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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2021221 páginasCódigo CVM 18821Versão 1Recebida em 24/02/2022valores em R$ mil

DFP 2021 de MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. · CNPJ 02.846.056/0001-97

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ 02.846.056/0001-97
DFP 2021
Exercício 2021
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Metadados

Empresa
MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ
02.846.056/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
221
Ano de referência
2021*
Publicado em
24/02/2022 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:42

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202131/12/2020Var.
1Ativo Total41.356.44433.448.62023,6%
1.01Ativo Circulante7.909.4568.128.080−2,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.593.6003.548.98729,4%
1.01.02Aplicações Financeiras1.185.8052.658.296−55,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado1.185.8052.658.296−55,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras1.087.0182.632.188−58,7%
1.01.02.01.05Aplicações Financeiras - conta reserva98.78726.108278,4%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber1.396.6351.213.77215,1%
1.01.03.01Clientes1.396.6351.213.77215,1%
1.01.03.01.01Contas a Receber1.395.0411.210.84415,2%
1.01.03.01.02Contas a Receber de Partes Relacionadas1.5942.928−45,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar192.816185.9263,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas65.99647.17639,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes474.604473.9230,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros474.604473.9230,1%
1.01.08.03.01Contas a Receber com Operações de Derivativos4.98839.329−87,3%
1.01.08.03.03Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão278.680278.6800,0%
1.01.08.03.04Adiantamentos a Fornecedores17.47717.1841,7%
1.01.08.03.05Outros Créditos173.459138.73025,0%
1.02Ativo Não Circulante33.446.98825.320.54032,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo10.113.6977.051.32843,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado47.01853.570−12,2%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber6.537.1023.503.73486,6%
1.02.01.04.01Clientes6.537.1023.503.73486,6%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos928.206908.8042,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos928.206908.8042,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas541611−11,5%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas207.301188.9629,7%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.393.5292.395.647−0,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Contas a Receber com Operações de Derivativos251.88735.121617,2%
1.02.01.10.04Tributos a Recuperar120.952125.117−3,3%
1.02.01.10.05Pagamentos Antecipados Relacionadas a Concessão1.833.9342.112.613−13,2%
1.02.01.10.06Depósitos Judiciais e Outros118.94880.80947,2%
1.02.01.10.07Adiantamento a Fornecedores00—
1.02.01.10.08Estoque67.80841.98761,5%
1.02.02Investimentos848.796791.6927,2%
1.02.02.01Participações Societárias848.796791.6927,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.136.6701.171.478−3,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação840.427840.0560,0%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento157.352155.5061,2%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento138.891175.916−21,0%
1.02.04Intangível21.347.82516.306.04230,9%
1.02.04.01Intangíveis21.347.82516.306.04230,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível19.928.85015.152.69031,5%
1.02.04.01.03Infraestrutura em construção1.418.9751.153.35223,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos acionistas, Conselheiros e Administradores da CCR S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da CCR S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2021 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2021, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros relacionados à concessão - individual e consolidadoVeja as Notas 2 (i), 12 e 14 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaEm 31 de dezembro de 2021, a Companhia reconheceu nas suas demonstrações financeiras consolidadas ativos não financeiros relacionados à contratos de