Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2024145 páginasCódigo CVM 25984Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 10/03/2025valores em R$ mil

DFP 2024 de COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO

COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO · CNPJ 61.409.892/0001-73

Versões deste exercício: v1 (25/02/2025) · v2 (10/03/2025), esta

COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO
CNPJ 61.409.892/0001-73
DFP 2024 (V2)
Exercício 2024
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIO
CNPJ
61.409.892/0001-73
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
145
Ano de referência
2024*
Publicado em
10/03/2025 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202431/12/2023Var.
1Ativo Total13.833.02013.561.9322,0%
1.01Ativo Circulante4.561.8914.862.397−6,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.141.9651.350.229−15,4%
1.01.02Aplicações Financeiras385.122379.0421,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado385.122379.0421,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo385.122379.0421,6%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber493.535382.44329,0%
1.01.03.01Clientes493.535382.44329,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques2.162.5971.937.25411,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar247.779360.968−31,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar247.779360.968−31,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes130.893452.461−71,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros130.893452.461−71,1%
1.01.08.03.01Dividendos a receber10.84011.083.900,0%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros derivativos47.607240.760−80,2%
1.01.08.03.03Outros ativos72.446211.700−65,8%
1.02Ativo Não Circulante9.271.1298.699.5356,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.740.3931.544.39312,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos875.022302.334189,4%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos875.022302.334189,4%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas55.11553.8482,4%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes810.2561.188.211−31,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda0245.768−100,0%
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a recuperar645.524671.761−3,9%
1.02.01.10.04Depositos judiciais19.29520.952−7,9%
1.02.01.10.05Outros Ativos14.41925.677−43,8%
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos131.018224.053−41,5%
1.02.02Investimentos237.791277.133−14,2%
1.02.02.01Participações Societárias237.791277.133−14,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado6.424.8005.976.6947,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação6.253.3825.928.1185,5%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento171.41848.576252,9%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível868.145901.315−3,7%
1.02.04.01Intangíveis868.145901.315−3,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis868.145901.315−3,7%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCompanhia Brasileira de AlumínioOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Companhia Brasileira de Alumínio ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2024 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2024 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2024, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) (atualmente denominadas pela Fundação IFRS como "normas contábeis IFRS") Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAARedução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros (Nota 19.1) Em 31 de dezembro de 2024, a Companhia possuía registrado em suas demonstrações financeiras consolidadas os montantes de R$ 6.253.382 mil e R$ 868.145 mil, referentes a ativos imobilizados e intangíveis, respectivamente. Devido a observações de indicadores sobre a desvalorização dos valores contábeis desses ativos, a Companhia estimou o valor recuperável, fundamentado no método do valor em uso, o qual requer o exercício de julgamentos relevantes sobre determinadas premissas utilizadas nas projeções, como o preço médio do alumínio na London Metal Exchange ("LME"), projeções de câmbio, taxa de desconto, entre outras. Consideramos o teste de impairment dos ativos imobilizados e intangíveis um dos Principais Assuntos de Auditoria, em função da magnitude do saldo e da complexidade envolvida nas análises de recuperabilidade. A complexidade advém dos julgamentos significativos em relação à estimativa dos fluxos de caixa futuros, que incluem premissas afetadas por condições macroeconômicas e de mercado. Variações nesses julgamentos e premissas podem produzir impactos significativamente diferentes daqueles apurados pela administração e, consequentemente, ter impactos relevantes nas demonstrações financeiras.Redução ao valor recuperável do imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 24 (b)) Em 31 de dezembro de 2024, a Companhia apresenta registrado na Controladora e no Consolidado, saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos oriundos de prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social sobre o lucro, no valor de R$ 308.753 mil. Esses saldos de impostos diferidos ativos são registrados contabilmente com base na existência de probabilidade razoável de que serão gerados lucros tributáveis futuros para a realização desses ativos não circulantes. A Companhia efetua as projeções de lucros tributáveis futuros que requer o uso de estimativas e julgamento na determinação das principais premissas em seu planejamento estratégico. Caso aplicável, provisão para perdas ao valor recuperável desses impostos diferidos ativos são registrados contabilmente. Devido às incertezas inerentes às projeções de fluxo de caixa e às estimativas e julgamentos utilizados pela administração na determinação do valor recuperável desses impostos diferidos ativos, à complexidade inerente a esse processo e o modelo matemático das projeções, consideramos esse assunto como um dos principais assuntos de auditoria nesse exercício sendo examinado por nós.