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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016146 páginasCódigo CVM 18465Versão 1Recebida em 22/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A · CNPJ 33.256.439/0001-39

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ 33.256.439/0001-39
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ
33.256.439/0001-39
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
146
Ano de referência
2016*
Publicado em
22/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total24.159.67020.713.06116,6%
1.01Ativo Circulante13.011.7969.911.34931,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.274.1582.702.89358,1%
1.01.02Aplicações Financeiras1.412.587803.30475,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber3.898.1893.199.66121,8%
1.01.03.01Clientes3.502.3223.167.16410,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber395.86732.4971.118,2%
1.01.03.02.01Outras Contas a Receber20.57329.787−30,9%
1.01.03.02.02Dividendos a Receber8.6162.710217,9%
1.01.03.02.03Contas a receber - Indenização Seguradora366.6780—
1.01.04Estoques2.761.2072.495.23710,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar541.772628.778−13,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas123.88381.47652,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante11.147.87410.801.7123,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.846.6061.965.154−6,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo7.655456.347−98,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado7.44910.618−29,8%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber229.763168.74636,2%
1.02.01.03.01Clientes227.085152.23949,2%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber2.67816.507−83,8%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos417.344306.00536,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos417.344306.00536,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas222.518146.66451,7%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas4904900,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4904900,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes961.387876.2849,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar182.617135.44934,8%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais778.770740.8355,1%
1.02.02Investimentos141.687103.72836,6%
1.02.02.01Participações Societárias141.687103.72836,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas138.873100.91437,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2.8142.8140,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado5.787.9825.438.8956,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.371.5993.293.9352,4%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE ASDEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daUltrapar Participações S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Ultrapar Participações S.A. ("Sociedade"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da Ultrapar Participações S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Sociedade e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Valor recuperável do ágio da Imifarma A análise do valor recuperável do ágio da Imifarma Produtos Farmacêuticos e Cosméticos S.A. ("Imifarma") foi considerada um principal assunto de auditoria por envolver estimativa e julgamento da Administração na determinação das premissas utilizadas na elaboração do valor recuperável com base no modelo de fluxo de caixa descontado e da sensibilidade e subjetividade das premissas significativas, sendo as principais a taxa de crescimento das receitas, dos custos e das despesas no período das projeções, a taxa de crescimento para a perpetuidade e a taxa de desconto. O assunto foi considerado como um risco significativo de auditoria e, portanto, envolveu a nossa atenção e o nosso julgamento de maneira significativa. Avaliamos o desenho, a implementação e a efetividade dos controles internos relevantes determinados pela Administração sobre a análise do valor recuperável do ágio. Para endereçar o risco de recuperabilidade do ágio, dentre outros procedimentos, testamos a análise do valor recuperável preparada pela Administração com o auxílio de um especialista interno em valor justo para a análise da razoabilidade do modelo utilizado, o recálculo matemático dos fluxos de caixa descontados e o teste dos componentes da taxa de desconto, considerando as referências do mercado e da indústria. Adicionalmente, realizamos uma análise retrospectiva dos resultados realizados com as projeções de resultados futuros, bem como uma análise comparativa das taxas de crescimento e das margens com os demais participantes do segmento de varejo farmacêutico e indicadores econômicos, e, por fim, uma análise de sensibilidade das premissas significativas realizadas pela Administração. Examinamos também a adequação das divulgações relacionadas ao teste do valor recuperável do ágio da Imifarma, incluídas na nota explicativa nº 13 às demonstrações financeiras.Incêndio no terminal em SantosO incêndio ocorrido em 2015 no terminal em Santos foi considerado um principal assunto de nossa auditoria corrente por ser um evento não usual e envolver o exercício de julgamento e estimativas por parte da Administração