concessão.Devido a observações de indicadores sobre a desvalorização dos valores contábeis desses ativos não financeiros em determinadas controladas e controladas em conjunto consideradas como componentes significativos, a Companhia estimou o valor recuperável com base no valor em uso ou valor justo menos custo de venda, dos dois o maior, das suas unidades geradoras de caixa (UGCs) às quais esses ativos estão alocados. A determinação do valor em uso das UGCs, é baseado em fluxos de caixas esperados, descontados a valor presente com base em projeções econômico-financeiras, que leva em consideração o orçamento aprovado pela Companhia, na data da avaliação até a data final do prazo de concessão, envolvendo o uso de premissas, tais como: (i) volume de tráfego/usuários dos projetos de infraestrutura detidos, (ii) índices que reajustam as tarifas (iii) crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e a respectiva elasticidade ao PIB do negócio (iv) custos operacionais (v) inflação (vi) investimento de capital (vii) taxas de descontos e (viii) reequilíbrios contratuais. Consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria devido às incertezas relacionadas as premissas utilizadas para estimar o valor recuperável das UGCs que possuem risco significativo de resultar em um ajuste material nos saldos das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram mas não e limitaram a:- Avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamentos e análises ao valor recuperável disponibilizadas pela Companhia - Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas de finanças corporativas:(i) se a estimativa do valor recuperável das UGCs foi elaborada de forma consistente com as práticas e metodologias de avaliação normalmente utilizadas nos fluxos de caixa e na estimativa da taxa de desconto(ii) se as premissas utilizadas para estimar o valor em uso das UGCs estão fundamentadas em dados históricos e/ou de mercado e são condizentes com o orçamento aprovado pela Administração da Companhia(iii) se os dados base são provenientes de fontes confiáveis (iv) se os cálculos matemáticos estão adequados(v) confirmação dos dados técnicos com a Administração e(vi) se os resultados da estimativa do valor recuperável estão razoáveis quando comparados com um cálculo independente.- Avaliação se as divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas consideram informações relevantes.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que são aceitáveis as estimativas utilizadas para determinar o valor recuperável dos ativos não financeiros relacionados à concessão, bem como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos - individual e consolidadoVeja as Notas 2(n) e 9 (b) das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaEm 31 de dezembro de 2021, a Companhia reconheceu nas suas demonstrações financeiras consolidadas imposto de renda e contribuição social diferidos decorrentes de diferenças temporárias, prejuízos fiscais acumulados e base negativa da contribuição social. Tais saldos devem ser reconhecidos na medida em que seja provável que estarão disponíveis lucros tributáveis futuro contra os quais as diferenças temporárias, os prejuízos fiscais acumulados e a base negativa da contribuição social possam ser utilizados. As estimativas dos lucros tributáveis futuros são preparadas pela Companhia fundamentadas em estudo técnico de viabilidade que contemplam premissas que são afetadas por condições futuras esperadas da economia e do mercado, além das premissas de crescimento decorrente de cada atividade operacional da Companhia, tais como: (i) volume de tráfego/ passageiros (ii) taxas de inflação esperada e (iii) reduções ou crescimentos econômicos.Consideramos este assunto como significativo para a nossa auditoria, devido às incertezas relacionadas as premissas utilizadas para estimar os lucros tributáveis futuros que possuem risco significativo de resultar em ajustes materiais nos saldos das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, mas não se limitaram a:- Avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios e orçamentos disponibilizados pela Companhia. - Avaliação, com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas:(i) se o estudo técnico preparado pela Administração da Companhia foi elaborado de forma consistente com as práticas e metodologias de avaliação normalmente utilizadas(ii) se as premissas utilizadas no estudo técnico preparado pela Companhia são fundamentados em dados históricos e/ou de mercado e são condizente com o orçamento aprovado pela Administração da Companhia(iii) se os dados base são provenientes de fontes confiáveis (iv) se os cálculos matemáticos estão adequados(v) confirmação dos dados técnicos com a Administração e(vi) se os resultados do estudo técnico preparado pela Companhia estão razoáveis quando comparados com um cálculo independente.