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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025144 páginasCódigo CVM 14460Versão 1Recebida em 19/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES

CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES · CNPJ 73.178.600/0001-18

CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
CNPJ 73.178.600/0001-18
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
CNPJ
73.178.600/0001-18
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
144
Ano de referência
2025*
Publicado em
19/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total26.109.81721.240.96222,9%
1.01Ativo Circulante14.870.10512.115.10522,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa726.554531.72936,6%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa726.554531.72936,6%
1.01.02Aplicações Financeiras3.255.0102.520.86529,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado2.035.8641.603.48127,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Titulos e Valores Mobiliários2.035.8641.603.48127,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes1.150.991746.42154,2%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado68.155170.963−60,1%
1.01.03Contas a Receber4.577.8603.700.65223,7%
1.01.03.01Clientes4.577.8603.700.65223,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques5.774.7814.763.28721,2%
1.01.04.01Imóveis a Comercializar5.774.7814.763.28721,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar10.04110.886−7,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar10.04110.886−7,8%
1.01.06.01.01Impostos e Contribuições a Compensar10.04110.886−7,8%
1.01.07Despesas Antecipadas50.07673.984−32,3%
1.01.07.01Despesas Antecipadas50.07673.984−32,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes475.783513.702−7,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros475.783513.702−7,4%
1.01.08.03.01Impostos e Contribuições de Recolhimento Diferido1.8271.11863,4%
1.01.08.03.02Despesas com Venda a Apropriar102.731136.743−24,9%
1.01.08.03.03Demais Contas335.038341.930−2,0%
1.01.08.03.04Instrumentos Financeiros e Derivativos36.18733.9116,7%
1.02Ativo Não Circulante11.239.7129.125.85723,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo7.334.6185.691.66628,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado25.32225.0041,3%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo25.32225.0041,3%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes2.887.8742.108.99036,9%
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado112.644122.468−8,0%
1.02.01.04Contas a Receber1.536.5101.076.04742,8%
1.02.01.04.01Clientes1.536.5101.076.04742,8%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques2.055.4071.716.51119,7%
1.02.01.05.01Imóveis a Comercializar2.055.4071.716.51119,7%
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos791965−18,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos791965−18,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas186.280230.216−19,1%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas186.280230.216−19,1%
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes529.790411.46528,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Impostos a Compensar231.890194.03319,5%
1.02.01.10.04Contas Cor. Parceiros nos Empreendimentos10.8159.07119,2%
1.02.01.10.05Demais Contas192.539208.361−7,6%
1.02.01.10.06Despesas com vendas a apropriar94.5460—
1.02.02Investimentos3.156.7603.126.3251,0%
1.02.02.01Participações Societárias3.156.7603.126.3251,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas3.156.7603.126.3251,0%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado639.756160.302299,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação639.756160.302299,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível108.578147.564−26,4%
1.02.04.01Intangíveis108.578147.564−26,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Marcas e Patentes00—
1.02.04.01.03Gastos com Implantações1.2831.456−11,9%
1.02.04.01.04Software5.6344.15935,5%
1.02.04.01.05Mais Valia101.661141.949−28,4%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas e Diretores daCyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e ParticipaçõesSão Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na Comissão de Valores Imobiliários - CVM.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações em 31 de dezembro de 2025, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na Comissão de Valores Mobiliários - CVM.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa nº 2.1, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na CVM. Dessa forma, a determinação da política contábil adotada pela Companhia, para o reconhecimento de receita nos contratos de compra e venda de unidade imobiliária não concluída, sobre os aspectos relacionados à transferência de controle, segue o entendimento da Diretoria da Companhia quanto à aplicação do pronunciamento técnico CPC 47, alinhado com aquele manifestado pela CVM no Ofício Circular CVM/SNC/SEP nº 02/2018. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto. Principais assuntos de auditoria Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento de receitas A Companhia reconhece a receita com venda de imóveis durante a execução das obras como previsto no Ofício Circular CVM/SNC/SEP nº 02/2018, conforme descrito na nota explicativa nº 2.3.1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Os procedimentos utilizados pela Companhia envolvem o uso de estimativas para o cálculo da apropriação imobiliária, como por exemplo, prever os custos a serem incorridos até o final das obras para determinação do custo orçado, e em comparação aos custos incorridos, determinar o percentual de evolução da obra (POC). Esse tema foi considerado um assunto principal em nossa auditoria, considerando a relevância dos valores envolvidos, e o risco de tais estimativas relacionadas ao custo orçado (custos incorridos em adição aos custos a incorrer), para fins da estimativa do percentual de evolução da obra (POC), utilizarem premissas que podem ou não se concretizar, e que exigem julgamento e avaliação por parte da Diretoria. Mudanças nas premissas utilizadas no cálculo do custo orçado e, consequentemente, no percentual de evolução da obra (POC) podem resultar em ajustes relevantes sob o valor da receita registrado no exercício e em exercícios futuros. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) entendimento das atividades de controles internos relevantes atreladas ao cálculo do percentual de evolução da obra (POC) e do reconhecimento contábil da receita (ii) obtenção das estimativas do custo orçado de obra aprovadas internamente pelas áreas competentes (iii) projeções analíticas de custos a incorrer para os empreendimentos em construção no exercício, com base em informações históricas, com o objetivo de avaliar a razoabilidade do custo orçado a incorrer (iv) testes, em base amostral, da documentação suporte dos custos incorridos (v) testes, em base amostral, da documentação suporte para avaliar a razoabilidade e integridade das informações do valor geral de venda (VGV) contido no mapa de apropriação, base para a receita contabilizada do exercício (vi) recálculo da receita com base no percentual de evolução da obra (POC) (vii) testes, em base amostral, da documentação suporte dos custos a incorrer e (viii) avaliação das divulgações nas demonstrações financeiras.Com base no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, entendemos que: (i) as premissas utilizadas pela Diretoria para estimar os custos a incorrer, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e (ii) os cálculos efetuados pela Diretoria sobre o percentual de conclusão correspondem substancialmente aos critérios estabelecidos conforme Ofício Circular CVM/SNC/SEP nº 02/2018. Redução ao valor recuperável de ativos com vida útil indefinidaConforme divulgado nas notas explicativas nº 2.3.19 e nº 7 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia possui ágio por expectativa de rentabilidade futura ("goodwill") reconhecido sob as investidas Plano&Plano Desenvolvimento Imobiliários S.A. ("Plano&Plano") e Lavvi Empreendimentos Imobiliários S.A. ("Lavvi"), no montante de R$528 milhões e R$175 milhões em 31 de dezembro de 2025, respectivamente. Considerando os preceitos no IAS 36/CPC 01 - Redução ao valor recuperável de ativos e IAS 28/CPC 18 - Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento Controlado em Conjunto, sobre a avaliação do valor recuperável de investimento que inclui ágio, a Companhia procedeu com a avaliação anual quanto ao valor recuperável considerando o maior valor entre valor justo l íquido de despesa de venda ou valor em uso, no qual foi considerado o valor em uso, baseado na metodologia de fluxo de caixa descontado.Esse tema foi considerado um assunto principal em nossa auditoria, considerando a relevância dos valores envolvidos, bem como a avaliação do valor recuperável do investimento incluindo ágio, pois é uma estimativa contábil que se utiliza de premissas que exigem julgamento e utilização de premissas subjetivas por parte da Diretoria, com certo grau de complexidade e incerteza, principalmente relacionados à definição do valor em uso. Mudanças nas premissas utilizadas no cálculo do valor em uso podem resultar em ajustes relevantes de investimento, incluindo o ágio, registrado no exercício. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, (i) entendimento e avaliação do desenho e da implementação das atividades de controles internos relevantes atreladas para estimar os fluxos de caixa futuros (ii) a discussão e avaliação dos critérios utilizados para mensuração do valor recuperável dos ativos (iii) o teste das premissas e desafio se o método utilizado pela Companhia foi aplicado de forma apropriada (iv) o envolvimento de especialistas em avaliação para nos auxiliar na análise e na revisão das metodologias e dos modelos utilizados pela Companhia e na avaliação das principais premissas que suportaram as projeções e (v) análise das classificações e adequada divulgação nas demonstrações financeiras da Companhia.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que a apuração e os critérios para cálculo dos valores recuperáveis dos ativos, sua contabilização e as respectivas divulgações em notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado - DVA referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Companhia e apresentadas como informação suplementar das normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demais demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Diretoria, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Diretoria da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil registradas na CVM e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divul gações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela Diretoria declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, ações tomadas para eliminar as ameaças ou as respectivas salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 17 de março de 2026 DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Tarcisio Luiz dos SantosAuditores Independentes Ltda. ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 207626/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27, §1°, INCISO VI, DA RESOLUÇÃO CVM nº 80/22Declaramos, na qualidade de diretores da Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações, sociedade por ações, inscrita no CNPJ/ME sob o nº 73.178.600/0001-18, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Rua do Rócio, nº 109, 2º andar, sala 1, parte, CEP 04552-000, Vila Olímpia, ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 27 da Resolução CVM nº 80 de 29 de março de 2022, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 17 de Março de 2026.À diretoria.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27, § 1°, INCISO V, DA RESOLUÇÃO CVM nº 80/22Declaramos, na qualidade de diretores da Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações, sociedade por ações, inscrita no CNPJ/ME sob o nº 73.178.600/0001-18, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Rua do Rócio, nº 109, 2º andar, sala 1, parte, CEP 04552-000, Vila Olímpia, ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 27 da Resolução CVM nº 80 de 29 de março de 2022, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia referentes às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 17 de Março de 2026.