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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201495 páginasCódigo CVM 1228Versão 4 · reapresentaçãoRecebida em 23/03/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA · CNPJ 07.237.373/0001-20

Versões deste exercício: v1 (23/02/2015) · v2 (24/02/2015) · v3 (23/03/2015) · v4 (23/03/2015), esta

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ 07.237.373/0001-20
DFP 2014 (V4)
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ
07.237.373/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
95
Ano de referência
2014*
Publicado em
23/03/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total38.204.99233.817.50313,0%
1.01Ativo Circulante22.630.57415.349.31947,4%
1.01.01Disponibilidades197.642155.90926,8%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez8.244.3197.737.0656,6%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto8.167.8197.606.5927,4%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros76.500130.473−41,4%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários6.053.427690.164777,1%
1.01.03.01Carteira Própria3.859.220690.083459,2%
1.01.03.02Instrumentos Financeiros Derivativos281.55181347.493,8%
1.01.03.03Vinculados a Prestação de Garantias211.8290—
1.01.03.04Vinculados a Compromisso de Recompra1.700.8270—
1.01.04Relações Interfinanceiras345.873369.442−6,4%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar1.2971.2364,9%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central313.791351.120−10,6%
1.01.04.03Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural28.38714.49295,9%
1.01.04.04Repasses Interfinanceiros1.2811.13013,4%
1.01.04.05Correspondentes1.1171.464−23,7%
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito5.263.2514.365.87520,6%
1.01.06.01Setor Público180.390158.84713,6%
1.01.06.02Setor Privado5.433.7344.592.24218,3%
1.01.06.03Provisões para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa−350.873−385.2148,9%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos2.498.3882.004.90424,6%
1.01.08.01Créditos por Avais e Fianças Honrados00—
1.01.08.02Carteira de Câmbio672.788540.99424,4%
1.01.08.03Rendas a Receber11.9869.56825,3%
1.01.08.04Negociações e Intermediações de Valores440,0%
1.01.08.05Diversos1.838.7981.471.72724,9%
1.01.08.06Provisões para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−25.188−17.389−44,9%
1.01.09Outros Valores e Bens27.67425.9606,6%
1.01.09.01Outros Valores e Bens10.5505.65486,6%
1.01.09.02Provisões para Desvalorizações−694−6950,1%
1.01.09.03Despesas Antecipadas17.81821.001−15,2%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo15.344.66018.232.580−15,8%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários8.253.49111.313.849−27,0%
1.02.02.01Carteira Própria7.833.3719.547.043−17,9%
1.02.02.02Vinculados a Compromisso de Recompra56.7511.126.481−95,0%
1.02.02.03Instrumentos Financeiros Derivativos225.736337.967−33,2%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias137.633302.358−54,5%
1.02.03Relações Interfinanceiras56.64842.63432,9%
1.02.03.01Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural16554−97,1%
1.02.03.02SFH - Sistema Financeiro da Habitação54.71039.25439,4%
1.02.03.03Repasses Interfinanceiros1.9222.826−32,0%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito6.473.0465.882.50810,0%
1.02.05.01Setor Público1.182.3961.211.833−2,4%
1.02.05.02Setor Privado5.805.2925.161.84612,5%
1.02.05.03Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa−514.642−491.171−4,8%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos561.475993.589−43,5%
1.02.07.01Créditos por Avais e Fianças Honrados00—
1.02.07.02Rendas a Receber18.04818.049−0,0%
1.02.07.03Diversos589.8851.022.017−42,3%
1.02.07.04Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−46.458−46.4770,0%
1.02.08Outros Valores e Bens00—
1.03Ativo Permanente229.758235.604−2,5%
1.03.01Investimentos1.8791.8253,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos7.1827.1280,8%
1.03.01.05Provisão para Perdas−5.303−5.3030,0%
1.03.02Imobilizado de Uso211.314220.993−4,4%
1.03.02.01Imóveis de Uso157.972159.881−1,2%
1.03.02.02Reavaliações de Imóveis de Uso107.628105.4102,1%
1.03.02.03Outras Imobilizações de Uso252.848235.0247,6%
1.03.02.04Depreciação Acumulada−307.134−279.322−10,0%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível16.40612.30833,3%
1.03.04.01Ativos Intangíveis16.40612.30833,3%
1.03.05Diferido159478−66,7%
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão1.1992.008−40,3%
1.03.05.02Amortização Acumulada−1.040−1.53032,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração, Acionistas e Administradores do Banco do Nordeste do Brasil S.A.Examinamos as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A.("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Nordeste do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2014, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 6 de fevereiro de 2015ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6 - F - CEEduardo Braga PerdigãoContador CRC-1CE013803/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso VI, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor das demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2014. Fortaleza, 30 de janeiro de 2015DIRETORIA: Nelson Antonio de Souza (Presidente) - Romildo Carneiro Rolim (Diretor de Relações com os Investidores) - Francisco das Chagas Soares (Diretor de Desenvolvimento Sustentável) - Isaias Matos Dantas (Diretor de Administração e Tecnologia da Informação) - Manoel Lucena dos Santos (Diretor de Controle e Risco) - Paulo Sérgio Rebouças Ferraro (Diretor de Negócios)

