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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 80071Versão 1Recebida em 23/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de COSAN LIMITED

COSAN LIMITED · CNPJ 08.887.330/0001-52

COSAN LIMITED
CNPJ 08.887.330/0001-52
DFP 2016
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COSAN LIMITED
CNPJ
08.887.330/0001-52
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
23/02/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
ConsolidadoConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total50.469.85052.249.235−3,4%
1.01Ativo Circulante8.769.0096.835.23128,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.499.5883.505.82428,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber1.130.624904.24525,0%
1.01.03.01Clientes1.130.624904.24525,0%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes1.130.624904.24525,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques630.752656.901−4,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar543.836446.94221,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar543.836446.94221,7%
1.01.06.01.01Crédito de imposto de renda e contribuição social364.980135.050170,3%
1.01.06.01.02Outros tributos a recuperar178.856311.892−42,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.964.2091.321.31948,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda39.907149.938−73,4%
1.01.08.01.01Ativos mantidos para venda39.907149.938−73,4%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.924.3021.171.38164,3%
1.01.08.03.01Caixa restrito057.290−100,0%
1.01.08.03.02Títulos e valores mobiliários1.291.580605.490113,3%
1.01.08.03.03Instrumentos financeiros derivativos20.654138.105−85,0%
1.01.08.03.04Recebíveis de partes relacionadas58.51775.229−22,2%
1.01.08.03.05Dividendos a receber144.16012.0641.095,0%
1.01.08.03.06Outros ativos409.391283.20344,6%
1.02Ativo Não Circulante41.700.84145.414.004−8,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.071.6127.281.827−30,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber54.80660.733−9,8%
1.02.01.03.01Clientes54.80660.733−9,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos1.490.0021.698.611−12,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.490.0021.698.611−12,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas183.740221.345−17,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas183.740221.345−17,0%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.343.0645.301.138−36,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Caixa restrito200.999200.8930,1%
1.02.01.09.04Crédito de imposto de renda e contribuição social121.376274.597−55,8%
1.02.01.09.05Outros tributos a recuperar739.849667.44610,8%
1.02.01.09.06Depósitos judiciais714.684680.2245,1%
1.02.01.09.07Outras contas a receber00
1.02.01.09.08Instrumentos financeiros derivativos730.4262.292.191−68,1%
1.02.01.09.09Outros ativos835.7301.185.787−29,5%
1.02.02Investimentos8.793.34211.016.601−20,2%
1.02.02.01Participações Societárias8.793.3428.421.5664,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas286.947184.37655,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias8.506.3958.237.1903,3%
1.02.02.02Propriedades para Investimento02.595.035−100,0%
1.02.03Imobilizado10.726.4489.805.8879,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível17.109.43917.309.689−1,2%
1.02.04.01Intangíveis17.109.43917.309.689−1,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADASAos Administradores e Acionistas daCosan LimitedBermudas Opinião Examinamos as demonstrações financeiras consolidadas da Cosan Limited (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada, da Cosan Limited em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Valorização de instrumentos financeiros (Notas explicativas 3.3 e 35)Para financiamento de suas operações e investimentos em ativos não monetários, as controladas da Companhia captam recursos de terceiros, cujas condições as expõem a riscos relacionados a oscilações de moeda estrangeira e taxas de juros. De forma a reduzir tal exposição, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos, principalmente swaps de taxa de juros e câmbio, e contratos a termo. Os instrumentos financeiros derivativos, incluindo os instrumentos designados para proteção de risco (hedge de valor justo) e determinados instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado, são valorizados utilizando técnicas de valorização que geralmente envolvem o exercício de julgamento, uso de premissas e estimativas. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram testes de controles internos sobre o processo de identificação, valorização, gerenciamento, reconhecimento e classificação desses instrumentos financeiros. Obtivemos a lista das instituições financeiras com as quais a Companhia detém contratos de instrumentos financeiros e obtivemos carta de confirmação sobre os saldos em aberto em 31 de dezembro de 2016. Com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros, efetuamos recálculo independente do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado utilizando dados observáveis, como preços cotados em mercados ativos ou fluxos descontados com base em curvas de mercado. Avaliamos também a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras, em especial em relação as análises de sensibilidade, risco de taxas de juros e câmbio e a classificação dos instrumentos.Designação e efetividade dos instrumentos financeiros derivativos para contabilidade de proteção - hedge de valor justo (Notas explicativas 3.3 e 35)As controladas da Companhia contratam instrumentos financeiros derivativos para gerir a sua exposição ao risco cambial e de taxa de juros, que surgem durante o curso normal do seu negócio. Quando apropriado, certos contratos de instrumentos financeiros derivativos de taxa de juros (swaps) são designados para a contabilidade de proteção (hedge de valor justo) com o objetivo de contrapor a exposição da Companhia a variação da taxa de juros. Devido à relevância dos instrumentos financeiros protegidos, ao alto grau de julgamento e estimativas utilizadas e os possíveis impactos sobre as demonstrações financeiras, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram testes de controles internos sobre o processo de identificação, designação, valorização e gerenciamento desses instrumentos financeiros. Com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia para demonstrar a conciliação entre o objeto do hedge versus o instrumento designado para contabilidade de proteção e efetuamos o recálculo do teste de efetividade de cobertura prospectivo e retrospectivo preparados pela Companhia. Consideramos ainda a adequação e suficiência das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.Realização de saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos (Notas explicativas 3.14 e 26)As controladas da Companhia reconheceram ativos fiscais diferidos, relativos a diferenças temporárias e prejuízos fiscais, considerados recuperáveis com base na geração de lucros tributáveis futuros.A estimativa de geração de lucros tributáveis futuros requer julgamento e interpretação de leis tributárias. O valor recuperável dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros e na capacidade de utilização de prejuízos fiscais, o que pode impactar o valor do ativo fiscal diferido reconhecido nas demonstrações financeiras e na alíquota efetiva do período. Por essas razões, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos relacionados com a preparação e revisão da projeção de lucros tributáveis futuros, especificamente do plano de negócios e orçamento. Comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas para suportar a projeção de lucros tributáveis futuros, incluindo taxas de crescimento e de desconto. Adicionalmente, com o auxílio de nossos especialistas em impostos, consideramos a adequação da aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais. Avaliamos ainda se as projeções da Companhia indicavam lucros tributáveis futuros suficientes contra os quais os prejuízos fiscais não utilizados e as diferenças temporár ias dedutíveis possam ser utilizados, bem como a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.Avaliação do valor recuperável de ativos não monetários (Notas explicativas 3.7, 18 e 19)Algumas controladas relacionadas às operações de logística da Companhia possuem investimentos significativos em ativos imobilizado e intangível de vida útil definida necessários para condução de suas operações. Em decorrência dos prejuízos apurados por essas controladas nos últimos anos e a retração econômica, existe um risco de não recuperação do valor total destes ativos. Adicionalmente, a aquisição das operações de lubrificantes em anos anteriores resultou em reconhecimento de ágio, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente. A avaliação do valor recuperável das unidades geradoras de caixa da Companhia envolve julgamentos significativos na determinação das premissas utilizadas nas projeções dos fluxos de caixa, incluindo taxas de crescimento e de desconto, e pode resultar em impacto relevante nos ativos imobilizado, intangível com vida útil definida e ágio. Por essas razões, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos os controles internos relativos a identificação e mensuração do valor recuperável das unidades geradoras de caixa da Companhia. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas chave utilizadas nos fluxos de caixa descontados, incluindo (i) para as operações de logística: taxa de desconto expectativas de produção do mercado brasileiro de açúcar, soja, farelo e milho, destinados, principalmente, para exportação expectativa em relação aos preços futuros de fretes rodoviários disponibilidade de capacidade de transporte e portuária e outras condições macro econômicas e (ii) para as operações de lubrificantes: taxas de crescimento e de desconto, baseados em informações históricas. Avaliamos a sensibilidade de resultados considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Adicionalmente, comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados, por unidade geradora de caixa, com o respectivo valor contábil do ágio e avaliamos a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.Equivalência patrimonial de controlada em conjunto (Nota explicativa 15)A Companhia possui participação indireta na controlada em conjunto Raízen Energia S.A. que atua no negócio de produção e comércio de açúcar, etanol e cogeração de energia, principalmente, produzida a partir do bagaço de cana de açúcar. Em função do segmento em que atua, a valorização dos ativos biológicos está sujeita a julgamento significativo envolvendo: área estimada de colheita, produtividade prevista, taxas de desconto, quantidade e preços projetados. Devido à relevância do investimento na Raízen Energia S.A. e ao grau de julgamento e estimativas utilizadas para valorização dos ativos biológicos, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoEfetuamos o planejamento e comunicação do escopo de nossos trabalhos, discussão dos riscos de distorção relevante e envio das instruções aos auditores da controlada em conjunto. Realizamos reuniões com os auditores responsáveis pela controlada em conjunto, e efetuamos a avaliação do trabalho realizado sobre a valorização de ativos biológicos, as evidências de auditoria obtidas e a documentação dos especialistas envolvidos na auditoria da controlada em conjunto. Analisamos as comunicações e os relatórios enviados pelo auditor da controlada em conjunto, bem como os procedimentos realizados e as conclusões obtidas, especificamente a determinação da materialidade, o efeito de distorções não corrigidas e procedimentos de auditoria executados para responder aos riscos. Avaliamos também a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de audit oria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de fevereiro de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6(Relatório original em Inglês assinado por)Rogério Hernandez GarciaContador CRC 1SP213431/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 6º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 5º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com opiniões expressas no parecer dos auditores independentes emitido em 23 de fevereiro de 2017 pela KPMG Auditores Independentes, CRC 2SP014428/O-6.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO DA COSAN LIMITEDOs membros do Comitê de Auditoria da Cosan Limited ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo 13 do Regimento Interno do Comitê de Auditoria, procederam ao exame e análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016, e, considerando as informações prestadas pela administração da Companhia e pela KPMG Auditores Independentes, opinam, por unanimidade, sem qualquer ressalva, que referidos documentos refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e suas controladas, e recomendam a aprovação dos documentos retro mencionados, nos termos do artigo 133, V da Lei nº 6.404/76, e do artigo 9º, § 1º, III da ICVM 481/09, pelo Conselho de Administração da Companhia, com o posterior encaminhamento e análise destes pela Assembleia Geral Ordinária da Companhia. SÃO PAULO, 15 DE FEVEREIRO DE 2017.JOSÉ ALEXANDRE SCHEINKMAN Coordenador do Comitê de AuditoriaRICHARD STEERE ALDRICH JUNIOR Membro do Comitê de AuditoriaMAÍLSON FERREIRA DA NÓBREGAMembro do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.