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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201047 páginasCódigo CVM 8117Versão 1Recebida em 05/04/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de COMERCIAL STEINBACH LTDA

COMERCIAL STEINBACH LTDA · CNPJ 82.640.632/0001-84

COMERCIAL STEINBACH LTDA
CNPJ 82.640.632/0001-84
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
COMERCIAL STEINBACH LTDA
CNPJ
82.640.632/0001-84
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
47
Ano de referência
2010*
Publicado em
05/04/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo23.83623.5491,2%
1.01Ativo Circulante705848−16,9%
1.01.01Caixa e equivalentes de caixa283474−40,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber33525232,9%
1.01.03.01Clientes33525232,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques8192−12,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas de exercícios futuros62200,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes028−100,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante23.13122.7011,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2528−10,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.020IR/CS a recuperar s/prejuízos fiscais00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas220,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2326−11,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos22.83222.5321,3%
1.02.02.01Participações Societárias1520−25,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas14875,0%
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias112−91,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento22.81722.5121,4%
1.02.03Imobilizado240106126,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação240106126,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3435−2,9%
1.02.04.01Intangíveis3435−2,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Tipo não informado
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - COM RESSALVAAos administradores e acionistas daLojas Hering S.A.Blumenau - SCExaminamos as demonstrações financeiras das Lojas Hering S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.BASE PARA OPINIÃO COM RESSALVA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASConforme descrito na explicativa nº18, em 31 de dezembro de 2010, a Companhia possui registrado no passivo não circulante, o montante de R$4.850 mil a título de imposto de renda e contribuição social diferidos. Tais valores são oriundos da avaliação de ativos nos termos do CPC 28 e ICPC 10. Entretanto, a Companhia reconheceu o referido passivo com uma redução de 30%, considerando que, em caso da realização desses bens avaliados, poderá aproveitar seu prejuízo fiscal na apuração do imposto de renda e da contribuição social. Tal benefício caracteriza-se como ativo fiscal diferido e deve ser reconhecido somente se a Companhia demonstrar em projeções de resultados futuros a sua realização. Assim, em 31 de dezembro de 2010 o passivo não circulante e o patrimônio líquido estão apresentados, a menor e a maior em R$2.079 mil.OPINIÃO COM RESSALVAEm nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira das Lojas Hering S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. ÊNFASEAs demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia. No entanto, essa apresenta prejuízos operacionais acumulados e deficiência na geração de resultados, fatores estes que geram dúvidas quanto à sua possibilidade de continuar em operação. As demonstrações financeiras não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e classificação dos valores de ativos ou quanto aos valores e a classificação de passivos que seriam requeridos na impossibilidade da Companhia continuar operando.OUTROS ASSUNTOSDEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADOExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.AUDITORIA DOS VALORES CORRESPONDENTES AO EXERCÍCIO ANTERIOROs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente por nós auditados de acordo com as normas de auditoria vigentes por ocasião da emissão do relatório em 17 de fevereiro de 2010, o qual mencionava assunto semelhante ao descrito no parágrafo de Ênfase.Florianópolis, 29 de março de 2011.Claudio Henrique Damasceno Reis Sócio-contador CRC 1SC024494/O-1 BDO Auditores Independentes CRC 2SP013439/O-5 "S" SC

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO Os Diretores de Lojas Hering S/A, CNPJ 82.640.632/0001-84, declaram, nos termos do art. 25 da Instrução CVM nº. 480, de 7 de dezembro de 2009, que: Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010.Blumenau, 30 de março de 2011. Diretores: Guenther Achim Steinbach - Presidente e Diretor de Relações com InvestidoresCid SteinbachAdemar Klemz

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO Os Diretores de Lojas Hering S/A, CNPJ 82.640.632/0001-84, declaram, nos termos do art. 25 da Instrução CVM nº. 480, de 7 de dezembro de 2009, que: Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer emitido em 29 de março de 2011, pela auditoria BDO Auditores Independentes, quanto às demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31 de dezembro de 2010, exceto quanto a ressalva lançada em relação ao reconhecimento de imposto de renda e contribuição social sobre os valores oriundos da avaliação de ativos nos termos do CPC 28 e ICPC 10, visto que o CPC 28 estabelece que Passivos de tributos correntes referentes aos períodos corrente e anterior devem ser mensurados pelo valor esperado a ser pago para as autoridades tributárias, utilizando as alíquotas de tributos (e legislação fiscal) que estejam aprovadas no final do período que está sendo reportado. Considerando as alíquotas vigentes e a existência de prejuízos fiscais, entenderam que cabe reconhecer o valor a ser pago e não apenas as alíquotas existentes, não se confundindo com ativos fiscais diferidos, que, conforme expressado pelos próprios auditores, deve ser reconhecido somente se a Companhia demonstrar em projeções de resultados futuros a sua realização. Assim, o valor a ser pago necessariamente deve contemplar a redução de 30% do valor da avaliação em virtude dos prejuízos fiscais existentes, sob pena de evidenciação a menor do valor patrimonial da companhia. O Relatório da Auditoria, também a exemplo do que vem sendo feito pelas auditorias a mais de uma década, lança nota de ênfase que alerta para a deficiência de capital de giro e levanta duvidas quanto à continuidade da operação já a muitos anos, mas a direção, como também vem fazendo a anos, considera que a Companhia possui condições financeiras e patrimoniais para conduzir seu negócio sem solução de continuidade nos prazos usuais aceitos pelas normas vigentes. Blumenau, 30 de março de 2011. Diretores: Guenther Achim Steinbach - Presidente e Diretor de Relações com InvestidoresCid SteinbachAdemar Klemz

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.