À diretoria.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOAos Srs. Membros do Conselho de Administração da CYRELA BRAZIL REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES ("Companhia").1.APRESENTAÇÃOO Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia ("Comitê") é órgão colegiado, estatutário, de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, de caráter permanente, regido pelas disposições previstas em seu Regimento Interno ("Regimento Interno do Comitê"), e pela legislação e regulamentação aplicáveis, em especial a Resolução CVM n.º 23 de fevereiro de 2021 ("RCVM 23").O Comitê teve a sua constituição originalmente aprovada pelo Conselho de Administração, ainda sob a forma não estatutária, em reunião realizada em 29 de julho de 2021. Posteriormente, em reunião do Conselho de Administração realizada em 23 de setembro de 2022, e condicionada a alteração do estatuto social da Companhia a ser deliberada em assembleia geral extraordinária, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a conversão do Comitê em estatutário. Em reunião do Conselho de Administração realizada em 26 de junho de 2025, foi aprovada a alteração do Regimento Interno do Comitê.A atual composição do Comitê foi revista pela última vez em 26 de junho de 2025, quando o Conselho de Administração deliberou que o Comitê passaria a ser composto da seguinte forma: (i) Marcela Dutra Drigo, na condição de Coordenadora do Comitê (ii) Afonso Sant'Anna Bevilaqua, na condição de membro do Comitê (iii) Rosangela dos Santos, na condição de membro do Comitê e (iv) Rafaella Nogueira de Carvalho Corti, na condição de secretária do Comitê.O mandato dos atuais membros do Comitê se encerrará na primeira reunião do Conselho de Administração a ser realizada após a assembleia geral ordinária que examinar as contas relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.O Comitê reporta-se ao Conselho de Administração e atua com independência em relação à Diretoria. As suas competências e responsabilidades são desempenhadas em cumprimento às atribuições legais aplicáveis, em especial a RCVM 23, e ao Regimento Interno do Comitê.2.ATIVIDADES DESENVOLVIDASNos termos do Regimento Interno do Comitê, as reuniões ordinárias do Comitê serão realizadas, no mínimo, bimestralmente, previamente às reuniões do Conselho de Administração, de acordo com o calendário corporativo e, extraordinariamente, sempre que necessário, mediante convocação realizada pelo Coordenador ou por quaisquer 2 (dois) membros.No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, o Comitê reuniu-se 8 vezes. As principais atividades realizadas pelo Comitê no período de março de 2025 a março de 2026 foram: (a) análise e recomendação acerca das informações financeiras da Companhia referentes aos períodos encerrados em 30 de março de 2025 (1T25), de 30 de junho de 2025 (2T25) e 30 de setembro de 2025 (3T25) e (b) análise e recomendação acerca do relatório da administração e demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Além das principais atividades exercidas indicadas acima, no exercício social de 2025, o Comitê desenvolveu, no âmbito de suas competências definidas no Regimento Interno do Comitê, um conjunto abrangente de atividades voltadas ao fortalecimento da governança corporativa da Companhia. Dentre elas, destacam-se a supervisão da atuação dos auditores independentes, com foco na avaliação de sua independência, qualidade e adequação dos serviços prestados o monitoramento da qualidade e integridade dos controles internos, do gerenciamento de riscos e das práticas de compliance, bem como das informações financeiras periódicas e demais dados divulgados a análise contínua das políticas, exposições e parâmetros de gestão de riscos, incluindo recursos e níveis de tolerância. O Comitê também acompanhou transações com partes relacionadas, contingências regulatórias, pareceres e recomendações da auditoria externa, além de verificar a implementação de melhorias sugeridas. Ademais, avaliou a adequação de recursos destinados à gestão de riscos, apoiou o Conselho de Administração na definição de procedimentos relacionados ao recebimento de informações e ao monitoramento de denúncias, inclusive por meio de canal específico, e examinou a qualidade dos relatórios gerenciais. No período, o Comitê ainda atuou na revisão e aprimoramento de políticas internas, na promoção das melhores práticas de governança corporativa e na avaliação da efetividade dos sistemas de conformidade e tratamento de denúncias, mantendo o Conselho de Administração devidamente informado sobre evoluções regulatórias e propondo iniciativas para o contínuo aprimoramento do ambiente de governança da Companhia.3.CONCLUSÕESOs membros do Comitê, no exercício de suas atribuições, procederam ao exame e análise do relatório da administração e as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas do parecer dos auditores independentes ("DFs 2025"), assim como da proposta de destinação dos resultados do exercício de 2025. Considerando todas as análises, estudos e debates realizados no transcorrer das reuniões e dos trabalhos de acompanhamento e supervisão efetuados pelo Comitê quanto às DFs 2025 e a respectiva proposta de destinação de resultados, em especial decorrente das informações prestadas pela Companhia e seus auditores independentes, os membros do Comitê manifestam que não encontraram objeção no encaminhamento dos referidos documentos para a devida apreciação pelo Conselho de Administração da Companhia, com a posterior recomendação de aprovação aos acionistas da Companhia, reunidos em Assembleia Geral.São Paulo, 17 de março de 2026.Marcela Dutra Drigo - CoordenadoraAfonso Sant'anna Bevilaqua - MembroRosangela dos Santos - MembroRafaella Nogueira de Carvalho Corti- Secretária

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias384.00017.689
Preferenciais00
Total384.00017.689

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.