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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 22349Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 08/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de AZZAS 2154 S.A

AZZAS 2154 S.A · CNPJ 16.590.234/0001-76

Versões deste exercício: v1 (08/03/2017) · v2 (08/03/2017) · v3 (08/03/2017), esta

AZZAS 2154 S.A
CNPJ 16.590.234/0001-76
DFP 2016 (V3)
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
AZZAS 2154 S.A
CNPJ
16.590.234/0001-76
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
08/03/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total907.148853.9486,2%
1.01Ativo Circulante706.229658.2037,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.0208.822−43,1%
1.01.02Aplicações Financeiras237.824216.9409,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo237.824216.9409,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Aplicações financeiras avaliadas a valor justo237.824216.9409,6%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber315.304280.52812,4%
1.01.03.01Clientes315.304280.52812,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques110.478106.9513,3%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar22.56221.2226,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar22.56221.2226,3%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes15.04123.740−36,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros15.04123.740−36,6%
1.02Ativo Não Circulante200.919195.7452,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo41.00131.42330,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0919−100,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0919−100,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber13.67614.217−3,8%
1.02.01.03.01Clientes13.67614.217−3,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos8.4056.28533,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos8.4056.28533,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes18.92010.00289,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar00
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais14.7338.62170,9%
1.02.01.09.05Outros Créditos4.1871.381203,2%
1.02.02Investimentos9050
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento9050
1.02.02.02.01Propriedades para Investimento9050
1.02.03Imobilizado73.05273.593−0,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação73.05273.593−0,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível85.96190.729−5,3%
1.02.04.01Intangíveis85.96190.729−5,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Marcas e Patentes3.6443.4595,3%
1.02.04.01.03Direitos de uso de Lojas39.78136.6798,5%
1.02.04.01.04Direitos de uo de Sistemas42.53650.591−15,9%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasArezzo Indústria e Comércio S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Arezzo Indústria e Comércio S.A. (a "Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Arezzo Indústria e Comércio S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Arezzo Indústria e Comércio S.A. e da Arezzo Indústria e Comércio S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Reconhecimento de receitas (notas 2.5, 2.6 e 24) A receita é um indicador chave para a avaliação da performance da Companhia, sendo composta de um grande volume de transações com pequeno valor individual realizada por meio das diversas marcas e múltiplos canais nos quais a Companhia opera.Em função da complexidade inerente ao processo de faturamento pelo grande volume de itens faturados, a relevância dos controles internos estabelecidos, bem como representatividade das receitas no conjunto das demonstrações financeiras, consideramos essa área relevante para nossa auditoria.Nossa resposta de auditoria incluiu os seguintes principais procedimentos para esta área: o entendimento e testes dos controles internos considerados relevantes, execução de testes, em bases amostrais, de transações de receita de vendas mediante a inspeção de documentação comprobatória e a verificação do seu recebimento subsequente, a confirmação de contas a receber com os clientes e operadoras de cartão de crédito e testes sobre o corte das operações no final do exercício. Realizamos ainda testes sobre os lançamentos contábeis não usuais efetuados nas contas de receita de vendas e a verificação das conciliações dos saldos de contas a receber e de receita de vendas com os controles auxiliares.Com base na combinação dos testes de controles e testes sobre as transações consideramos que o reconhecimento da receita no correto período de competência é razoável no contexto das demonstrações financeiras em seu conjunto. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAdequação do custeio e existência e valorização dos estoques (notas 2.7 e 8) A Companhia possui um modelo de negócio diferenciado operando um negócio multimarca e multicanal, no qual a equipe de pesquisa e desenvolvimento de produtos e a estrutura de suprimentos estão preparadas para disponibilizar diversas coleções ao longo do ano. Os produtos são gradual e semanalmente disponibilizados nos pontos de venda. Esses aspectos, somados à grande quantidade de itens, a sazonalidade das coleções e um modelo de recebimento e fornecimento dos produtos englobando fábricas próprias e independentes torna o custeio e a valorização dos estoques uma atividade complexa que consideramos como relevante em nossa auditoria.Nossa resposta de auditoria incluiu os seguintes principais procedimentos para esta área: o entendimento e testes dos controles internos considerados relevantes, acompanhamento, em bases amostrais, do processo de inventários físicos, execução de testes, em bases amostrais, dos custos de produção, teste da valorização dos estoques e a mensuração de provisões sobre estoques obsoletos ou de margem negativa, quando aplicável. Consideramos que a combinação dos testes de controles e testes sobre as transações de custos e estoques demonstram que o custeio e a valorização dos estoques são razoáveis no contexto das demonstrações financeiras em seu conjunto.Recuperabilidade dos saldos de fundo de comércio (nota 2.10, 2.11 e 15) A Companhia tem por prática pagar por determinados pontos comerciais de forma a facilitar a instalação de suas lojas em locais considerados estratégicos. Esses ativos, classificados no intangível, têm vida útil indeterminada sujeitos a testes anuais quanto ao seu valor de recuperação ("impairment").As projeções de resultado utilizadas para fins desses testes do valor recuperável são realizadas individualmente, por unidade geradora de caixa (no caso, por loja) e levam em conta estimativas e premissas sensíveis que foram consideradas como relevantes em nossa auditoria. A utilização de diferentes premissas nas projeções de resultado poderia modificar significativamente as conclusões desses testes, assim essa foi uma área de foco em nossa auditoria.Entre outros procedimentos testamos a consistência entre as principais premissas utilizadas, realizamos análise de sensibilidade e testamos as projeções para as unidades geradoras de caixa relevantes e, em bases amostrais, para as não relevantes, considerando intervalos e cenários de taxas de crescimento e descontos. Efetuamos também a leitura e consistência das divulgações realizadas com as informações analisadas em nossa auditoria.Adicionalmente, comparamos as projeções com os resultados de anos anteriores com os efetivamente realizados.Nossos procedimentos de auditoria demonstram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração nessas projeções dos fluxos de caixa são razoáveis.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e con solidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2015 foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 29 de fevereiro de 2016, sem ressalvas.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 6 de março de 2017PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" MGFábio Abreu de PaulaContador CRC 1MG075204/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasDeclaramos, na qualidade de diretores da Arezzo Indústria e Comércio S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, na Rua Fernandes Tourinho, nº 147, Salas 1301 e 1303, Bairro Funcionários, CEP 30112-000, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 16.590.234/0001-76, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada.São Paulo, 03 de março de 2017.Alexandre Café Birman - Diretor Presidente e Vice Presidente de OperaçõesThiago Lima Borges - Diretor Financeiro, Diretor Vice Presidente Corporativo e Diretor deRelações com InvestidoresMarco Antônio Ferreira Coelho - Diretor sem designação específica

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesDeclaramos, na qualidade de diretores da Arezzo Indústria e Comércio S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, na Rua Fernandes Tourinho, nº 147, Salas 1301 e 1303, BairroFuncionários, CEP 30112-000, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 16.590.234/0001-76, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso V do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada.São Paulo, 03 de março de 2017.Alexandre Café Birman - Diretor Presidente e Vice Presidente de OperaçõesThiago Lima Borges - Diretor Financeiro, Diretor Vice Presidente Corporativo e Diretor deRelações com InvestidoresMarco Antônio Ferreira Coelho - Diretor sem designação específica

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.