fiscal da COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS ("Companhia"), no uso de suas atribuições legais e estatutárias e ainda, as conferidas nos incisos II e III do artigo 163, da Lei 6404/76, declaram haver procedido ao exame:(i) Das Contas, do Relatório dos Administradores, das Demonstrações Financeiras e do Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2016 (ii) Da proposta de aumento de capital social da Companhia decorrente do benefício fiscal auferido mediante a incorporação de parte da reserva de ágio resultante da operação da incorporação da Provence Participações S.A, aprovada pela Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas realizada em 19.12.2012, nos termos da Instrução CVM nº 319/99, com a consequente alteração do artigo 5º do Estatuto Social da Companhia (iii) Das proposta de: (I) Destinação do lucro líquido referente ao exercício social encerrado em 31.12.2016, com imputação dos juros sobre capital próprio declarados em 15.12.2016 e (II) Orçamento de Capital para o exercício corrente. Atestam que os documentos apresentados referentes aos itens acima refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Companhia, razão pela qual o Conselho recomenda ao Conselho de Administração que os citados documentos sejam submetidos à apreciação e aprovação dos Acionistas em Assembléia Geral. São Paulo, 13 de fevereiro de 2017.Nadir Dancini BarsanulfoMembro Titular do Conselho FiscalLuiz Carlos NanniniMembro Titular do Conselho FiscalPaulo Caio Ferraz de SampaioMembro Titular do Conselho FiscalPedro Piason Breglio PontesMembro Suplente do Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.