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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201696 páginasCódigo CVM 20354Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 09/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de SLC AGRICOLA CENTRO OESTE S.A.

SLC AGRICOLA CENTRO OESTE S.A. · CNPJ 05.799.312/0001-20

Versões deste exercício: v1 (08/03/2017) · v2 (09/03/2017), esta

SLC AGRICOLA CENTRO OESTE S.A.
CNPJ 05.799.312/0001-20
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
SLC AGRICOLA CENTRO OESTE S.A.
CNPJ
05.799.312/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
96
Ano de referência
2016*
Publicado em
09/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total2.102.0872.396.399−12,3%
1.01Ativo Circulante444.993628.300−29,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.23225.414−83,3%
1.01.02Aplicações Financeiras05.005−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber14.23450.250−71,7%
1.01.03.01Clientes5.16415.917−67,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber9.07034.333−73,6%
1.01.03.02.01Títulos a Receber00—
1.01.04Estoques205.930300.232−31,4%
1.01.05Ativos Biológicos195.161217.937−10,5%
1.01.06Tributos a Recuperar17.54919.317−9,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas3.4386.028−43,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes4.4494.1178,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda2100—
1.01.08.01.01Ativos Disponiveis para Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros4.2394.1173,0%
1.01.08.03.01Créditos diversos1.8602.056−9,5%
1.01.08.03.02Partes Relacionadas2.3792.06115,4%
1.02Ativo Não Circulante1.657.0941.768.099−6,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo258.051314.883−18,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos151.532184.102−17,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas14.27616.655−14,3%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes92.243114.126−19,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar59.20865.724−9,9%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais7.8807.3007,9%
1.02.01.09.05Outros Créditos7704.833−84,1%
1.02.01.09.06Títulos a receber24.38536.269−32,8%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.114.5471.163.842−4,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível284.496289.374−1,7%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível00—
1.02.04.01.03Diferido00—
1.02.04.01.04Ágio00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasTerra Santa Agro S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Terra Santa Agro S.A. ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Terra Santa Agro S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Terra Santa Agro S.A. e da Terra Santa Agro S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAASituação econômica e financeira da Companhia (Nota 1.2 às demonstrações financeiras) No exercício de 2016, a Companhia finalizou as negociações para o alongamento de parcela significativa de suas dívidas bancárias. Apesar desse alongamento ter resultado em um fluxo de pagamentos mais favorável, a Companhia apresentou, em 31 de dezembro de 2016, excesso de passivos sobre ativos circulantes no montante de R$ 19.794 mil. A administração possui expectativa, baseada em suas projeções de resultados e de fluxos de caixa para os próximos doze meses a partir da data do balanço, de gerar caixa operacional, bem como de captar novos recursos junto a bancos e parceiros comerciais para suprir necessidades de caixa.Consideramos que esse foi um dos principais assuntos de nossa auditoria porque a avaliação da administração está fundamentada em projeções de resultados futuros, preparadas com base em premissas que podem não se concretizar.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaDentre outros, efetuamos os seguintes principais procedimentos de auditoria:Obtivemos o memorando de avaliação da capacidade financeira preparado pela administração e confrontamos com as projeções de resultados futuros ("Projeções") aprovadas pelo Conselho de Administração.Avaliamos e testamos, com o apoio de nossos especialistas internos, a razoabilidade do modelo de cálculo utilizados pela administração para preparar as Projeções.Avaliamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas nas Projeções, tais como taxa de desconto, produtividade, preço de venda e custos de formação da cultura, bem como dos níveis de captação de recursos, mediante a comparação dessas premissas com informações de mercado, quando disponíveis, linhas de créditos disponíveis e com informações históricas da própria Companhia.Efetuamos análises de sensibilidade para as principais premissas das Projeções, para avaliar os resultados em diferentes cenários possíveis. Verificamos se o cronograma de pagamento dos financiamentos considerados nas projeções está de acordo com as condições contratuais determinadas quando do alongamento das dívidas bancárias.Testamos os controles internos da Companhia referentes ao monitoramento do cumprimento das cláusulas restritiva (covenants) existentes nos contratos de financiamento. Para os covenants não cumpridos, inspecionamos os consentimentos (waiver) obtidos junto às instituições financeiras correspondentes.Efetuamos a leitura das divulgações realizadas nas notas explicativas.