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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025143 páginasCódigo CVM 25984Versão 1Recebida em 04/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO

COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO · CNPJ 61.409.892/0001-73

COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO
CNPJ 61.409.892/0001-73
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO
CNPJ
61.409.892/0001-73
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
143
Ano de referência
2025*
Publicado em
04/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total13.966.01613.833.0201,0%
1.01Ativo Circulante4.457.8384.561.891−2,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.268.2351.141.96511,1%
1.01.02Aplicações Financeiras57.157385.122−85,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado57.157385.122−85,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo57.157385.122−85,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber632.225493.53528,1%
1.01.03.01Clientes632.225493.53528,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques2.046.1032.162.597−5,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar225.922247.779−8,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar225.922247.779−8,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes228.196130.89374,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros228.196130.89374,3%
1.01.08.03.01Dividendos a receber010.840−100,0%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros derivativos144.52247.607203,6%
1.01.08.03.03Outros ativos83.67472.44615,5%
1.02Ativo Não Circulante9.508.1789.271.1292,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.753.5451.740.3930,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado52.0870—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo52.0870—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos563.555875.022−35,6%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos563.555875.022−35,6%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas57.07255.1153,6%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes1.080.831810.25633,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a recuperar603.101645.524−6,6%
1.02.01.10.04Depositos judiciais21.65119.29512,2%
1.02.01.10.05Outros Ativos54.26214.419276,3%
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos401.817131.018206,7%
1.02.02Investimentos232.182237.791−2,4%
1.02.02.01Participações Societárias232.182237.791−2,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado6.649.6266.424.8003,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação6.448.8596.253.3823,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento200.767171.41817,1%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível872.825868.1450,5%
1.02.04.01Intangíveis872.825868.1450,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis872.825868.1450,5%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCompanhia Brasileira de AlumínioOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Companhia Brasileira de Alumínio ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Redução ao valor recuperável (impairment) de ativos intangíveis de vida útil indefinida (Nota 20.a) Em 31 de dezembro de 2025, a Companhia possuía registrado em suas demonstrações financeiras consolidadas o montante de R$ 872.825 mil, referente a ativos intangíveis de vida útil indefinida. Devido a observações de indicadores sobre a desvalorização dos valores contábeis desses ativos, a Companhia estimou o valor recuperável, fundamentado no método do valor em uso, o qual requer o exercício de julgamentos relevantes sobre determinadas premissas utilizadas nas projeções, como o preço médio do alumínio na London Metal Exchange ("LME"), projeções de câmbio, taxa de desconto, entre outras.Consideramos o teste de impairment dos ativos intangíveis um dos Principais Assuntos de Auditoria, em função da magnitude do saldo e daOs principais procedimentos de auditoria executados incluíram, entre outros, os seguintes:Entendimento sobre as políticas da administração e o processo de elaboração e aprovação, pelos Órgãos de Governança da Companhia, das projeções dos fluxos de caixa utilizados nos testes de recuperabilidade dos ativos intangíveis de vida útil indefinida (teste de impairment).Testes de desenho e implementação de certos controles internos associados ao processo de determinação do valor recuperável dos ativos da unidade geradora de caixa, incluindo controles relacionados com a revisão e aprovação das premissas chave utilizadas na estimativa do valor recuperável.complexidade envolvida nas análises de recuperabilidade. A complexidade advém dos julgamentos significativos em relação à estimativa dos fluxos de caixa futuros, que incluem premissas afetadas por condições macroeconômicas e de mercado. Variações nesses julgamentos e premissas podem produzir impactos significativamente diferentes daqueles apurados pela administração e, consequentemente, ter impactos relevantes nas demonstrações financeiras. Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, das premissas-chave utilizadas no teste de recuperabilidade dos ativos como a taxa de desconto, o preço futuro do alumínio e as taxas de câmbio, comparando-as com fontes de mercado externas e testes matemáticos sobre os estudos de recuperabilidade dos ativos intangíveis.Discussão com a administração sobre os planos de negócio aprovados e divulgados.Análise da adequação das divulgações apresentadas em notas explicativas.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que as premissas utilizadas nos cálculos efetuados pela administração em seu teste de impairment, assim como as divulgações, são consistentes com as documentações apresentadas, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações financeiras. Redução ao valor recuperável do impostode renda e contribuição social diferidos(Nota 24.b) Em 31 de dezembro de 2025, a Companhia apresenta registrado na Controladora e no Consolidado, saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos oriundos de prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social sobre o lucro, no valor de R$ 308.753 mil.Esses saldos de impostos diferidos ativos são registrados contabilmente com base na existência de probabilidade razoável de que serão gerados lucros tributáveis futuros para a realização desses ativos não circulantes.A Companhia efetua as projeções de lucros tributáveis futuros que requer o uso de estimativas e julgamento na determinação das principais premissas em seu planejamento estratégico. Caso aplicável, provisão para perdas ao valor recuperável desses impostos diferidos ativos são registrados contabilmente.A Companhia efetua as projeções de lucros tributáveis futuros que requer o uso de estimativas e julgamento na determinação das principais premissas em seu planejamento estratégico. Caso aplicável, provisão para perdas ao valor recuperável desses impostos diferidos ativos são registrados contabilmente.Devido às incertezas inerentes às projeções de fluxo de caixa e às estimativas e julgamentos utilizados pela administração na determinação do valor recuperável desses impostos diferidos ativos, à complexidade inerente a esse processo e o modelo matemático das projeções, consideramos esse assunto como um dos principais assuntos de auditoria nesse exercício sendo examinado por nós.Como resposta de auditoria efetuamos os seguintes procedimentos:Obtivemos a análise de recuperabilidade dos tributos diferidos ativos preparada pela administração da Companhia e verificamos que as principais premissas guardam relação com o plano de negócios de longo prazo aprovado pelo Conselho de Administração.Testes de desenho e implementação de certos controles internos associados ao processo de determinação do valor recuperável do imposto de renda e contribuição social diferidos, incluindo controles relacionados com a revisão e aprovação das premissas chave utilizadas na estimativa do valor recuperável.Avalia mos, com o apoio dos nossos especialistas na área de finanças corporativas, a razoabilidade das principais premissas utilizadas para suportar a projeção de lucros tributáveis futuros, que inclui o preço médio do alumínio na London Metal Exchange ("LME"), assim como projeções de câmbio e testes sobre o modelo matemático das projeções.Efetuamos a comparação com os dados utilizados na projeção com dados históricos, do setor e de mercado, bem como realizamos análise de sensibilidade sobre a projeção elaborada pela administração.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração da Companhia para a determinação dos tributos diferidos, bem como as divulgações efetuadas, são razoáveis, em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras. Redução ao valor recuperável de Impostosobre circulação de mercadorias e serviços("ICMS") (Nota 15) Em 31 de dezembro de 2025, a Companhia possui registrado no grupo de tributos a recuperar, os montantes de R$ 502.755 mil e R$ 546.190 mil, na controladora e no consolidado, respectivamente, oriundos de Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços.A realização desses tributos está diretamente associada a efetividade do plano de escoamento de créditos da sociedade, os quais consistem principalmente em (i) geração de débitos a pagar no