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaOs principais procedimentos de auditoria executados incluíram, entre outros, os seguintes:Entendimento sobre as políticas da administração e o processo de elaboração e aprovação, pelos Órgãos de Governança da Companhia, das projeções dos fluxos de caixa utilizados nos testes de recuperabilidade dos ativos imobilizados e intangíveis (teste de impairment).Testes de desenho e implementação de certos controles internos associados ao processo de determinação do valor recuperável dos ativos da unidade geradora de caixa, incluindo controles relacionados com a revisão e aprovação das premissas chave utilizadas na estimativa do valor recuperável.Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, das premissas-chave utilizadas no teste de recuperabilidade dos ativos como a taxa de desconto, o preço futuro do alumínio e as taxas de câmbio, comparando-as com fontes de mercado externas e testes matemáticos sobre os estudos de recuperabilidade dos ativos imobilizado e intangíveis.Discussão com a administração sobre os planos de negócio aprovados e divulgados.Análise da adequação das divulgações apresentadas em notas explicativas. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que as premissas utilizadas nos cálculos efetuados pela administração em seu teste de impairment, assim como as divulgações, são consistentes com as documentações apresentadas, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações financeiras.Como resposta de auditoria efetuamos os seguintes procedimentos:Obtivemos a análise de recuperabilidade dos tributos diferidos ativos preparada pela administração da Companhia e verificamos que as principais premissas guardam relação com o plano de negócios de longo prazo aprovado pelo Conselho de Administração.Testes de desenho e implementação de certos controles internos associados ao processo de determinação do valor recuperável do imposto de renda e contribuição social diferidos, incluindo controles relacionados com a revisão e aprovação das premissas chave utilizadas na estimativa do valor recuperável.Avaliamos, com o apoio dos nossos especialistas na área de finanças corporativas, a razoabilidade das principais premissas utilizadas para suportar a projeção de lucros tributáveis futuros, que inclui o preço médio do alumínio na London Metal Exchange("LME"), assim como projeções de câmbio e testes sobre o modelo matemático das projeções.Efetuamos a comparação com os dados utilizados na projeção com dados históricos, do setor e de mercado, bem como realizamos análise de sensibilidade sobre a projeção elaborada pela administração. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração da Companhia para a determinação dos tributos diferidos, bem como as divulgações efetuadas, são razoáveis, em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Redução ao valor recuperável de Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços ("ICMS") (Nota 15) Em 31 de dezembro de 2024, a Companhia possui registrado no grupo de tributos a recuperar (Nota 15), os montantes de R$ 568.861 mil e R$ 612.538 mil, na controladora e no consolidado, respectivamente, oriundos de Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços. A realização desses tributos está diretamente associada a efetividade do plano de escoamento de créditos da sociedade, os quais consistem principalmente em (i) geração de débitos a pagar no futuro que poderão ser compensados com os referidos tributos a recuperar (ii) habilitação e venda de créditos de ICMS para empresas do próprio grupo ou terceiras (iii) obtenção de regime especial tributário junto ao estado de São Paulo para a suspensão de ICMS nas operações de importações de determinados insumos, de modo a evitar futuro acúmulo. Devido à magnitude dos montantes envolvidos, complexidade do processo de mensuração das projeções de recuperabilidade dos tributos futuros, os quais se baseiam em estimativas e premissas cuja realização pode ser afetada por condições de mercado e cenários econômicos incertos, assim como, pela complexidade da legislação tributária brasileira, esse tema foi considerado como um assunto importante em nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Avaliação da origem dos créditos, natureza dos insumos, seu registro e declaração para as autoridades fazendárias nos livros fiscais.O entendimento da metodologia de cálculo e principais premissas para avaliação da recuperabilidade do saldo de ICMS.Com o apoio de nossos especialistas interno sem tributos, efetuamos a discussão sobre os critérios e premissas adotados pela Administração para avaliar a recuperabilidade dos créditos tributários de ICMS.Avaliação e julgamento sobre as possibilidades de escoamento apresentadas pela administração e sua aplicabilidade. Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela Administração são razoáveis com dados e informações obtidas, considerando as demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Instrumentos financeiros designados como hedge accounting (Nota 29.2) A Companhia opera com instrumentos financeiros derivativos com o objetivo de minimizar a volatilidade dos índices e taxas em seus fluxos de caixa. Para atingir seus objetivos, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos e passivos financeiros não derivativos e designa como instrumento de hedge na aplicação da política de contabilidade de proteção (hedge accounting), realizando periodicamente, testes de efetividade sobre as relações de hedge designadas. A designação desses instrumentos financeiros como hedge accounting, assim como a mensuração de sua efetividade, requerem o cumprimento de certas obrigações formais, julgamentos em relação à proteção efetiva do risco de variação cambial e ao alinhamento dos objetivos de proteção à sua estratégia de gestão de riscos do negócio. Dada à complexidade envolvida na designação e periódica mensuração da efetividade das relações de contabilidade de proteção mantidas pela Companhia, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria.Nossos principais procedimentos de auditoria em resposta a esse assunto consideram, entre outros:Entendimento do processo e dos controles internos relacionados à contabilidade de proteção (hedge accouting). Com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia que suporta a designação dos instrumentos de proteção como hedge accounting, especificamente as designações contendo as descrições de todas as estratégias e metodologias utilizadas para mensuração de efetividade.Revisão da efetividade das relações de hedge accounting e a reciclagem dos montantes contabilizados em outros resultados abrangentes, os quais afetaram o resultado do exercício.Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia envolvendo as transações de hedge accounting.Com base nas evidências obtidas, consideramos aceitáveis as designações mantidas como contabilidade de proteção (hedge accounting) no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) (atualmente denominadas pela Fundação IFRS como "normas contábeis IFRS"), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em se u conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 25 de fevereiro de 2025PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/F-6Carlos Eduardo Guaraná MendonçaContador CRC 1SP196994/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM N° 80 DE 29 DE MARÇO DE 2022CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA, brasileira, casada, administradora, portadora da Cédula de Identidade R.G. n.º 29.498.843-9 SSP/SP e inscrita no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Economia ("CPF/ME") sob o nº 303.038.168-48, com endereço comercial na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, na qualidade de Diretora Financeira e de Relações com Investidores da COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO, sociedade por ações, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ("CNPJ/MF") sob o nº 61.409.892/0001-73 ("Companhia"), declara, nos termos dos artigos 27, §1°, V e VI, da Resolução da CVM nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada ("Resolução CVM 80/22"), que, juntamente com os demais diretores da Companhia responsáveis pela elaboração destas de Demonstrações Financeiras: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao período compreendido entre 01 de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2024, especialmente elaboradas para fins de registro.25 de fevereiro de 2025.CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA Diretora Financeira e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM N° 80 DE 29 DE MARÇO DE 2022CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA, brasileira, casada, administradora, portadora da Cédula de Identidade R.G. n.º 29.498.843-9 SSP/SP e inscrita no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Economia ("CPF/ME") sob o nº 303.038.168-48, com endereço comercial na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, na qualidade de Diretora Financeira e de Relações com Investidores da COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO, sociedade por ações, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 14º andar, conjunto 141, parte, Cidade Monções, CEP 04571-900, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ("CNPJ/MF") sob o nº 61.409.892/0001-73 ("Companhia"), declara, nos termos dos artigos 27, §1°, V e VI, da Resolução da CVM nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada ("Resolução CVM 80/22"), que, juntamente com os demais diretores da Companhia responsáveis pela elaboração destas de Demonstrações Financeiras: (a) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia e (b) reviu, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao período compreendido entre 01 de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2024, especialmente elaboradas para fins de registro.25 de fevereiro de 2025.CAMILA ABEL CORREIA DA SILVA Diretora Financeira e de Relações com Investidores

