Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 202197 páginasCódigo CVM 1171Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 07/03/2022valores em R$ mil

DFP 2021 de BANCO DO ESTADO DO PARA S A

BANCO DO ESTADO DO PARA S A · CNPJ 04.913.711/0001-08

Versões deste exercício: v1 (24/02/2022) · v2 (07/03/2022), esta

BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ 04.913.711/0001-08
DFP 2021 (V2)
Exercício 2021
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ
04.913.711/0001-08
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
97
Ano de referência
2021*
Publicado em
07/03/2022 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:42

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202131/12/2020Var.
1Ativo Total12.518.70810.586.55618,3%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa988.6011.269.585−22,1%
1.01.01Caixa196.602199.597−1,5%
1.01.01.01Caixa196.602199.597−1,5%
1.01.02Aplicações de Liquidez791.9991.069.988−26,0%
1.01.02.01Revendas a Liquidar - Posição Bancada791.9991.069.988−26,0%
1.02Ativos Financeiros11.179.2788.956.44724,8%
1.02.01Depósito Compulsório Banco Central279.260274.5071,7%
1.02.01.01Banco Central - Recolhimentos Obrigatórios279.260274.5071,7%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através do Resultado00—
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.02.02Derivativos00—
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.03.01Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.04Ativos Financeiros ao Custo Amortizado10.900.0188.681.94025,5%
1.02.04.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros788.594731.5007,8%
1.02.04.02Aplicações no Mercado Aberto00—
1.02.04.03Títulos e Valores Mobiliários1.133.0071.041.0718,8%
1.02.04.04Operações de Crédito8.284.1756.269.51132,1%
1.02.04.05Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito−203.329−178.618−13,8%
1.02.04.06Operações de Arrendamento00—
1.02.04.07Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito de Operações de Arrendamento00—
1.02.04.08Outros Ativos Financeiros897.571818.4769,7%
1.03Tributos158.937154.3563,0%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - Correntes00—
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos00—
1.03.02.01Imóveis de Uso00—
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso00—
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)00—
1.03.03Outros158.937154.3563,0%
1.03.03.01Créditos Tributários158.937154.3563,0%
1.04Outros Ativos9.7056.75343,7%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros9.7056.75343,7%
1.04.03.01Outros Ativos11.5058.55334,5%
1.04.03.02Provisão para Valor Recuperável de Ativos−1.800−1.8000,0%
1.05Investimentos32320,0%
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Participações em Controladas00—
1.05.04Propriedades para Investimento00—
1.05.05Outros Investimentos32320,0%
1.05.05.01Outros Investimentos32320,0%
1.06Imobilizado60.75858.1384,5%
1.06.01Imobilizado de Uso213.599200.6236,5%
1.06.01.01Imobilizado de Uso213.599200.6236,5%
1.06.02Direito de Uso de Arrendamento00—
1.06.03Depreciação Acumulada−152.841−142.485−7,3%
1.06.03.01Depreciação Acumulada−152.841−142.485−7,3%
1.07Intangível121.397141.245−14,1%
1.07.01Intangíveis193.364196.003−1,3%
1.07.01.01Intangíveis193.364196.003−1,3%
1.07.02Goodwill00—
1.07.03Amortização Acumulada−71.967−54.758−31,4%
1.07.03.01Amortização Acumulada−71.967−54.758−31,4%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

