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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201783 páginasCódigo CVM 20621Versão 1Recebida em 13/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de FERTILIZANTES HERINGER S.A.

FERTILIZANTES HERINGER S.A. · CNPJ 22.266.175/0001-88

FERTILIZANTES HERINGER S.A.
CNPJ 22.266.175/0001-88
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
FERTILIZANTES HERINGER S.A.
CNPJ
22.266.175/0001-88
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
83
Ano de referência
2017*
Publicado em
13/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.945.0482.850.0153,3%
1.01Ativo Circulante1.621.3461.575.7932,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa66.85064.5503,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber437.688466.987−6,3%
1.01.03.01Clientes437.688466.987−6,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques770.025703.3809,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar174.383154.38713,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar174.383154.38713,0%
1.01.06.01.01Tributos a Recuperar158.859101.34156,8%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contr.Social a Recuperar15.52453.046−70,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes172.400186.489−7,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda172.400186.489−7,6%
1.01.08.01.01Demais contas a receber167.03238.438334,5%
1.01.08.01.02Instrumentos Financeiros Derivativos5.3682222.318,0%
1.01.08.01.03Bonificações de Compras011.963−100,0%
1.01.08.01.04Créditos tributários adquiridos0135.866−100,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante1.323.7021.274.2223,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo809.497718.16012,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber1981−76,5%
1.02.01.03.01Clientes1981−76,5%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos250.897183.64936,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos250.897183.64936,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes558.581534.4304,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Imposto de Renda e Contr.Social a Recuperar211.849183.54015,4%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar270.570285.263−5,2%
1.02.01.09.05Créditos Tributários Adquiridos30.47429.9051,9%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais25.14724.5042,6%
1.02.01.09.07Outros Ativos20.54111.21883,1%
1.02.01.09.08Bens Destinados a Venda00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado507.566549.158−7,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação480.288521.495−7,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento27.27827.663−1,4%
1.02.04Intangível6.6396.904−3,8%
1.02.04.01Intangíveis6.6396.904−3,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível em Operação6.6396.904−3,8%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasFertilizantes Heringer S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Fertilizantes Heringer S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fertilizantes Heringer S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAASituação econômica e financeira da CompanhiaAs notas explicativas "2.1 - Base de preparação - situação econômica e financeira da Companhia" e "24 - Objetivos e políticas para gestão do risco financeiro - (d) risco de liquidez e (f) gestão de risco de capital", às demonstrações financeiras, tratam de aspectos relevantes sobre a situação econômica e financeira da Companhia, incluindo liquidez.A Companhia tem gerado fluxo de caixa negativo nas atividades operacionais nos últimos três anos. Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia apresentou capital circulante líquido negativo de R$ 1.029.952 mil e prejuízo do exercício findo nessa data e acumulado de R$ 125.604 mil e R$ 462.444 mil, respectivamente.A administração tem expectativa, baseada em suas projeções de resultados e de fluxos de caixa para os próximos doze meses a partir da data do balanço, de gerar caixa operacional, bem como a capacidade de captar novos recursos junto a instituições financeiras e parceiros comerciais para suprir as necessidades de caixa da Companhia.Diante da relevância desse tema e os reflexos sobre a operação da Companhia, aliado ao fato de que a avaliação da administração está fundamentada em projeções de resultados futuros, preparadas com base em premissas e julgamentos que podem não se concretizar, consideramos esse tema como um dos principais assuntos de nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNo contexto da auditoria das demonstrações financeiras, em relação a situação econômica e financeira da Companhia, realizamos, entre outros, os procedimentos descritos a seguir.Realizamos o entendimento das políticas de administração de risco de liquidez da Companhia e do processo de elaboração e aprovação, pelos órgãos de governança, das projeções de fluxos de caixa, projeções essas que foram objeto dos procedimentos de auditoria descritos no PAA seguinte - "Projeções de Resultado utilizadas na avaliação do valor recuperável "impairment" de ativos imobilizados e na realização de tributos diferidos".Discutimos com a administração os planos e ações de negócio aprovados e divulgados.Obtivemos evidência das linhas de crédito disponíveis, confrontando-as com as respectivas informações bancárias disponíveis.Adicionalmente, analisamos os eventos subsequentes até a data de emissão deste relatório.Consideramos que as informações divulgadas nas demonstrações financeiras estão consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria.Porque é um PAAProjeções de resultado utilizadas na avaliação do valor recuperável "impairment" de ativos imobilizados e na realização de tributos diferidosDetalhes sobre as políticas contábeis e teste para redução ao valor recuperável dos ativos imobilizados e realização de tributos diferidos estão descritos nas Notas explicativas "2.2.2 - Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros", Notas "7 - Imposto de renda e contribuição social" e "11 - Imobilizado".Focamos nossos trabalhos nessas áreas, pois a avaliação realizada pela administração da Companhia sobre a identificação de indicadores de perda e, principalmente, sobre a determinação do valor recuperável dos ativos imobilizados e realização de tributos diferidos, envolve julgamentos e está baseada em premissas referentes ao desempenho da economia brasileira e internacional, incluindo determinação de taxas de crescimento e de desconto, seleção de taxa de câmbio, projeções esperadas de resultados futuros e suas bases tributárias e correspondentes alíquotas de tributos, entre outras associadas a uma metodologia de fluxos de caixa descontados da Unidade Geradora de Caixa (UGC), para UGC Misturadoras, a fim de determinar seu valor em uso. Os resultados obtidos são sensíveis às imprecisões inerentes ao processo e aos julgamentos e premissas que, se alterados, poderão resultar em valores relevantemente diferentes dos apurados pela Companhia.Para a UGC Industrial, tendo em vista seu estágio atual de operações, a administração da Companhia efetuou a avaliação do valor de mercado desses ativos líquido de seu custo de vendas com suporte de empresa especializada.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossa abordagem de auditoria considerou, entre outros, os seguintes procedimentos:Com o auxílio de nossos especialistas de avaliação de empresas, obtivemos o entendimento do processo realizado pela Administração da Companhia para determinação das projeções de fluxo de caixa, bem como o entendimento das premissas relevantes utilizadas nessas projeções e testamos a consistência das informações e premissas utilizadas nessas projeções mediante a comparação com: (i) orçamentos atuais aprovados pela administração da Companhia, (ii) premissas e dados de mercados e setores específicos da UGC Misturadoras, e (iii) projeções utilizadas em anos anteriores com os resultados efetivos subsequentes. Além disso, para a taxa de desconto aplicada, nossa análise considerou o custo de capital da Companhia e de organizações comparáveis. Realizamos análise de sensibilidade e recalculamos as projeções considerando diferentes intervalos e cenários de taxas de crescimento e de descontos.Para a UGC Industrial, com o auxílio de nossos especialistas em avaliação de ativos, entre outros procedimentos, obtivemos o entendimento do processo realizado pe la Administração da Companhia e avaliamos as bases e premissas utilizadas para mensuração do valor de mercado desses ativos líquido de seu custo de vendas.Quanto aos trabalhos relacionados com os tributos diferidos, testamos, com o apoio de nossos especialistas, as bases de cálculo dos prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social, bem como das diferenças temporárias. Adicionalmente, analisamos a razoabilidade do prazo de utilização dos prejuízos fiscais acumulados ao longo dos próximos anos. Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os critérios e premissas utilizados pela administração são consistentes com dados e informações observáveis, interna e externamente, conforme aplicável.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoA Demonstração do Valor Adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentadas para fins de comparação, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 2 de março de 2017, sem ressalvas.Como parte de nosso exame das demonstrações financeiras de 2017, examinamos também as reclassificações descritas na Nota 2.2.6, que foram efetuadas para alterar as demonstrações financeiras de 2016, apresentadas para fins de comparação. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2016 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras de 2016 tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a ap resentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Campinas, 12 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Eduardo Dias VendraminiContador CRC 1SP220017/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, o Diretor Geral e os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.Composição da Diretoria:Dalton Carlos Heringer - Diretor Presidente e AdministrativoRodrigo Bortolini Rezende - Diretor Financeiro, de Relações com Investidores e ControladoriaAlfredo Fardin - Diretor ComercialPedro Augusto Lombardi Ferreira - Diretor de Suprimentos e LogísticaUlisses Maestri - Diretor Técnico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, o Diretor Geral e os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.Composição da Diretoria:Dalton Carlos Heringer - Diretor Presidente e AdministrativoRodrigo Bortolini Rezende - Diretor Financeiro, de Relações com Investidores e ControladoriaAlfredo Fardin - Diretor ComercialPedro Augusto Lombardi Ferreira - Diretor de Suprimentos e LogísticaUlisses Maestri - Diretor Técnico

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia FERTILIZANTES HERINGER S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias examinou o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, e o estudo técnico de viabilidade de geração de lucros tributáveis, trazidos a valor presente, que tem por objetivo a realização de Ativo Fiscal Diferido, de acordo com o artigo 4º. da Instrução CVM nº. 371, de 27 de junho de 2002, e a vista do parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, apresentado sem ressalvas, datado de 12 de março de 2018. Após estes exames, opina no sentido de que os mencionados relatórios, estudos e demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia, manifestando-se, na forma do artigo 163 da Lei no. 6.404/76, favoráveis à sua aprovação pela Assembléia Geral Ordinária.Viana - ES, 12 de março de 2018.PEDRO GILBERTO DE SOUZA GOMESPresidente do Conselho FiscalALFREDO GONÇALVES MARTINSConselheiroRICARDO KOCHENConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.