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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019175 páginasCódigo CVM 18465Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 16/03/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A · CNPJ 33.256.439/0001-39

Versões deste exercício: v1 (19/02/2020) · v2 (16/03/2020), esta

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ 33.256.439/0001-39
DFP 2019 (V2)
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ
33.256.439/0001-39
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
175
Ano de referência
2019*
Publicado em
16/03/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total31.195.47230.499.3952,3%
1.01Ativo Circulante15.058.05516.211.707−7,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.115.3793.938.951−46,3%
1.01.02Aplicações Financeiras3.090.2122.853.1068,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado2.190.9792.696.087−18,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos mensurados ao valor justo por meio do resultado00—
1.01.02.01.04Títulos mensurados ao valor justo por outros resultados abrangentes00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes899.233157.019472,7%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber4.112.4174.496.194−8,5%
1.01.03.01Clientes4.072.0224.436.569−8,2%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes3.635.8344.069.307−10,7%
1.01.03.01.02Financiamentos a Clientes436.188367.26218,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber40.39559.625−32,3%
1.01.03.02.01Demais Contas a Receber36.76558.561−37,2%
1.01.03.02.02Dividendos a Receber3.6301.064241,2%
1.01.04Estoques3.715.5603.354.53210,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.447.678896.88161,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.447.678896.88161,4%
1.01.07Despesas Antecipadas111.355187.570−40,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes465.454484.473−3,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros465.454484.473−3,9%
1.01.08.03.01Ativos de contratos com clientes - direitos de exclusividade465.454484.473−3,9%
1.02Ativo Não Circulante16.137.41714.287.68812,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.639.5314.510.3812,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes429.602129.260232,4%
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado76.90473.0895,2%
1.02.01.04Contas a Receber421.844431.248−2,2%
1.02.01.04.01Clientes53.66681.569−34,2%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber368.178349.6795,3%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos653.694514.18727,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos653.694514.18727,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas69.216399.095−82,7%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas4904900,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4904900,0%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.987.7812.963.0120,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Impostos a Recuperar872.307852.7822,3%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais921.443881.5074,5%
1.02.01.10.05Ativo de indenização - combinação de negócios193.496194.719−0,6%
1.02.01.10.06Ativos de contratos com clientes - direitos de exclusividade1.000.5351.034.004−3,2%
1.02.02Investimentos181.619129.08740,7%
1.02.02.01Participações Societárias181.619129.08740,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas25.75024.3385,8%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos155.869104.74948,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado9.553.6747.278.86531,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação7.572.7627.278.8654,0%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1.980.9120—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.762.5932.369.355−25,6%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos acionistas, Conselheiros e Administradores da Ultrapar Participações S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Ultrapar Participações S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Ultrapar Participações S.A. em 31 de dezembro de 2019, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Avaliação do valor recuperável do ágio sobre combinação de negócios Veja a Nota 15 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaDe acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro a Companhia é requerida a efetuar anualmente o teste de recuperabilidade dos valores registrados como ativos intangíveis de vidas úteis indefinidas, incluindo o ágio por rentabilidade futura ("goodwill"). A aquisição das operações da Imifarma Produtos Farmacêuticos S.A. ( Extrafarma) , resultou em reconhecimento de ágio no montante de R$ 661.553 mil, conforme divulgado na nota explicativa no. 15, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente. Em 31 de dezembro de 2019, a Companhia registrou redução ao valor recuperável no montante de R$ 593.280 mil referente ao ágio registrado na Extrafarma.A avaliação de necessidade ou não de redução do valor recuperável é suportada por estimativa de rentabilidade futura baseada no plano de negócios e orçamento