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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010121 páginasCódigo CVM 19771Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 08/06/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de ARTERIS S.A.

ARTERIS S.A. · CNPJ 02.919.555/0001-67

Versões deste exercício: v1 (25/03/2011) · v2 (08/06/2011), esta

ARTERIS S.A.
CNPJ 02.919.555/0001-67
DFP 2010 (V2)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
ARTERIS S.A.
CNPJ
02.919.555/0001-67
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
121
Ano de referência
2010*
Publicado em
08/06/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total4.821.4773.467.61439,0%
1.01Ativo Circulante1.387.678532.244160,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.168.288442.192164,2%
1.01.02Aplicações Financeiras96.8750—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber84.51764.22831,6%
1.01.03.01Clientes84.42864.14131,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber89872,3%
1.01.03.02.01Contas a Receber - Partes Relacionadas89872,3%
1.01.04Estoques2.8192.27923,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar24.68013.55082,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas5.7026.762−15,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes4.7973.23348,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros4.7973.23348,4%
1.01.08.03.02Adiantamento para Novos Projetos0256−100,0%
1.01.08.03.03Outros Créditos4.7972.97761,1%
1.02Ativo Não Circulante3.433.7992.935.37017,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo103.05279.86729,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3015.298−94,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber148170−12,9%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber148170−12,9%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos88.15161.53043,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos88.15161.53043,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas162510−68,2%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes14.29012.35915,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais14.29010.66034,1%
1.02.01.09.04Impostos a Recuperar01.699−100,0%
1.02.02Investimentos1.0531.0530,0%
1.02.02.01Participações Societárias1.0531.0530,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.0531.0530,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado48.11427.67173,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação48.11427.67173,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.281.5802.826.77916,1%
1.02.04.01Intangíveis3.281.5802.826.77916,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAo Conselho de Administração e aos Acionistas daObrascon Huarte Lain Brasil S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Obrascon Huarte Lain Brasil S.A. ("Sociedade"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASA Administração da Sociedade é a responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTESNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAISEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Obrascon Huarte Lain Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADASEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Obrascon Huarte Lain Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais relatório financeiro (IFRS) emitida pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. ÊNFASEConforme descrito na nota explicativa 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Obrascon Huarte Lain Brasil S.A., essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, que para fins de IFRS seria custo ou valor justo e pela opção pela manutenção do saldo de ativo diferido, existente em 31de dezembro de 2008, que vem sendo amortizado.INFORMAÇÃO SUPLEMENTAR - DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADOExaminamos, também, as demonstrações do valor adicionado, individual e consolidada, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Campinas, 24 de março de 2011. DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609/O-8Edgar JabbourContadorCRC nº 1 SP 156465/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração da DiretoriaNa qualidade de Diretores da OHL Brasil S.A., declaramos, nos termos do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, datada de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos (i) com o conteúdo e opinião expressos no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes e (ii) com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010.José Carlos Ferreira de Oliveira FilhoDiretor PresidenteFelipe Ezquerra PlasenciaDiretor Vice PresidenteFrancisco Leonardo Moura da CostaDiretor Adm. Financeiro e de Relações com InvestidoresMaria de Castro MichielinDiretora JurídicaLuis Manuel Eusébio IñigoDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração da DiretoriaNa qualidade de Diretores da OHL Brasil S.A., declaramos, nos termos do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, datada de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos (i) com o conteúdo e opinião expressos no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes e (ii) com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010.José Carlos Ferreira de Oliveira FilhoDiretor PresidenteFelipe Ezquerra PlasenciaDiretor Vice PresidenteFrancisco Leonardo Moura da CostaDiretor Adm. Financeiro e de Relações com InvestidoresMaria de Castro MichielinDiretora JurídicaLuis Manuel Eusébio IñigoDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALEm reunião realizada nesta data, às 12:00 horas, os membros do Conselho Fiscal da OBRASCON HUARTE LAIN BRASIL S.A. ("Companhia"), atendendo ao disposto no Artigo 163 da Lei nº 6.404/76, após exame dos documentos e propostas da Administração submetidos a sua análise nesta data, e considerando o parecer sem ressalva emitido pelos auditores independentes Deloitte Touche & Tohmatsu, por unanimidade opina favoravelmente à aprovação em Assembléia Geral Ordinária da Companhia, a ser realizada em 26 de abril de 2011, e com base no Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010 (tais documentos foram autenticados pela mesa e arquivados na Companhia como Docs. nº 1, 2 e 3, respectivamente), da destinação do lucro líquido do exercício, no valor de R$289.055.067,11 (duzentos e oitenta e nove milhões, cinqüenta e cinco mil, sessenta e sete reais e onze centavos), sendo (i) R$14.452.753,36 (quatorze milhões, quatrocentos e cinqüenta e dois mil, setecentos e cinqüenta e três reais e trinta e seis centavos) equivalente a 5% do lucro líquido do exercício, destinado à reserva legal, nos termos da lei e do Estatuto Social da Companhia (ii) R$68.650.578,44 (sessenta e oito milhões, seiscentos e cinqüenta mil, quinhentos e setenta e oito reais e quarenta e quatro centavos), equivalente a 25% do lucro líquido do exercício, para distribuição de dividendos obrigatórios referentes à 2010, conforme Artigo 22 do Estatuto Social da Companhia, correspondente a R$0,996540667632783 (zero vírgula nove, nove, seis, cinco, quatro, zero, seis, seis, sete, seis, três, dois, sete, oito, três) por ação e (iii) R$205.951.735,32 (duzentos e cinco milhões, novecentos e cinqüenta e um mil, setecentos e trinta e cinco reais e trinta e dois centavos) destinados à reserva de lucro para fazer face ao orçamento de capital devidamente preparado pela Diretoria, o qual foi submetido à apreciação e aprovado por este Conselho Fiscal da Companhia e deverá ser submetido e aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia, nos termos do artigo 196 da Lei 6.404/76.São Paulo, 23 de março de 2011.Conselheiros:Ronaldo FioriniLuiz Fonseca de Souza Meirelles FilhoEduardo Cysneiros de Morais

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.