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso V, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor do Relatório, exarado em 6 de fevereiro de 2015, pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. sobre as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2014. Fortaleza, 6 de fevereiro de 2015DIRETORIA: Nelson Antonio de Souza (Presidente) - Romildo Carneiro Rolim (Diretor de Relações com os Investidores) - Francisco das Chagas Soares (Diretor de Desenvolvimento Sustentável) - Isaias Matos Dantas (Diretor de Administração e Tecnologia da Informação) - Manoel Lucena dos Santos (Diretor de Controle e Risco) - Paulo Sérgio Rebouças Ferraro (Diretor de Negócios)

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal do Banco do Nordeste do Brasil S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial, das Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado do Banco do Nordeste do Brasil S.A., relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração.Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Parecer dos Auditores Independentes - ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S.S., sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira do Banco do Nordeste do Brasil S.A.Brasília (DF), 6 de fevereiro de 2015.André ProitePresidenteMaria Teresa Pereira de LimaConselheiraManuel dos Anjos Marques TeixeiraConselheiroRaimundo Lourival de LimaConselheiroRESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAO Comitê de Auditoria do Banco do Nordeste do Brasil é um órgão colegiado instituído na forma da Resolução CMN 3198/2004, com atribuições e requisitos de funcionamento inseridos no Estatuto Social do Banco. O Regimento Interno e o endereço eletrônico do colegiado, para recebimento de informações, estão disponíveis na internet em www.bnb.gov.br, na área Sobre o Banco - Relação com os Acionistas.O Comitê de Auditoria realizou 17 reuniões presenciais no semestre, totalizando 31 dias úteis de trabalho conjunto do Colegiado, além de jornadas extraordinárias individuais, período em que desenvolveu atividades relacionadas à assessoria ao Conselho de Administração envolvendo a avaliação do Sistema de Controles Internos e o acompanhamento da implementação de ações de melhoria dos processos corporativos e de correção de fragilidades e de falhas pontuais detectadas.Ao emitir o relatório semestral o Comitê de Auditoria considerou, em conformidade com as normas aplicáveis, que compete à Auditoria Externa auditar e emitir opinião, sustentada em procedimentos legais e infralegais, sobre as demonstrações contábeis elaboradas pela Diretoria do Banco e à Auditoria Interna monitorar, avaliar e aferir, de forma independente dos gestores de negócios, a qualidade do sistema de controles internos e da gestão de riscos do Banco.Em conformidade com a Resolução CMN 3198/2004, o Comitê de Auditoria avaliou a efetividade do sistema de controles internos do Banco do Nordeste do Brasil, avaliou a efetividade das auditorias interna e externa e revisou as demonstrações contábeis e concluiu que:a)O sistema de controles internos do Banco do Nordeste do Brasil tem-se mostrado capaz de identificar fatores adversos e permitir ações corretivas pelos gestores e administradores. As falhas isoladas e as fragilidades detectadas nos processos corporativos não comprometem a saúde econômica e financeira do Banco no curto prazo e podem ser corrigidas no curso normal das operações. Não obstante, as ações corretivas devem ser tempestivas e é essencial que o Banco continue investindo na otimização dos processos corporativos, na atualização das soluções de tecnologia da informação de suporte aos negócios e no aperfeiçoamento do processo de seleção, provimento e capacitação de pessoal para garantir o crescimento saudável da Instituiçãob)A Auditoria Interna concentrou esforços na realização de trabalhos relevantes, assim entendidos aqueles previstos no Plano Anual de Atividades - PAINT aprovado pelo Conselho de Administração e pela Controladoria-Geral da União ou decorrentes de eventos prioritários e não previsíveis. No geral, a qualidade dos trabalhos realizados foi aceitável, mas parte das atividades programadas não foi cumprida ou concluída com atraso e averiguações importantes são demasiadamente demoradasc)Não foram percebidos fatos relevantes que pudessem comprometer a efetividade da atuação da ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES na prestação dos serviços de auditoria contratados ed)As práticas utilizadas na elaboração das Demonstrações Contábeis ocorreram em conformidade com a legislação societária aplicável e com as normas do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil e da Comissão de Valores Mobiliários.Fortaleza (CE), 06 de fevereiro de 2015.Otho Cezar Miranda de CarvalhoPresidenteRoberto Meira de Almeida Barreto Membro TitularManoel das Neves Membro TitularJosé Wilkie Almeida Vieira Membro Suplente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.