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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 19348Versão 1Recebida em 05/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A. · CNPJ 60.872.504/0001-23

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
CNPJ 60.872.504/0001-23
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
CNPJ
60.872.504/0001-23
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
05/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total1.434.969.0001.353.241.0006,0%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa18.749.00018.542.0001,1%
1.02Aplicações Financeiras783.308.000708.054.00010,6%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo746.748.000667.559.00011,9%
1.02.01.01Títulos para Negociação270.121.000204.648.00032,0%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda102.284.00088.277.00015,9%
1.02.01.03Depósitos Compulsórios no Banco Central98.837.00085.700.00015,3%
1.02.01.04Aplicaçãoes em Depósitos interfinanceiros29.053.00022.692.00028,0%
1.02.01.05Aplicações no Mercado Aberto244.707.000265.051.000−7,7%
1.02.01.06Ativos Financeiros Designados a Valor Justo através do Resultado1.746.0001.191.00046,6%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado36.560.00040.495.000−9,7%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento36.560.00040.495.000−9,7%
1.03Empréstimos e Recebíveis00
1.04Tributos Diferidos41.927.00044.274.000−5,3%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos33.547.00037.395.000−10,3%
1.04.02Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes2.336.0002.703.000−13,6%
1.04.03Outros6.044.0004.176.00044,7%
1.05Outros Ativos569.788.000561.875.0001,4%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda00
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros569.788.000561.875.0001,4%
1.05.03.01Derivativos22.843.00024.231.000−5,7%
1.05.03.02Operações de Crédito, Líquida465.472.000463.394.0000,4%
1.05.03.03Outros Ativos Financeiros59.568.00053.917.00010,5%
1.05.03.04Ágio10.716.0009.675.00010,8%
1.05.03.05Outros Ativos11.189.00010.658.0005,0%
1.06Investimentos5.171.0005.073.0001,9%
1.06.01Participações em Coligadas5.171.0005.073.0001,9%
1.06.01.01Investimentos em Empresas não Consolidadas5.171.0005.073.0001,9%
1.06.02Outros00
1.07Imobilizado7.359.0008.042.000−8,5%
1.07.01Imobilizado de Uso7.359.0008.042.000−8,5%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível8.667.0007.381.00017,4%
1.08.01Intangíveis8.667.0007.381.00017,4%
1.08.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis consolidadasAos Administradores e AcionistasItaú Unibanco Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A. ("Banco") e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis ". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossaauditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria em 2017 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao ano anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do ano anterior, exceto pela exclusão do PAA relacionado a Aquisição do Controle do CorpBanca, por se referir a um evento do exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD (Notas Explicativas 2.3.1.a, 2.4.d.X e 12.b) O Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas tem diversificado os seus negócios com reflexo na mudança da composição da carteira de crédito nos últimos anos, focando na concessão de produtos com menor risco de crédito. Ainda assim, durante 2017 a apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa continuou sendo uma área sensível ao julgamento da Administração. A identificação de situações de comprometimento do valor recuperável dos créditos e a determinação do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa também continuou a envolver um processo com várias premissas e fatores, incluindo a situação financeira da contraparte, os fluxos de caixa futuros esperados, os valores estimados de recuperação e realização das garantias.O uso de diferentes técnicas e premissas de modelagem poderia resultar em estimativa de valor de recuperação significativamente diferente. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de crédito é complexo e dependente de base de dados completa e íntegra.Nesse processo de administração dos riscos de crédito as garantias e as renegociações constituíram aspectos importantes na determinação da PCLD.Adicionalmente, a partir de 2018 está vigente o IFRS 9 - Financial Instruments que trouxe, dentre outros, novos conceitos relacionados à determinação do valor recuperável dos ativos financeiros. A administração divulgou informações relacionadas aos possíveis impactos que essa norma pode produzir nas informações financeiras do próximo exercício considerando os saldos das operações em 31 de dezembro de 2017. Considerando a abrangência da alteração conceitual, o processo de implantação do IFRS 9 para o Banco é complexo.Considerando o exposto acima essa área manteve-se como foco em nossa auditoria.Testamos o desenho e a efetividade dos principais controles para a apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, incluindo: i) totalidade e integridade da base de dados ii) modelos e premissas adotadas pela administração na determinação do valor recuperável da carteira de créditos iii) monitoramento e valorização das garantias iv) identificação, aprovação e monitoramento das operações renegociadas e v) processos estabelecidos pela Administração para cumprimento das premissas, bem como para as divulgações em notas explicativas.Para a provisão para créditos de liquidação duvidosa calculada