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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201048 páginasCódigo CVM 8540Versão 1Recebida em 01/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO

MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO · CNPJ 33.040.601/0001-87

MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO
CNPJ 33.040.601/0001-87
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO
CNPJ
33.040.601/0001-87
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
48
Ano de referência
2010*
Publicado em
01/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total325.683390.864−16,7%
1.01Ativo Circulante157.811190.054−17,0%
1.01.01Disponibilidades58343−83,1%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez3.0414.100−25,8%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto3.0414.100−25,8%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários5.5746.179−9,8%
1.01.03.01Carteira Própria5.5746.179−9,8%
1.01.04Relações Interfinanceiras00—
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito134.228170.719−21,4%
1.01.06.01Operações de Crédito - Setor Privado139.636183.837−24,0%
1.01.06.02(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−5.408−13.11858,8%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos12.6885.448132,9%
1.01.08.01Rendas a Receber00—
1.01.08.02Créditos Tributários3.7344.990−25,2%
1.01.08.03Títulos e Créditos a Receber00—
1.01.08.04Adiantamentos e Antecipações Salariais610−40,0%
1.01.08.05Pagamentos a Ressarcir0383−100,0%
1.01.08.06Devedores por Compra de Valores e Bens00—
1.01.08.07Impostos a Compensar8.9280—
1.01.08.08Outros2065−69,2%
1.01.08.09(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)00—
1.01.09Outros Valores e Bens2.2223.265−31,9%
1.01.09.01Outros Valores e Bens1.0601.0134,6%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorizações)0−7100,0%
1.01.09.03Despesas Antecipadas1.1622.259−48,6%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo163.603196.464−16,7%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários4.1198.533−51,7%
1.02.02.01Carteira Própria4.1198.533−51,7%
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito120.419149.619−19,5%
1.02.05.01Operações de Crédito - Setor Privado125.271160.970−22,2%
1.02.05.02(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−4.852−11.35157,3%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos38.22136.1105,8%
1.02.07.01Créditos Tributários7.64013.170−42,0%
1.02.07.02Devedores por Compra de Valores e Bens00—
1.02.07.03Devedores por Depósitos em Garantia11.28913.258−14,9%
1.02.07.04Pagamentos a Ressarcir6.5616.3912,7%
1.02.07.05Títulos e Créditos a Receber3.6463.29110,8%
1.02.07.06Impostos a Compensar9.0850—
1.02.07.07(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)00—
1.02.08Outros Valores e Bens8442.202−61,7%
1.02.08.01Despesas Antecipadas8442.202−61,7%
1.03Ativo Permanente4.2694.346−1,8%
1.03.01Investimentos4.0083.9930,4%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas3.8713.8390,8%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos1.3331.345−0,9%
1.03.01.05Provisão para Perdas−1.196−1.191−0,4%
1.03.02Imobilizado de Uso172225−23,6%
1.03.02.01Outras Imobilizações de Uso4404390,2%
1.03.02.02(Depreciações Acumuladas)−268−214−25,2%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível82114−28,1%
1.03.04.01Ativos Intangíveis1641640,0%
1.03.04.02(Amortização Acumulada)−82−50−64,0%
1.03.05Diferido714−50,0%
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão15150,0%
1.03.05.02(Amortização Acumulada)−8−1−700,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2010Aos administradores e acionistasMercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e InvestimentosExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, ("MBF") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos nessa data, bem como e as demonstrações financeiras consolidadas da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos e suas controladas ("MBF Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2010, e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Financeira é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeira da Financeira para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Financeira. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos e da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos e suas controladas em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício e semestre findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotaas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos também a demonstração individual e consolidada do valor adicionado (DVA) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelo Banco Central do Brasil, que não requer a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Belo Horizonte, 14 de fevereiro de 2011PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" MGCarlos Augusto da SilvaContador CRC 1SP197007/O-2 "S" MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em cumprimento ao disposto no art. 25, incisos VI da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, os Diretores da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Financeira, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010. Belo Horizonte, 17 de fevereiro de 2011.Diretor PresidenteMauricio de Faria AraujoDiretoresAthaíde Vieira dos SantosLuiz Henrique Andrade de AraújoMilton Loureiro JúniorPaulo Henrique Martins da Costa Esteves Casaes Diretor de Relações com Investidores Athaíde Vieira dos Santos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECERDOS AUDITORES INDEPENDENTES Em cumprimento ao disposto no art. 25, incisos V da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, os Diretores da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, resultante do procedimento de auditoria realizado nas referidas demonstrações da Financeira, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010. Belo Horizonte, 17 de fevereiro de 2011.Diretor PresidenteMauricio de Faria AraujoDiretoresAthaíde Vieira dos SantosLuiz Henrique Andrade de AraújoMilton Loureiro JúniorPaulo Henrique Martins da Costa Esteves CasaesDiretor de Relações com Investidores Athaíde Vieira dos Santos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, tendo examinado o Relatório da Administração, as demonstrações financeiras relativas ao segundo semestre de 2010 e o Estudo Técnico de Expectativa de Geração de Lucros Tributáveis Futuros, que tem como objetivo a realização dos Créditos Tributários, trazidos a valor presente, de acordo com a Instrução CVM nº 371/02, Resoluções nºs 3.059/02 e 3.355/06 do Conselho Monetário Nacional e Circular nº 3.171/02 do Banco Central do Brasil, são de opinião que as citadas peças, examinadas à luz da legislação societária vigente, refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Sociedade, opinando por sua aprovação pela Assembléia Geral. Belo Horizonte, 17 de fevereiro de 2011.CONSELHO FISCALJosé Aloísio Martins AlvesMaria Teresa Netto BorgesVirgílio Horácio de Paiva Abreu

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.