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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 1210Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA

BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA · CNPJ 92.702.067/0001-96

Versões deste exercício: v1 (19/02/2018) · v2 (27/03/2018), esta

BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA
CNPJ 92.702.067/0001-96
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA
CNPJ
92.702.067/0001-96
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total74.367.48970.154.9586,0%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa12.508.57712.619.610−0,9%
1.01.01Disponibilidades801.704937.520−14,5%
1.01.02Aplicações no Mercado Aberto41.6871.305.746−96,8%
1.01.03Aplicações em Depósitos Interfinanceiros587.057502.44616,8%
1.01.04Depósitos Compulsórios no Banco Central11.078.1299.873.89812,2%
1.02Aplicações Financeiras24.188.90421.461.88712,7%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo5.312.4714.821.19310,2%
1.02.01.01Títulos para Negociação3.962.0323.572.48710,9%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.245.2171.076.64715,7%
1.02.01.03Instrumentos Financeiros Derivativos105.222172.059−38,8%
1.02.01.04Ativos Financeiros Designados ao Valor Justo no Resultado00
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado18.876.43316.640.69413,4%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento18.876.43316.640.69413,4%
1.03Empréstimos e Recebíveis32.500.63931.487.5243,2%
1.03.01Empréstimos e Recebíveis31.541.62230.508.3353,4%
1.03.02Provisão para Impairment−2.425.702−2.312.919−4,9%
1.03.03Outros Ativos Financeiros ao Custo Amortizado3.384.7193.292.1082,8%
1.04Tributos Diferidos2.109.8621.895.95711,3%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.109.8621.895.95711,3%
1.05Outros Ativos1.337.898889.72350,4%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda50.91463.691−20,1%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros1.286.984826.03255,8%
1.06Investimentos116.876102.85013,6%
1.06.01Participações em Coligadas00
1.06.02Outros00
1.07Imobilizado369.577382.181−3,3%
1.07.01Imobilizado de Uso369.577382.181−3,3%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível1.235.1561.315.226−6,1%
1.08.01Intangíveis1.235.1561.315.226−6,1%
1.08.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAosAdministradores e Acionistas doBanco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.Porto Alegre - RSOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banrisul em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadas". Somos independentes em relação ao Banrisul e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Redução ao valor recuperável de empréstimos e recebíveisConforme mencionado nas notas explicativas nº 2.6(a), 5.1 e 13, o Banrisul analisa, em cada data de balanço, a sua carteira de empréstimos e recebíveis, avaliando a estimativa de perda por redução ao valor recuperável (impairment). A determinação do impairment de empréstimos e recebíveis é documentada em políticas internas e exige, por sua natureza, a utilização de julgamentos e premissas por parte do Banrisul, que incluem análises tanto dos fatores externos, tais como condições econômicas gerais, quanto dos fatores internos, tais como histórico de pagamentos do devedor e considerações sobre garantias. O Banrisul divide suas análises de impairment entre análises individualizadas, para clientes com exposições consideradas "individualmente significativas" e análises coletivas, para os demais clientes. Devido à relevância dos empréstimos e recebíveis e o nível de incerteza para a determinação do impairment relacionado, consideramos esse tema um assunto significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos o desenho, a implementação e testamos a efetividade operacional dos controles internos julgados como chaves e relacionados aos processos internos de aprovação e registro das operações de empréstimos e recebíveis relacionados a operações de crédito avaliamos o desenho e a implementação dos controles internos julgados como chaves utilizados no processo de cálculo do impairment e com base em uma amostra, avaliamos o cálculo do impairment de empréstimos e recebíveis considerados individualmente significativos, inspecionando documentos, avaliando a suficiência das garantias e as premissas que suportam os julgamentos utilizados pelo Banrisul quanto ao valor recuperável dessas operações. Nós também avaliamos os modelos de cálculo, premissas e informações utilizadas pelo Banrisul para mensurar as perdas de valor recuperável das carteiras de empréstimos e recebíveis avaliadas de forma coletiva, incluindo testes de recálculo e a determinação das perdas incorridas, mas não identificadas. Adicionalmente, avaliamos as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis consolidadas. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o nível de provisionamento e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Provisões e passivos contingentes - trabalhista, cível e fiscalConforme mencionado nas notas explicativas nº 2.13 e 22, o Banrisul possui demandas judiciais e administrativas de natureza trabalhista, cível e fiscal, para as quais é reconhecida provisão nas demonstrações contábeis da parcela cujo risco de perda de acordo com avaliação da Administração é provável. As parcelas dos passivos contingentes classificados como perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, mas divulgados nas notas explicativas e as perdas remotas não requerem provisão e nem divulgação. A mensuração, reconhecimento e a divulgação das Provisões e Passivos Contingentes, relativa a esses processos judiciais e administrativos requerem julgamento profissional do Banrisul e de seus assessores jurídicos. Devido à relevância dos valores e julgamentos envolvidos na avaliação e mensuração das Provisões e Passivos Contingentes, consideramos este assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos o desenho e a implementação dos controles internos julgados como chaves relacionados aos processos de cadastro, mensuração e registro contábil das provisões e passivos contingentes. Para os processos em que o Banrisul é representado por consultores externos, solicitamos e analisamos as cartas-respostas de confirmação desses consultores em relação a existência das ações judiciais e administrativas. Com base em uma amostra avaliamos a razoabilidade dos julgamentos utilizados em períodos anteriores pelo Banrisul para definição da probabilidade de êxito e definição dos valores envolvidos nas ações judiciais e administrativas e comparamos com as condenações no período corrente. Adicionalmente, avaliamos as divulgações efetuadas pelo Banrisul nas demonstrações contábeis consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o nível de provisionamento e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Obrigações com Benefício de longo prazo pós-empregoConforme mencionado nas notas explicativas n° 2.16 e 35, o Banrisul é patrocinador de entidades de previdência privada e de saúde complementar que asseguram a complementação de benefícios de aposentadoria e assistência médica a seus funcionários e dependentes. Parte relevante dos planos de aposentaria dessas entidades são classificados como "planos de benefício definido". As obrigações desses planos são calculadas com referência a premissas atuariais, incluindo, entre outras, taxa de desconto, taxa de inflação e tabua de mortalidade. Por se tratar de uma obrigação relevante e que envolve alto grau de julgamento do Banrisul na definição das premissas envolvidas na mensuração das obrigações atuarias dos planos de benefício definido e de saúde complementar, consideramos como um dos principais assuntos de auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos o desenho e implementação dos controles internos chaves do Banrisul relacionados ao processo de determinação das premissas a serem utilizadas nos cálculos atuariais. Com base em amostragem validamos as bases de dados utilizadas nos cálculos das obrigações e com auxílio de nossos especialistas atuariais analisamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas, tais como tabua de mortalidade, taxa de desconto, taxa de inflação e taxa de crescimento salarial. Avaliamos, ainda, as divulgações efetuadas pelo Banrisul nas demonstrações contábeis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis a mensuração das obrigações atuariais dos planos de benefício definido e de saúde complementar e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Ambiente de Tecnologia da informação (Banrisul e Banrisul Consolidado)O Banco do Estado do Rio Grande do Sul é dependente de sua estrutura de tecnologia de informação para o desenvolvimento de suas operações, continuidade de seus processos de negócios e consequente elaboração das demonstrações contábeis, a qual envolve o processamento de um elevado número de transações diariamente, além de diversos processos para gestão de acessos e segurança da informação. Considerando que os riscos inerentes à tecnologia da informação, especificamente os associados a processos e controles que suportam a operacionalidade dos sistemas de tecnologia, podem ocasionar processamento incorreto de informações críticas e eventualmente impactar a elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, consideramos este assunto significativo em nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoCom o envolvimento dos nossos especialistas em tecnologia da informação, avaliamos o desenho, a implementação e, por meio de amostragem, avaliamos a efetividade operacional dos controles internos relacionados aos sistemas considerados chave para elaboração das informações financeiras, tais como controles internos automatizados e/ou com componentes automatizados e controles relacionados à segurança da informação, incluindo os controles relativos (i) ao gerenciamento de acesso a dados e programas, (ii) aos desenvolvimentos e mudanças em sistemas e aplicativos, (iii) a gerenciamento de alterações sistêmicas e (iv) eventuais controles compensatórios desses sistemas. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos que os processos e controles nos proporcionaram base aceitável para determinarmos a natureza e extensão de nossos procedimentos de auditoria no contexto das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis consolidadas e o relatório dos auditoresA administração do Banrisul é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banrisul continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banrisul e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banrisul e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis consolidadas.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banrisul e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a event os ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banrisul e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banrisul e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações contábeis das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Porto Alegre, 15 de março de 2018. KPMG Auditores Independentes Fernando Antonio Rodrigues AlfredoCRC SP-014428/F-7 Contador CRC 1SP252419/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

