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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017116 páginasCódigo CVM 16101Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 09/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de GAFISA S/A.

GAFISA S/A. · CNPJ 01.545.826/0001-07

Versões deste exercício: v1 (08/03/2018) · v2 (09/03/2018), esta

GAFISA S/A.
CNPJ 01.545.826/0001-07
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
GAFISA S/A.
CNPJ
01.545.826/0001-07
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
116
Ano de referência
2017*
Publicado em
09/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.878.1385.210.089−44,8%
1.01Ativo Circulante1.732.9253.400.200−49,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa28.52729.534−3,4%
1.01.01.01Caixa e Banco28.52729.534−3,4%
1.01.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.01.03Recursos em Custódia de Terceiros00—
1.01.02Aplicações Financeiras118.935223.646−46,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo118.935223.646−46,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda118.935223.646−46,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber484.761722.640−32,9%
1.01.03.01Clientes484.761722.640−32,9%
1.01.03.01.01Clientes de Incorp e Venda de Imóveis469.843701.906−33,1%
1.01.03.01.02Clientes de serviços e construção14.91820.734−28,1%
1.01.03.01.03Outros Valores a Receber00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Demais Contas a receber00—
1.01.04Estoques882.1891.122.724−21,4%
1.01.04.01Imóveis a Comercializar882.1891.122.724−21,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas5.5352.548117,2%
1.01.07.01Despesas pagas antecipadamente e outros5.5352.548117,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes212.9781.299.108−83,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda102.3523.3062.995,9%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas01.189.011−100,0%
1.01.08.02.01Ativos mantidos para venda01.189.011−100,0%
1.01.08.03Outros110.626106.7913,6%
1.01.08.03.01Demais contas a receber58.33249.33618,2%
1.01.08.03.02Partes relacionadas51.89057.455−9,7%
1.01.08.03.03Instrumentos financeiros derivativos4040—
1.02Ativo Não Circulante1.145.2131.809.889−36,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo625.465957.773−34,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber199.317271.322−26,5%
1.02.01.03.01Clientes199.317271.322−26,5%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques339.797592.975−42,7%
1.02.01.04.01Imóveis a Comercializar339.797592.975−42,7%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes86.35193.476−7,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Demais contas a receber e outros64.17258.9178,9%
1.02.01.09.04Partes relacionadas22.17925.529−13,1%
1.02.01.09.05Instrumentos financeiros derivativos09.030−100,0%
1.02.02Investimentos479.126799.911−40,1%
1.02.02.01Participações Societárias479.126799.911−40,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Participação em controladas - ágio00—
1.02.03Imobilizado22.34223.977−6,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação22.34223.977−6,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível18.28028.228−35,2%
1.02.04.01Intangíveis18.28028.228−35,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Ao Conselho de Administração e aos Acionistas da Gafisa S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Gafisa S.A. ("Gafisa" ou "Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas .Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Gafisa S.A. em 31 de dezembro de 2017 o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Gafisa S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil e aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Ênfase - Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos ContábeisConforme descrito na Nota 2.1, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com o IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram, adicionalmente, a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na Nota 2.2.2 (i) b). Nossa opinião não está modificada em função desse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento de Receita - estimativa dos custos de construção e percentual de conclusão da obra ("POC") Nota explicativa 2.2.2 (i) b) das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaA Companhia utiliza o método de Porcentagem de Conclusão ("POC" - "Percentage of completion") para contabilizar as receitas de vendas de imóveis. Devido à relevância dos custos de construção a incorrer, que são base para o reconhecimento de receita, e ao alto grau de julgamento envolvido na determinação do cálculo do percentual de conclusão da obra, que pode impactar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, a implementação e, com base em amostragem, a efetividade operacional dos controles internos chave relacionados à aprovação e acompanhamento das estimativas, índices e premissas utilizados pela Gafisa no