preparados pela Companhia e aprovados pelo Conselho de Administração, que são baseados em metodologias e premissas que envolvem estimativas, tais como: taxa de crescimento das receitas, custos e despesas, investimentos e capital de giro futuros e taxas de descontos . As premissas sobre projeções de crescimento dos fluxos de caixa futuros são baseadas no plano de negócios dos segmentos da Companhia, bem como em dados comparáveis de mercado. Devido às incertezas relacionadas a premissas e estimativas que possuem um risco significativo de resultar em um ajuste material nos saldos contábeis das demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:- Avaliação do desenho, a implementação e efetividade do controle interno de projeções financeiras relativas a identificação e mensuração do valor recuperável da unidade geradora de caixa onde o ágio está alocado.- Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas em finanças coorporativas, da metodologia adotada pela Companhia e as premissas utilizadas no cálculo dos fluxos de caixa descontados, incluindo taxas de crescimento e de desconto, comparação com informações históricas e teste da precisão aritmética das formulas utilizadas nos modelos de fluxo de caixa descontado. - Avaliação da análise de sensibilidade das premissas significativas e comparação com os orçamentos aprovados no período anterior com os valores reais apurados no exercício corrente.- Comparação do valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados, com o valor contábil e avaliação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos que o valor do ágio sobre combinação de negócios e as respectivas divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Realização dos tributos ativos diferidos Veja a Nota 9 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaEm 31 de dezembro de 2019, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas incluem valores de ativos fiscais diferidos no equivalente a R$ 1.076.223 mil, dos quais R$ 278.140 mil são relativos a diferenças temporárias e R$ 798.083 mil são relativos a prejuízos fiscais, considerados recuperáveis com base na geração de lucros tributáveis futuros.As estimativas de geração de lucros tributáveis futuros incluem a utilização de premissas, julgamentos e estimativas sobre os fluxos de caixa, tais como taxas de crescimento das receitas, custos e despesas, estimativas de investimentos e capital de giro futuros e taxas de descontos, que envolvem elevado grau de complexidade e julgamentos que impactam a expectativa de realização dos tributos ativos diferidos nos próximos exercícios. Portanto, consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:- Avaliação do desenho, a implementação e efetividade do controle interno de projeções financeiras relativos a realização dos impostos diferidos registrados.- Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas em finanças coorporativas, das premissas e dados utilizados pela Companhia na preparação do estudo de lucros tributáveis futuros considerando as projeções de fluxos de caixa futuros.- Avaliação da precisão dos saldos registrados com o auxílio dos nossos especialistas em tributos- Comparação dos orçamentos aprovados no exercício anterior com os valores reais apurados no exercício corrente.- Avaliação se as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideram todas as informações relevantes referentes aos ativos fiscais diferidos. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos que o valor dos impostos diferidos ativos registrados e as respectivas divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:- Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.- Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.- Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, i ncluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 19 de fevereiro de 2020.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Márcio Serpejante PeppeContador CRC 1SP233011/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2019 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2019.São Paulo, 19 de fevereiro de 2020.Frederico Pinheiro Fleury Curado - Diretor PresidenteAndré Pires de Oliveira Dias - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresDécio de Sampaio Amaral - Diretor João Benjamin Parolin - Diretor Marcelo Pereira Malta de Araújo - Diretor Rodrigo de Almeida Pizzinatto - DiretorTabajara Bertelli Costa - Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2019 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2019.São Paulo, 19 de fevereiro de 2020.Frederico Pinheiro Fleury Curado - Diretor PresidenteAndré Pires de Oliveira Dias - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresDécio de Sampaio Amaral - Diretor João Benjamin Parolin - Diretor Marcelo Pereira Malta de Araújo - Diretor Rodrigo de Almeida Pizzinatto - DiretorTabajara Bertelli Costa - Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Ultrapar Participações S.A. ("Companhia"), em cumprimento às disposições legais e estatutárias, declara que examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras (controladora e consolidado) elaboradas de acordo com às práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2019 e aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia em 19 de fevereiro de 2020. Com base nos exames efetuados e considerando o relatório, sem ressalvas, apresentado pelos auditores independentes da Companhia, KPMG Auditores Independentes, datado de 19 de fevereiro de 2020, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos, bem como a proposta da destinação de lucro líquido do exercício, incluindo a distribuição de dividendos, estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada oportunamente, dentro do prazo legal.São Paulo, 19 de fevereiro de 2020.Geraldo ToffanelloMarcelo Amaral MoraesWilliam Bezerra Cavalcanti Filho

