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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 202492 páginasCódigo CVM 3328Versão 1Recebida em 24/03/2025valores em R$ mil

DFP 2024 de AXIA ENERGIA NORDESTE S.A.

AXIA ENERGIA NORDESTE S.A. · CNPJ 33.541.368/0001-16

AXIA ENERGIA NORDESTE S.A.
CNPJ 33.541.368/0001-16
DFP 2024
Exercício 2024
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Metadados

Empresa
AXIA ENERGIA NORDESTE S.A.
CNPJ
33.541.368/0001-16
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
92
Ano de referência
2024*
Publicado em
24/03/2025 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202431/12/2023Var.
1Ativo Total71.338.7950—
1.01Ativo Circulante13.815.7650—
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.348.7970—
1.01.01.01Caixa6.316.8290—
1.01.01.02Caixa Restrito31.9680—
1.01.02Aplicações Financeiras1.435.5750—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado1.426.4230—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo1.426.4230—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado9.1520—
1.01.03Contas a Receber1.077.7940—
1.01.03.01Clientes1.077.7940—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques134.7230—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar405.7280—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar405.7280—
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social321.1270—
1.01.06.01.02Outros84.6010—
1.01.07Despesas Antecipadas11.8290—
1.01.08Outros Ativos Circulantes4.401.3190—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros4.401.3190—
1.01.08.03.01Serviços em curso447.7290—
1.01.08.03.02Ativos da Concessão de Serviço Público3.312.1940—
1.01.08.03.03Cauções e depósitos vinculados2.5990—
1.01.08.03.04Dividendos a receber42.5310—
1.01.08.03.05Fachesf Saúde Mais00—
1.01.08.03.06Instrumentos financeiros derivativos2240—
1.01.08.03.07Outros créditos596.0420—
1.02Ativo Não Circulante57.523.0300—
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo19.863.0050—
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado1.2590—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes19.861.7460—
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda925.1320—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas142.7880—
1.02.01.10.03Ativo Contratual de Transmissão17.650.6060—
1.02.01.10.04Tributos a recuperar233.6840—
1.02.01.10.05Valores a receber - Lei 12.783/1300—
1.02.01.10.06Cauções e depósitos vinculados484.7700—
1.02.01.10.07Adiantamento a investidas00—
1.02.01.10.09Benefícios para reinvestimento00—
1.02.01.10.10Outros créditos424.7660—
1.02.02Investimentos5.650.3340—
1.02.02.01Participações Societárias5.650.3340—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto5.633.2240—
1.02.02.01.05Outros Investimentos17.1100—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado3.778.4940—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível28.231.1970—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCompanhia Hidro Elétrica do São Francisco - Eletrobras ChesfOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Eletrobras Chesf ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2024 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações contábeis consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2024 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2024, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) (atualmente denominadas pela Fundação IFRS como "normas contábeis IFRS").Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAAAvaliação do valor recuperável do ativo imobilizado e do intangível (Notas 15, 16 e 17) e dos investimentos (Nota 14)O ativo imobilizado é composto, principalmente, pelos custos de construção de usinas de geração hidroelétrica, enquanto o intangível é composto, substancialmente, por direitos de exploração, para os quais uma perda por redução aos valores recuperáveis pode ser necessária sempre que eventos ou mudanças em circunstâncias indicarem que seus valores contábeis podem não ser recuperáveis. A avaliação de recuperabilidade é realizada com base em projeções de fluxos de caixa futuros esperados de cada Unidade Geradora de Caixa (UGC) à qual os saldos se relacionam.Adicionalmente, a Companhia possui saldos relevantes em investimentos contabilizados pelo método de equivalência patrimonial. Quando são identificadas evidências objetivas de perda nesses investimentos, a Companhia realiza a avaliação de valor recuperável determinado pelo maior valor entre o valor em uso e seu valor justo líquido de despesa de venda, mensurado com base em projeções de fluxo de caixa descontados.As projeções de fluxo de caixa foram preparadas com base nas melhores estimativas da administração da Companhia sobre as tendências futuras do setor elétrico e são baseadas tanto em fontes externas de informações como em dados históricos e consideram premissas relacionadas aos resultados das atividades de cada UGC e controladas em conjunto, conforme aplicável, bem como outras premissas que subsidiam essas projeções como taxa de desconto, dados observáveis da economia, preços contratuais de mercado, receitas e despesas projetadas e a determinação das UGCs.Consideramos a avaliação do valor recuperável dos ativos imobilizados, intangíveis e investimentos mensurados pelo método de equivalência patrimonial, como um dos Principais Assuntos de Auditoria em virtude da magnitude dos saldos e da complexidade envolvida nas análises de recuperabilidade, que utilizam diferentes premissas que poderiam modificar significativamente os valores recuperáveis apurados.