individualmente, testamos as premissas relevantes adotadas para identificação da situação de perda do valor recuperável e consequente determinação dos ratings dos devedores, bem como as previsões de fluxos de caixa futuros, as garantias subjacentes e as estimativas de recuperação de créditos vencidos. Para a provisão para créditos de liquidação duvidosa calculada numa base coletiva (segmento varejo), testamos os modelos subjacentes, incluindo o processo de aprovação de modelos e de validação das premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação, bem como a consistência dos modelos com os aplicados em períodos anteriores.Testamos as entradas para os modelos e, quando disponíveis, comparamos os dados e premissas utilizadas com dados de mercado.Realizamos o entendimento do processo desenvolvido pelo Banco para análise, avaliação e implantação do IFRS 9, bem como realizamos determinados procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, relacionados a aderência aos requisitos da referida norma.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na determinação e registro da provisão para créditos de liquidação duvidosa são apropriados e consistentes, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações contábeis. Mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros e derivativos nível 3 (Notas explicativas 2.3.1.c, 2.4.d.IV, V e VI, 7 a 10, e 31) A mensuração do valor justo de instrumentos financeiros com pouca liquidez e sem mercado ativo é uma área que inclui subjetividade, uma vez que depende de técnicas de avaliação realizadas com base em modelos internos e que envolvem premissas da administração para sua valorização. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de mercado é complexo, especialmente em momentos de alta volatilidade, bem como em situações onde os preços observáveis ou parâmetros de mercado não estão disponíveis. Esses instrumentos financeiros são substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e por contratos de derivativos.Essa é uma área que permanece como foco em nossa auditoria, uma vez que o uso de diferentes técnicas de avaliação e premissas poderiam produzir estimativas de valor justo significativamente diferentes. Testamos o desenho e a efetividade dos principais controles estabelecidos para a valorização desses instrumentos financeiros, bem como a aprovação dos modelos e suas divulgações.Analisamos a metodologia de valorização desses instrumentos financeiros e as premissas adotadas pela administração mediante a comparação com metodologias e premissas independentes. Reexecutamos, em base amostral, a valorização de determinadas operações, bem como comparamos as premissas e metodologias utilizadas pela administração com nosso conhecimento sobre práticas de valorização usualmente adotadas e analisamos a consistência dessas metodologias com as aplicadas em períodos anteriores.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros e derivativos são apropriados e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Ambiente de tecnologia da informaçãoO Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para processamento de suas operações e consequente elaboração das demonstrações contábeis. A tecnologia representa aspecto fundamental na evolução dos negócios do Itaú Unibanco e nos últimos anos, foram feitos investimentos significativos de curto e longo prazo em sistemas e processos de tecnologia da informação.A estrutura de tecnologia, devido ao histórico de aquisições e porte de suas operações, é composta por mais de um ambiente de tecnologia com processos distintos e controles segregados. A não adequação do ambiente de controles gerais de tecnologia e de seus controles dependentes poderia acarretar em processamento incorreto de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações contábeis, bem como ocasionar riscos relacionados à segurança da informação e cybersecurity. Dessa forma, assim como no exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, essa foi uma área de foco de nossos trabalhos de auditoria.Como parte de nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, efetuamos avaliação do ambiente de tecnologia da informação, incluindo os controles automatizados dos sistemas aplicativos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis.Os procedimentos executados envolveram a combinação de testes de controles relevantes, e quando necessário, testes dos controles compensatórios, bem como a execução de testes relacionados com a segurança da informação, incluindo gestão de acesso e segregação de função.Os procedimentos de auditoria aplicados, resultaram em evidências apropriadas que foram consideradas na determinação da natureza, época e extensão dos demais procedimentos de auditoria e consideramos que os processos e controles do ambiente de tecnologia da informação proporcionaram uma base satisfatória para ser utilizada no resultado de nossa auditoria das demonstrações contábeis. Crédito tributário (Nota explicativa 2.3.1.b e 27.b.)O crédito tributário oriundo de diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa de constribuição social, é registrado à medida em que a Administração considera provável que o Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas irão gerar lucro tributário futuro. A projeção de lucro tributário futuro contém diversas premissas de natureza subjetiva estabelecidas pela Administração.