futuro que poderão ser compensados com os referidos tributos a recuperar (ii) habilitação e venda de créditos de ICMS para empresas do próprio grupo ou terceiras (iii) obtenção de regime especial tributário junto ao estado de São Paulo para a suspensão de ICMS nas operações de importações de determinados insumos, de modo a evitar futuro acúmulo.Devido à magnitude dos montantes envolvidos, complexidade do processo de mensuração das projeções de recuperabilidade dos tributos futuros, os quais se baseiam em estimativas e premissas cuja realização pode ser afetada por condições de mercado e cenários econômicos incertos, assim como, pela complexidade da legislação tributária brasileira, esse tema foi considerado como um assunto importante em nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Avaliação da origem dos créditos, natureza dos insumos, seu registro e declaração para as autoridades fazendárias nos livros fiscais.O entendimento da metodologia de cálculo e principais premissas para avaliação da recuperabilidade do saldo de ICMS.Com o apoio de nossos especialistas internos em tributos, efetuamos a discussão sobre os critérios e premissas adotados pela Administração para avaliar a recuperabilidade dos créditos tributários de ICMS.Avaliação e julgamento sobre as possibilidades de escoamento apresentadas pela administração e sua aplicabilidade.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela Administração são razoáveis com dados e informações obtidas, considerando as demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Instrumentos financeiros designadoscomo hedge accounting (Nota 29.2) A Companhia opera com instrumentos financeiros derivativos com o objetivo de minimizar a volatilidade dos índices e taxas em seus fluxos de caixa.Para atingir seus objetivos, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos e passivos financeiros não derivativos e designa como instrumento de hedge na aplicação da política de contabilidade de proteção (hedge accounting), realizando periodicamente, testes de efetividade sobre as relações de hedge designadas.A designação desses instrumentos financeiros como hedge accounting, assim como a mensuração de sua efetividade, requerem o cumprimento de certas obrigações formais, julgamentos em relação à proteção efetiva do risco de variação cambial e ao alinhamento dos objetivos de proteção à sua estratégia de gestão de riscos do negócio.Dada à complexidade envolvida na designação e periódica mensuração da efetividade das relações de contabilidade de proteção mantidas pela Companhia, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria. Nossos principais procedimentos de auditoria em resposta a esse assunto consideram, entre outros:Entendimento do processo e dos controles internos relacionados à contabilidade de proteção (hedge accounting). Com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia que suporta a designação dos instrumentos de proteção como hedge accounting, especificamente as designações contendo as descrições de todas as estratégias e metodologias utilizadas para mensuração de efetividade.Revisão da efetividade das relações de hedge accounting e a reciclagem dos montantes contabilizados em outros resultados abrangentes, os quais afetaram o resultado do exercício. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia envolvendo as transações de hedge accounting.Com base nas evidências obtidas, consideramos aceitáveis as designações mantidas como contabilidade de proteção (hedge accounting) no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntos - Demonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companh ia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 4 de março de 2026PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/F-6Carlos Eduardo Guaraná MendonçaContador CRC 1SP196994/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM N° 80 DE 29 DE MARÇO DE 2022CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA, brasileira, casada, administradora, portadora da Cédula de Identidade R.G. n.