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e a avaliação do ambiente de controles internos dos processos de mensuração do valor recuperável do ativo imobilizado, do intangível e dos investimentos da Companhia mensuradas pelo método de equivalência patrimonial.Avaliamos as principais premissas operacionais e financeiras utilizadas pela administração, tais como dados observáveis da economia, preços contratuais e de mercado, receitas e despesas projetadas, bem como a coerência lógica e aritmética das projeções. Com o apoio dos nossos especialistas em projeções financeiras, avaliamos a razoabilidade das taxas de desconto e dos moldes de fluxo de caixa descontados.Adicionalmente, comparamos as projeções anteriores com os resultados reais auferidos, bem como verificamos os registros contábeis relacionados com a constituição ou reversão de perdas do valor recuperável dos ativos.Efetuamos a leitura das divulgações em notas explicativas e concluímos que estão consistentes e alinhadas com as informações analisadas em nossa auditoria.Porque é um PAAMensuração do ativo contratual de transmissão (Nota 13)O ativo contratual de transmissão refere-se ao direito da Companhia à contraprestação em decorrência dos investimentos realizados na construção da infraestrutura das linhas de transmissão que é remunerada pela Receita Anual Permitida (RAP) e pelos valores residuais correspondentes aos saldos não depreciados dos empreendimentos de transmissão ao final da concessão, caso seja permitido.Os valores apurados requerem o exercício de julgamento significativo por parte da administração sobre a mensuração das obrigações contratuais de construir, operar e manter a infraestrutura, satisfeitas ao longo do tempo.Adicionalmente, por se tratarem de ativos sob um modelo de longo prazo, a determinação dos dados e premissas inclui, além das definições contratuais, estimativas de margem de construção e operação e manutenção - taxas de atualização financeira (taxas implícitas) que equilibram o fluxo financeiro projetado, dentre outras.Consideramos essa área como foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas e sua aplicação pode modificar significativamente o valor do ativo mensurado pela Companhia.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento, a avaliação do controle ambiente de controles internos dos processos de mensuração do ativo contratual.Efetuamos a leitura dos contratos de concessão e seus aditivos, quando aplicável. Testamos a consistência entre os dados de Receita Anual Permitida (RAP) contidos nos controles auxiliares e respectivas resoluções regulatórias.Adicionalmente, avaliamos as premissas relevantes relacionadas ao fluxo financeiro dos respectivos contratos, tais como: (i) definição e aplicação das taxas de atualização financeira utilizadas e ( ii) valores residuais estimados, quando previsto no contrato.Consideramos que as premissas e critérios adotados pela administração são consistentes com as divulgações em notas explicativas e as informações obtidas em nossos trabalhos.Porque é um PAAProvisões para litígios e passivos contingentes (Nota 24)A Companhia é parte passiva em processos judiciais de natureza cível e tributária, entre outros, originados no curso normal dos negócios.A determinação das probabilidades de perda e, consequentemente, do valor das provisões e das demais divulgações requeridas, exigem julgamento significativo da Companhia e de suas controladas, sendo reavaliados periodicamente, considerando as jurisprudências, as decisões em instâncias iniciais e superiores, o histórico de eventuais acordos e decisões, a experiência da administração e dos assessores jurídicos, bem como outros aspectos aplicáveis.Devido às complexidades e incertezas relacionadas aos aspectos legais e constitucionais envolvidos em temas cíveis e a seus possíveis impactos materiais nas demonstrações contábeis, consideramos essa como uma área de foco na nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento, a avaliação do ambiente de controles internos relacionados à identificação, avaliação, mensuração e divulgação das provisões e das discussões em andamento.Obtivemos confirmações de assessores jurídicos, internos e externos, que patrocinam as causas da Companhia, para obtenção dos dados relacionados à avaliação do prognóstico, completude das informações e adequação do valor da provisão constituída ou do valor divulgado.Avaliamos, ainda, a governança em torno desse processo e a experiência dos assessores jurídicos internos e externos envolvidos nas ações.Por fim, efetuamos a leitura das divulgações apresentadas em nota explicativa.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e as premissas utilizadas pela administração para a determinação das provisões são consistentes com as divulgações efetuadas e os dados e informações obtidos. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) (atualmente denominadas pela Fundação IFRS como "normas contábeis IFRS"), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Recife, 24 de março de 2025PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/F-6Helena de Petribu Fraga RochaContadora CRC 1PE020549/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos, em atendimento à Resolução CVM n° 80, de 30 de março de 2022, que revisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco S.A. - Eletrobras Chesf, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024.Recife, 24 de março de 2025João Henrique de Araújo Franklin Neto Diretor-PresidenteTony Ulysses Rodrigues de Matos FirminoDiretor de Operação e ManutençãoJenner Guimarães do Rêgo Diretor Administrativo-FinanceiroEduardo HaiamaDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos, em atendimento à Resolução CVM n° 80, de 30 de março de 2022, que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia - PWC, emitido sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco S.A. - Eletrobras Chesf, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024.Recife, 24 de março de 2025João Henrique de Araújo Franklin Neto Diretor-PresidenteTony Ulysses Rodrigues de Matos FirminoDiretor de Operação e ManutençãoJenner Guimarães do Rêgo Diretor Administrativo-FinanceiroEduardo HaiamaDiretor de Relações com Investidores

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias54.1510
Preferenciais1.754219
Total55.905219

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.