KPMG Auditores Independentes Ltda.Tv. Dom Romualdo de Seixas, 1.476, salas 1.505 e 1.506 Ed. Evolution - Bairro Umarizal66055-200 - Belém/PA - BrasilCaixa Postal 81 - CEP 66017-970 - Belém/PA - Brasil Telefone +55 (91) 3321-0150kpmg.com.brRelatório do auditor independente sobre asdemonstrações contábeisAos Administradores, ao Conselho de Administração e aos Acionistas do Banco do Estado do Pará S.A.Belém - PAOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis do Banco do Estado do Pará S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2021 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Estado do Pará S.A. em 31 de dezembro de 2021, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para perdas esperadas associadas ao risco de créditoConforme mencionado nas notas explicativas nºs 2.1h e 7.2, para fins de mensuração da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, cujo valor total apresentado nas demonstrações contábeis é de R$ 200.405 mil, o Banco classifica suas operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito em nove níveis de risco, levando em consideração fatores e premissas como atraso, situação econômico financeira, grau de endividamento, setor de atividade econômica e características das garantias, e demais fatores e premissas da Resolução CMN nº 2.682/1999, sendo "AA" o risco mínimo e "H" o risco máximo. A classificação das operações de crédito em níveis de risco envolve premissas e julgamentos do Banco baseados em suas metodologias internas de classificação de risco, e a provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito representa a melhor estimativa do Banco quanto às perdas da carteira. Devido a relevância das operações de crédito e às incertezas relacionadas à estimativa da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, considerando que este é um dos principais assuntos para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNós avaliamos o desenho e implementação efetividade operacional dos controles internos relacionados aos processos de aprovação, registro, atualização das operações de crédito, bem como as metodologias internas de avaliação dos níveis de risco ("ratings") das operações que suportam a classificação das operações, as principais premissas utilizadas no cálculo e a exatidão aritmética da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito. Nós também avaliamos, com base em amostragem, se o Banco atendeu aos requisitos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/1999, relacionados com a apuração da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito. Analisamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis, descritas nas notas explicativas nºs 2.1h e 7.2, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a estimativa do Banco para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, bem como as respectivas divulgações no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto, referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2021.Outros assuntos - Demonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2021, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco, e apresentada como informação suplementar em relação às práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, a demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações contábeisA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do período corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belém, 17 de fevereiro de 2022KPMG Auditores Independentes CRC PA-000742/FAnderson Luiz de Menezes Contador CRC MG-070240/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis do período findo em 31 de dezembro de 2021 do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimoniais e financeiras correspondentes aos períodos apresentados.Belém (PA), 17 de Fevereiro de 2022.Diretoria Colegiada

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis relativas ao semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2021 do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, não havendo qualquer discordância.Belém (PA), 17 de Fevereiro de 2022.Diretoria Colegiada

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, no uso de suas atribuições, que lhes são conferidas pelo artigo nº 163 da Lei nº 6.404/76, tendo examinado as Demonstrações Contábeis do semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2021, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório da Administração, constataram que o critério das normas contábeis observado na elaboração das citadas demonstrações, confirma a posição financeira e o resultado das operações do Banco e que as mesmas refletem, com clareza, as atividades desenvolvidas pela Instituição no período. Deste modo, se manifestam favoráveis à sua aprovação.Belém (PA), 23 de Fevereiro de 2022.Conselho Fiscal