º 29.498.843-9 SSP/SP e inscrita no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda ("CPF/MF") sob o nº 303.038.168-48, com endereço comercial na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, na qualidade de Diretora Financeira e de Relações com Investidores da COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO, sociedade por ações, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 61.409.892/0001-73 ("Companhia"), declara, nos termos dos artigos 27, §1°, V e VI, da Resolução da CVM nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada ("Resolução CVM 80/22"), que, juntamente com os demais diretores da Companhia responsáveis pela elaboração destas de Demonstrações Financeiras: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com a formulário de Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao período compreendido entre 01 de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025, especialmente elaboradas para fins de registro.04 de março de 2026.CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA Diretora Financeira e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM N° 80 DE 29 DE MARÇO DE 2022CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA, brasileira, casada, administradora, portadora da Cédula de Identidade R.G. n.º 29.498.843-9 SSP/SP e inscrita no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda ("CPF/MF") sob o nº 303.038.168-48, com endereço comercial na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, na qualidade de Diretora Financeira e de Relações com Investidores da COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO, sociedade por ações, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 61.409.892/0001-73 ("Companhia"), declara, nos termos dos artigos 27, §1°, V e VI, da Resolução da CVM nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada ("Resolução CVM 80/22"), que, juntamente com os demais diretores da Companhia responsáveis pela elaboração destas de Demonstrações Financeiras: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com a formulário de Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao período compreendido entre 01 de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025, especialmente elaboradas para fins de registro.04 de março de 2026.CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA Diretora Financeira e de Relações com Investidores

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIOEXERCÍCIO SOCIAL 2025Sobre o ComitêO Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE" ou "Comitê") da Companhia Brasileira de Alumínio ("CBA" ou "Companhia") é um órgão estatutário de funcionamento permanente, que teve sua instalação aprovada por meio de Assembleia Geral Extraordinária realizada em 14 de maio de 2021, dentro das melhores práticas de Governança Corporativa e em atendimento a regulação do segmento do Novo Mercado.Composição do ComitêDe acordo com o seu Regimento Interno vigente, revisado e aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia em 23 de junho de 2025, o CAE funciona em caráter permanente e reporta ao Conselho de Administração da Companhia, atuando com independência em relação à Diretoria, e poderá ser composto por no mínimo 3 (três) e no máximo 5 (cinco) membros, eleitos pelo Conselho, com mandato de 10 (dez) anos, não unificado, podendo ou não os mandatos individuais serem coincidentes entre si, conforme deliberação do Conselho de Administração e, em observância ao regimento interno do Comitê.O Comitê de Auditoria Estatutário da CBA é composto por 3 (três) membros independentes, eleitos para mandato não unificado de 6 (seis) anos contados de 23 de abril de 2021, conforme atas de reunião do Conselho de Administração da Companhia de 21 de junho de 2021, 30 de setembro de 2021, 30 de setembro de 2022 e 23 de junho de 2025. Os membros do CAE da Companhia são: NomeFunçãoData de início do primeiro mandatoData de término do atual mandato previstaSergio Ricardo RomaniCoordenador do CAE e Membro do Conselho de Administração30 de setembro de 202123 de abril de 2027José Ecio Pereira da Costa JuniorMembro do CAE1° de julho de 201723 de abril de 2027Sergio CiteroniMembro do CAE23 de abril de 202123 de abril de 2027Regimento InternoDisponível em: https://ri.cba.com.br/esg/modelo-de-governanca/.Atribuições do Comitê de Auditoria EstatutárioNo Regimento Interno do Comitê, cujas competências são desempenhadas em estrita conformidade com as exigências previstas nas Resoluções da Comissão de valores Mobiliários ("CVM") aplicáveis, no Regulamento do Novo Mercado da B3 e no Estatuto Social da Companhia, cabe ao CAE assessorar o Conselho de Administração da Companhia, no que concerne ao exercício das suas funções e assuntos sob sua competência, a análise e o monitoramento: (i)Dos processos de apresentação dos relatórios financeiros trimestrais e anuais(ii)Dos trabalhos de avaliação dos controles internos (iii)Dos processos de gerenciamento dos riscos de negócio (iv)Dos processos de gerenciamento dos riscos de Compliance, do Programa de Compliance e do Canal Linha Ética (v)Dos trabalhos dos auditores internos e auditores externos independentes (vi)Dos assuntos pertinentes ao Código de Conduta, nos termos do seu Regimento(vii)Das políticas internas da Companhia, incluindo a política de transações entre partes relacionadas, bem como a de contratação de auditores independente (viii)Da adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia.As avaliações do CAE se baseiam nas informações recebidas da Administração da Companhia, dos auditores externos, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos, controles internos e compliance, dos gestores dos canais de linha ética e nas suas próprias análises decorrentes de observação direta dos temas.