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA E RISCOSATRIBUIÇÕES DO COMITÊO Comitê de Auditoria e Riscos da Ultrapar é um órgão estatutário de assessoramento de caráter permanente, vinculado diretamente ao Conselho de Administração, com autonomia operacional e orçamento próprio e submetido à legislação e regulamentações aplicáveis, em especial o Regulamento do Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão, o Estatuto Social da Companhia e o seu Regimento Interno. Conforme o Regimento, o objetivo do Comitê é assessorar o Conselho de Administração na supervisão (1) da integridade e qualidade das demonstrações financeiras da Companhia, (2) da conformidade da Companhia com requisitos legais e regulatórios, (3) das qualificações e independência do auditor independente, (4) do desempenho das funções da auditoria interna da Companhia e dos auditores independentes e (5) do gerenciamento de riscos da Companhia.A composição atual do Comitê de Auditoria e Riscos da Ultrapar conta com três membros independentes do Conselho de Administração e um membro independente externo o qual exerce a função de Coordenador do Comitê.O Comitê opina sobre a contratação e destituição dos auditores independentes e assessora o Conselho de Administração na supervisão de suas atividades, qualificações e independência, avaliando e aprovando previamente a prestação de serviços permitidos pela legislação que não sejam relacionados à auditoria. A KPMG Auditores Independentes é a empresa atualmente responsável pela auditoria anual das demonstrações financeiras, pelas suas revisões trimestrais e pela avaliação da estrutura de controles internos aplicáveis à elaboração das demonstrações financeiras, de forma a atender às normas da CVM - Comissão de Valores Imobiliários e B3 - Brasil, Bolsa, Balcão no Brasil e da SEC - Security Exchange Comission e NYSE - New York Stock Exchange nos Estados Unidos da América, inclusive no tocante ao cumprimento do requerido no Sarbanes-Oxley Act. O Comitê é responsável por revisar, em conjunto com os auditores independentes, a qualidade e a integridade das demonstrações financeiras, reportando os temas relevantes ao Conselho de Administração.Cabe ao Comitê acompanhar as atividades da Diretoria de Riscos, Compliance e Auditoria, avaliando a sua estrutura, procedimentos e efetividade da auditoria interna, revisando em conjunto com o Conselho de Administração o seu desempenho e eventuais recomendações para melhorias dos processos da Companhia.Adicionalmente, o Comitê de Auditoria e Riscos analisa e monitora as exposições de riscos identificadas pela Diretoria da Companhia, nos termos da Política Corporativa de Gestão de Riscos, manifestando-se sobre qualquer revisão da mesma e assessorando o Conselho de Administração na definição dos níveis aceitáveis de riscos e avaliações da qualidade e efetividade dos processos de gerenciamento de riscos. O Comitê deve também assegurar que a Companhia possua meios específicos para recepção e tratamento confidencial de informações e denúncias acerca do descumprimento de dispositivos legais, código de conduta e demais normativos internos aplicados à Companhia, seus colaboradores e demais stakeholders.Trimestralmente em caráter ordinário e extraordinariamente sempre que necessário, o Comitê de Auditoria e Riscos participa de reunião conjunta com o Conselho de Administração., relatando o andamento de seus trabalhos. Anualmente é preparado o presente relatório de atividades que é encaminhado ao Conselho de Administração e divulgado pela Companhia ao mercado. A cada mandato, o Comitê realiza uma autoavaliação de desempenho, que é apresentada e discutida com o Conselho de Administração. Desde a sua instalação em maio de 2019, o Comitê de Auditoria e Riscos reuniu-se dez vezes. Nesse período, foi facultado ao Comitê o livre acesso a todos os órgãos de governança da Companhia, bem como a todos os seus executivos e, sempre que necessário, foi solicitada a presença de representantes da KPMG Auditores Independentes em suas reuniões.ATIVIDADES DO COMITÊGovernançaPosse dos membros eleitos pelo Conselho de AdministraçãoElaboração e envio para aprovação do Conselho de Administração do Regimento Interno do Comitê de Auditoria e RiscosEleição do Diretor de Riscos, Compliance e Auditoria como Secretário do ComitêElaboração do calendário temático de atividades do Comitê Discussão e aprovação do