- Avaliação, com o auxílio de nossos especialistas em tributos diretos:(i) se as adições e exclusões estão de acordo com a legislação tributária(ii) recalculo matemático da apuração do imposto de renda e contribuição social diferidos.- Avaliação se as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideram as informações relevantes. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis as premissas utilizadas na determinação do lucro tributável futuro e valor do imposto de renda e contribuição social diferidos, assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021.Termo Aditivo Preliminar Coletivo n° 1 - individual e consolidadoVeja a Nota 14 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaConforme nota explicativa 14, em 29 de junho de 2021, foi assinado o Termo Aditivo Preliminar Coletivo no 1 referente aos contratos de concessões das Companhias Autoban, ViaOeste e SPvias que resultou no pagamento de R$ 1.200.000 mil devido a ocorrência de eventos de desequilíbrios econômico-financeiros em favor do Poder Concedente. Como os desequilíbrios estão relacionados ao direito do operador cobrar uma taxa dos usuários dos serviços públicos, a Companhia aplicou o modelo do ativo intangível e reconheceu a transação de acordo com o CPC 04/IAS 38 da seguinte forma: (i) despesas de R$ 531.437 mil referentes ao período já incorrido do contrato de concessão e (ii) um ativo intangível no valor de R$ 668.563 mil referente ao período remanescente do contrato de concessão. Esse tema foi considerado significativo para a nossa auditoria devido: (i) ao julgamento exercido pela Companhia na aplicação da política contábil que tem efeitos significativos sobre os valores reconhecidos dos desequilíbrios econômico-financeiros nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e (ii) o grau de habilidade e conhecimento necessário para tratar e avaliar o resultado desse assunto.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria envolveram, entre outros:- leitura do Termo Aditivo Preliminar Coletivo nº1 e sua aplicabilidade ao CPC 04/IAS 38, incluindo o envolvimento de membros com conhecimento especializado necessário para aplicar a política contábil e avaliar os respectivos resultados.- confronto dos valores reconhecidos nas demonstrações financeiras com os valores acordados no Termo Aditivo.- recálculo com base no prazo incorrido e a incorrer dos montantes registrados no resultado do exercício e no ativo intangível da Companhia.- Avaliação se as divulgações nas demonstrações financeiras, estão de acordo com os requerimentos das normas contábeis aplicáveis e consideram todas as informações relevantes.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o reconhecimento e a divulgação desses desequilíbrios econômico-financeiros, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021.Infraestrutura da concessão - Reequilíbrio Linha 4 - individual e consolidadoVeja a Nota 8 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaConforme nota explicativa 8, em 23 de março de 2021, foi assinado o 6º e 7º Termo Aditivo entre a ViaQuatro e o Poder Concedente que resultou, no reconhecimento inicial de uma receita de R$ 947.690 mil relacionado ao 6º Termo Aditivo e R$ 91.607 mil relacionado ao 7º Termo Aditivo devido ao reequilíbrio dos atrasos na conclusão das obras da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo.Como o reequilíbrio está relacionado ao direito do operador receber os referidos montantes do Poder Concedente, a Companhia aplicou o modelo do ativo financeiro e reconheceu a transação como um aumento da receita uma vez que o valor a receber do poder concedente é parte do preço de transação do contrato de concessão.Esse tema foi considerado significativo para a nossa auditoria devido: (i) ao julgamento exercido pela Companhia na aplicação da política contábil que tem efeitos significativos sobre os valores reconhecidos dos reequilíbrios econômico-financeiros nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e (ii) o grau de habilidade e conhecimento necessário para tratar e avaliar o resultado desse assunto.