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas na projeção do lucro tributário futuro poderia modificar significativamente os prazos previstos para realização dos créditos tributários, com consequente impacto contábil.Testamos o desenho e a efetividade dos principais controles estabelecidos pela Administração para apuração dos créditos tributários, seu registro nos termos das normas contábeis, que incluem a necessidade de análise das perspectivas de realização desses créditos, mediante projeções de lucros tributários futuros.Realizamos testes de desenho e a efetividade dos principais controles sobre as respectivas divulgações, bem como, comparamos as premissas críticas utilizadas para a projeção dos resultados futuros com informações de projeções macroeconômicas divulgadas no mercado e com dados históricos para corroborar a consistência das estimativas.Consideramos que as premissas adotadas pela Administração na apuração e registro dos créditos tributários são apropriadas e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Realização dos valores registrados em Ágio (Notas explicativas 2.3.2, 2.4.h e 3)Os saldos do intangível são submetidos, semestralmente, a teste de perda por redução ao valor recuperável. Esse teste envolve estimativas e julgamentos significativos, incluindo a identificação de unidades geradoras de caixa. A determinação dos fluxos de caixa esperados e a taxa de juros ajustada ao risco para cada unidade geradora de caixa ou grupo de unidades geradoras de caixa requer o exercício de julgamento e o uso de estimativas por parte da Administração. Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria por: (i) envolver a projeção de resultados futuros, em que a utilização de diferentes premissas pode modificar significativamente as perspectivas de realização desses ativos e a eventual necessidade de registro de redução ao valor recuperável, com consequente impacto nas demonstrações contábeis (ii) pela representatividade do intangível decorrente da aquisição do Itaú Corpbanca.Testamos o desenho e efetividade dos principais controles estabelecidos, incluindo a análise das premissas e julgamentos críticos utilizados pela Administração.Analisamos as projeções para determinação de perda do valor recuperável do intangível elaborados pela Administração, com foco nos casos mais representativos como o intangível decorrente da aquisição do Itaú Corpbanca, para corroborar a razoabilidade dessas estimativas de realização.Consideramos que as premissas adotadas pela Administração para avaliação da realização dos ativos intangiveis são apropriadas as divulgações em notas explicativas são consistentes com as informações obtidas.Provisão para passivos contingentes (Notas explicativas 2.3.1.e, 2.4.q e 32)O Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas apresentam passivos contingentes decorrentes principalmente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal dos seus negócios, movidos por terceiros, ex-empregados e órgãos públicos em ações cíveis, trabalhistas e de natureza fiscal e previdenciária.Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.Adicionalmente, em 2017, ocorreu a aprovação da reforma trabalhista e a assinatura de instrumento de acordo para encerrramento de processos judiciais civéis relacionados a planos economicos, o qual será válido após a homologação do Supremo Tribunal Federal.Além dos aspectos subjetivos na determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo, a evolução da jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme.Nesse contexto, continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria.Testamos o desenho e efetividade dos principais controles para identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro e divulgação da provisão para passivos contingentes, incluindo a totalidade e integridade da base de dados. Os processos judiciais cíveis e trabalhistas são divididos em massificados e individualizados. Os processos massificados são quantificados com base em modelos internos e são reavaliados considerando os resultados das decisões judiciais. Com relação aos processos individualizados, a apuração é realizada periodicamente a partir da determinação do valor da sentença e da probabilidade de perda, que, por sua vez, é estimada conforme as características de fato e de direito relativas a cada uma das ações.Testamos os modelos utilizados para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista. Para a avaliação do risco dos processos judiciais individualizados, utilizamos o apoio de nossos especialistas nas áreas trabalhista, legal e fiscal, de acordo com a natureza dos processos.Também, realizamos procedimentos de confirmação, em base de testes, junto aos advogados internos e externos responsáveis pelos processos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a determinação da provisão para passivos contingentes, bem como as divulgações efetuadas, são apropriados.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoA demonstração consolidada do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da Administração, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esses relatórios estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar o Consolidado ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstraç ões contábeis. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria, das constatações relevantes de auditoria e, quando eventualmente identificadas durante nossos trabalhos, as deficiências significativas nos controles internos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 5 de fevereiro de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Washington Luiz Pereira CavalcantiContador CRC 1SP172940/O-6 Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasItaú Unibanco Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais do Itaú Unibanco Holding S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado e dos fluxos de caixa consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Itaú Unibanco Holding S.A. e do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individual e consolidado para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria dosemestre e exercício correntes. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossaauditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria em 2017 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao ano anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do ano anterior, exceto pela exclusão do PAA relacionado a aquisição do controle do CorpBanca, por se referir a um evento do exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD (Notas Explicativas 4f e 8) O Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas tem diversificado os seus negócios com reflexo na mudança da composição da carteira de crédito nos últimos anos, focando na concessão de produtos com menor risco de crédito. Ainda assim, durante 2017, a apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa continuou sendo uma área sensível ao julgamento da Administração. A identificação de situações de comprometimento do valor recuperável dos créditos e a determinação do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve um processo com várias premissas e fatores, incluindo a situação financeira da contraparte, os fluxos de caixa futuros esperados, os valores estimados de recuperação e realização das garantias.O uso de diferentes técnicas e premissas de modelagem poderia resultar em estimativa de valor de recuperação significativamente diferente. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de crédito é complexo e dependente de base de dados completa e íntegra.Nesse processo de administração dos riscos de crédito as garantias e as renegociações constituíram aspectos importantes na determinação da PCLD. Considerando o exposto acima, essa área manteve- se como foco em nossa auditoria.Testamos o desenho e efetividade dos principais controles para a apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, incluindo: i) totalidade e integridade da base de dados ii) modelos e premissas adotadas pela administração na determinação do valor recuperável da carteira de créditos iii) monitoramento e valorização das garantias iv) identificação, aprovação e monitoramento das operações renegociadas e v) processos estabelecidos pela Administração para cumprimento das premissas e normas do Banco Central do Brasil e do Conselho Monetário Nacional, bem como para as divulgações em notas explicativas.Para a provisão para créditos de liquidação duvidosa calculada individualmente, testamos as premissas relevantes adotadas para identificação da situação de perda do valor recuperável e consequente determinação dos ratings dos devedores, bem como as previsões de fluxos de caixa futuros, as garantias subjacentes e as estimativas de recuperação de créditos vencidos. Para a provisão para créditos de liquidação duvidosa calculada numa base coletiva (segmento varejo), testamos os modelos subjacentes, incluindo o processo de aprovação de modelos e de validação das premissas adotadas para determinação das e stimativas de perdas e de recuperação, bem como a consistência dos modelos com os aplicados em períodos anteriores.Testamos as entradas para os modelose, quando disponíveis, comparamos os dados e premissas utilizadas com dados de mercado.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na determinação e registro da provisão para créditos de liquidação duvidosa são apropriados e consistentes, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações contábeis. Mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros e derivativos com pouca liquidez e sem mercado ativo (Notas explicativas 4c, 4 d e 7) A mensuração do valor justo de instrumentos financeiros com pouca liquidez e sem mercado ativo é uma área que inclui subjetividade, uma vez que depende de técnicas de avaliação realizadas com base em modelos internos e que envolvem premissas da administração para sua valorização. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de mercado é complexo, especialmente em momentos de alta volatilidade, bem como em situações onde os preços observáveis ou parâmetros de mercado não estão disponíveis. Esses instrumentos financeiros são substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e por contratos de derivativos.Essa é uma área que permanece como foco em nossa auditoria, uma vez que o uso de diferentes técnicas de avaliação e premissas poderiam produzir estimativas de valor justo significativamente diferentes. Testamos o desenho e efetividade dos principais controles estabelecidos para valorização desses instrumentos financeiros, bem como a aprovação dos modelos e suas divulgações.Analisamos a metodologia de valorização desses instrumentos financeiros e as premissas adotadas pela administração mediante a comparação com metodologias e premissas independentes. Reexecutamos, em base amostral, a valorização de determinadas operações, bem como comparamos as premissas e metodologias utilizadas pela administração com nosso conhecimento sobre práticas de valorização usualmente adotadas e analisamos a consistência dessas metodologias com as aplicadas em períodos anteriores.