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC") é a empresa responsável pelo exame de auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, bem como pelo planejamento e execução dos procedimentos das auditorias e das revisões, conforme normas reconhecidas, e, ainda, responsável pela revisão das demonstrações financeiras interinas trimestrais individuais e consolidadas. Os trabalhos de gestão de riscos, controles internos e compliance foram realizados no referido exercício social de 2025, pelas respectivas áreas internas da Companhia. Para realização dos trabalhos de auditoria interna, a Companhia conta, além de sua equipe interna, com apoio de profissionais da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes ("DTT") com a supervisão da Gerência Geral de Auditoria Interna, a qual apresenta o reporte de suas atividades diretamente ao Comitê de Auditoria Estatutário. O CAE é o órgão responsável pela revisão do orçamento e pela revisão do plano anual de auditoria interna e monitoramento da sua execução.Atividades do Comitê de Auditoria em 2025No exercício de 2025, o Comitê de Auditoria Estatutário realizou reuniões ordinárias e extraordinárias, conforme abaixo elencadas, as quais foram documentadas nas respectivas atas e anexos correspondentes. Adicionalmente, foram realizados contatos telefônicos, por videoconferência e/ou por e-mail entre os membros do Comitê, com os administradores da CBA e auditores, internos e independentes, para discussão de aspectos específicos de interesse do Comitê.Reuniões de 2025Reuniões OrdináriasReuniões Extraordinárias28/01/202518/07/202520/02/202530/10/202528/04/2025-29/05/2025-30/07/2025-10/09/2025-24/10/2025-11/11/2025-10/12/2025-Os diretores e demais executivos de diversas áreas da Companhia foram entrevistados ou solicitados a realizar apresentações sobre os temas conduzidos pela Companhia e de interesse do Comitê, sendo alguns executivos acionados por mais de uma vez no decorrer do período mencionado neste relatório.Dentre as atividades realizadas durante o exercício, destacamos as seguintes:a)Discussão dos resultados trimestrais da auditoria independente, PwC, conforme anteriormente definida, referente aos serviços prestados no exercício social do ano de 2024b)Acompanhamento do processo de elaboração e revisão das demonstrações financeiras da Companhia individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 e das informações trimestrais individuais e consolidadas (1ITR, 2ITR e 3ITR) mediante reuniões trimestrais e, após o encerramento do exercício, com os administradoresc)Avaliação e recomendação de revisão da política de inventário de estoques e criação de política contábil sobre bifurcação de derivativo embutido e sua aplicação nos contratos existentes e nos próximosd)Avaliação e monitoramento do Plano de Gestão de Riscos e Controles Internos para o ano de 2025, cuja estrutura fora estabelecida para suportar a Companhia em seus movimentos de crescimento e transformação, visando a resposta aos riscos de negócio, a criação de um ambiente de controles internos sólido e a preparação da Companhia para atuar em situações de resiliência, bem como o plano de Gestão de Riscos e de Controles Internos, considerando as iniciativas integradas dessas áreas para o ano de 2025e)Tomaram conhecimento sobre as atividades em andamento e evoluções nos trabalhos de gestão de riscos, promovendo maior profundidade nos riscos operacionais e respectivas correlações com os riscos estratégicos da Companhia. Avaliaram e acompanharam a implementação de Comissões de Riscos, bem como novos papéis e responsabilidades do processo, além de discutir, debater e obter consenso sobre o mapa de riscos atualizado da organização e devidas ações de gerenciamentof)Tomaram conhecimento do resultado dos trabalhos da Auditoria Interna, os respectivos aspectos relevantes e recomendações decorrentes desses trabalhos, além do monitoramento das providências e principais ações adotadas pela Administraçãog)Avaliação e aprovação do Plano Anual de Auditoria Interna de 2025, orçamento e plano de treinamento da área para o exercício, e reporte ao Conselho de Administração da