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria envolveram, entre outros:- a leitura e avaliação do 6º e 7º Termos Aditivos e sua aplicabilidade ao CPC 04/IAS 38, incluindo o envolvimento de membros com conhecimento especializado necessário para aplicar a política contábil e avaliar os respectivos resultados.- confronto dos valores reconhecidos nas demonstrações financeiras como receitas e ativo financeiro.- Avaliação se as divulgações nas demonstrações financeiras, estão de acordo com os requerimentos das normas contábeis aplicáveis e consideram todas as informações relevantes.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o reconhecimento e a divulgação desse reequilíbrio econômico-financeiros, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas interna cionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 24 de fevereiro de 2022.KPMG Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP014428/O-6Wagner BottinoContador CRC 1SP196907/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº. 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da KPMG Auditores Independentes ("KPMG") sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido nesta data, e com as Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021.São Paulo/SP, 24 de fevereiro de 2022. MARCO ANTONIO SOUZA CAUDURODIRETOR PRESIDENTE PEDRO PAULO ARCHER SUTTERDIRETOR VICE-PRESIDENTE DE GOVERNANÇA, RISCOS, COMPLIANCE E AUDITORIA (GRC+A)WALDO EDWIN PEREZ LESKOVARDIRETOR FINANCEIRO E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESGUSTAVO MARQUES DO CANTO LOPES DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO DE NOVOS NEGÓCIOSCRISTIANE ALEXANDRA LOPES GOMES DIRETORA DE NEGÓCIOSEDUARDO SIQUEIRA MORAES CAMARGODIRETOR DE NEGÓCIOSFÁBIO RUSSO CORRÊA DIRETOR DE NEGÓCIOSMÁRCIO MAGALHÃES HANNASDIRETOR DE NEGÓCIOSMARCIO YASSUHIRO IHADIRETOR DE GLOBAL BUSINESS SERVICES (GBS)ROBERTO PENNA CHAVES NETODIRETOR JURÍDICO E DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAISANTONIO DE TOLEDO MENDES PEREIRA FILHO DIRETOR DE COMUNICAÇÃO E SUSTENTABILIDADELUIZ ANDRÉ MELLO THOMÉ DE SOUZADIRETOR DE GENTE E GESTÃO

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº. 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da KPMG Auditores Independentes ("KPMG") sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido nesta data, e com as Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021.São Paulo/SP, 24 de fevereiro de 2022. MARCO ANTONIO SOUZA CAUDURODIRETOR PRESIDENTE PEDRO PAULO ARCHER SUTTERDIRETOR VICE-PRESIDENTE DE GOVERNANÇA, RISCOS, COMPLIANCE E AUDITORIA (GRC+A)WALDO EDWIN PEREZ LESKOVARDIRETOR FINANCEIRO E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESGUSTAVO MARQUES DO CANTO LOPES DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO DE NOVOS NEGÓCIOSCRISTIANE ALEXANDRA LOPES GOMES DIRETORA DE NEGÓCIOSEDUARDO SIQUEIRA MORAES CAMARGODIRETOR DE NEGÓCIOSFÁBIO RUSSO CORRÊA DIRETOR DE NEGÓCIOSMÁRCIO MAGALHÃES HANNASDIRETOR DE NEGÓCIOSMARCIO YASSUHIRO IHADIRETOR DE GLOBAL BUSINESS SERVICES (GBS)ROBERTO PENNA CHAVES NETODIRETOR JURÍDICO E DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAISANTONIO DE TOLEDO MENDES PEREIRA FILHO DIRETOR DE COMUNICAÇÃO E SUSTENTABILIDADELUIZ ANDRÉ MELLO THOMÉ DE SOUZADIRETOR DE GENTE E GESTÃO

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da CCR S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo 163 da Lei das Sociedades por Ações, em reunião realizada nesta data, procederam ao exame e análise do Relatório Anual da Administração e das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021 ("Demonstrações Financeiras") e da proposta de destinação dos resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021 e, com base nas informações prestadas pela KPMG Auditores Independentes ("KPMG") sobre as Demonstrações Financeiras, manifestam-se, por unanimidade, favoravelmente às referidas demonstrações, bem como à proposta de destinação de resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021, que estão em plenas condições de serem votados pela Assembleia Geral de Acionistas da Companhia.São Paulo/SP, 23 de fevereiro de 2022. Bruno Gonçalves SiqueiraAdalgiso Fragoso de FariaPiedade Mota da Fonseca