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIOEXERCÍCIO SOCIAL 2024Sobre o ComitêO Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE" ou "Comitê") da Companhia Brasileira de Alumínio ("CBA" ou "Companhia") é um órgão estatutário de funcionamento permanente, que teve sua instalação aprovada por meio de Assembleia Geral Extraordinária realizada em 14 de maio de 2021, dentro das melhores práticas de Governança Corporativa e em atendimento a regulação do segmento do Novo Mercado.Composição do ComitêDe acordo com o seu Regimento Interno vigente, aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia em 21 de junho de 2021, o CAE funcionará em caráter permanente e se reportará ao Conselho de Administração da Companhia, atuando com independência em relação à Diretoria, e será composto por no mínimo 3 (três) e no máximo 5 (cinco) membros, eleitos pelo Conselho, com mandato de 6 (seis) anos.Atualmente o CAE está composto por 3 (três) membros independentes, conforme abaixo:Nome - Função - IndependenteJosé Ecio Pereira da Costa Junior - Membro Efetivo - SimSergio Citeroni - Membro Efetivo - SimSergio Ricardo Romani - Coordenador e membro do Conselho de Administração - SimRegimento Interno Disponível em: https://ri.cba.com.br/esg/modelo-de-governanca/Atribuições do Comitê de Auditoria EstatutárioNo Regimento Interno do Comitê, cujas competências são desempenhadas em estrita conformidade com as exigências previstas nas Resoluções da Comissão de valores Mobiliários ("CVM") aplicáveis, no Regulamento do Novo Mercado da B3 e no Estatuto Social da Companhia, cabe ao CAE assessorar o Conselho de Administração da Companhia, no que concerne ao exercício das suas funções e assuntos sob sua competência, a análise e o monitoramento: (i)Dos processos de apresentação dos relatórios financeiros trimestrais e anuais(ii)Dos trabalhos de avaliação dos controles internos (iii)Dos processos de gerenciamento dos riscos de negócio (iv)Dos processos de gerenciamento dos riscos de Compliance, do Programa de Compliance e do Canal Linha Ética (v)Dos trabalhos dos auditores internos e auditores externos independentes e (vi)Dos assuntos pertinentes ao Código de Conduta, nos termos do Capítulo X do seu Regimento.As avaliações do CAE se baseiam nas informações recebidas da Administração da Companhia, dos auditores externos, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos, controles internos e compliance, dos gestores dos canais de linha ética e nas suas próprias análises decorrentes de observação direta.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC") é a empresa responsável pelo exame de auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024, bem como pelo planejamento e execução dos procedimentos das auditorias e das revisões, conforme normas reconhecidas, e, ainda, responsável pela revisão das demonstrações financeiras interinas trimestrais individuais e consolidadas. O parecer dos auditores independentes deve assegurar que as referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam, adequadamente, a posição patrimonial e financeira da Companhia, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, legislação societária brasileira e as normas internacionais de relatórios financeiros (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standard Board (IASB).Os trabalhos de gestão de riscos, controles internos e compliance foram realizados no referido exercício social de 2024, pela Diretoria de Compliance e pelas Gerências de Riscos e Controles Internos. Para realização dos trabalhos de auditoria interna, a Companhia conta, além de sua equipe interna, com apoio de profissionais da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes ("DTT") com a supervisão da Gerência de Auditoria Interna, a qual apresenta o reporte de suas atividades diretamente ao Comitê de Auditoria Estatutário. O CAE é o órgão responsável pela revisão do orçamento e pela revisão do plano anual de auditoria interna e monitoramento da sua execução.Atividades do Comitê de Auditoria em 2024No exercício social de 2024, o Comitê reuniu-se 12 (doze) vezes, sendo 9 (nove) reuniões ordinárias outras 3 (três) vezes em reuniões extraordinárias, conforme abaixo demonstrado: Reuniões de 2024Reuniões OrdináriasReuniões Extraordinárias31/01/202420/02/202429/02/202408/07/202430/04/202417/10/202406/06/2024-31/07/2024-18/09/2024-30/10/2024-27/11/2024-12/12/2024-No exercício de 2024, o Comitê de Auditoria Estatutário realizou reuniões ordinárias e extraordinárias, conforme anteriormente especificadas, as quais foram documentadas nas respectivas atas e anexos correspondentes. Adicionalmente, foram realizados contatos telefônicos, por videoconferência e/ou por e-mail entre os membros do Comitê e com os administradores e auditores, internos e independentes, para discussão de aspectos específicos de interesse do Comitê.Os Diretores e demais Executivos de diversas áreas da Companhia foram entrevistados ou solicitados a realizar apresentações sobre os temas conduzidos pela Companhia e de interesse do Comitê, sendo alguns executivos acionados por mais de uma vez no decorrer do período mencionado neste relatório.Dentre as atividades realizadas durante o exercício, destacamos as seguintes:a)Discussão dos resultados da avaliação da auditoria independente, a PwC, conforme anteriormente definida, referente aos serviços prestados no exercício social do ano de 2024b)Acompanhamento do processo de elaboração e revisão das demonstrações financeiras da Companhia individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024 e das informações trimestrais individuais e consolidadas (1ITR, 2ITR e 3ITR) mediante reuniões periódicas com os administradores e com os