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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 21490Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 15/05/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de ALUPAR INVESTIMENTO S.A.

ALUPAR INVESTIMENTO S.A. · CNPJ 08.364.948/0001-38

Versões deste exercício: v1 (30/03/2019) · v2 (15/05/2019), esta

ALUPAR INVESTIMENTO S.A.
CNPJ 08.364.948/0001-38
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ALUPAR INVESTIMENTO S.A.
CNPJ
08.364.948/0001-38
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
15/05/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total14.606.58011.463.37227,4%
1.01Ativo Circulante4.986.3663.597.22738,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.975.4231.580.07088,3%
1.01.02Aplicações Financeiras619.735489.76726,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado619.735489.76726,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.01.03Investimento de Curto Prazo513.756365.76540,5%
1.01.02.01.04Titulos e Valores Mobiliários105.979124.002−14,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber1.248.3671.356.883−8,0%
1.01.03.01Clientes1.230.9801.340.005−8,1%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes324.347234.64738,2%
1.01.03.01.02Ativo Financeiro da Concessão01.105.358−100,0%
1.01.03.01.03Ativo Contratual da Concessão906.6330
1.01.03.02Outras Contas a Receber17.38716.8783,0%
1.01.03.02.02Partes Relacionadas17.38716.8783,0%
1.01.04Estoques1.14466272,8%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar78.65764.01822,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar78.65764.01822,9%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social Compensáveis61.77061.5690,3%
1.01.06.01.02Outros Tributos Compensáveis16.8872.449589,5%
1.01.07Despesas Antecipadas7.0306.9561,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes56.01098.871−43,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros56.01098.871−43,4%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores9.73319.445−49,9%
1.01.08.03.03Outros Ativos46.27779.426−41,7%
1.02Ativo Não Circulante9.620.2147.866.14522,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.760.7063.352.70942,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado4.9924.7036,1%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo4.9924.7036,1%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber12.13012.0920,3%
1.02.01.04.01Clientes12.13012.0920,3%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques25.21326.081−3,3%
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos10.06313.443−25,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos10.06313.443−25,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes4.708.3083.296.39042,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Ativo Financeiro da Concessão03.218.152−100,0%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais23.93314.98859,7%
1.02.01.10.05Imposto de Renda e Contribuição Social Compensaveis29.39831.187−5,7%
1.02.01.10.06Outros Tributos Compensaveis2.7742.7740,0%
1.02.01.10.07Adiantamento a Fornecedores1.01286816,6%
1.02.01.10.08Outros Ativos26.36628.421−7,2%
1.02.01.10.09Ativo Contratual da Concessão4.624.8250
1.02.02Investimentos427.815339.46026,0%
1.02.02.01Participações Societárias419.989331.67426,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto419.989331.67426,6%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.8267.7860,5%
1.02.03Imobilizado4.283.4824.025.5106,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.394.0293.212.4415,7%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento889.453813.0699,4%
1.02.04Intangível148.211148.466−0,2%
1.02.04.01Intangíveis148.211148.466−0,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Desenvolvimento de Projetos71.16880.448−11,5%
1.02.04.01.03Agio na Aquisição de Ações52.70546.34113,7%
1.02.04.01.04Outros Intangíveis24.33821.67712,3%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

