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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201575 páginasCódigo CVM 20567Versão 1Recebida em 12/08/2015valores em R$ mil

ITR 30/06/2015 de BANCO PINE S/A

BANCO PINE S/A · CNPJ 62.144.175/0001-20

BANCO PINE S/A
CNPJ 62.144.175/0001-20
ITR 30/06/2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
BANCO PINE S/A
CNPJ
62.144.175/0001-20
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
75
Ano de referência
2015*
Publicado em
12/08/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201531/12/2014Var.
1Ativo Total10.066.20310.443.494−3,6%
1.01Ativo Circulante6.049.1426.258.837−3,4%
1.01.01Disponibilidades268.621173.63454,7%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez324.753243.25033,5%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto255.796151.04069,4%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros16.68621.028−20,6%
1.01.02.03Aplicações em Moeda Estangeira52.27171.182−26,6%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.496.0671.204.70924,2%
1.01.03.01Carteira Própria344.014766.845−55,1%
1.01.03.02Vinculados a Compromissos de Recompra499.639203.998144,9%
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos291.715232.58825,4%
1.01.03.04Vinculados ao Banco Central00—
1.01.03.05Vinculados à Prestação de Garantias360.6991.27828.123,7%
1.01.04Relações Interfinanceiras77763123,1%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar650—
1.01.04.02Depósitos no Banco Central do Brasil71263112,8%
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito2.691.0403.509.571−23,3%
1.01.06.01Setor Privado2.635.2733.263.940−19,3%
1.01.06.02Setor Público00—
1.01.06.03(-) Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa−126.410−125.691−0,6%
1.01.06.04Operações de Crédito Vinculadas a Cessão182.177371.322−50,9%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos1.028.544954.4477,8%
1.01.08.01Avais e Fianças Honradas11.0530—
1.01.08.02Carteira de Câmbio768.990602.36727,7%
1.01.08.03Rendas a Receber32.54133.341−2,4%
1.01.08.04Negociação e Intermediação de Valores43.97889.051−50,6%
1.01.08.05Diversos194.342243.627−20,2%
1.01.08.06(-) Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−22.360−13.939−60,4%
1.01.09Outros Valores e Bens239.340172.59538,7%
1.01.09.01Bens não de Uso Próprio235.340169.16339,1%
1.01.09.02Despesas Antecipadas4.0003.43216,6%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo3.936.1914.101.573−4,0%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez2.7400—
1.02.01.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros2.7400—
1.02.01.02Aplicações em Moeda Estangeira00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários1.543.7751.749.441−11,8%
1.02.02.01Carteira Própria982.3871.314.028−25,2%
1.02.02.03Instrumentos Financeiros Derivativos470.793288.08963,4%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias90.595147.324−38,5%
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito1.900.2871.937.716−1,9%
1.02.05.01Setor Privado1.921.8931.920.9270,1%
1.02.05.02Setor Público00—
1.02.05.03(-) Provisão para Operações de Crédito com Liquidação Duvidosa−67.810−45.488−49,1%
1.02.05.04Operações de Crédito Vinculadas a Cessão46.20462.277−25,8%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos481.939405.28818,9%
1.02.07.01Carteira de Câmbio00—
1.02.07.02Rendas a Receber30.76741.354−25,6%
1.02.07.03Devedores por Depósito em Garantia41.99940.3934,0%
1.02.07.04Diversos409.698324.06426,4%
1.02.07.05(-) Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−525−523−0,4%
1.02.08Outros Valores e Bens7.4509.128−18,4%
1.02.08.01Despesas Antecipadas7.4509.128−18,4%
1.03Ativo Permanente80.87083.084−2,7%
1.03.01Investimentos67.88464.0905,9%
1.03.01.01Dependências no Exterior3.8045.344−28,8%
1.03.01.02Participações em Controladas64.08058.7469,1%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imobilizado de Uso12.47218.255−31,7%
1.03.02.01Instalações, Móveis Equipamentos de Uso13.16713.217−0,4%
1.03.02.02Outras Imbobilizações de Uso15.64221.384−26,9%
1.03.02.03(-) Depreciações Acumuladas−16.337−16.3460,1%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível514739−30,4%
1.03.04.01Gastos com Aquisição e Desenvolvimento de Logiciais9.6149.5870,3%
1.03.04.02(-) Amortização Acumulada−9.100−8.848−2,8%
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório de revisão das Informações Trimestrais (ITR)Aos Administradores e AcionistasBanco Pine S.A. IntroduçãoRevisamos as informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, do Banco Pine S.A. ("Instituição") e do Banco Pine S.A. e de suas controladas, contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR, referentes ao trimestre findo em 30 de junho de 2015, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente para os períodos de três e seis meses findos nessa data, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de seis meses findo nessa data, incluindo o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.A administração é responsável pela elaboração dessas informações contábeis intermediárias de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão.Alcance da revisãoConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria.ConclusãoCom base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais (ITR).Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoRevisamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes aos períodos de três e seis meses findos em 30 de junho de 2015, preparadas sob a responsabilidade da administração da Instituição, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de acordo com as informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.São Paulo, 12 de agosto de 2015PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Edison Arisa PereiraContador CRC 1SP127241/O-0

