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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012104 páginasCódigo CVM 5258Versão 1Recebida em 27/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de RAIA DROGASIL S/A

RAIA DROGASIL S/A · CNPJ 61.585.865/0001-51

RAIA DROGASIL S/A
CNPJ 61.585.865/0001-51
DFP 2012
Exercício 2012
Carregando…

Metadados

Empresa
RAIA DROGASIL S/A
CNPJ
61.585.865/0001-51
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
104
Ano de referência
2012*
Publicado em
27/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total3.340.1863.168.3085,4%
1.01Ativo Circulante1.693.8641.625.7954,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa166.963339.971−50,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber452.543367.18323,2%
1.01.03.01Clientes335.771287.84316,7%
1.01.03.01.01Cheques a Receber5.1536.367−19,1%
1.01.03.01.02Cartões de Crédito e Débito289.225242.46519,3%
1.01.03.01.03PBM - Programa de Benefício de Medicamentos23.12021.1939,1%
1.01.03.01.04Convênios com Empresas19.01118.7821,2%
1.01.03.01.09(-) Provisão p/Crédito de Liquidação Duvidosa−738−96423,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber116.77279.34047,2%
1.01.03.02.01Adiantamento a Funcionários2.7967.406−62,2%
1.01.03.02.02Devoluções a Fornecedores16.19412.12333,6%
1.01.03.02.03Acordos Comerciais92.28155.28866,9%
1.01.03.02.08Outros5.5014.52321,6%
1.01.04Estoques973.396814.97519,4%
1.01.04.01Mercadorias de Revenda974.455810.57620,2%
1.01.04.02Materiais9.8549.4024,8%
1.01.04.03(-) Provisão p/Perdas com Mercadorias−10.913−5.003−118,1%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar96.31693.1603,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar96.31693.1603,4%
1.01.07Despesas Antecipadas4.73110.506−55,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes−850
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros−850
1.02Ativo Não Circulante1.646.3221.542.5136,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo21.80244.063−50,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber6106080,3%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber6106080,3%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas561136312,5%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes20.63143.319−52,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Compul. e Incentivos Fiscais70
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais11.0107.44547,9%
1.02.01.09.05Tributos a Recuperar9.05335.313−74,4%
1.02.01.09.06Precatórios5615610,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado454.322370.60522,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.170.1981.127.8453,8%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores e AcionistasRaia Drogasil S.A.Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Raia Drogasil S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Raia Drogasil S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Raia Drogasil S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de contabilidade (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Raia Drogasil S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação do investimento em controlada pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 27 de março de 2013.ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6___________________________Luiz Carlos Nannini Contador CRC-1SP171638/O-7___________________________Alexandre RubioContador CRC-1SP223361/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras. São Paulo, 27 de março de 2013. ____________________________Cláudio Roberto ElyDiretor Presidente ____________________________ Antonio Carlos de FreitasDiretor ____________________________ Eugênio de ZagottisDiretor ____________________________ Fernando VarelaDiretor ____________________________ Marcello de ZagottisDiretor ____________________________ Ricardo Castro de AzevedoDiretor ____________________________ Rosângela LuttiDiretora ____________________________ Antonio Carlos CoelhoController e Contador ResponsávelCRC-1SP166428/O-9

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes. São Paulo, 27 de março de 2013. ____________________________Cláudio Roberto ElyDiretor Presidente ____________________________ Antonio Carlos de FreitasDiretor ____________________________ Eugênio de ZagottisDiretor ____________________________ Fernando VarelaDiretor ____________________________ Marcello de ZagottisDiretor ____________________________ Ricardo Castro de AzevedoDiretor ____________________________ Rosângela LuttiDiretora____________________________Antonio Carlos CoelhoController e Contador ResponsávelCRC-1SP166428/O-9

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Companhia, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, procederam ao exame das Demonstrações Financeiras, Relatório da Administração e da Proposta da Administração para destinação do resultado, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012, e, com base nos exames efetuados e nos esclarecimentos prestados pela Administração, considerando, ainda, o parecer favorável sem ressalvas dos auditores independentes, Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S., os membros do Conselho Fiscal concluíram que os documentos acima, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentados, e opinaram, por unanimidade, pelo seu encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral de Acionistas da Companhia, a ser convocada nos termos da Lei nº 6.404/76.São Paulo, 27 de março de 2013.______________________________Gilberto LérioConselheiro Fiscal______________________________Fernando Carvalho BragaConselheiro Fiscal______________________________Mário Antonio Luiz CorrêaConselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.