auditores externosc)Revisão das notas explicativas correspondentes as informações trimestrais (1ITR, 2ITR e 3ITR) e as demonstrações financeiras da Companhia individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024d)Avaliação e manifestação favorável ao encaminhamento e aprovação pelo Conselho de Administração da Companhia de suas Políticas Corporativas, notadamente as seguintes: (1) Política de Gestão de Riscos e (2) Política de Segurança da Informação. Além disso, avaliaram também (1) a Política de Controles Internos e (2) a Política de Gestão de Acessose)Avaliação e monitoramento do Plano Integrado de Gestão de Riscos e Controles Internos para o ano de 2024, cuja estrutura fora estabelecida para suportar a Companhia em seus movimentos de crescimento e transformação, visando a resposta aos riscos de negócio, a criação de um ambiente de controles internos sólido e a preparação da Companhia para atuar em situações de resiliência (Gestão de Continuidade dos Negócios), bem como o plano de Gestão de Riscos e Controles Internos, considerando as iniciativas integradas dessas áreas para o ano de 2024f)Tomou conhecimento sobre o plano de trabalho de riscos e controles definido para 2024 e principais iniciativas de evolução, o mapa de riscos de negócio, contemplando: (a) a reavaliação dos riscos operacionais versus apetite a risco (b) os riscos estratégicos e (c) as respectivas iniciativas de mitigação, e, ainda, os resultados dos testes de efetividade dos controles-chave (ToE), referente aos 1º, 2º, 3º e 4º trimestres de 2024g)Tomou conhecimento do resultado dos trabalhos da Auditoria Interna, os respectivos aspectos relevantes e recomendações decorrentes desses trabalhos, além do monitoramento das providências e principais ações adotadas pela Administraçãoh)Avaliação do Plano Anual de Auditoria Interna de 2024, orçamento e plano de treinamento da área para o exercício, e reporte ao Conselho de Administração da Companhiai)Tomou conhecimento a respeito do Planejamento do Programa de Compliance para 2024, do status do s principais indicadores de Compliance, o avanço das principais iniciativas contidas no planejamento, bem como o reporte do Comitê de Conduta contendo os principais números, indicadores, relatos recebidos pelo Canal de Denúncias e suas respectivas tratativasj)Análise das transações com partes relacionadas, recomendando sua manifestação favorável para posterior apreciação do Conselho de Administração, observando os critérios estabelecidos na Política de Transações com Partes Relacionadas da Companhia, e a cada trimestre, o reporte do conjunto das transações com partes relacionadas, independentemente do valor e da naturezak)Tomou conhecimento acerca de informações relativas: (1) reporte das correspondências entre Companhia e Reguladores (notadamente a CVM) e (2) a gestão e monitoramento dos riscos regulatórios incluindo a avaliação dos impactos para o negóciol)Acompanhamento do status dos trabalhos conduzidos na gestão do contencioso ativo e passivo da Companhiam)Acompanhamento e monitoramento dos trabalhos relativos a projetos relativos à área de tecnologia da informação ("TI"), notadamente os relacionados a atualização do ERP SAP para a versão S/4HANA, bem como a avaliação sobre a contratação de parte relacionada para finalidade de prestação de serviços relativos ao diagnóstico e especificação de rollout do sistema SAP utilizado no âmbito da CBA para o padrão SAP utilizado pela Companhia, e a implementação do referido rollout técnico e a execução de testes processuaisn)Avaliação e acompanhamento dos temas relacionados ao tratamento contábil das operações de hedge accounting, em especial, relacionados a NCE e Mix Santander conforme discussão presente nas reuniões de 31/01/2024, 30/04/2024, 08/07/2024, 30/10/2024, 27/11/2024 e 12/12/2024o)Obtenção da confirmação a respeito da independência dos auditores externos e independentes da Companhia, mediante Declaração de Independência apresentada pela PwC ep)Tomou conhecimento sobre a Reforma Tributária (Emenda Constitucional nº 132, cujo texto deu origem à Proposta de Emenda Constitucional - PEC 45/2019, e as suas respectivas regulamentações), com enfoque para os impactos no setor elétrico e para a Companhia e suas subsidiárias.O Coordenador do CAE apresentou em cada reunião do Conselho de Administração as atividades desenvolvidas pelos membros do CAE durante o ano de 2024. Conclusão Os membros do CAE da CBA, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do próprio comitê, procederam a revisão das demonstrações financeiras, acompanhadas do parecer dos auditores independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024 ("Demonstrações Financeiras Anuais de 2024") e, considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela PwC, considerando que este reflete adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e de suas controladas, e recomendam, por unanimidade, a aprovação dos documentos pelo Conselho de Administração da Companhia e posterior encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações. São Paulo, 25 de fevereiro de 2025. _____________________________José Ecio Pereira da Costa Jr. Membro _____________________________Sergio CiteroniMembro _____________________________Sergio Ricardo RomaniCoordenador do Comitê de Auditoria

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias651.0730
Preferenciais00
Total651.0730

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.