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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2020110 páginasCódigo CVM 25984Versão 1Recebida em 22/06/2021valores em R$ mil

DFP 2020 de COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO

COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO · CNPJ 61.409.892/0001-73

COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO
CNPJ 61.409.892/0001-73
DFP 2020
Exercício 2020
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Metadados

Empresa
COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO
CNPJ
61.409.892/0001-73
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
110
Ano de referência
2020*
Publicado em
22/06/2021 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202031/12/2019Var.
1Ativo Total11.210.9459.816.31714,2%
1.01Ativo Circulante3.405.1472.669.22927,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa632.438190.321232,3%
1.01.02Aplicações Financeiras732.189458.60859,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado732.189458.60859,7%
1.01.02.03.01Aplicações financeiras616.936416.34548,2%
1.01.02.03.02Instrumentos financeiros derivativos115.25342.263172,7%
1.01.03Contas a Receber474.715404.29617,4%
1.01.03.01Clientes474.715404.29617,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.069.880928.14215,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar442.365640.190−30,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar442.365640.190−30,9%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes53.56047.67212,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros53.56047.67212,4%
1.01.08.03.01Dividendos a receber256.295−99,6%
1.01.08.03.02Outros ativos53.53541.37729,4%
1.02Ativo Não Circulante7.805.7987.147.0889,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.954.0251.712.85014,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado864.5508.9339.578,2%
1.02.01.03.01Aplicações Financeiras642.094−96,9%
1.02.01.03.02Instrumentos financeiros derivativos864.4866.83912.540,5%
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos175.768805.560−78,2%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos175.768805.560−78,2%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas16.91328.043−39,7%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes896.794870.3143,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a recuperar848.125737.34015,0%
1.02.01.10.04Depositos judiciais15.141115.259−86,9%
1.02.01.10.05Outros Ativos33.52817.71589,3%
1.02.02Investimentos198.774205.081−3,1%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado5.121.7364.737.4198,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação5.106.4964.722.1138,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento15.24015.306−0,4%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível531.263491.7388,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores e Acionistas Companhia Brasileira de AlumínioOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Companhia Brasileira de Alumínio ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2020 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia Brasileira de Alumínio e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2020 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Brasileira de Alumínio e da Companhia Brasileira de Alumínio e suas controladas em 31 de dezembro de 2020, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo comos princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseChamamos a atenção para a Nota 2.4 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que descreve a atualização e reemissão das demonstrações financeiras individuais e consolidadas devido a intenção da Companhia de se registrar na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para o processo de abertura de capital. Nosso relatório do auditor independente foi anteriormente emitido com data de 14 de maio de 2021 sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Devido a atualização descrita na mencionada nota explicativa, estamos emitindo novo relatório do auditor independente sobre as novas demonstrações financeiras individuais e consolidadas preparadas pela administração da Companhia. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Exceto pela inclusão do assunto relacionado com o Generation Scaling Factor, nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2020 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Neste contexto, tanto os assuntos quanto nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àquelas do exercício anterior.Porque é um PAARedução ao valor recuperável do imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 21)Em 31 de dezembro de 2020, a Companhia apresenta registrado na Controladora e no Consolidado, saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos oriundos de diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social sobre o lucro, nos valores de R$ 274.414 mil e de R$ 175.768 mil, respectivamente. Em virtude dos novos cenários, a administração da Companhia efetuou uma revisão criteriosa das projeções dos lucros tributáveis futuros, e reconheceu no resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2020, perdas por não realização dos referidos créditos tributários nos valores de R$ 822.579 mil na Controladora e no Consolidado. Para o saldo remanescente, a administração conclui haver evidências convincentes de disponibilidade de lucro tributável futuro para a compensação de prejuízos fiscais e bases negativas não utilizadas. Consideramos este assunto como uma área de foco em nossa auditoria de 2020, pois a análise de realização destes ativos leva em consideração as projeções de resultados da Companhia e suas controladas e utilização de diversas premissas e julgamentos importantes e subjetivos para determinar as bases tributárias futuras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaComo resposta de auditoria, entre outros, efetuamos os seguintes procedimentos: Obtivemos a análise de recuperabilidade dostributos diferidos ativos preparada pelaadministração da Companhia e verificamos queas principais premissas guardam relação com oplano de negócios de longo prazo aprovado peloConselho de Administração.Realizamos avaliação, em base de testes, docálculo dos créditos tributários e em relação aosmodelos e principais premissas utilizados pelaadministração para estimar o momento darealização dos tributos diferidos.Analisamos a razoabilidade do prazo deutilização dos prejuízos fiscais acumulados e dasdiferenças temporárias ao longo dos exercíciosfuturos, bem como testamos a coerência lógica earitmética dos cálculos apresentados nasprojeções feitas pela administração.Consideramos que os critérios e premissasadotados pela administração da Companhiapara a determinação dos tributos diferidos, bemcomo as divulgações efetuadas, são razoáveis,em todos os aspectos relevantes, no contexto dasdemonstrações financeiras.Repactuação em andamento do risco hidrológico de geração de energia elétrica (GSF - Generation Scaling Factor) (Nota 1.1 (g))Em virtude do agravamento da crise hídrica, em 8 de setembro de 2020, foi publicada a Lei no 14.052, que estabeleceu novas condições para a repactuação do risco hidrológico de geração de energia elétrica. A Companhia avaliou as alteraçõs promovidas pela nova Lei em suas operações e constatou ter o direito de estender o prazo de concessão de suas outorgas, como forma de compensar os valores desembolsados em exercícios anteriores. Os cálculos preliminares de extensão da outorga para cada uma das usinas administradas pela Companhia, foram elaborados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Todavia, não é possível avaliar com razoável segurança, qual será o tempo de extensão das concessões e/ou os montantes dos exercícios passados que serão objeto da compensação e, por consequência, estimar qual será o valor a ser reconhecido nas demonstrações financeiras em 2020. Esse assunto foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria em função do possível impacto signifi cativo na posição patrimonial e financeira da Companhia a época da contabilização e das incertezas existentes na determinação da época de reconhecimento do direito.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAspectos relevantes da nossa resposta de auditoria envolveram os seguintes principais procedimentos: Nos reunimos com a administração daCompanhia para discutir e obter o entendimentodas circunstâncias.Obtivemos e discutimos os memorandospreparados pela administração, que consideramas incertezas para a determinação com razoávelsegurança de valores e direitos à extensão deconcessões.Leitura das divulgações apresentadas em notasexplicativas.Como resultado dos trabalhos efetuados, consideramos que as divulgações efetuadas são consistentes com as evidências de auditoria obtidas.Instrumentos financeiros designados como hedge accounting (Nota 6.2)A Companhia e suas controladas operam com instrumentos financeiros derivativos com o objetivo de minimizar a volatilidade do preço das commodities, moedas, índices e taxas em seus fluxos de caixa. Para atingir seus objetivos, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos e passivos financeiros não derivativos e designa como instrumentos de hedge na aplicação da política de contabilidade de proteção (hedge accounting), realizando periodicamente, testes de efetividade sobre as relações de hedge designadas. A designação desses instrumentos financeiros como hedge accounting, assim como a mensuração de sua efetividade, requerem o cumprimento de certas obrigações formais, julgamentos em relação à proteção efetiva do risco de variação cambial e ao alinhamento dosa objetivos de proteção à sua estratégia de gestão de riscos do negócio. Dada à complexidade envolvida na designação e periódica mensuração da efetividade das relações de contabilidade de proteção mantidas pela Companhia, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos de auditoria em resposta a esse assunto consideraram, entre outros: Entendimento do processo e dos controles internos relacionados à contabilidade de proteção hedge accounting. Com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia que suporta a designação dos instrumentos de proteção como hedge accounting, especificamente as designações contendo as descrições de todas as estratégias e metodologias utilizadas para mensuração da efetividade. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia envolvendo as transações de hedge accounting. Com base nas evidências obtidas, consideramos aceitáveis as designações mantidas como contabilidade de proteção (hedge accounting) no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2020, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditor ia apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria.Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 17 de maio de 2021PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Carlos Eduardo Guaraná MendonçaContador CRC 1SP196994/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

