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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 11231Versão 1Recebida em 23/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de TEKNO S.A. - INDUSTRIA E COMERCIO

TEKNO S.A. - INDUSTRIA E COMERCIO · CNPJ 33.467.572/0001-34

TEKNO S.A. - INDUSTRIA E COMERCIO
CNPJ 33.467.572/0001-34
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
TEKNO S.A. - INDUSTRIA E COMERCIO
CNPJ
33.467.572/0001-34
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
23/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total204.819219.602−6,7%
1.01Ativo Circulante88.77498.732−10,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa20.75334.887−40,5%
1.01.01.01Caixa e Bancos645740−12,8%
1.01.01.02Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata20.10834.147−41,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber30.85225.79619,6%
1.01.03.01Clientes30.75525.73619,5%
1.01.03.01.01Clientes Nacionais27.10021.50626,0%
1.01.03.01.02Clientes no Exterior67115−41,7%
1.01.03.01.03Vendas para Entrega Futuras00
1.01.03.01.04Provisão para créditos de liquidação duvidosa−1.417−793−78,7%
1.01.03.01.05Clientes - Partes Relacionadas5.0054.9082,0%
1.01.03.01.06(-) Duplicatas Descontadas00
1.01.03.02Outras Contas a Receber976061,7%
1.01.03.02.01Outros Créditos com Partes Relacionadas966060,0%
1.01.03.02.20Outras Contas a Receber10
1.01.04Estoques34.57233.9111,9%
1.01.04.01Produtos acabados16.50915.3107,8%
1.01.04.02Produtos em Elaboração61450820,9%
1.01.04.03Matérias Primas19.18819.262−0,4%
1.01.04.04Material de Consumo e Outros4.4094.456−1,1%
1.01.04.05Estoques em Poder de Terceiros00
1.01.04.19(-) Provisão de Perdas na Realização e Obsolescência−6.148−5.625−9,3%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar2.2643.784−40,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2.2643.784−40,2%
1.01.07Despesas Antecipadas198268−26,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1358657,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1358657,0%
1.02Ativo Não Circulante116.045120.870−4,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo8.2356.65323,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos1.439341322,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.439341322,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes6.7966.3127,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Cauções e Depósitos2.2863.103−26,3%
1.02.01.09.04Tributos Não-Correntes a Recuperar4.5103.20940,5%
1.02.01.09.20Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.02Investimentos15.07115.827−4,8%
1.02.02.01Participações Societárias15.07115.827−4,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas15.03815.794−4,8%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias33330,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado89.15893.965−5,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação88.76385.1274,3%
1.02.03.01.01Terrenos1.7321.7320,0%
1.02.03.01.02Edificações24.31824.3180,0%
1.02.03.01.03Instalações1.7281.7280,0%
1.02.03.01.04Máquinas e Equipamentos141.032131.9516,9%
1.02.03.01.05Móveis e Utensílios1.1661.167−0,1%
1.02.03.01.06Computadores e Periféricos5.2345.0942,7%
1.02.03.01.07Veículos6701.250−46,4%
1.02.03.01.20(-) Depreciações Acumuladas−87.117−82.113−6,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento3958.838−95,5%
1.02.04Intangível3.5814.425−19,1%
1.02.04.01Intangíveis3.5814.425−19,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Marcas e Patentes4142−2,4%
1.02.04.01.03Direito de Uso8.7428.1926,7%
1.02.04.01.05Softwares em Desenvolvimento46627−92,7%
1.02.04.01.06Ágio na aquisição de participações societárias00
1.02.04.01.19Outros00
1.02.04.01.20(-) Amortizações Acumuladas−5.248−4.436−18,3%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Tekno S.A. Indústria e ComércioSão Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Tekno S.A. Indústria e Comércio (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Tekno S.A. Indústria e Comércio em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável (impairment) do ativo imobilizado - Individual e ConsolidadoConforme mencionado nas notas explicativas 3.7 e 11, a Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável dos bens do ativo imobilizado e utilizou-se do laudo de avaliação a valor de mercado elaborado por Empresa Terceirizada Especializada que utiliza critérios de avaliação, metodologia especifica e procedimentos de avaliação para calcular o valor de mercado, líquido das despesas de vendas. Esses critérios podem impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consequentemente, consideramos esse assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoRealizamos o entendimento do desenho dos controles chave relacionados à análise do valor recuperável do ativo imobilizado disponibilizados pela Companhia. Avaliamos a adequação das metodologias e procedimentos utilizados pela Companhia para determinar a existência de indicadores de que o ativo imobilizado da Companhia possa ter indícios de desvalorização. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos o relatório de avaliação patrimonial que suporta o valor justo do ativo imobilizado da Companhia, líquido das despesas de vendas. Adicionalmente, consideramos também a adequação e a conformidade das divulgações nas demonstrações financeiras.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que é aceitável o valor do ativo imobilizado da Companhia no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São José dos Campos, 15 de março de 2018KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6Moacyr Humberto PiacentiContador CRC 1SP204757/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm atendimento ao disposto na Instrução CVM nº 480/09, artigo 25, § 1º, inciso VI, declaramos que revisamos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras encerradas em 31/12/2017. São Paulo, 15 de março de 2018.Guilherme Luiz do ValDiretor PresidenteJosé Maria de Campos NettoDiretor de Relações com os InvestidoresJosé Luiz Madeira do ValDiretor Administrativo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOEm atendimento ao disposto na Instrução CVM nº 480/09, artigo 25, § 1º, inciso V, declaramos que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referentes às demonstrações financeiras encerradas em 31/12/2017. São Paulo, 15 de março de 2018.Guilherme Luiz do ValDiretor PresidenteJosé Maria de Campos NettoDiretor de Relações com os InvestidoresJosé Luiz Madeira do ValDiretor Administrativo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL"Em atendimento às atribuições estatutárias e legais e na forma deliberada em reunião realizada nesta data, os membros do Conselho Fiscal da Tekno S/A Indústria e Comércio, infra-assinados, vêm emitir seu parecer: por unanimidade, no sentido de serem aprovadas, pela Assembleia Geral, as Demonstrações Contábeis e o Relatório da Administração, correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. No desempenho de suas funções, os Conselheiros encontraram os documentos em ordem, opinião essa corroborada pelo parecer da empresa de auditoria KPMG".Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião, lavrando-se a ata que é lida, aprovada e assinada pelos presentes.São Paulo, 15 de Março de 2018Arystóbulo de Oliveira FreitasErnani Catalani FilhoFlavia de Almeida BorgesSergio Lucchesi FilhoToshio Nishioka

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.