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

1.APRESENTAÇÃOO Comitê de Auditoria do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará é um órgão estatutário e foi instalado pelo Conselho de Administração em 02 de março de 2018, empossado em 26 de abril de 2018, conforme ata disponível no website do Banpará.O Comitê de Auditoria Estatutário é um órgão de assessoramento vinculado ao Conselho de Administração, de caráter permanente, atuando com independência em relação à Diretoria da Companhia, regido pela Lei n° 13.303/16, Código Brasileiro de Governança Corporativa, Estatuto Social do Banpará e seu Regimento Interno.2. COMPETÊNCIAO Comitê tem a competência de avaliar a efetividade dos Auditores Independentes, da Auditoria Interna, dos Controles Internos, Compliance e da Gestão de Riscos, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis ao Banpará, além de regulamentos e códigos internos, bem como avaliar o cumprimento, pela administração da Instituição, das recomendações feitas pelos Auditores Independentes e Auditoria Interna e recomendar à Diretoria do Banco, correção ou aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito de suas atribuições. Compete também ao Comitê zelar pela integridade e qualidade das demonstrações contábeis da Instituição.3. ATIVIDADES DESENVOLVIDASAo longo do ano de 2021, o Comitê reuniu-se 18 (dezoito) vezes, em sessões ordinárias até o dia 14 de dezembro de 2021, contemplando 43 (quarenta e três) pautas e 06 (seis) ocasiões em sessões extraordinárias, com 06 (seis) pautas, totalizando 24 (vinte e quatro) reuniões entre ordinárias e extraordinárias, e 49 (quarenta e nove) pautas, conforme tabela abaixo:Reuniões QuantidadeNº de PautasOrdinárias 18 43Extraordinárias 06 06Totais 24 49Nas reuniões participaram: Diretoria de Controle, Risco e RI, Núcleo de Controle Interno e Compliance, Comitê de Riscos Estatutário, Conselho Fiscal, Ouvidoria, Comitê de Remuneração dos Administradores, Comitê Gestor do Plano Prev. Renda, Núcleo de Planejamento Estratégico e Estudos Econômicos, Superintendência de Gestão de Risco Operacional, Superintendência de Gestão de Risco Financeiro, KPMG Auditores Independentes, Auditoria Interna, Diretoria de Tecnologia, Superintendência de Governança em TI, Gerência de Proteção de Dados (LGPD), o Núcleo de Relações com Investidores e Governança Corporativa, e a Superintendência de Contabilidade, Orçamento e Controladoria. Principais temas desenvolvidos em ordem crescente:1. TI2. LGPD3. PLD4. Ouvidoria5. Matriz de Riscos Corporativo6. Controles Internos e Compliance7. KPMG8. Demonstrações Contábeis9. Atividades Internas do Comitê10. Auditoria InternaDentre as áreas que interagiram com o Comitê de Auditoria, vale destacar algumas áreas/atividades:3.1 Auditoria Interna: O Comitê apreciou o Relatório Anual de Auditoria Interna - RAINT 2020, bem como acompanhou o status do PAINT 2021. O Comitê também acompanhou o status dos planos de ação e discutiu a abordagem dos trabalhos da Auditoria Interna de avaliação e assessoria e realizou a revisão do Manual e das Normas e Procedimentos de Auditoria Interna, além de apreciar os relatórios individuais dos principais trabalhos. 3.2 Controle Interno e Compliance: O Comitê analisou as ações que estão sendo realizadas em atendimento aos ofícios do BACEN, bem como recomendou a inclusão do Comitê nos treinamentos de Compliance do Banco. Além de indicar a elaboração de uma política que contemple o processo de implementação dos planos de ação em atraso.3.3 Tecnologia da Informação (TI): Foi apresentado pela Diretoria de TI o plano de reestruturação da área, bem como a priorização das atividades a serem realizadas e o status dos planos de ação em andamento, oriundo das demandas de outras áreas do Banco. O Comitê estipulou que acontecerão reuniões periódicas com o objetivo de acompanhar a evolução das atividades da área de TI, assim como, o cumprimento da implantação dos planos de ação, demandados por outras áreas do Banpará. Além disso solicitou para a área de TI, um relatório gerencial trimestral para o acompanhamento contínuo de atividades.3.4 Gerenciamento de Riscos Financeiros: O Comitê analisou os relatórios de risco de mercado, liquidez e gestão de capital, principalmente para acompanhar o efeito no Banpará em virtude da Pandemia do Corona vírus, bem como a alteração da matriz de riscos do Banco, em virtude do novo cenário. 3.5 Contabilidade, Orçamento e Controladoria: Os membros do Comitê receberam previamente as informações contábeis do Banco do Estado do Pará S.A referentes ao 1º e 2º semestre, bem como o resultado anual, findo em 31 de dezembro de 2021, que compreendem o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações do resultado, resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de 12 meses findo em 31 de dezembro de 2021, incluindo as notas explicativas. 