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

BANCO PINE S/ACNPJ 62.144.175/0001-20 - Companhia Aberta NIRE 35300525515RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIASEMESTRE FINDO EM 30 DE JUNHO DE 2015O Comitê de Auditoria do Banco Pine S/A e das suas controladas é um órgão estatutário subordinado ao Conselho de Administração, implantado em atendimento às regulamentações do Banco Central do Brasil - BACEN e da Comissão de Valores mobiliários - CVM, e seu regimento está disponível no site ri.pine.com.A elaboração das Demonstrações Financeiras do Banco Pine S/A e do Banco Pine S/A e suas controladas - ("Consolidado") de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, é de responsabilidade da sua Administração. Também, é sua responsabilidade (i) o estabelecimento de procedimentos que assegurem a qualidade das informações e dos processos utilizados na preparação das Demonstrações Financeiras, (ii) o gerenciamento dos riscos das operações do Conglomerado Pine e (iii) a supervisão das atividades de controle interno e compliance.A auditoria independente é responsável por examinar as Demonstrações Financeiras e emitir relatório sobre sua adequação, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, decorrente da legislação societária e das normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.A auditoria interna tem suas atividades direcionadas para a avaliação da eficiência e eficácia dos controles internos e do gerenciamento de riscos e na aderência dos processos às normas e procedimentos estabelecidos pela Administração.Das atividades do Comitê no 1º semestre de 2015:O Plano de trabalho do Comitê de Auditoria, para o 1º semestre de 2015, teve como objetivo principal a análise das estruturas, as operações, os processos e os sistemas inerentes aos negócios da Instituição, incluindo reuniões com as principais áreas de negócio do Conglomerado Pine.Reuniões específicas foram realizadas com a Auditoria Independente e com a Auditoria Interna, para tratar do plano anual e da sua execução, bem como o acompanhamento das ações estabelecidas pela administração aos apontamentos de auditoria. Também foram realizadas reuniões com o Banco Central do Brasil para discussão desses planos anuais, dos fechamentos semestrais e de aspectos de sua regulamentação e normatização.Como produto dessas reuniões, o Comitê teve oportunidade de apresentar sugestões ao Conselho de Administração para aprimoramento de controles e da gestão de riscos e acompanhará sua efetiva implantação nos prazos previstos.Em sessão realizada em 04 de agosto de 2015, foram analisadas as Demonstrações Financeiras relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2015 e elaborado o correspondente Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria, das atividades desenvolvidas no semestre. Do Sistema de Controles Internos:Conforme cronograma e plano de trabalho definido para o 1º semestre de 2015, o Comitê tomou conhecimento dos processos, métodos e sistema de controles e de informações do Conglomerado Pine, avaliando a sua qualidade e o comprometimento dos gestores na sua manutenção e aprimoramento.Todas as principais atividades da Organização, inclusive as atividades exercidas por outras empresas (terceiros relevantes), foram analisadas e tiveram os seus riscos identificados, assim como, os controles utilizados para reduzi-los a um nível considerado adequado de gerenciamento. Esses mapeamentos, riscos e controles são armazenados