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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 18236Versão 1Recebida em 28/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de CONFIANZA SECURITIZADORA S.A.

CONFIANZA SECURITIZADORA S.A. · CNPJ 02.736.470/0001-43

CONFIANZA SECURITIZADORA S.A.
CNPJ 02.736.470/0001-43
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CONFIANZA SECURITIZADORA S.A.
CNPJ
02.736.470/0001-43
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
28/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2435−31,4%
1.01Ativo Circulante1733−48,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa161323,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber120−95,0%
1.01.03.01Clientes013−100,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber17−85,7%
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.01.08.03.01Recebíveis Imobiliários00
1.01.08.03.02Outros valores a receber00
1.02Ativo Não Circulante72250,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo72250,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes72250,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Recebíveis Imobiliários00
1.02.01.09.04Tributos a recuperar72250,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado00
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível00
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeisAos Diretores e Acionistas da Pátria Companhia Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A.São Paulo S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da Pátria Companhia Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Pátria Companhia Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Existência, a precisão e a valorização dos recebíveis que servem de lastro para os Certificados de Recebíveis ImobiliáriosConforme mencionado nas notas explicativas n° 18 e n° 19, a Companhia no curso normal de suas operações, conduz estruturação de operações de securitização através da vinculação de recebíveis imobiliários às suas emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários ("CRIs"), emitidos em três categorias distintas: (i) sem regime fiduciários (fazem parte do patrimônio líquido da Companhia) (ii) com regime fiduciário e com coobrigação (fazem parte do patrimônio líquido da Companhia) e (iii) com regime fiduciário e sem coobrigação (constituem o lastro de CRI por créditos vinculados a esse regime e ficam excluídos do patrimônio líquido da Companhia, passando a constituir direitos patrimoniais separados, com o propósito específico e exclusivo de responder pela realização dos direitos dos investidores conforme previsto na Lei n° 9.514, de 20 de novembro de 1997). A Companhia é responsável pelo gerenciamento dos recebimentos desses ativos, bem como o pagamento dos CRIs em conexão às suas obrigações junto ao agente fiduciário, legitimado a praticar todos os atos necessários à proteção dos direitos dos investidores. Devido à relevância dos montantes envolvidos e à necessidade de controles adequados para o gerenciamento do registro, atualização e baixa da carteira de recebíveis imobiliários, bem como dos CRIs associados, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade operacional dos controles internos, relevantes para o registro, a aprovação e o processamento dos Recebíveis Imobiliários e CRIs. Efetuamos a conciliação das posições mantidas com as informações fornecidas pelos custodiantes. Analisamos a custódia dos CRIs e recalculamos o valor presente dos Recebíveis Imobiliários e dos CRIs. Adicionalmente, avaliamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis estão de acordo com as normas aplicáveis.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, no tocante à sua existência, mensuração e divulgação, o valor dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) divulgado no patrimônio separado nas demonstrações contábeis fiduciárias é aceitável no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida às companhias abertas, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Informações fiduciáriasAs informações complementares referentes à emissão de CRI do exercício findo em 31 de dezembro de 2017, apresentadas na nota explicativa n° 18, foram elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia para o cumprimento do artigo 12 da Lei n° 9.514, de 20 novembro de 1997. Essas informações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, de acordo com os critérios estabelecidos pela Instrução CVM 520/12.Auditoria dos valores correspondentesAs demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentados como valores correspondentes nas demonstrações contábeis do exercício corrente, foram auditados por outros auditores independentes, que emitiram relatório sem modificação datado de 27 de março de 2017.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração pelas demonstrações contábeisA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo co m as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia .-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela administração, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 27 de março de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Zenko NakassatoContador CRC 1SP160769/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasDECLARAÇÃO DA DIRETORIAPara fins do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Pátria Companhia Securitizadora de Créditos Imobiliários, sociedade por ações com sede na Avenida Cidade Jardim, 803, 8º andar, Sala L, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.736.470/0001-43, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, nos termos e para fins do parágrafo 1º, incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, 07 de dezembro de 2009.São Paulo, 27 de março de 2018.Rafael Freitas de Aguiar Diretor Vice-Presidente e de Relações com InvestidoresAlexandre BorenszteinDiretor Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores Independentes DECLARAÇÃO DA DIRETORIAPara fins do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Pátria Companhia Securitizadora de Créditos Imobiliários, sociedade por ações com sede na Avenida Cidade Jardim, 803, 8º andar, Sala L, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.736.470/0001-43, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, nos termos e para fins do parágrafo 1º, incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, 07 de dezembro de 2009.São Paulo, 27 de março de 2018.Rafael Freitas de Aguiar Diretor Vice-Presidente e de Relações com InvestidoresAlexandre BorenszteinDiretor Presidente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.