na aplicação de prática contábil, bem como na mensuração, contabilização e divulgação dos riscos ambientais, ativos relacionados com o sinistro a receber das seguradoras e passivos de indenização a clientes e terceiros. Dessa forma, o assunto foi classificado como uma transação significativa não usual e, portanto, envolveu a nossa atenção e o nosso julgamento de maneira significativa. Analisamos os saldos registrados como ativos e passivos de indenização por meio de inspeção das apólices de seguro, acordos de indenização securitária, contratos com clientes, lista de pedidos e litígios de clientes e terceiros e confirmações dos advogados externos. Adicionalmente, analisamos a opinião legal e os relatórios externos de avaliação dos impactos ambientais e desafiamos as premissas adotadas com o auxílio de especialista interno em sustentabilidade, afim de avaliar a razoabilidade da mensuração e contabilização dos efeitos desse incêndio. Avaliamos as representações do departamento jurídico interno e consideramos as respectivas atualizações de eventos subsequentes à data das demonstrações financeiras de 2016, incluindo as confirmações dos advogados externos. Avaliamos também a adequação das divulgações incluídas nas notas explicativas nº 20.b.2.2) e 33 às demonstrações financeiras.Processos administrativos instaurados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADEA análise dos efeitos dos processos administrativos instaurados pelo CADE em 2016 foi considerada um principal assunto de auditoria em virtude de sua complexidade e por envolver julgamento da Administração com relação à avaliação dos riscos de perdas, bem como à divulgação nas demonstrações financeiras. Envolvemos membros mais seniores da equipe de trabalho para o desafio das análises realizadas pela Administração. Testamos a análise da Administração por meio de indagações ao departamento jurídico interno, advogados externos e Administração da Sociedade, obtenção de opinião legal dos advogados externos e representações formais do departamento jurídico e da Administração da Sociedade. Desafiamos as principais premissas utilizadas pela Administração quanto à probabilidade de perda envolvida, avaliamos as evidências contraditórias e envolvemos os especialistas de normas técnicas e profissionais de contabilidade para análise dos impactos contábeis e de divulgação. Avaliamos também a adequação das divulgações relacionadas aos referidos processos administrativos incluídas na nota explicativa nº 20.b.2.3) às demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Sociedade, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Sociedade é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos nenhuma forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Sociedade continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e com o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Sociedade e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Sociedade e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade e de suas controladas.Avaliamos a adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Sociedade e de suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Sociedade e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais sig nificativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 22 de fevereiro de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Délio Rocha LeiteAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 189302/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DeclaraçãoPara fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 22 de fevereiro de 2017.Thilo MannhardtDiretor-PresidenteAndré Pires de Oliveira DiasDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresAndré CovreDiretor Superintendente - ExtrafarmaJoão Benjamin ParolinDiretor Superintendente - OxitenoLeocadio Almeida Antunes FilhoDiretor Superintendente - IpirangaPedro Jorge FilhoDiretor Superintendente - UltragazRicardo Isaac CatranDiretor Superintendente - Ultracargo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DeclaraçãoPara fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 22 de fevereiro de 2017.Thilo MannhardtDiretor-PresidenteAndré Pires de Oliveira DiasDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresAndré CovreDiretor Superintendente - ExtrafarmaJoão Benjamin ParolinDiretor Superintendente - OxitenoLeocadio Almeida Antunes FilhoDiretor Superintendente - IpirangaPedro Jorge FilhoDiretor Superintendente - UltragazRicardo Isaac CatranDiretor Superintendente - Ultracargo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Ultrapar Participações S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras (controladora e consolidado) referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Com base nos exames efetuados e considerando o relatório, sem ressalvas, dos auditores independentes, Deloitte Touche Tohmatsu, datado de 22 de fevereiro de 2017, opina que os referidos documentos, bem como a proposta da destinação de lucro líquido do período, incluindo a distribuição de dividendos, estão em condições de serem apreciados pela assembleia geral ordinária.São Paulo, 22 de fevereiro de 2017Flavio César Maia LuzMario ProbstNilson Martiniano Moreira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.