3.6 Auditoria Independente: O Comitê se reuniu com a Auditoria Independente, KPMG, onde apreciou e discutiu as demonstrações contábeis, findadas em 31 de dezembro de 2021, que segundo a KPMG foram mantidos os critérios de apuração de materialidade. Os procedimentos de auditoria foram efetuados de acordo com o planejado, com acesso a todas as pessoas e informações necessárias para a realização dos trabalhos de auditoria e até dezembro de 2021 não foram identificadas variações significativas que pudessem comprometer a qualidade das Demonstrações Contábeis. A auditoria anual foi realizada de acordo com as normas brasileiras de contabilidade aplicáveis as instituições autorizadas a operar pelo Banco Central do Brasil e não houve necessidade de alteração relevante no escopo do trabalho de auditoria em comparação com o ano de 2020.3.7 Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): Foi apresentado pela Gerência de Proteção de Dados, a situação do processo de implantação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais - LGPD dentro do Banco, bem como a promoção e aculturamento da LGPD e a disseminação das boas práticas de privacidade de dados pessoais a todos os funcionários. Os membros do Comitê solicitaram um relatório trimestral da área com o objetivo de acompanhar as atividades realizadas e o processo de implantação da LGPD no Banpará.3.8 Recomendações: No ano de 2021 o Coaud realizou 27 (vinte e sete) recomendações relacionadas a: Auditoria das Demonstrações Contábeis, Ouvidoria, Relatório da Administração, Relatório anual da Auditoria Interna, Acompanhamento dos reportes dos Relatórios de Acompanhamento do PAINT e Follow-Up, Relatório de Avaliação de Efetividade da Política, dos Procedimentos e dos Controles Internos de PLD-FT (Prevenção a Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo), Planos de Ação de PLD-FT e Relatório de Acompanhamento dos Planos de Ação de PLD-FT, Relatório de Auditoria Operacional, Matriz de Riscos Corporativos, programa de Compliance, Comitê de Riscos Estatutário, Comitê de Controles Internos e Risco Operacional, Comitê Gestor do Plano Prev Renda, Gerência de Proteção de Dados - LGPD e Diretoria de TI.Das 27 recomendações realizadas durante as reuniões do Coaud para sanar possíveis problemas e falhas percebidos pelo Comitê, 22 recomendações foram concluídas e 5 estão em atendimento, observa-se que as recomendações do Coaud em sua maioria são aprimoramentos que não demandam prazo muito longo de execução e são de caráter contínuo.As 05 recomendações que estão em atendimento necessitam de um período mais extenso para conclusão, como exemplo, a implementação dos planos de ação pendentes de tecnologia.As referidas recomendações podem ser acessadas com detalhes no Relatório Completo do Comitê de Auditoria, referente ao ano de 2021.3.9 Análise de Documentos: Foram analisadas pelo Coaud os seguintes documentos: ?Regimento Interno do Comitê de Auditoria ?Código de Ética e Conduta da Auditoria Interna ?Manual de Normas e Procedimentos da Auditoria Interna?Política Institucional de Auditoria interna ?Relatório de Ouvidoria ?Relatório de Controles Internos ?Relatório de Monitoramento da Função Conformidade ?Relatório de Avaliação de Efetividade da Política, dos Procedimentos e dos Controles Internos de PLD-FT (Prevenção a Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo) ?Relatório de Acompanhamento dos Planos de Ação PLD-FT ?Relatório de Auditoria Operacional Nº 12/2021 ?Relatório de Acompanhamento do Plano Anual de Auditoria Interna (PAINT) e Follow-Up - 2021 ?Relatório Anual de Auditoria Interna - RAINT/2021?Plano Anual de Auditoria Interna - PAINT/2022 ?Relatório de Desempenho 3.10 Documentos Elaborados: Calendário Anual de Reuniões do Coaud, Plano Anual de Trabalho, Relatório Semestral e Relatório Anual do Comitê de Auditoria Estatutário.4. CONCLUSÕESCabe destacar que o Banpará, com o objetivo de incentivar a educação continuada inscreveu os membros do Comitê de Auditoria no curso de ESG na Prática: Proteção e Geração de Valor, realizado pelo Instituto de Governança Corporativa (IBGC). O Banco também ofereceu o curso Aprimoramento em Governança (IBGC), obrigatório para administradores segundo a Lei 13.303/16, que foi estendido aos Comitês Estatutários, de acordo com as boas práticas de governança corporativa.Ademais, o Comitê não teve conhecimento de ocorrência de evento, denúncia, descumprimento de norma, ausência de controles, ato ou omissão por parte da Administração ou fraude que, por suas relevâncias, não garantissem a fidedignidade de suas demonstrações contábeis, bem como não se verificou fato ou evidências relevantes que pudessem comprometer a efetividade ou a independência das Auditorias Interna e Independente.Destaca-se também que o Comitê de Auditoria tem se reunido periodicamente com a Diretoria de Tecnologia do Banco com o objetivo de acompanhar os planos de ação assumidos com a Auditoria Interna, Auditoria Independente e Banco Central. Com base nas atividades desenvolvidas e informações recebidas da Contabilidade, da Auditoria Interna, da área de Controles Internos e suportado pelo Relatório da Auditoria Independente, KPMG Auditores Independentes, e respeitando as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, o Comitê de Auditoria entende que as demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2021 do Banco do Estado do Pará foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Nesse sentido, o Comitê de Auditoria Estatutário conclui que as demonstrações contábeis para o ano de 2021 encerrado em 31 de dezembro de 2021 são adequadas e recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração do Banpará.Belém - PA, 17 de fevereiro de 2022.TEREZA DELTA DOS SANTOS SERRÃO DE CASTRO Coordenadora do Comitê de Auditoria e Membro do Conselho de Administração ANTÔNIO EDSON MACIEL DOS SANTOSMembro do Comitê de AuditoriaSÉRGIO ROBERTO RIBEIRO MACIELMembro do Comitê de Auditoria

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias9.521.6490
Preferenciais00
Total9.521.6490

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.