ATA Nº 8859Reunião da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (CNPJ nº 92.702.067/0001-96 - NIRE nº 43300001083 - sociedade de economia mista constituída sob a forma de sociedade anônima, criada em 06 de setembro de 1928) realizada no dia 13 de março de 2018, às 09h30min, na sala de reuniões da Diretoria, na Rua Capitão Montanha, 177, 4º andar, Porto Alegre/RS, CEP nº 90018-900, com a presença dos diretores, conforme assinaturas no final desta ata, em que foram examinados os seguintes assuntos, relacionados por origem:GABINETE DA DIRETORIADemonstrações Financeiras em IFRS - Exercício de 2017A Diretoria reviu, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras em International Financial Reporting Standards - IFRS relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Nada mais havendo a constar, lavrou-se esta ata que vai assinada pelos diretores presentes e rubricada pela Secretária-Geral. Ass.: Luiz Gonzaga Veras Mota - Presidente, Irany de Oliveira Sant' Anna Junior - Vice-Presidente, Jorge Fernando Krug Santos, Júlio Francisco Gregory Brunet, Oberdan Celestino de Almeida, Osmar Paulo Vieceli, Ricardo Richiniti Hingel e Suzana Flores Cogo - Diretores. CERTIDÃOCertifico que o presente registro é cópia fiel do que consta na Ata nº 8859, de 13-03-2018, lavrada no livro próprio de Atas de Reuniões da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.Porto Alegre, 16 de março de 2018.Luiz Gonzaga Veras MotaPresidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

ATA Nº 8861Reunião da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (CNPJ nº 92.702.067/0001-96 - NIRE nº 43300001083 - sociedade de economia mista constituída sob a forma de sociedade anônima, criada em 06 de setembro de 1928) realizada no dia 14 de março de 2018, às 08h30min, na sala de reuniões da Diretoria, na Rua Capitão Montanha, 177, 4º andar, Porto Alegre/RS, CEP nº 90018-900, com a presença dos diretores, conforme assinaturas no final desta ata, em que foi examinado o seguinte assunto:GABINETE DA DIRETORIARelatório dos Auditores Independentes em IFRSA Diretoria reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes em International Financial Reporting Standards - IFRS referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Nada mais havendo a constar, lavrou-se esta ata que vai assinada pelos diretores presentes e rubricada pela Secretária-Geral. Ass.: Luiz Gonzaga Veras Mota - Presidente, Irany de Oliveira Sant' Anna Junior - Vice-Presidente, Jorge Fernando Krug Santos, Júlio Francisco Gregory Brunet, Oberdan Celestino de Almeida, Osmar Paulo Vieceli, Ricardo Richiniti Hingel e Suzana Flores Cogo - Diretores. CERTIDÃOCertifico que o presente registro é cópia fiel do que consta na Ata nº 8861, de 14-03-2018, lavrada no livro próprio de Atas de Reuniões da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.Porto Alegre, 16 de março de 2018.Luiz Gonzaga Veras MotaPresidente

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALNa qualidade de membros do Conselho Fiscal do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., e no exercício das atribuições que nos conferem os incisos II, III e VII do Artigo 163, da Lei 6.404/76, e as disposições correlatas do Estatuto Social, examinamos o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis, que compreendem: Balanço Patrimonial, Demonstrações do Resultado, Mutações do Patrimônio Líquido, Fluxos de Caixa, Valor Adicionado, Notas Explicativas e demais demonstrativos, documentos esses relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017. Com base em nossos exames e esclarecimentos prestados pela Administração no curso do respectivo exercício, no Relatório do Comitê de Auditoria e no Relatório dos Auditores Independentes, sem modificações, estes últimos emitidos nesta data, somos da opinião de que as mencionadas demonstrações estão adequadamente apresentadas em todos os seus aspectos relevantes. Porto Alegre, 07 de fevereiro de 2018.Claudio Morais MachadoPresidenteUrbano SchmittVice-PresidenteFernando Ferrari FilhoJorge Irani da SilvaMassao Fábio OyaConselheiros

