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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013151 páginasCódigo CVM 18821Versão 1Recebida em 12/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. · CNPJ 02.846.056/0001-97

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ 02.846.056/0001-97
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ
02.846.056/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
151
Ano de referência
2013*
Publicado em
12/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total14.033.01012.711.25110,4%
1.01Ativo Circulante1.824.9151.119.60863,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.265.675598.254111,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Conta Reserva00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber336.574296.22613,6%
1.01.03.01Clientes336.574296.22613,6%
1.01.03.01.01Contas a Receber44.40231.27942,0%
1.01.03.01.02Contas a Receber de Partes Relacionadas292.172264.94710,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar67.93369.083−1,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar67.93369.083−1,7%
1.01.07Despesas Antecipadas53.22625.605107,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes101.507130.440−22,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros101.507130.440−22,2%
1.01.08.03.01Contas a Receber com Operações de Derivativos13.37147.794−72,0%
1.01.08.03.02Dividendos, Juros sobre Capital Próprio6.104614894,1%
1.01.08.03.03Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão82.03282.0320,0%
1.01.08.03.04Outros Créditos00—
1.02Ativo Não Circulante12.208.09511.591.6435,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.515.6153.455.8761,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo6986674,6%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Conta Reserva6986674,6%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber23.71119.73220,2%
1.02.01.03.01Clientes23.71119.73220,2%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos498.381421.43818,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos498.381421.43818,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas7.7157.830−1,5%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas258.794287.643−10,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas258.794287.643−10,0%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.726.3162.718.5660,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Contas a Receber com Operações de Derivativos08.436−100,0%
1.02.01.09.04Impostos e Contribuições a Recuperar97.901135.055−27,5%
1.02.01.09.05Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão2.611.8282.553.2932,3%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais e Outros16.58721.782−23,8%
1.02.02Investimentos583.895676.506−13,7%
1.02.02.01Participações Societárias583.895676.506−13,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado550.950474.04416,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação421.265312.93934,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento129.685161.105−19,5%
1.02.04Intangível7.557.6356.985.2178,2%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daCCR S.A.São Paulo - SPIntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, da CCR S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesApresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas num único conjuntoConforme descrito na nota explicativa 4, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil as quais, no caso da CCR S.A. diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras individuais, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, que, para fins de IFRS, seriam avaliados ao custo ou valor justo, e à opção da manutenção do saldo de ativo diferido, existente em 31 de dezembro de 2008, que vem sendo amortizado. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Reapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na nota explicativa 2, em decorrência da mudança de prática contábil referente ao registro dos investimentos em controladas em conjunto nas demonstrações consolidadas, os valores correspondentes, relativos aos balanços patrimoniais em 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2012 e as demonstrações do resultado, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro e CPC 26(R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações, individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Balanço patrimonial consolidado, em 1º de janeiro de 2012O balanço patrimonial consolidado em 1º de janeiro de 2012 apresentados para fins de comparação, em função da mudança de práticas contábeis mencionada anteriormente, foi auditado por outros auditores independentes, que emitiram relatórios datados de 19 de fevereiro de 2014, sem ressalvas.São Paulo, 19 de fevereiro de 2014DELOITTE TOUCHE TOHMATSU José Roberto P. CarneiroAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 109447/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido em 19 de fevereiro de 2014, e com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013.São Paulo, 19 de fevereiro de 2014.Renato Alves ValeDiretor Presidente Italo RoppaDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosJosé Braz CioffiDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosRicardo Antonio Mello CastanheiraDiretor Vice-Presidente de Relações InstitucionaisAntonio Linhares da CunhaDiretor de Desenvolvimento EmpresarialArthur Piotto Filho Diretor Financeiro e Diretor de Relações com InvestidoresLeonardo Couto ViannaDiretor de Novos NegóciosMarcus Rodrigo de SennaDiretor JurídicoPaulo Yukio FukuzakiDiretor de Planejamento e Controle

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido em 19 de fevereiro de 2014, e com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013.São Paulo, 19 de fevereiro de 2014.Renato Alves ValeDiretor Presidente Italo RoppaDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosJosé Braz CioffiDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosRicardo Antonio Mello CastanheiraDiretor Vice-Presidente de Relações InstitucionaisAntonio Linhares da CunhaDiretor de Desenvolvimento EmpresarialArthur Piotto Filho Diretor Financeiro e Diretor de Relações com InvestidoresLeonardo Couto ViannaDiretor de Novos NegóciosMarcus Rodrigo de SennaDiretor JurídicoPaulo Yukio FukuzakiDiretor de Planejamento e Controle

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da CCR S.A., no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo 163 da Lei das Sociedades por Ações, em reunião realizada nesta data, procederam ao exame e análise do Relatório Anual da Administração e das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013 ("Demonstrações Financeiras e Anuais de 2013"), bem como revisaram o orçamento de capital e a proposta de destinação dos resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013 e, considerando ainda, o Relatório da Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes e o Parecer do Comitê de Auditoria, emitidos em 19 de fevereiro de 2014, manifestam-se, por unanimidade, favoravelmente às referidas demonstrações, bem como à revisão do orçamento de capital e à proposta de destinação de resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, que estão em plenas condições de serem votados pela Assembleia Geral de Acionistas da Companhia.São Paulo, 19 de fevereiro de 2014. Newton Brandão Ferraz RamosAdalgiso Fragoso de FariaJosé Valdir Pesce

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.