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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015103 páginasCódigo CVM 1228Versão 1Recebida em 26/02/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA · CNPJ 07.237.373/0001-20

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ 07.237.373/0001-20
DFP 2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ
07.237.373/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
103
Ano de referência
2015*
Publicado em
26/02/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total41.421.93538.204.9928,4%
1.01Ativo Circulante21.939.44022.630.574−3,1%
1.01.01Disponibilidades209.975197.6426,2%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez12.445.1088.244.31951,0%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto12.444.4738.167.81952,4%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros63576.500−99,2%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários253.3026.053.427−95,8%
1.01.03.01Carteira Própria227.7973.859.220−94,1%
1.01.03.02Vinculados a Compromisso de Recompra01.700.827−100,0%
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos0281.551−100,0%
1.01.03.04Vinculados à Prestação de Garantias25.505211.829−88,0%
1.01.04Relações Interfinanceiras178.168345.873−48,5%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar1.3781.2976,2%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central173.609313.791−44,7%
1.01.04.03Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural10228.387−99,6%
1.01.04.04Repasses Interfinanceiros1.8851.28147,2%
1.01.04.05Correspondentes1.1941.1176,9%
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito5.476.3595.263.2514,0%
1.01.06.02Setor Público243.022180.39034,7%
1.01.06.03Setor Privado5.734.5025.433.7345,5%
1.01.06.04(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−501.165−350.873−42,8%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos3.344.5332.498.38833,9%
1.01.08.01Créditos por Avais e Fianças Honrados290—
1.01.08.02Carteira de Câmbio818.089672.78821,6%
1.01.08.03Rendas a Receber13.07511.9869,1%
1.01.08.04Negociação e Intermediação de Valores440,0%
1.01.08.05Diversos2.719.0141.838.79847,9%
1.01.08.06(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−205.678−25.188−716,6%
1.01.09Outros Valores e Bens31.99527.67415,6%
1.01.09.01Outros Valores e Bens13.99610.55032,7%
1.01.09.02(Provisões para Desvalorizações)−625−6949,9%
1.01.09.03Despesas Antecipadas18.62417.8184,5%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo19.248.00615.344.66025,4%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários12.073.9698.253.49146,3%
1.02.02.01Carteira Própria9.455.5357.833.37120,7%
1.02.02.02Vinculados a Compromissos de Recompra1.606.14056.7512.730,2%
1.02.02.03Intrumentos Financeiros Derivativos610.474225.736170,4%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias401.820137.633192,0%
1.02.03Relações Interfinanceiras45.49356.648−19,7%
1.02.03.01Tesouro Nacional Recursos de Crédito Rural216−87,5%
1.02.03.02SFH - Sistema Financeiro da Habitação44.54954.710−18,6%
1.02.03.03Repasses Interfinanceiros9421.922−51,0%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito6.723.5516.473.0463,9%
1.02.05.02Setor Público1.381.8931.182.39616,9%
1.02.05.03Setor Privado5.762.9035.805.292−0,7%
1.02.05.04(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−421.245−514.64218,1%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos404.993561.475−27,9%
1.02.07.01Créditos por Avais e Fianças Honrados1170—
1.02.07.02Rendas a Receber18.04918.0480,0%
1.02.07.03Diversos433.416589.885−26,5%
1.02.07.04(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−46.589−46.458−0,3%
1.02.08Outros Valores e Bens00—
1.03Ativo Permanente234.489229.7582,1%
1.03.01Investimentos1.8661.879−0,7%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos7.1697.182−0,2%
1.03.01.05Provisão para Perdas−5.303−5.3030,0%
1.03.02Imobilizado de Uso215.976211.3142,2%
1.03.02.01Imóveis de Uso168.413157.9726,6%
1.03.02.02Reavaliações de Imóveis de Uso107.628107.6280,0%
1.03.02.03Outras Imobilizações de Uso263.840252.8484,3%
1.03.02.04(Depreciações Acumuladas)−323.905−307.134−5,5%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível16.61016.4061,2%
1.03.04.01Ativos Intangíveis16.61016.4061,2%
1.03.05Diferido37159−76,7%
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão3581.199−70,1%
1.03.05.02(Amortização Acumulada)−321−1.04069,1%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração, Acionistas e Administradores do Banco do Nordeste do Brasil S.A.Examinamos as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A.("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado,das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos doBanco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Nordeste do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2015, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 17 de fevereiro de 2016ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Eduardo WellichenContador 1SP184050/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso VI, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor das demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2015. Fortaleza, 29 de janeiro de 2016DIRETORIA: Marcos Costa Holanda (Presidente) - Romildo Carneiro Rolim ( Diretor de Relações com Investidores) - Francisco das Chagas Soares (Diretor de Desenvolvimento Sustentável) - Isaias Matos Dantas (Diretor de Administração e Tecnologia da Informação) - Manoel Lucena dos Santos (Diretor de Controle e Risco) - Wanger Antonio de Alencar Rocha (Diretor de Negócios)

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso V, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor do Relatório, exarado em 17 de fevereiro de 2016, pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. sobre as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2015. Fortaleza, 17 de fevereiro de 2016DIRETORIA: Marcos Costa Holanda (Presidente) - Romildo Carneiro Rolim ( Diretor de Relações com Investidores) - Francisco das Chagas Soares (Diretor de Desenvolvimento Sustentável) - Isaias Matos Dantas (Diretor de Administração e Tecnologia da Informação) - Manoel Lucena dos Santos (Diretor de Controle e Risco) - Wanger Antonio de Alencar Rocha (Diretor de Negócios)

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal do Banco do Nordeste do Brasil S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial, das Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado do Banco do Nordeste do Brasil S.A., relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração.Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S.S., sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis estão em condições de serem encaminhados para aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas.Fortaleza (CE), 17 de fevereiro de 2016.CONSELHO FISCAL: Maria Teresa Pereira Lima (Presidente em exercício) - Herick Marques Caminha Júnior - José Mário Valle - Manuel dos Anjos Marques Teixeira - Raimundo Lourival de Lima

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.