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA E COMPLIANCE DA CCR DE 2021O Comitê de Auditoria e Compliance da CCR ("CAC") é órgão estatuário de caráter permanente, de assessoramento ao Conselho de Administração cujos objetivos incluem zelar pela qualidade e integridade dos relatórios financeiros, e da adequação dos controles internos da Companhia, tratar de questões relacionadas a Compliance e operações com Partes Relacionadas, assegurar a independência e objetividade dos auditores externos e internos, e que a política e a estratégia de gerenciamento de riscos reflitam a visão do Conselho de Administração. Com a decisão do Conselho de Administração de extinguir o Comitê de Riscos e Reputação, o monitoramento da gestão de riscos passará a ser integralmente feita pelo CAC.O CAC baseia o seu julgamento e forma suas opiniões considerando as informações recebidas das diretorias envolvidas na preparação das demonstrações financeiras e nos controles internos, dos auditores internos, dos auditores internos terceirizados e dos auditores externos.É formado por cinco membros, sendo três conselheiros de administração titulares (que atendem aos requisitos de independência da Instrução CVM nº308/99) e dois conselheiros suplentes. O CAC se reuniu onze vezes no período de março de 2021 e fevereiro de 2022.Atividades do CAC - Auditoria Interna, Compliance e demais temas relacionadosAo longo do período entre março de 2021 e fevereiro de 2022, o CAC reuniu-se em dez ocasiões diferentes com diretores e colaboradores das várias unidades de negócios e companhias brasileiras e estrangeiras controladas do Grupo CCR, com os Auditores Internos Corporativos e com os auditores internos terceirizados (E&Y) para discutir o funcionamento das respectivas áreas sob auditoria, eventuais deficiências em seus processos de trabalho e sistemas de controle, os planos de ação e seu acompanhamento. Foram realizadas sessões privativas com a Auditoria Interna Corporativa e com a E&Y em quatro ocasiões. O Plano de Auditoria recomendado pelo CAC e aprovado pelo Conselho de Administração da CCR para o ano de 2021 manteve o mesmo volume de horas de trabalho e número de processos auditados em 2019 (tendo em vista que 2020 foi um ano atípico em virtude da pandemia). Apesar das dificuldades trazidas pela pandemia ao longo do ano, o Plano de Auditoria aprovado foi substancialmente concluído, incluindo diversas auditorias no exterior. A Auditoria Interna Corporativa e a E&Y apresentaram os resultados para os seguintes processos que foram objeto de auditoria no período:Relatórios de Auditoria Interna discutidos:oGrupo CCR - Assessment do Plano de Contingência COVID-19 - CorporativooBH Airport - Relação Órgãos Públicos oRodoNorte - Gestão Contratual de Fornecedores (Obras) e Reequilíbrio Contratual com Fornecedores (Obras) oGrupo CCR - Gestão de Parcerias e Formação de ConsórciosoRodoNorte - Avaliação dos Controles Internos do Programa de ComplianceoGrupo CCR - Avaliação do Programa de ComplianceoQuiport - Receita Tarifária e ComercialoGrupo CCR - Reteste da Audiotoria de Relacionamento com Associações de Classe e SindicatosoGBS Tecnologia - Atendimento à LGPDoViaQuatro - Gestão de Contratos de ImportaçãooGrupo CCR - Gestão de Meio Ambiente e SaúdeoGrupo CCR - Níveis de Alçada de AprovaçãooGBS Tecnologia - Programa de Segurança da InformaçãooGrupo CCR - Contratação e Gestão de Consultorias oGrupo CCR - Remuneração Variável e BonificaçãooGrupo CCR - Tesouraria, Gestão de Empréstimos e Financiamentos oGrupo CCR - Gestão de Talentos - PLRoBH Airport - Plano de Contingência (Gestão de Crise e Continuidade dos negócios)oQuiport - Requisition to PaymentoAeris - Requisition to PaymentoTAS - Governança, Gestão e Controles InternosoCCR USA - Governança, Gestão e Controles InternosoProcessos e Controles de Impostos Diretos e IndiretosoCuraçao - Assessment GeraloGrupo CCR - Auditoria Contínua de Arrecadação (7 rodovias)O CAC discutiu os resultados das auditorias dos processos acima com os Auditores Internos Corporativos, com