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidos. Porque é um PAATítulos a receber e processo arbitral envolvendo a Companhia (Nota 3.2 e Nota 6 (c) às demonstrações financeiras) A Companhia possui, em 31 de dezembro de 2016, títulos a receber pela venda de ativos no montante de R$ 20.304 mil, cujo devedor encontra-se em recuperação judicial. Em 2016, essa contraparte iniciou procedimento arbitral requerendo a rescisão do contrato de venda e a devolução dos valores já pagos. Diante dessa medida adotada pela contraparte, a administração registrou, em 2016, provisão para perdas da totalidade do crédito constituído.Consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria em razão do valor envolvido, bem como da importância dessa avaliação, que requer o exercício de julgamento da administração para determinar os desdobramentos desse assunto e os impactos nas suas demonstrações financeiras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, a obtenção de confirmação da posição do assessor jurídico externo da Companhia que avalia as probabilidades da Companhia obter êxito no recebimento dos títulos ou, eventualmente, incorrer em perdas adicionais, considerando os desdobramentos das ações tomadas pelas partes envolvidas.Avaliamos as premissas utilizadas pela administração para o registro da provisão para perdas frente ao risco de não recebimento do ativo e potenciais obrigações oriundas desse processo e leitura das divulgações realizadas nas notas explicativas.Consideramos que os julgamentos e critérios adotados pela administração para a determinação da provisão para perdas são razoáveis e que as divulgações efetuadas são consistentes com os dados e informações obtidos.Porque é um PAAImpairment do ágio (Goodwill) (Notas 2.10 e 14 às demonstrações financeiras) erecuperabilidade dos ativos de tributos diferidos (Nota 10 (a) às demonstrações financeiras)Em 31 de dezembro de 2016, a Companhia e suas controladas mantém em suas demon strações financeiras saldo de ágio (Goodwill) de R$ 275.484 mil, resultante de aquisições de negócios ocorridas em anos anteriores. A Companhia e suas controladas também possuem ativos de tributos diferidos provenientes de prejuízos fiscais, base negativa da contribuição social e diferenças temporárias no montante de R$ 367.974 mil, os quais foram registrados com base em estudo que contém as projeções de lucros tributáveis futuros.A avaliação anual de recuperabilidade desses ativos envolve premissas e julgamentos críticos por parte da administração na determinação dos fluxos de caixa futuros esperados da Companhia e de suas controladas. Focamos nossos trabalhos nas projeções de resultado, pois envolvem estimativas e julgamentos críticos da administração na preparação dos fluxos de caixa futuros, os quais, se alterados, poderão resultar em valores substancialmente diferentes dos apurados pela Companhia.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossa abordagem de auditoria considerou, dentre outros, os seguintes procedimentos:Confrontamos os fluxos de caixa futuros utilizados no teste de recuperação do ágio com as projeções de resultados futuros ("Projeções") aprovadas pelo Conselho de Administração, projeções essas objeto de procedimentos de auditoria descritos no PAA "Situação econômica e financeira da Companhia", acima descrito.Com o apoio de nossos especialistas internos em avaliação de negócios, discutimos a adequação do modelo utilizado pela administração para fins da avaliação de recuperabilidade do ágio.Especificamente para as terras, obtivemos os respectivos laudos de avaliação, preparados por avaliadores independentes contratados pela administração, e confrontamos as principais premissas apresentadas nesse laudo com as informações internas da Companhia, ou, quando aplicável, com informações e dados de mercado.Adicionalmente, para os tributos diferidos, entendemos e testamos, por amostragem, os ajustes fiscais necessários para projetar os lucros tributáveis futuros, bem como confrontamos os valores de prejuízos fiscais, das bases negativas de contribuição social e das diferenças temporárias, com as escriturações fiscais correspondentes. Efetuamos a leitura das divulgações efetuadas nas notas explicativas.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos. Porque é um PAADeterminação do valor justo dos ativos biológicos (Nota 8 às demonstrações financeiras)A Companhia avalia seus ativos biológicos pelo valor justo, que totalizam R$ 195.161 mil em 31 de dezembro de 2016. Essa avaliação requer o exercício de julgamento crítico por parte da administração da Companhia na determinação das premissas, que incluem, entre outras, o preço futuro dos produtos (commodities), a cotação futura do dólar estadunidense e a produtividade estimada das lavouras. Essa foi uma área de foco de nossa auditoria uma vez que variações nas premissas utilizadas podem produzir estimativas de valor justo significativamente diferentes, com impacto imediato nas demonstrações financeiras da Companhia. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos envolveram, dentre outros, o entendimento e teste dos principais cálculos e premissas que são utilizados na avaliação e mensuração dos ativos biológicos. Avaliamos a razoabilidade da metodologia adotada e a consistência das principais informações e premissas utilizadas na determinação do valor justo dos ativos biológicos, mediante (i) discussão com a administração, (ii) comparação com informações de mercado, quando disponíveis, e (iii) comparação com informações históricas da própria Companhia, considerando aspectos inerentes de cada cultura, bem como sua localidade.Confrontamos as premissas desses cálculos com as premissas utilizadas nas projeções de resultados futuros ("Projeções") aprovadas pelo Conselho de Administração, projeções essas objeto de procedimentos de auditoria descritos no PAA "Situação econômica e financeira da Companhia", acima descrito. Efetuamos análises de sensibilidade, considerando diferentes cenários de preços das commodities e produtividade das lavouras.Efetuamos a leitura das divulgações efetuadas nas notas.Nossos procedimentos e auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a admini stração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Ribeirão Preto, 08 de março de 2017PricewaterhouseCoopersMaurício Cardoso de MoraesAuditores IndependentesContador CRC 1PR035795/O-1 "T" SPCRC 2SP000160/O-5 "F"