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA 2º SEMESTRE DE 2017O Comitê de Auditoria é órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração, atualmente composto por três membros independentes, eleitos em 09 de maio de 2016, para um mandato unificado de dois anos.Sua atuação abrange o Conglomerado do Banrisul, e possui, dentre suas competências, zelar pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela integridade e qualidade das demonstrações financeiras, pela eficácia e efetividade da atuação das auditorias independente e interna, e pelo acompanhamento permanente da qualidade dos controles internos e da gestão de riscos.Os relatórios das atividades e as atas das reuniões são disponibilizadas ao Conselho de Administração, com o qual o Comitê reuniu-se regularmente no segundo semestre de 2017.A administração é responsável pela elaboração das demonstrações financeiras das empresas que compõem o Conglomerado Banrisul, observada a diretriz de assegurar a qualidade dos processos relacionados às informações financeiras e às atividades de controle e de gestão de riscos.À KPMG Auditores Independentes cabe assegurar que as demonstrações financeiras representam adequadamente a posição patrimonial e financeira do Grupo Banrisul, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com a legislação societária brasileira e com as normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.Atividades DesenvolvidasO planejamento dos trabalhos foi realizado, considerando as principais atribuições, sendo revisado periodicamente à medida da evolução das atividades. O Comitê manteve-se atento às questões objeto de sua responsabilidade, dentre elas o controle interno, o gerenciamento de riscos e as contingências. No período de 14 de agosto de 2017 a 07 de fevereiro de 2018, foram realizadas 77 reuniões, devidamente formalizadas em atas.No tocante à educação continuada, os seus membros participaram de vários seminários, congressos e cursos relacionados às suas áreas de competência, totalizando 63 horas no semestre.Quanto à prestação de serviços de auditoria independente das demonstrações financeiras, inclusive consolidadas, do Banco, de suas Controladas, dos fundos de investimento administrados pelo Banrisul, o planejamento dos trabalhos dos respectivos auditores Independentes foi discutido com o Comitê e, no decorrer do semestre, houve a disponibilização dos relatórios produzidos e a análise do aperfeiçoamento da estrutura de controles internos. Salienta-se que, previamente às divulgações das informações trimestrais (ITRs) e dos balanços semestrais e anual, os integrantes do Comitê reuniram-se com a KPMG para avaliar os aspectos do ambiente de controle na geração dos números a serem divulgados e da independência dos auditores. ConclusãoA análise dos relatórios da Auditoria Interna e da Controladoria, que acompanham os apontamentos do Banco Central do Brasil e os da Auditoria Independente, permitem assegurar ao Comitê a eficiência e a eficácia do controle interno, permitindo concluir que, ponderadas as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, não há elementos que comprometem a efetividade desse sistema. A auditoria independente, no âmbito de sua responsabilidade de expressar opinião sobre a situação patrimonial e financeira do Banco e apresentar recomendações para o aprimoramento do sistema contábil, está desempenhando seu trabalho em padrões compatíveis com o porte, características e complexidade do Banrisul.O exame regular das demonstrações financeiras, o contato frequente com a Contabilidade, a Auditoria Interna e a Auditoria Independente, permitem ao Comitê avaliar a qualidade dessas demonstrações e afirmar que elas estão livres de distorções relevantes.Considerando o escopo de suas atividades, os trabalhos e as avaliações realizadas, o Comitê de Auditoria concluiu que as demonstrações financeiras foram elaboradas em conformidade com as normas legais e regulamentares, em especial com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF e com as práticas contábeis adotadas no Brasil, entendendo que as referidas demonstrações financeiras do Conglomerado, para o semestre e exercício encerrados em 31 de dezembro de 2017, são adequadas, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração. Porto Alegre, 07 de fevereiro de 2018.Antoninho Scottá João Carlos Bona GarciaJoão Verner Juenemann Coordenador

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.