a E&Y e com os diretores e gestores das respectivas divisões e companhias controladas, e tomou conhecimento dos planos de ação para mitigar eventuais deficiências nos controles. Ao final de cada uma dessas reuniões, o CAC acompanhou os planos de ação decorrentes de pontos levantados em auditorias anteriores, tomando, também, conhecimento dos testes de efetividade realizados para os planos de ação implementados.Foram realizadas, adicionalmente às realizadas com a presença da E&Y, sessões específicas com a área de Auditoria Interna Corporativa e as áreas responsáveis e nas quais foram apresentados relatórios desenvolvidos a partir de demandas específicas do CAC, derivados dos planos de ação acordados nos relatórios de auditoria elaborados pelos auditores internos. Além de acompanhar o resultado das auditorias dos processos acima, o CAC acompanhou periodicamente os seguintes assuntos:Temas de Compliance em pauta recorrente:oPrograma de Compliance 2.0 oProcesso de Monitoramento de ComplianceoResultado da Pesquisa do Programa de Compliance na CCR RodoNorteoImplementação das Recomendações do Monitor Independente RodoNorte oIndicadores e relatos relevantes do canal confidencial CCR (Canal de Denúncia), não tendo havido denúncia que pudesse afetar materialmente o Grupo CCR.Demais temas relacionados também cobertos pelo CAC:oRevisão da Matriz de Riscos CorporativosoResultado da Pesquisa de Avaliação dos Processos de Auditoria Interna e ExternaoTransações entre Partes RelacionadasoAvaliação do Processo de conflito de interesseoMelhoria dos processos de fechamento das Demonstrações FinanceirasoContabilização de ativos e passivos decorrentes de compromissos assumidos perante o Poder Concedente no Acordo Preliminar de São Paulo e no Aditivo Contratual da MSViaoControles Internos para o processo de LGPDoApreciação de PolíticasCom base nas informações prestadas pela Diretoria Executiva, por gestores do Grupo CCR, pela Auditoria Interna Corporativa e pela E&Y, o CAC considerou satisfatório o resultado das auditorias de processos internos da CCR e os seus planos de remediação para o período de março de 2021 a fevereiro de 2022. Membros do CAC bem como o Coordenador reuniram-se com o Monitor Independente RodoNorte ao longo do ano para discutir o progresso na implementação do programa de Compliance 2.0 e planos de ação.Atividades do CAC - Auditoria ExternaO CAC reuniu-se em quatro ocasiões, entre março de 2021 e fevereiro de 2022, com diretores e equipes dos Auditores Externos, KPMG Auditores Independentes ("Auditores Externos"), incluindo sessões privativas. Os Auditores Externos apresentaram ao CAC o escopo, os principais procedimentos de auditoria realizados e os pontos identificados como relevantes durante os trabalhos de auditoria para o fechamento das demonstrações financeiras intermediárias e anual. Entre as áreas de foco do trabalho executado pelos auditores externos estão a redução ao valor recuperável de ativos não financeiros relacionados às concessões, a recuperabilidade do imposto de renda e contribuição social diferidos, os diversos acordos fechados pela Companhia com diferentes Poderes Concedentes além de uma sessão específica sobre controles ITGC.O CAC avaliou a independência dos Auditores Externos e não identificou qualquer situação que pudesse prejudicá-la. Os membros do CAC, no exercício de suas atribuições, conforme previsto no Estatuto Social da CCR e no Regimento Interno do Conselho de Administração e Comitês de Assessoramento, procederam ao exame das demonstrações financeiras, acompanhadas do parecer dos auditores independentes, e, considerando as informações prestadas pela Diretoria Executiva da Companhia e pelos Auditores Externos, opinaram, por unanimidade, por recomendar que as demonstrações financeiras referentes ao ano de 2021 sejam aprovadas pelo Conselho de Administração da CCR.São Paulo, 22 de fevereiro de 2022. Lui s Claudio Rapparini Soares Coordenador do ComitêFernando Santos Salles Mauricio Neri Godoy Leonardo Porciúncula Gomes PereiraLuiz Alberto Colonna RosmanA presente é parte original do Parecer do Comitê de Auditoria e Compliance da CCR de 2021.

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias2.020.000.0000
Preferenciais00
Total2.020.000.0000

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.