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros e derivativos são apropriados e consistentes com as divulgações em notas explicativas. Ambiente de tecnologia da informaçãoO Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para processamento de suas operações e consequente elaboração das demonstrações contábeis. A tecnologia representa aspecto fundamental na evolução dos negócios do Itaú Unibanco e nos últimos anos, foram feitos investimentos significativos de curto e longo prazo em sistemas e processos de tecnologia da informação.A estrutura de tecnologia, devido ao histórico de aquisições e porte de suas operações, é composta por mais de um ambiente de tecnologia com processos distintos e controles segregados. A não adequação do ambiente de controles gerais de tecnologia e de seus controles dependentes poderia acarretar em processamento incorreto de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações contábeis, bem como ocasionar riscos relacionados à segurança da informação e cybersecurity. Dessa forma, assim como no exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, essa foi uma área de foco de nossos trabalhos de auditoria.Como parte de nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, efetuamos avaliação do ambiente de tecnologia da informação, incluindo os controles automatizados dos sistemas aplicativos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis.Os procedimentos executados envolveram a combinação de testes de controles relevantes e quando necessário, testes dos controles compensatórios, bem como a execução de testes relacionados com a segurança da informação, incluindo gestão de acesso e segregação de função.Os procedimentos de auditoria aplicados, resultaram em evidências apropriadas que foram consideradas na determinação da natureza, época e extensão dos demais procedimentos de auditoria e consideramos que os processos e controles do ambiente de tecnologia da informação proporcionaram uma base satisfatória para ser utilizada no resultado de nossa auditoria das demonstrações contábeis. Crédito tributário (Nota explicativa 14 b)O crédito tributário oriundo de diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social é registrado à medida em que a Administração considera provável que o Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas irão gerar lucro tributário futuro. A projeção de lucro tributário futuro contém diversas premissas de natureza subjetiva estabelecidas pela Administração.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas na projeção do lucro tributário futuro poderia modificar significativamente os prazos previstos para realização dos créditos tributários, com consequente impacto contábil.Testamos o desenho e a efetividade dos principais controles estabelecidos pela Administração para apuração dos créditos tributários, seu registro nos termos das normas contábeis e requisitos específicos do Banco Central do Brasil e do Conselho Monetário Nacional, que incluem a necessidade de análise das perspectivas de realização desses créditos, mediante projeções de lucros tributários futuros, para cada empresa integrante do Consolidado.Realizamos testes de desenho e efetividade dos principais controles sobre as respectivas divulgações, bem como, comparamos as premissas críticas utilizadas para a projeção dos resultados futuros com informações de projeções macroeconômicas divulgadas no mercado e com dados históricos para corroborar a consistência das estimativas. Consideramos que as premissas adotadas pela Administração na apuração e registro dos créditos tributários são apropriadas e consistentes com as divulgações em notas explicativas.Realização dos valores registrados no ativo intangível (Notas explicativas 4k e 15 b)Os saldos do intangível são submetidos, semestralmente, a teste de perda por redução ao valor recuperável. Esse teste envolve estimativas e julgamentos significativos, incluindo a identificação de unidades geradoras de caixa. A determinação dos fluxos de caixa esperados e a taxa de juros ajustada ao risco para cada unidade geradora de caixa ou grupo de unidades geradoras de caixa requer o exercício de julgamento e o uso de estimativas por parte da Administração.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria por: (i) envolver a projeção de resultados futuros, em que a utilização de diferentes premissas pode modificar significativamente as perspectivas de realização desses ativos e a eventual necessidade de registro de redução ao valor recuperável, com consequente impacto nas demonstrações contábeis (ii) pela representatividade do intangível decorrente da aquisição do Itaú Corpbanca.Testamos o desenho e efetividade dos principais controles estabelecidos, incluindo a análise das premissas e julgamentos críticos utilizados pela Administração.Analisamos as projeções para determinação de perda do valor recuperável do intangível elaboradas pela Administração, com foco nos casos mais representativos como o intangível decorrente da aquisição do Itaú Corpbanca, para corroborar a razoabilidade dessas estimativas de realização.Consideramos que as premi ssas adotadas pela Administração para avaliação da realização dos ativos intangiveis são apropriadas e as divulgações em notas explicativas são consistentes comas informações obtidas.Provisão para passivos contingentes (Notas explicativas 4n e 12)O Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas apresentam passivos contingentes decorrentes principalmente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal dos seus negócios, movidos por terceiros, ex-empregados e órgãos públicos em ações cíveis, trabalhistas e de natureza fiscal e previdenciária.Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.Em algumas situações, a legislação tem facultado aos contribuintes encerrarem antecipadamente determinados processos tributários mediante redução ou eliminação de juros e multas. Nas esferas cível e trabalhista, há também a possibilidade de encerramento antecipado dos processos mediante acordos.Adicionalmente, em 2017, ocorreu a aprovação da reforma trabalhista e a assinatura de instrumento de acordo para encerrramento de processos judiciais civéis relacionados a planos economicos, o qual será válido após a homologação do Supremo Tribunal Federal.Além dos aspectos subjetivos na determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo, a evolução da jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme.Nesse contexto, consideramos essa uma área de foco de auditoria.Testamos o desenho e efetividade dos principais controles para identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro e divulgação da provisão para passivos contingentes, incluindo a totalidade e integridade da base de dados. Os processos judiciais cíveis e trabalhistas são divididos em massificados e individualizados. Os processos massificados são quantificados com base em modelos internos e são reavaliados considerando os resultados das decisões judiciais. Com relação aos processos individualizados, a apuração é realizada periodicamente a partir da determinação do valor da sentença e da probabilidade de perda, que, por sua vez, é estimada conforme as características de fato e de direito relativas a cada uma das ações.Testamos os modelos utilizados para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista. Para a avaliação do risco dos processos judiciais individualizados utilizamos o apoio de nossos especialistas nas áreas trabalhista, legal e fiscal, de acordo com a natureza dos processos.Também, realizamos procedimentos de confirmação, em base de testes, junto aos advogados internos e externos responsáveis pelos processos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a determinação da provisão para passivos contingentes, bem como as divulgações efetuadas, são apropriados.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e tratada como informação suplementar para fins do Banco Central do Brasil - BACEN, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a nossa auditoria das demonstrações contábeis. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente preparadas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração do Itaú Unibanco Holding S.A. e do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação e, ao fazê-lo, considerar se esses relatórios estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcidos de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração e/ou a Análise Gerencial da Operação, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração do Itaú Unibanco Holding S.A. e do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco e suas controladas continuarem operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria, das constatações relevantes de auditoria e, quando eventualmente identificadas durante nossos trabalhos, as deficiências significativas nos controles internos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do semestre e exercício correntes e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 5 de fevereiro de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Washington Luiz Pereira CavalcantiContador CRC 1SP172940/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras, em conformidade com as disposições do artigo 29, § 1º, inciso II, e do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM Nº 480/2009, declaram que: a) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2017 b) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2017 e com o relatório de análise gerencial da operação. São Paulo (SP), 5 de fevereiro de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras, em conformidade com as disposições do artigo 29, § 1º, inciso II, e do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM Nº 480/2009, declaram que: a) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2017 b) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2017 e com o relatório de análise gerencial da operação. São Paulo (SP), 5 de fevereiro de 2018.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230PARECER DO CONSELHO FISCALConcluído o exame das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social de 2017 e constatada a exatidão de todos os elementos apreciados, considerando o relatório sem ressalvas da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, os membros efetivos do Conselho Fiscal do ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. são da opinião de que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela sociedade no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas..São Paulo (SP), 05 de fevereiro de 2018.JOSÉ CARUSO CRUZ HENRIQUESPresidenteÁLKIMAR RIBEIRO MOURAConselheiroCARLOS ROBERTO DE ALBUQUERQUE SÁConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA SEGUNDO SEMESTRE DE 2017. O Comitê de Auditoria (Comitê) é um órgão estatutário de assessoramento, que se reporta diretamente ao Conselho de Administração (Conselho). Atualmente é composto por seis membros, sendo um integrante do Conselho, todos efetivos e independentes, eleitos pelo Conselho para um mandato de um ano. O Comitê é único para todas as instituições do Conglomerado Itaú Unibanco (Conglomerado) no Brasil, que requerem constituição