Companhiah)Tomaram conhecimento a respeito do Planejamento do Programa de Compliance para 2025, do status dos principais indicadores de Compliance, o avanço das principais iniciativas contidas no planejamento, bem c omo o reporte do Comitê de Conduta contendo os principais números, indicadores, relatos recebidos pelo Canal de Denúncias e suas respectivas tratativasi)No programa de educação continuada, conjuntamente com a Diretoria da Companhia, realizaram treinamento de melhores práticas no que tange às responsabilidades dos administradores, bem como mecanismos de prevenção e atuação de executivos em casos críticosj)Análise das transações com partes relacionadas, recomendando sua manifestação favorável para posterior apreciação do Conselho de Administração, observando os critérios estabelecidos na Política de Transações com Partes Relacionadas da Companhia, com destaque para as operações (a) de compra e venda de participação societária e (b) de compra e venda de energia elétrica incentivada, sendo uma delas realizada com empresa considerada parte relacionada, Auren Energia S.A., em linha ao comunicado ao mercado divulgado pela Companhia. Ainda, a cada trimestre, foram realizados reportes do conjunto das transações com partes relacionadas, independentemente do valor e da naturezak)Tomaram conhecimento acerca de informações relativas à gestão e monitoramento dos riscos regulatórios incluindo a avaliação dos impactos para o negóciol)Acompanhamento do status dos trabalhos conduzidos na gestão do contencioso ativo e passivo da Companhiam)Participaram do monitoramento de contingências e investigações relevantesn)Revisão do regimento interno do CAE e recomendação para a sua aprovação pelo Conselho de Administraçãoo)Obtenção da confirmação a respeito da independência dos auditores externos e independentes da Companhia, mediante Declaração de Independência apresentada pela PwC p)Tomaram conhecimento sobre o programa de gestão de dívida da Companhia, incluindo hedge e os instrumentos existentes não designados como hedge accounting envolvendo dívidas (ECA, BNDES, NCEs e debêntures) e contratos operacionais de energiaq)Tomaram conhecimento das principais atividades realizadas em 2025 para o Asset Retirement Obligation ("ARO"), bem como o adequado provisionamento para os custos a serem incorridos com o descomissionamentor)Tomaram conhecimento e contribuíram com o Relatório Anual de Sustentabilidade da Companhias)Avaliaram e discutiram o plano de trabalho para a implementação das divulgações relacionadas ao IFRS S1 e S2 pela Companhia t)Participaram da revisão do Formulário de Referência referente ao ano de 2024, com divulgação ao mercado em 2025u)Avaliaram e discutiram o status e desdobramentos do plano plurianual de trabalho de almoxarifados avançadosv)Avaliaram e discutiram melhorias na classificação das Obras em Andamento nas Demonstrações Financeirasw)Acompanharam os incidentes operacionais na refinaria de alumina, incluindo impactos financeiros, ações corretivas e monitoramento dos riscos associados ao processo produtivox)Avaliaram os processos de hedge accounting e tesouraria, com recomendações de aprimoramento de controles, políticas e documentação técnicay)Acompanharam as deficiências de controles internos, incluindo segregação de funções, transações sem log e automação de controles críticos sobre informações financeiras ez)Tomaram conhecimento e acompanharam os trabalhos do Comitê de Conduta relativamente ao tema do estoque de soda.O Coordenador do CAE apresentou em cada reunião ordinária do Conselho de Administração as atividades desenvolvidas pelos membros do CAE durante o ano de 2025. Recomendação referente às demonstrações financeiras de 2025Os membros do CAE da CBA, no exercício de suas atribuições e responsabilidades, conforme previsto no Regimento Interno do próprio comitê, procederam a análise das demonstrações financeiras, acompanhadas do relatório dos auditores independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 ("Demonstrações Financeiras Anuais de 2025"). Considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela PwC, o CAE recomenda, por unanimidade, a aprovação dos referidos documentos pelo Conselho de Administração da Companhia. São Paulo, 3 de março de 2026. ¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬__________________________________________________________Sergio Ricardo RomaniJosé Ecio Pereira da Costa Jr.Coordenador do Comitê de AuditoriaMembro _____________________________Sergio CiteroniMembro

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias651.0730
Preferenciais00
Total651.0730

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.