em um sistema eletrônico de dados adquirido de consultoria especializada e de renome no mercado.O Comitê com base nas informações e observações colhidas durante suas reuniões avalia como adequado ao porte e complexidade de operações do Conglomerado Pine, os sistemas de controles internos e contribuindo para a eficiência de seus negócios, para a adequação dos relatórios financeiros e para a observância às normas e regulamentações aplicáveis às suas transações.Da Administração de Riscos Consolidada:A Gestão de Risco do Conglomerado Pine é exercida de forma consolidada pela Vice- Presidência - "Chief Risk Officer", compreendendo os principais riscos regulamentados pelo Banco Central do Brasil, quais sejam, Risco de Crédito, Risco de Mercado, Risco de Liquidez e Risco Operacional.Em reuniões de trabalho com a unidade de Gestão de Riscos, este Comitê teve a oportunidade de tomar conhecimento dos processos, métodos, sistemas e principais relatórios para a gestão de riscos de Mercado, Liquidez, Crédito, Operacional que incluem as atividades de um comitê específico de Riscos.Da Auditoria Independente:O Comitê manteve reuniões com a Auditoria Independente - PricewaterhouseCoopers (PwC) - para a aprovação das Informações Financeiras Trimestrais (ITR) e Demonstração Financeira Semestral . Por ocasião destas reuniões foi discutido o Plano Anual de Auditoria, e verificado o cumprimento da sua Política de Independência.As recomendações incluídas nos relatórios sobre controles internos foram apresentados e discutidos no Comitê e foram estabelecidos, em conjunto com a Auditoria Interna e com as áreas respectivas, Planos de Ação para solucioná-las. Não foram apontadas falhas no cumprimento da legislação, das regulamentações e das normas internas que possam colocar em risco a continuidade dos negócios da Organização. O Comitê avalia como adequados o planejamento e os trabalhos dos auditores independentes para o porte e complexidade das operações do Conglomerado Pine.Da Auditoria Interna:O Comitê aprovou a estrutura da Auditoria Interna e o Plano Anual compreendendo todas as operações, riscos e processos da organização e acompanha em suas reuniões o seu cumprimento. Nas reuniões do Comitê a presença permanente da Auditoria Interna proporciona o suporte necessário às atividades e o atendimento às demandas.A Auditoria Interna atua, também, no atendimento às demandas dos órgãos reguladores, e nas suas reuniões com este Comitê apresenta e discute os relatórios e demandas desses órgãos.Das Demonstrações Financeiras Consolidadas:O Comitê avaliou os processos de elaboração das informações financeiras, os balanços individuais e consolidados, os relatórios financeiros e as notas explicativas divulgadas em conjunto com as Demonstrações Financeiras. Discutiu com a PwC e com os executivos da Organização as práticas relevantes utilizadas na elaboração das Demonstrações Financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.ConclusãoO Comitê de Auditoria, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do escopo da sua atuação, recomendou a aprovação pelo Conselho de Administração das Demonstrações Financeiras do Banco Pine S/A e do Banco Pine S/A e de suas controladas - Consolidado, para o semestre findo em 30 de junho de 2015.São Paulo, 12 de agosto de 2015.Gustavo Diniz JunqueiraPresidenteWilliam Pereira Pinto(Especialista Financeiro)Sérgio Machado Zica de CastroMembro Independente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.