de Comitê de Auditoria, inclusive para as empresas de seguro, previdência e capitalização. De acordo com o estabelecido em seu Regulamento (disponível no site http://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores), compete ao Comitê zelar pela qualidade e integridade das demonstrações contábeis do Conglomerado, pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos das empresas de auditoria independente e da Auditoria Interna e pela qualidade e efetividade dos sistemas de controles internos e de administração de riscos do Conglomerado. As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações recebidas da Administração, nas apresentações efetuadas pelas diversas diretorias das áreas de negócios e de suporte, além dos resultados dos trabalhos dos auditores independentes, da Auditoria Interna e dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos, pelo gerenciamento de capital, pelos controles internos e conformidade, assim como nas suas próprias análises decorrentes de observação direta.A elaboração das demonstrações contábeis do Itaú Unibanco Holding S.A. e de suas controladas e coligadas é de responsabilidade da Administração, cabendo a esta estabelecer os procedimentos necessários para assegurar a qualidade dos processos dos quais se originam as informações utilizadas na preparação das demonstrações e na geração dos relatórios. A Administração também é responsável pelas atividades de controle e monitoramento de riscos, pela supervisão das atividades corporativas de controles internos e de compliance e por zelar pela conformidade às normas legais e regulamentares.As funções de gestão e coordenação de controles internos do Conglomerado encontam-se sob a responsabilidade da Diretoria Executiva de Risco Operacional e Compliance (DEROC), que atua também na implantação e operacionalização da estrutura de gerenciamento de risco operacional.A Auditoria Interna tem como missão aferir a qualidade e a aderência dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e o cumprimento das politicas e procedimentos definidos, inclusive aqueles adotados na elaboração dos relatórios contábeis e financeiros.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC) é a responsável pela auditoria independente das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, devendo atestar se elas apresentam adequadamente , em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada do Conglomerado, e o desempenho individual e consolidado de suas operações, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), sendo também sua responsabilidade auditar as demonstrações contábeis do Conglomerado Prudencial. Os mesmos auditores devem, ainda, emitir anualmente opinião sobre a qualidade e a eficácia dos controles internos vinculados aos relatórios financeiros, incluíndo o gerenciamento de riscos e o cumprimento de normas legais e regulamentares.Atividades do ComitêO planejamento anual de trabalhos do Comitê é preparado no início de cada exercício, considerando os principais produtos e processos referentes aos negócios do Conglomerado e seus possíveis impactos nas demonstrações contábeis e no sistema de controles internos e de administração de riscos, sendo revisado periodicamente à medida da evolução das atividades. Em consonância com essa análise são identificados os aspectos relevantes a serem considerados no planejamento, sendo a agenda de atividades ajustada com base no enfoque a ser dado nessas questões. Entre os aspectos relevantes no período e as ações adotadas, destacamos:Acompanhamento das alterações regulatórias e normativas - Reporte ao Comitê das atividades relevantes no processo de discussão, implantação e avaliação dos potenciais impactos decorrentes das Resoluções CMN 4.539/2016, 4.557/2017, 4.588/2017 e 4.595/2017, assim como da norma IFRS 9 - Instrumentos FinanceirosTecnologia de Informação - Reuniões para discussão dos procedimentos adotados para cobertura dos eventos de risco operacionalSegurança de Informação, Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Prevenção à Fraude e atividades de Inspetoria - Reuniões realizadas com as áreas responsáveisÁreas de Negócio - Acompanhamento do ambiente de controle e da gestão de riscosUnidades no Exterior - Ênfase ao acompanhamento do processo de integração do Itaú CorpBanca, além de reuniões com as áreas de negócios, de suporte e Comitês de Auditoria das unidades internacionaisProcessamento Contábil - Gestão e controles dos processos de backoffice contábil Relacionamento com Clientes - Acompanhamento do trabalho desenvolvido pela Ouvidoria e pelas áreas de negócios para identificação de temas com impacto em clientes, causa raiz das reclamações e respectivas ações de correção ePlanejamento da Auditoria Interna - Acompanhamento da proposta de atuação, estrutura e temas de destaque, referentes à visão de futuro da Auditoria Interna.No cumprimento de suas atribuições, o Comitê desenvolveu, entre outras, as seguintes atividades:Estrutura de Gerenciamento de Riscos, Controles Internos e Conformidade (Compliance) - Em reuniões com as áreas responsáveis, o Comitê acompanhou os aspectos significativos relativos ao gerenciamento de riscos e estrutura de gerenciamento de capital no Conglomerado, com ênfase nos riscos de crédito, de mercado e operacional. O Comitê acompanhou, também, em reuniões com a DEROC e por meio de trabalhos realizados pela Auditoria Interna, a politica de conformidade e a evolução do sistema de controles internos do Conglomerado. Neste período, foi dado continuidade ao processo anual de avaliação