cálculo da atualização dos orçamentos de custos de construção individualizados por empreendimento. Com base em uma amostra de empreendimentos, inspecionamos os orçamentos de custos e respectivas aprovações, confrontamos também por amostragem, o valor dos custos incorridos com a respectiva documentação suporte, avaliamos a natureza e razoabilidade das mudanças ocorridas no custo orçado e efetuamos a análise da razoabilidade do percentual de evolução da obra. Com o auxílio de nossos especialistas em avaliação patrimonial avaliamos, por amostragem, o estágio de execução das obras. Avaliamos também a adequação das divulgações em notas explicativas efetuadas pela Companhia. No decorrer de nossa auditoria identificamos ajustes que afetaram a mensuração e a divulgação da receita devido alocação indevida de custos de obra, os quais não foram registrados e divulgados pela administração, por terem sido considerados imateriais.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos aceitável os saldos e valores originados do processo de reconhecimento de receita no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Redução ao valor recuperável ("impairment") de ativos Notas explicativas 2.2.1 (a) e.(f), 2.2.23 e 9 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Gafisa incluem ágios gerados na aquisição de investimentos cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura preparadas pela Companhia com base em seu julgamento e amparado no plano de negócios. Adicionalmente, a Companhia revisa periodicamente sua carteira de contas a receber e estoques com o objetivo de estimar a necessidade de constituição de provisão para perda por redução ao valor realizável de suas operações. A determinação do impairment das contas a receber e estoques é documentada em políticas internas e exige, por sua natureza, a utilização de julgamentos e premissas por parte da Companhia. Devido à relevância do valor do ágio, das contas a receber e dos estoques e ao alto grau de julgamento para a determinação das premissas relacionadas ao teste de impairment desses ativos que pode impactar os valores reconhecidos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significat ivo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, a implementação e, com base em amostragem, a efetividade operacional dos controles internos chave relacionados à aprovação e registro das perdas por redução ao valor recuperável (impairment) sobre as contas a receber, estoques e os ágios gerados na aquisição de investimentos. Para ágios gerados na aquisição de investimentos, analisamos, com suporte técnico de nossos especialistas em finanças corporativas, a razoabilidade e consistência dos dados e premissas, tais como taxas de crescimento e de desconto utilizados nos demonstrativos de cálculo do valor recuperável elaborados pela Companhia, bem como, os planos de negócios, orçamentos, projeções de fluxo de caixa e estudos técnicos que suportam esses demonstrativos, aprovados pelo Conselho de administração e comparamos o valor recuperável com o valor contábil do ágio e os respectivos ativos identificados. Avaliamos a razoabilidade dos critérios, premissas e dados utilizados pela Companhia para mensurar as perdas por impairment das contas a receber avaliadas de forma coletiva, incluindo o recálculo matemático das provisões para perdas e avaliação do histórico de inadimplência das contas a receber. Para os estoques, com base em uma amostra, analisamos a documentação e as premissas que suportam a decisão da Companhia quanto ao valor realizável desses ativos, incluindo a comparação das estimativas com o histórico dos preços praticados nas vendas de unidades imobiliárias e cotações independentes do valor dos terrenos. Avaliamos também a adequação das divulgações em notas explicativas efetuadas pela Companhia.No decorrer de nossa auditoria identificamos certos ajustes que foram registrados pela Administração. Também, identificamos certos ajustes, que afetariam a mensuração e a divulgação do contas a receber, os quais não foram registrados, pois foram considerados imateriais pela Administração.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos aceitáveis os saldos dos ágios, contas a receber e estoques no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Provisões e passivos contingentes - fiscais, trabalhistas e cíveis Notas explicativas 2.2.1 d), 2.2.23 i) e 16 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaA mensuração, reconhecimento e divulgação das Provisões e Passivos Contingentes requer julgamento profissional da Gafisa. A classificação de riscos de tais processos envolve julgamentos significativos que podem resultar em impactos relevantes sobre o valor reconhecido nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, incluindo suas divulgações e sobre o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação e mensuração das Provisões e Passivos Contingentes consideramos esse como um principal assunto