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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013184 páginasCódigo CVM 19879Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 11/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 03.378.521/0001-75

Versões deste exercício: v1 (10/03/2014) · v2 (11/03/2014), esta

LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 03.378.521/0001-75
DFP 2013 (V2)
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
03.378.521/0001-75
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
184
Ano de referência
2013*
Publicado em
11/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total13.002.20711.147.44716,6%
1.01Ativo Circulante3.495.7562.167.18661,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa546.429230.356137,2%
1.01.02Aplicações Financeiras1.244.00015.2668.048,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.244.00015.2668.048,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação1.244.00015.2668.048,8%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.223.4131.441.588−15,1%
1.01.03.01Clientes1.223.4131.441.588−15,1%
1.01.03.01.01Clientes1.223.4131.441.588−15,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques29.66230.348−2,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar160.961203.715−21,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar160.961203.715−21,0%
1.01.06.01.01Tributos e Contribuições105.821196.985−46,3%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social55.1406.730719,3%
1.01.07Despesas Antecipadas15.8001.954708,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes275.491243.95912,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros275.491243.95912,9%
1.01.08.03.01Serviços Prestados a Receber29.81142.171−29,3%
1.01.08.03.02Outros Créditos214.296166.71828,5%
1.01.08.03.03Rendas a receber Swap31.15035.070−11,2%
1.01.08.03.04Dividendos e JCP a receber2340—
1.02Ativo Não Circulante9.506.4518.980.2615,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.223.4183.039.0186,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber209.414289.429−27,6%
1.02.01.03.01Clientes209.414289.429−27,6%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos622.835830.033−25,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos622.835830.033−25,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.391.1691.919.55624,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo Financeiro de Concessões1.926.2261.573.34922,4%
1.02.01.09.04Tributos e Contribuições88.777118.878−25,3%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais263.316224.07317,5%
1.02.01.09.06Rendas a Receber Swap110.06447023.317,9%
1.02.01.09.07Outros Créditos2.7862.7860,0%
1.02.02Investimentos642.203557.35015,2%
1.02.02.01Participações Societárias642.203557.35015,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias642.203557.35015,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.678.7221.635.2552,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.269.0671.285.004−1,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento409.655350.25117,0%
1.02.04Intangível3.962.1083.748.6385,7%
1.02.04.01Intangíveis3.962.1083.748.6385,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão3.685.2553.450.7736,8%
1.02.04.01.02Outros276.853297.865−7,1%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESSOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas, Conselheiros e Diretores daLight S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Light S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Light S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Light S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesDiferença entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e IFRS quanto à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjuntoConforme descrito na nota explicativa nº 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Reapresentação dos valores correspondentes referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012Conforme mencionado na nota explicativa nº 3, item v, em decorrência das mudanças de políticas contábeis, os valores correspondentes aos balanços patrimoniais, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2012 e as correspondentes às demonstrações de resultado consolidado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar) consolidados, referentes ao exercício findados em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23/IAS 8 - Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro e CPC 26 (R1)/IAS 1 - Apresentação das Demonstrações Contábeis. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Repasses de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético - CDESem modificar nossa opinião sobre as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, chamamos atenção para o assunto descrito na nota explicativa nº 10, referente ao registro feito pela controlada Light Serviços de Eletricidade S.A., na forma de redução do custo de energia comprada para revenda, de repasses de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético - CDE, já homologados pela Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel, estabelecidos por meio do Decreto nº 7.945/13. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria do balanço patrimonial em 1º de janeiro de 2012O exame dos balanços patrimoniais, individual e consolidado, levantados em 1º de janeiro de 2012, ora reapresentados em decorrência dos assuntos descritos na nota explicativa n° 3, item v, conforme previsto no CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro e CPC 26 (R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 10 de maio de 2013, sem ressalvas e contendo parágrafo de ênfase, sem modificação da sua opinião, referente à diferença na avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais, enquanto que, para fins de IFRS, seria custo ou valor justo.Rio de Janeiro, 10 de março de 2014DELOITTE TOUCHE TOHMATSUMaurício Pires de Andrade ResendeAuditores Independentes ContadorCRC 2SP 011.609/O-8-"F" RJCRC 1MG 049.699/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2013 e Relatório dos Auditores IndependentesOs diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes. Paulo Roberto Ribeiro PintoDiretor PresidenteJoão Batista Zolini CarneiroDiretor de Finanças e Relações com InvestidoresAndreia Ribeiro Junqueira e SouzaDiretora de GentePaulo Carvalho FilhoDiretor de Gestão EmpresarialEvandro Leite VasconcelosDiretor de Energia e Diretor de Desenvolvimento de Negócios (interinamente)Ricardo Cesar Costa RochaDiretor de DistribuiçãoFernando Antônio Fagundes Reis Diretor JurídicoLuiz Otávio Ziza Mota ValadaresDiretor de Comunicação

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2013 e Relatório dos Auditores IndependentesOs diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes. Paulo Roberto Ribeiro PintoDiretor PresidenteJoão Batista Zolini CarneiroDiretor de Finanças e Relações com InvestidoresAndreia Ribeiro Junqueira e SouzaDiretora de GentePaulo Carvalho FilhoDiretor de Gestão EmpresarialEvandro Leite VasconcelosDiretor de Energia e Diretor de Desenvolvimento de Negócios (interinamente)Ricardo Cesar Costa RochaDiretor de DistribuiçãoFernando Antônio Fagundes Reis Diretor JurídicoLuiz Otávio Ziza Mota ValadaresDiretor de Comunicação

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da LIGHT S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404/76, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras e a proposta da Destinação dos Resultados, todos os documentos relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013, da Controladora e Consolidado, bem como o Orçamento de Capital de 2014.Nossos exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia. Desta forma, tendo em conta, ainda, o relatório da Deloitte Touche Tohmatsu, emitido em 10 de março de 2014, sem ressalvas, o CONSELHO FISCAL, pela unanimidade de seus membros, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados à Assembléia Geral Ordinária de Acionistas para deliberação.Rio de Janeiro, 10 de março de 2014. Aristóteles Luiz Menezes Vasconcellos DrummondAlisson Andrade GodinhoFrancisco Luiz Moreira PennaRogério Fernando LotErnesto Costa Pierobon

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.