da DEROC.Auditoria Independente - O Comitê mantém com os auditores independentes um canal regular de comunicação para ampla discussão dos resultados de seus trabalhos e de aspectos contábeis relevantes, de maneira que permita aos seus membros fundamentar opinião acerca da integridade das demonstrações contábeis e relatórios financeiros. Os aspectos relacionados à avaliação da qualidade e adequação do sistema de controles internos e do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares, por parte das instituições que compõem o Conglomerado, foram apresentados e discutidos com o Comitê em suas reuniões.A contratação de serviços a serem realizados pelos auditores independentes requer a aprovação prévia do Comitê, que avalia os riscos de perda de independência e de conflitos de interesse.Auditoria Interna - O Comitê reuniu-se mensalmente com os representantes da Auditoria Interna, discutindo os trabalhos realizados, os relatórios emitidos, conclusões e recomendações. Neste período, o Comitê efetuou o processo de avaliação da Auditoria Interna.Demonstrações Contábeis - Os critérios relevantes que envolvem o processo de preparação dos ba lanços, individuais e consolidados, das notas explicativas e relatórios financeiros publicados com as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, foram apresentados ao Comitê pela Administração e pelo Auditor Independente. O Comitê também acompanhou a elaboração e divulgação das demonstrações contábeis consolidadas elaboradas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS).Empresas de Seguros, Previdência e Capitalização - Conforme requerido pela regulamentação do Conselho Nacional de Seguros Privados, o Comitê acompanhou as sociedades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (Itaú Seguros S.A., Itauseg Seguradora S.A., Itaú Vida e Previdência S.A. e Cia Itaú de Capitalização) e as atividades descritas neste resumo abrangeram os assuntos relevantes para tais empresas.Visão Consumerista - O Comitê mantém uma agenda de reuniões com as áreas de negócios e suporte para acompanhamento dos temas consumeristas. Como parte dessas ações, o Comitê teve oportunidade de conhecer as atividades que estão sendo executadas pela Ouvidoria para atendimento aos clientes e discutir o Relatório da Ouvidoria, preparado semestralmente, em atendimento às exigências regulatórias.Órgãos Reguladores - O Comitê tomou conhecimento dos resultados de inspeções e observações dos órgãos reguladores e acompanhou as correspondentes ações da administração, preparando, quando necessário, relatos ao Conselho, resumindo as providências adotadas, grau de atenção requerido e suas observações sobre as ações adotadas. Durante o período, o Comitê manteve reuniões com os supervisores do Banco Central do Brasil (Bacen)/Desup (Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários) e do Bacen/Decon (Departamento de Supervisão de Conduta).Reuniões realizadas no períodoPara realização das atividades e execução dos procedimentos acima descritos, o Comitê reuniu-se 28 dias no período de 16 de agosto de 2017 a 31 de janeiro de 2018, totalizando 113 reuniões, devidamente formalizadas em atas.O Comitê realizou reuniões trimestrais com os Copresidentes do Conselho de Administração e com o Diretor Presidente do Itaú Unibanco Holding S.A., ocasiões em que teve a oportunidade de expor observações sobre diversos aspectos decorrentes do exercício de suas funções. O Comitê também realiza relatos mensais de suas atividades para o Conselho e reuniões periódicas com o Conselho Fiscal.Integrantes do Comitê atuam como membros efetivos ou participam como observadores em Comitês de Auditoria de unidades no exterior, assim como visitaram algumas dessas unidades durante o período. Também atuam como observadores nas reuniões da Comissão de Normas e Políticas Contábeis e do Comitê Superior de Fechamento de Balanço. Neste período, o Comitê efetuou sua autoavaliação anual.ConclusõesPonderadas devidamente as suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do alcance da sua atuação, e com base nas atividades que desenvolveu no período, o Comitê conclui que:Os sistemas de controles internos, a política de conformidade (compliance) e as estruturas de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital são adequados ao porte e complexidade do Conglomerado e ao apetite de riscos aprovadoA cobertura e a qualidade dos trabalhos de Auditoria Interna são satisfátoriasAs práticas contábeis relevantes adotadas pelo Conglomerado estão alinhadas com as adotadas no Brasil, incluíndo as requeridas pelo Bacen, bem como com as normas contábeis internacionais de relatório financeiro (IFRS) eSão satisfatórios o volume e a qualidade das informações fornecidas pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC), nas quais o Comitê apoia sua recomendação sobre as demonstrações contábeis, não sendo identificada qualquer situação que pudesse prejudicar a objetividade e independência dos auditores externos.Com base nos trabalhos e avaliações realizadas e considerando o contexto e a limitação de suas atribuições, o Comitê recomenda a aprovação, pelo Conselho de Administração, das demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., para o semestre findo em 31.12.2017.São Paulo, 05 de fevereiro de 2018.O Comitê de AuditoriaGustavo Jorge Laboissière Loyola - PresidenteAntonio Francisco de Lima NetoDiego Fresco GutierrezGeraldo Travaglia Filho Maria Helena dos Santos Fernandes de SantanaRogério Paulo Calderón Peres

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.