de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, a implementação e, com base em amostragem, a efetividade operacional dos controles internos chave relacionados à identificação, avaliação, mensuração e divulgação das Provisões e Passivos Contingentes. Adicionalmente, solicitamos e analisamos as cartas-respostas de confirmação dos consultores externos da Companhia e avaliamos a suficiência das provisões reconhecidas e dos valores de contingências divulgados, a razoabilidade dos critérios e premissas utilizados na metodologia de mensuração dos valores provisionados e/ou divulgados, considerando ainda a avaliação dos assessores jurídicos internos e externos da Gafisa, bem como dados e informações históricas. Analisamos também a adequação das divulgações da Companhia em relação às informações sobre a natureza, exposição e os valores dos riscos sobre os principais processos envolvendo a Gafisa.No decorrer de nossa auditoria identificamos ajustes que afetaram a mensuração e a divulgação da provisão para contingências, os quais não foram registrados e divulgados pela administração, por terem sido considerados imateriais.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima sumarizados, consideramos aceitáveis o nível de provisionamento e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Transação de venda e distribuição de ativo e de ações da Construtora Tenda S.A. aos próprios acionistas Nota explicativa 1 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaEm 22 abril de 2017 encerrou-se o prazo para oposição dos credores em relação à redução de capital da Companhia, conforme aprovado em Assembleia Geral Extraordinária, condição para a conclusão da transação de venda e distribuição de ativo e de ações da Construtora Tenda S.A. aos próprios acionistas, e que ensejou a remensuração a valor justo da referida transação. Devido tratar-se de um fato relevante no exercício, não usual e com impactos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, identificamos essa transação como um principal assunto de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, reuniões periódicas com a Companhia e o Comitê de Auditoria e leitura de ato societário para compreender o impacto da conclusão da transação nas Demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 31 de dezembro de 2017. Com o suporte técnico de nossos especialistas em finanças corporativas, analisamos a razoabilidade e consistência da mensuração do valor justo da parcela das ações distribuídas aos acionistas e a liquidação financeira (mediante a verificação dos extratos bancários) da parcela das ações alienadas. Avaliamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos aceitáveis a mensuração do valor justo das ações distribuídas referente a venda e distribuição de ativo e de ações da Construtora Tenda S.A. aos próprios acionistas no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Gafisa é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 08 de março de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Giuseppe MasiContador CRC 1SP176273/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasD E C L A R A Ç Ã OOs Diretores da Gafisa S.A., inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 01.545.826/0001-07, com sede na Avenida das Nações Unidas, nº 8.501, 19º andar, Pinheiros, São Paulo-SP, declaram para os fins do disposto no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que:i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017 eii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 08 de março de 2018.GAFISA S.A.A Diretoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesD E C L A R A Ç Ã OOs Diretores da Gafisa S.A., inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 01.545.826/0001-07, com sede na Avenida das Nações Unidas, nº 8.501, 19º andar, Pinheiros, São Paulo-SP, declaram para os fins do disposto no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que:i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017 eii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 08 de março de 2018.GAFISA S.A.A Diretoria

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da Gafisa S.A. ("Companhia") abaixo assinados, no exercício da atribuição que lhes é conferida pelo Art. 163 da Lei nº 6.404/76, após examinarem o relatório de administração e as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2017, acompanhadas das Notas Explicativas e do Parecer dos Auditores Independentes (os "Documentos"), opinaram favoravelmente com relação aos Documentos e manifestaram-se favoravelmente pela sua aprovação em Assembleia Geral Ordinária de Acionistas da Companhia a ser convocada.O Parecer do Conselho Fiscal foi assinado por Olavo Fortes Campos Rodrigues Júnior, Peter Edward Cortes Marsden Wilson e Laiza Fabiola Martins de Santa Rosa. São Paulo, 8 de março de 2018.Olavo Fortes Campos Rodrigues JuniorPeter Edward Cortes Marsden WilsonLaiza Fabiola Martins de Santa Rosa

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.