KPMG Auditores IndependentesRua Arquiteto Olavo Redig de Campos, 105, 6º andar - Torre A04711-904 - São Paulo/SP - Brasil Caixa Postal 79518 - CEP 04707-970 - São Paulo/SP - BrasilTelefone +55 (11) 3940-1500www.kpmg.com.brRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAos Acionistas e Diretores da Alupar Investimento S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Alupar Investimento S.A (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Alupar Investimento S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável do ativo imobilizado - (Consulte as notas explicativas 3.5 e 15 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas)Em 31 de dezembro de 2018 a subsidiaria da Companhia, Ferreira Gomes Energia S.A., possui R$ 1.456.694 mil referente a ativo imobilizado registrado nas demonstrações contábeis consolidadas. Conforme mencionado nas notas explicativas, a Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável desses ativos imobilizados. Para o cálculo do valor recuperável, utilizou-se do método de fluxo de caixa descontado.A avaliação do valor recuperável envolve julgamentos significativos na determinação das premissas utilizadas nas projeções de fluxo de caixa, incluindo taxas de desconto e de crescimento. O valor recuperável do ativo imobilizado pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas na projeção de fluxos de caixa e na taxa de desconto, o que pode impactar o valor do ativo imobilizado reconhecido nas demonstrações contábeis. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento dos controles internos relacionados à elaboração das projeções do fluxo de caixa preparadas pela subsidiária da Companhia e aprovadas pela diretoria. Analisamos a avaliação da subsidiária da Companhia quanto à existência de indicadores de redução ao valor recuperável em relação aos seus ativos, por meio de análises da conjuntura econômica e do desempenho dos ativos no exercício e reuniões com a diretoria operacional da subsidiária da Companhia. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas e dados técnicos utilizados, especialmente às relativas a taxa de desconto, volume e preço de venda de energia projetado, inflação, aumento de custos e taxas, continuidade das operações e gastos para reparação dos equipamentos. Além disso, realizamos discussões com a Companhia, avaliando, também se as premissas foram definidas e aplicadas de acordo com as características do negócio. Avaliamos a análise de sensibilidade do impacto sobre o valor recuperável resultante de possíveis e razoáveis mudanças nas premissas de preço e projeções de custo operacional usadas pela Companhia. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia, especificamente em relação às premissas utilizadas para determinar o valor recuperável do ativo imobilizado.Baseado nos procedimentos de auditoria efetuados e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que os saldos do ativo imobilizado são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Mensuração do ativo de contrato relacionado a construção da infraestrutura de transmissão (Consulte as notas explicativas 3.1.5, 3.14.1, 4.1 e 10 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas) Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia possui registrado em suas demonstrações contábeis consolidadas, na rubrica "Ativo contratual da concessão" o montante de R$ 5.531.458 mil, respectivamente, enquadrado no escopo do CPC 47 - Receita de Contrato com Cliente (IFRS 15 - Revenue from contract with customer). O ativo de contrato refere-se ao direito da Companhia à contraprestação em decorrência dos investimentos realizados na construção da infraestrutura das linhas de transmissão, incluindo margem de construção, margem de operação e manutenção e receita financeira.A mensuração do ativo de contrato envolve julgamentos e premissas significativas, tais como: (i) as margens de lucros esperadas em cada obrigação de performance identificada e (ii) a taxa de desconto aplicada, que representa o componente de financiamento embutido no fluxo de recebimento futuro. Devido a relevância dos valores envolvidos, os julgamentos e as premissas utilizadas na mensuração do ativo de contrato e impacto significativo nas demonstrações contábeis, consideramos a mensuração do ativo de contrato como um assunto significativo para nossa auditoria. Como nossa auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: (i) Obtenção do entendimento sobre os controles internos chave relacionado a valorização do ativo contratual (ii) a leitura do contrato de concessão e seus aditivos para identificação das obrigações de performance, além de outros aspectos relacionados ao preço do contrato (iii) avaliação com o apoio dos nossos especialistas em finanças corporativas, dos julgamentos e premissas relevantes utilizadas, tais como: margem de construção e margem de operação e manutenção (iv) avaliação da taxa de desconto utilizada (v) avaliação das projeções de receitas esperadas e (v) avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Com base nas evidencias obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que a mensuração do ativo de contrato e as respectivas divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Nada temos a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos d urante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 29 de março de 2019KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Anselmo Neves MacedoContador CRC 1SP160482/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos diretores sobre as Demonstrações contábeisSão Paulo, 29 de março de 2019.DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, VI DA INSTRUÇÃO CVM 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Alupar Investimento S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38 ("Companhia"), nos termos do inciso VI, do parágrafo 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Contábeis - para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018.__________________________________José Luiz de Godoy PereiraDiretor Vice-Presidente, Diretor Administrativo -Financeiro e de Relações com Investidores __________________________________Paulo Roberto de Godoy PereiraDiretor Presidente__________________________________Enio Luigi NucciDiretor Técnico e Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesSão Paulo, 29 de março de 2019.DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, V DA INSTRUÇÃO CVM 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Alupar Investimento S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38 ("Companhia"), nos termos do inciso V, do parágrafo 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018.___________________________________José Luiz de Godoy PereiraDiretor Vice-Presidente, Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com Investidores__________________________________Paulo Roberto de Godoy PereiraDiretor Presidente__________________________________Enio Luigi NucciDiretor Técnico e Comercial

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.