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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013152 páginasCódigo CVM 19763Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 27/02/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A. · CNPJ 03.983.431/0001-03

Versões deste exercício: v1 (26/02/2014) · v2 (27/02/2014), esta

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.
CNPJ 03.983.431/0001-03
DFP 2013 (V2)
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.
CNPJ
03.983.431/0001-03
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
152
Ano de referência
2013*
Publicado em
27/02/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total14.141.49412.729.44611,1%
1.01Ativo Circulante4.706.9442.179.416116,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa924.146571.37561,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.136.2701.263.231−10,1%
1.01.03.01Clientes1.126.5471.252.551−10,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber9.72310.680−9,0%
1.01.03.02.01Títulos a receber4.9654.5309,6%
1.01.03.02.02Ativo financeiro indenizável00—
1.01.03.02.03Rendas a receber4.7586.150−22,6%
1.01.04Estoques19.58140.579−51,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar195.291166.07517,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar195.291166.07517,6%
1.01.07Despesas Antecipadas159704−77,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.431.497137.4521.669,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda2.327.6330—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros103.864137.452−24,4%
1.01.08.03.01Cauções e depósitos vinculados4.64224.207−80,8%
1.01.08.03.02Ativos financeiros disponíveis para venda11.02619.806−44,3%
1.01.08.03.03Créditos com partes relacionadas12.3597181.621,3%
1.01.08.03.04Outros créditos75.83792.721−18,2%
1.02Ativo Não Circulante9.434.55010.550.030−10,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.933.0671.849.5744,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber851.311751.89613,2%
1.02.01.03.01Clientes54.90840.29436,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber796.403711.60211,9%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos552.573614.957−10,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos552.573614.957−10,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas171.074136.23225,6%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas171.074136.23225,6%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes358.109346.4893,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e contribuções sociais55.32755.512−0,3%
1.02.01.09.04Adiantamento para futuros aumentos de capital00—
1.02.01.09.05Cauções e depósitos vinculados242.704244.650−0,8%
1.02.01.09.06Outros créditos60.07846.32729,7%
1.02.02Investimentos685.920712.809−3,8%
1.02.02.01Participações Societárias672.337708.682−5,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento13.5834.127229,1%
1.02.03Imobilizado4.026.2164.554.328−11,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.815.0973.926.230−2,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento211.119628.098−66,4%
1.02.04Intangível2.789.3473.433.319−18,8%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração e Acionistas da EDP - Energias do Brasil S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeirasindividuais da EDP Energias do Brasil S.A. (a "Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da EDP Energias do BrasilS.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board(IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da EDP Energias do Brasil S.A.em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da EDP Energias do Brasil S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo InternationalAccounting Standards Board(IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na Nota 2.1.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da EDP Energias do Brasil S.A., essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere àavaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosInformação suplementar - demonstrações do valor adicionadoExaminamos também as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia,cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAs demonstrações financeiras da Companhia em 31 de dezembro 2012 foram auditadas por outros auditores independentes, cujo relatório, datado de 02 de maio de 2013, expressa opinião com ressalva. A ressalva refere-se à classificação de partes beneficiárias emitidas para terceiros, no montante de R$ 451 milhões, registradas no patrimônio líquido da controlada Lajeado Energia S.A. e, nas demonstrações financeiras consolidadas, como participação de não controladores. Segundo o relatório dos auditores, as características dessas partes beneficiárias são as de um instrumento híbrido e, assim, não deveria ser integralmente registrado no patrimônio líquido (Nota 30.4.1). Adicionalmente, o relatório de auditoria sobre o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 contém parágrafo de ênfase sobre a possibilidade de mudança do prazo estimado de vida útil para depreciação dos bens do imobilizado de geração de energia no regime de produção independente, considerando-se os fatos e circunstâncias descritos nas correspondentes notas explicativas.Nossas opiniões sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não contêm modificação relacionada a esses assuntos.São Paulo, 26 de fevereiro de 2014PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Valdir Renato CoscodaiContador CRC 1SP165875/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Administradores da Companhia, em atendimento ao disposto no inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM 480/2009, declaram que em 26 de fevereiro de 2014, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia para o exercício findo em 31.12.2013.Miguel Nuno Simões Nunes Ferreira SetasDiretor PresidenteMiguel Dias AmaroDiretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores, Distribuição e de Controle de GestãoLuiz Otavio Assis HenriquesDiretor Vice-Presidente de GeraçãoCarlos Emanuel Baptista AndradeDiretor Vice-Presidente de Comercialização

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Administradores da Companhia, em atendimento ao disposto no inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que em 26 de fevereiro de 2014, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia para o exercício findo em 31.12.2013, bem como declaram que nessa mesma data, reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Parecer emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes.Miguel Nuno Simões Nunes Ferreira SetasDiretor PresidenteMiguel Dias AmaroDiretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores, Distribuição e de Controle de GestãoLuiz Otavio Assis HenriquesDiretor Vice-Presidente de GeraçãoCarlos Emanuel Baptista AndradeDiretor Vice-Presidente de Comercialização

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Na Assembleia Geral Ordinária realizada em 10 de abril de 2013 não houve a instalação do Conselho Fiscal da Companhia ou Órgão equivalente.=======================================================================================================Parecer do Comitê de AuditoriaNós, membros efetivos do Comitê de Auditoria, por unanimidade, emitimos parecer favorável à aprovação das contas da Diretoria e das Demonstrações Financeiras da Companhia e de suas controladas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, considerando que retratam fielmente a situação econômica-financeira da Companhia e de suas empresas controladas.São Paulo, 19 de fevereiro de 2014.Francisco Carlos Coutinho PitellaPresidente do Comitê de AuditoriaNuno Maria Pestana de Almeida AlvesMembro do Comitê de AuditoriaModesto Souza Barros CarvalhosaMembro do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.