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIADECLARAÇÃO EM CUMPRIMENTO AOS INCISOS V e VI do ART. 25 DA INSTRUÇÃO CVM. N. 480/09.Os Diretores da Terra Santa Agro S.A., sociedade anônima, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Praça General Gentil Falcão, 108, cj 81 - Cidade Monções, CEP. 04571-150 e inscrita no CNPJ/MF sob o n. 05.799.312/0001-20, declaram que (i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes e (ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras do exercício de 2016, em cumprimento ao art. 25, incisos V e VI da Instrução CVM n. 480/09.São Paulo, 8 de março de 2017.Arlindo de Azevedo MouraCristiano Soares RodriguesMárcio José Ferreira Sandro Marcelo Costa

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA E GESTÃO DE RISCOO Comitê de Auditoria e Gestão de Risco da Terra Santa Agro S.A., no cumprimento de suas atribuições, baseia-se, para suas análises e avaliações, em informações recebidas da Administração, da Auditoria Interna, dos Auditores Externos e dos executivos responsáveis pela gestão de riscos e pelos controles internos nos diversos segmentos da Organização.O Comitê de Auditoria e Gestão de Risco tem como principais responsabilidades:(i)Supervisionar os processos de controles internos e de gerenciamento de riscos inerentes às atividades da Companhia e de suas controladas, bem como os trabalhos desenvolvidos pelas Auditorias Interna e Externa e(ii)Avaliar a qualidade e integridade das demonstrações financeiras.No decorrer do ano de 2016, o Comitê de Auditoria e Gestão de Risco reuniu-se em 4 (quatro) ocasiões, apresentando ao Conselho de Administração da Companhia suas ponderações e recomendações e em reunião realizada em 7 de março de 2017, foram discutidas e analisadas a demonstrações financeiras de 31/12/2016.ConclusãoO Comitê de Auditoria e Gestão de Risco, com base nas informações recebidas e nas atividades desenvolvidas no período, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações decorrentes do escopo de sua atuação e considerando o Relatório elaborado pela PricewaterhouseCoopers - Auditores Independentes, entende que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas em 31/12/2016 foram elaboradas em conformidade com as práticas adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e recomenda sua aprovação pelo Conselho de Administração.São Paulo/SP, 7 de Março de 2017Marcos Reinaldo Severino PetersPresidente e MembroCarlos Augusto R. de Athayde F.Membro EfetivoMarcelo LambrechtMembro Efetivo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da TERRA SANTA AGRO S. A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinaram o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras e o Relatório dos Auditores Independentes (PricewaterhouseCoopers), sem ressalvas, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. À vista das análises dos documentos acima mencionados, opinam que eles refletem com fidelidade a situação patrimonial e econômico-financeira da Companhia, estando em condições de serem submetidos à apreciação da Assembleia Geral.São Paulo, 8 de março de 2017.Edmundo de Macedo Soares e Silva FilhoVanessa Claro LopesMarcel Cecchi Vieira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.