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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201234 páginasCódigo CVM 12866Versão 1Recebida em 27/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de INDUSTRIA VEROLME LTDA

INDUSTRIA VEROLME LTDA · CNPJ 28.500.320/0001-20

INDUSTRIA VEROLME LTDA
CNPJ 28.500.320/0001-20
DFP 2012
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
INDUSTRIA VEROLME LTDA
CNPJ
28.500.320/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
34
Ano de referência
2012*
Publicado em
27/03/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total713.9361.549.493−53,9%
1.01Ativo Circulante68.57048.64441,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa42100,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber46.62947.870−2,6%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber46.62947.870−2,6%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar3.348759341,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes18.58913142.892,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante645.3661.500.849−57,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo364.1161.193.232−69,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber251.0511.071.414−76,6%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber251.0511.071.414−76,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas42.08065.646−35,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes70.98556.17226,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado280.798307.165−8,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado280.798307.165−8,6%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4524520,0%
1.02.04.01Intangíveis4524520,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SEM RESSALVA Aos Conselheiros e Diretores daIndústria Verolme S.A. - IVESARio de janeiro - RJ.1 - Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Indústria Verolme S.A. - IVESA, que compreendem o balanço patrimonial consolidado e individual em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações de resultados, das mutações do patrimônio líquido (passivo a descoberto) e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. 2 - Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.3 - Responsabilidade dos auditores independentesNossa opinião é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito de valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.4 - Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Indústria Verolme S.A. - IVESA - (passivo a descoberto) - em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.5 - Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Indústria Verolme S.A. - IVESA em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.6 - Outros assuntos6.1 - Conforme mencionado na nota explicativa nº 7, a Companhia procedeu à avaliação dos bens integrantes do seu ativo imobilizado através de avaliadores independentes. Todavia, o ajuste patrimonial correspondente não foi reconhecido contabilmente, uma vez que a Companhia aguarda o deslinde da ação de revisão de aluguel, ajuizada na 32ª Vara Cível do Rio de Janeiro.6.2 - No presente exercício, a Companhia subscreveu e integralizou 2042 debêntures não conversíveis em ações da 2ª emissão da Companhia Brasileira de Diques - CBD - mediante quitação das notas promissórias a receber de emissão de GFS Premium Administração e Participações S.A., conforme Termo de Quitação de 31 de janeiro de 2012. Essa operação resultou numa perda de R$ 91.591 mil reconhecida no resultado do trimestre findo em 31 de março de 2012. 6.3 - As demonstrações referidas no primeiro parágrafo foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações e normas e procedimentos contábeis emitidos pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, que estão em conformidade com as normas aplicáveis a uma empresa em continuidade normal dos negócios, os quais pressupõem a realização dos ativos, bem como a liquidação das obrigações no curso normal dos negócios. Essas demonstrações financeiras não incorporam quaisquer ajustes contábeis que seriam necessários na hipótese de uma descontinuidade operacional. A Administração da Companhia acredita que as negociações do passivo financeiro com os credores, bem como o resultado positivo das ações judiciais proposta por ela, possam reduzir o déficit de capital de giro. Na situação presente, a continuidade operacional da Companhia depende do êxito dessas ações, das negociações com seus credores e de aporte de capital de seus acionistas.6.4 - Demonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do valor adicionado - DVA, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) que não requerem a apresentação dessas demonstrações. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.6.5 - Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAnteriormente, examinamos e emitimos parecer sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de comparação, cujo parecer datado de 19/03/2012 continha ressalva quanto ao deslinde dos processos judiciais de recuperação de créditos de cobrança de diferenças de preços e outras avenças, sobre embarcações construídas em exercícios anteriores.No presente exercício a Companhia constituiu uma provisão para perdas no montante de R$ 532.449 mil relativa a recuperação dos referidos créditos. Rio de Janeiro, LOUDON BLOMQUIST26 de março de 2013. AUDITORES INDEPENDENTES CRC-RJ - 0064- F/8 Edio Paulo Brevilieri C ontador CRC-DF-17.619-T-RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasRio de Janeiro, 26 de março de 2013.DECLARAÇÃOServimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso VI da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da Indústria Verolme S.A. - IVESA, revisamos, discutimos e concordamos com as informações contidas nas demonstrações financeiras da Indústria Verolme S.A. - IVESA Controladora e Consolidado, referentes aos exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Atenciosamente,Edmundo Lacerda TerraDiretor Presidente e Diretor de Relações Com InvestidoresAdalberto de Oliveira VasquesDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesRio de Janeiro, 26 de março de 2012.DECLARAÇÃOServimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso V da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da Indústria Verolme S.A. - IVESA., nós revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes (Loudon Blomquist) relativo às demonstrações financeiras da Indústria Verolme S.A. - IVESA Controladora e Consolidado, referentes aos exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Atenciosamente,Edmundo Lacerda TerraDiretor Presidente e Diretor de Relações Com InvestidoresAdalberto de Oliveira VasquesDiretor Indústria Verolme S.A.-IVESAEdmundo Lacerda TerraDiretor Presidente e Diretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.