LUCIANO FRANCISCO ALVES, brasileiro, casado, administrador, portador da Carteira de Identidade RG nº 25.953.851-6 SSP/SP, inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Economia ("CPF/ME") sob o nº 256.736.768-32, com endereço comercial na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, na qualidade de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO, sociedade por ações, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ("CNPJ/ME") sob o nº 61.409.892/0001-73 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução da CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada ("Instrução CVM 480"), que juntamente com os demais diretores da Companhia: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2020, especialmente elaboradas para fins de registro.17 de maio de 2021.LUCIANO FRANCISCO ALVESDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

LUCIANO FRANCISCO ALVES, brasileiro, casado, administrador, portador da Carteira de Identidade RG nº 25.953.851-6 SSP/SP, inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Economia ("CPF/ME") sob o nº 256.736.768-32, com endereço comercial na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, na qualidade de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO, sociedade por ações, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ("CNPJ/ME") sob o nº 61.409.892/0001-73 ("Companhia"), declara, nos termos do artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução da CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada ("Instrução CVM 480"), que juntamente com os demais diretores da Companhia: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2020, especialmente elaboradas para fins de registro.17 de maio de 2021.LUCIANO FRANCISCO ALVESDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.420.294.2110
Preferenciais00
Total1.420.294.2110

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.