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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201140 páginasCódigo CVM 15083Versão 1Recebida em 29/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 00.354.053/0001-00

KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 00.354.053/0001-00
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
00.354.053/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
40
Ano de referência
2011*
Publicado em
29/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total98.843105.689−6,5%
1.01Ativo Circulante43.46744.686−2,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.2121.307−7,3%
1.01.02Aplicações Financeiras90—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo90—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2.5982.06026,1%
1.01.03.01Clientes2.5982.06026,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques7.6857.1687,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar28.72930.105−4,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar28.72930.105−4,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes3.2344.046−20,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros3.2344.046−20,1%
1.01.08.03.01Contas a Receber Venda de Imóveis00—
1.01.08.03.02Arrematação de Imóveis2.1202.967−28,5%
1.01.08.03.03Outros Créditos1.1141.0793,2%
1.02Ativo Não Circulante55.37661.003−9,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo16.43718.938−13,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais00—
1.02.02Investimentos110,0%
1.02.02.01Participações Societárias110,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias110,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado38.74841.848−7,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação38.74841.848−7,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível190216−12,0%
1.02.04.01Intangíveis190216−12,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Conselheiros e Administradores das Lojas Arapuã S.A.São Paulo - SP:Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas das Lojas Arapuã S.A. ("Empresa"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração destas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre estas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independente se causada por fraude ou erro. Nesta avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia destes controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião sem ressalva.Opinião sem ressalva sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira das Lojas Arapuã S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sem ressalva sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada das Lojas Arapuã S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatorio financeiro (IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na Nota Explicativa n° 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaborada de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso das Lojas Arapuã, essas práticas diferem das de IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Conforme descrito na Nota Explicativa nº 1, a Companhia obteve, em 1998, o benefício legal da concordata preventiva. Diversos desdobramentos judiciais ocorreram ao longo da década de 2000 em virtude das contestações ao plano da concordada por parte de alguns credores, bem como do pedido de falência impetrado por esses credores. Em 2009, não obstante contestação judicial de determinados credores, a Companhia obteve o direito ao processamento de seu pedido de recuperação judicial. Em 16 de dezembro de 2011 foi aprovado, em Assembleia de credores, por maioria, o plano de recuperação judicial das Lojas Arapuã S.A., o qual foi homologado na justiça em 13 de fevereiro de 2012. Em 31 de dezembro de 2011, a Companhia apresentava uma situação financeira e patrimonial deficitária, inclusive com passivo a descoberto, gerando dúvidas quanto à sua possibilidade de continuar em operação. As demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia e não incluem quaisquer ajustes às contas de ativo e passivo que poderiam ser requeridos no caso de eventual paralisação das suas operações. Essas demonstrações financeiras também não contemplam os ajustes contábeis que decorrem dos termos aprovados no plano de recuperação judicial homologado em 13 de fevereiro de 2012, uma vez que as demonstrações financeiras foram autorizadas para emissão pela diretoria da Companhia em 10 de fevereiro de 2012, quando também já haviam sido encerrados os trabalhos dos auditores independentes.Outros assuntos Demonstração dos valores adicionadosExaminamos também a Demonstração dos Valores Adicionados (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para as companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAs demonstrações financeiras das Lojas Arapuã S.A., referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, foram examinadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório em 28 de março de 2011 sobre essas demonstrações financeiras, sem ressalva. São Paulo, 10 de fevereiro de 2012.Marcos Venicio SanchesContador CRC 1SP-218.030/O-9Grant Thornton Auditores Independentes CRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o inciso VI do Art. 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia, referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2.011.São Paulo, 10 de fevereiro de 2.012.Antônio Carlos Caio Simeira Jacob - Diretor PresidenteMassaru Kashiwagi - Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o inciso V do Art. 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes referente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2.011.São Paulo, 10 de fevereiro de 2.012.Antônio Carlos Caio Simeira Jacob - Diretor PresidenteMassaru Kashiwagi - Diretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.