orçamento anual do ComitêAnálise de alterações no Formulário de Referência encaminhado à CVMElaboração e apresentação de relatórios trimestrais de atividades ao Conselho de Administração, incluindo recomendações de aprovação das demonstrações financeiras intermediáriasElaboração, encaminhamento e discussão com o Conselho de Administração do presente Relatório Anual do Comitê de Auditoria e RiscosAuditores IndependentesVerificação da qualificação e independência do auditor independenteAnálise do planejamento anual de trabalhos dos auditores independentesDiscussão e recomendação sobre os honorários dos auditores independentesReuniões de trabalhos conjuntos e sessões reservadas com os auditores independenteControles Internos e Demonstrações FinanceirasAcompanhamento do ambiente dos controles internos para a elaboração das demonstrações financeiras, juntamente com as auditorias externa e internaAnálise da carta de controles internos emitida pela KPMG Auditores Independentes com recomendações de melhorias e discussão com a administração acerca dos planos de ação para endereçamento dos pontos identificadosAcompanhamento periódico e específico dos planos de ação de TI para a implantação de novos controles de gestão de acesso e intervenções em sistemas e bancos de dadosAvaliação da adequação das práticas contábeis e estimativas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras da Companhia Análise e discussão do contencioso fiscal, cível e trabalhista da Companhia e suas controladasRevisão e discussão das premissas utilizadas pela administração da Companhia na elaboração de projeções financeiras para fins de identificação da necessidade de impairment de ativos e recuperabilidade de impostos Análise dos efeitos societários e fiscais decorrentes da incorporação da Oxiteno Nordeste pela Oxiteno S.A.Revisões trimestrais das demonstrações financeiras intermediárias em conjunto com a administração da Companhia e os auditores independentes Revisão das demonstrações financeiras anuais auditadas, relatório da administração e relatório dos auditores independentes, com a presença dos representantes da Companhia e da KPMG Auditores Independentes para a apresentação e discussão de comentários e análises sobre os principais assuntos de auditoria e demais temas relevantes à qualidade e integridade das referidas demonstrações financeirasAuditoria InternaAvaliação da estrutura organizacional e orçamento anual da Diretoria de Riscos, Compliance e AuditoriaAcompanhamento dos resultados dos trabalhos de auditoria interna realizados no período e dos eventuais planos de ação para o encaminhamento das recomendações apresentadasAcompanhamento de auditorias específicas sobre transações com partes relacionadasAvaliação do plano anual de trabalhos de auditoria interna para o exercício de 2020Gestão Integrada de RiscosAnálise da Política Corporativa de Gestão de RiscosRevisão e encaminhamento da nova Matriz Sistêmica de Riscos à aprovação do Conselho de AdministraçãoAnálise da atualização da Matriz de Impacto e V ulnerabilidades dos negócios e da Ultrapar, após a aprovação da nova Matriz Sistêmica de RiscosReunião com o Coordenador do Comitê de Riscos FinanceirosRevisão da Política Corporativa de Gestão de Riscos Financeiros e envio ao Conselho de Administração para aprovaçãoConformidadeAcompanhamento da quantidade, distribuição e tipologia das denúncias recebidas pelo Canal Aberto Ultra Análise e discussão sobre os resultados de apurações de denúncias e das medidas adotadas para o endereçamento dos pontos identificadosAcompanhamento do Programa de Conformidade da CompanhiaAnálise do plano de adequação da Companhia à Lei Geral de Proteção de DadosCONCLUSÃO DO RELATÓRIOConsiderando as responsabilidades do Comitê de Auditoria e Riscos, descritas no Estatuto Social da Companhia e no Regimento Interno do Comitê, com as limitações naturais do alcance de sua atuação nas atividades desenvolvidas, o Comitê expressa a seguinte opinião:A cobertura e qualidade dos trabalhos da auditoria interna são satisfatórios e realizados com adequada independênciaO ambiente de controles internos, as políticas de conformidade e a gestão integrada de riscos são coerentes com o porte e complexidade da CompanhiaAs informações fornecidas pela administração e pelos auditores independentes foram suficientes para as recomendações deste Comitê, não tendo sido identificadas divergências entre as equipes ou perda de independência dos auditores.Com base nos trabalhos e análises efetuados e no relatório sem ressalvas da KPMG Auditores Independentes, o Comitê de Auditoria e Riscos recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das Demonstrações Financeiras da Ultrapar S.A. relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2019.São Paulo, 19 de fevereiro de 2020Flavio Cesar Maia LuzCoordenador do Comitê de Auditoria e RiscosAna Paula Vitali Janes VescoviMembro do Comitê de Auditoria e RiscosJoaquim Pedro Monteiro de Carvalho Collor de MelloMembro do Comitê de Auditoria e RiscosJosé Maurício Pereira CoelhoMembro do Comitê de Auditoria e Riscos

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.